Um parque eólico enfrenta desafios na otimização de sua operação e manutenção preditiva devido à coexistência de tecnologias de automação diversas. As turbinas mais antigas utilizam sensores analógicos para monitoramento de velocidade do vento e inclinação das pás, conectadas a CLPs legados via rede Modbus RTU. As turbinas mais recentes, por outro lado, empregam sensores digitais inteligentes, como anemômetros ultrassônicos e sensores de vibração MEMS, que se comunicam através de um servidor OPC UA. Esta heterogeneidade de sensores e protocolos de comunicação cria barreiras significativas de interoperabilidade, dificultando a consolidação de dados para uma análise holística do desempenho do parque eólico e a implementação de uma estratégia unificada de manutenção. Avalie a eficácia dos diferentes tipos de sensores e transdutores na arquitetura de automação do parque eólico, considerando os desafios de integração e interoperabilidade, e assinale a alternativa que apresenta a avaliação correta.