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Usamos a frase “Agora, Inês é morta” quando algo já está definido, quando não há mais o que se fazer ou quando já é tarde demais para alguma atitude. Por exemplo, se uma pessoa não foi a uma entrevista de trabalho porque “perdeu” a hora, podemos empregar essa expressão. O que colocamos é o seguinte: empregamos ou não a vírgula depois de “Agora”? Podemos reescrever “Agora, Inês é morta” na ordem direta (sujeito e predicado): “Inês é morta agora”. Se fizermos a pergunta “quem?” antes do verbo, obteremos o sujeito da frase. Quem “é morta agora”? “Inês”. Logo, “Inês” é sujeito e “é morta agora” é predicado da oração. Veja que, em “Agora, Inês é morta”, usamos, opcionalmente, a vírgula após o advérbio “agora”, pois, a rigor, essa frase não está na ordem direta.
O que colocamos é o seguinte: empregamos ou não a vírgula depois de “Agora” na frase “Agora, Inês é morta”?
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GramáticaEmFoco

há 19 horas

Respostas

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há 19 horas

Na frase "Agora, Inês é morta", o uso da vírgula após o advérbio "Agora" é opcional, mas recomendado. Explicação passo a passo: 1. "Agora" é um advérbio de tempo que, quando colocado no início da frase, pode ser isolado por vírgula para indicar uma pausa enfática. 2. A ordem direta da frase é "Inês é morta agora", sem vírgula, pois o advérbio está no final. 3. Na ordem inversa "Agora, Inês é morta", a vírgula ajuda a separar o advérbio do restante da oração, facilitando a compreensão e marcando a pausa natural na fala. 4. Portanto, a vírgula depois de "Agora" é facultativa, mas seu uso é estilisticamente adequado para dar clareza e ritmo à frase. Conclusão: Empregamos a vírgula depois de "Agora" na frase "Agora, Inês é morta" para indicar a pausa e melhorar a compreensão, embora não seja obrigatória.

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