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Leia o trecho: “Vida, espaços, edifícios - nessa ordem”. Essa frase, do arquiteto urbanista dinamarquês Jan Gehl, resume bem as mudanças que Copenhague tem passado nos últimos 50 anos. Atualmente conhecida como uma das cidades com os habitantes mais satisfeitos com a qualidade de vida ali ofertada, a forma que seus espaços públicos e edifícios foram e são projetados tem inspirado arquitetos, governantes e planejadores por todo o mundo. O que vemos hoje em dia, no entanto, é fruto de decisões corajosas, muita observação e, sobretudo, designs que colocam as pessoas em primeiro lugar. Copenhague será a Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA em 2023, bem como sede do UIA World Congress of Architects por conta de seu forte legado na arquitetura e desenvolvimento urbano inovador, juntamente com suas altas ambições no clima, soluções de sustentabilidade e habitabilidade. Fonte: ArchDaily. Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/992605/pt-multi-use-public-spaces-and-urban-design-copenhagen-and-social-integration. Acesso em: 15 de agosto de 2023. Em relação aos conceitos de urbanismo sustentável defendidos por Jan Gehl e colocados em prática em Copenhague, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativas falsas. I) ( ) Nas décadas de 1950, 1960 e 1970, Copenhague vivia um caos urbano. Assim como outras cidades na época, o automóvel estava passando a ser cada vez mais utilizado, dificultando as condições de mobilidade. II) ( ) No início da década de 1970, a própria população de Copenhague reivindica meios de transporte alternativos, impedindo que a cultura da bicicleta se apagasse na capital dinamarquesa. III) ( ) O estímulo ao uso das bicicletas foi o primeiro passo de inúmeras ações voltadas à mobilidade, sustentabilidade e qualidade de vida que seguem sendo incorporadas ao planejamento urbano da cidade até os dias de hoje. IV) ( ) Como consequência ao planejamento urbano que privilegia os habitantes, Copenhague é modelo de qualidade de vida, com um baixo custo para se viver,
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João Paulo Arimatéia

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Vamos analisar cada afirmativa com base no texto e no conhecimento sobre o urbanismo sustentável em Copenhague: I) Nas décadas de 1950, 1960 e 1970, Copenhague vivia um caos urbano. Assim como outras cidades na época, o automóvel estava passando a ser cada vez mais utilizado, dificultando as condições de mobilidade. — Verdadeiro (V). Muitas cidades enfrentaram esse problema com o aumento do uso do automóvel, incluindo Copenhague. II) No início da década de 1970, a própria população de Copenhague reivindica meios de transporte alternativos, impedindo que a cultura da bicicleta se apagasse na capital dinamarquesa. — Verdadeiro (V). A população atuou para preservar e estimular o uso da bicicleta. III) O estímulo ao uso das bicicletas foi o primeiro passo de inúmeras ações voltadas à mobilidade, sustentabilidade e qualidade de vida que seguem sendo incorporadas ao planejamento urbano da cidade até os dias de hoje. — Verdadeiro (V). O incentivo à bicicleta é um marco inicial para o urbanismo sustentável em Copenhague. IV) Como consequência ao planejamento urbano que privilegia os habitantes, Copenhague é modelo de qualidade de vida, com um baixo custo para se viver. — Falso (F). Embora Copenhague seja modelo de qualidade de vida, o custo de vida na cidade é alto, não baixo. Portanto, a sequência correta é: V - V - V - F.

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