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De acordo com Davis e Oliveira, dentre os argumentos dos que defendem a visão interacionista em contraposição à visão tradicional, na escola, sobre os procedimentos de avaliação, não se inclui:
Assinale a alternativa correta:
(A) As “soluções erradas” que os alunos elaboram são ricas em informações para o professor.
(B) É mais produtivo se ater exclusivamente ao resultado da aprendizagem do que investigar o seu processo.
(C) Através do “erro” é possível perceber a forma como a criança pensa.
(D) O professor competente faz um uso adequado do “erro” do seu aluno.
(E) É através do “erro” de seu aluno que o professor pode perceber as hipóteses que ele elabora sobre um determinado tema.
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Didaticamente

há 5 horas

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há 5 horas

Vamos analisar as alternativas com base na visão interacionista sobre avaliação, que valoriza o processo de aprendizagem, o erro como fonte de informação e a interação entre professor e aluno: (A) As “soluções erradas” que os alunos elaboram são ricas em informações para o professor. — Correto, pois o erro é visto como fonte de aprendizado. (B) É mais produtivo se ater exclusivamente ao resultado da aprendizagem do que investigar o seu processo. — Incorreto, pois a visão interacionista valoriza o processo, não apenas o resultado. (C) Através do “erro” é possível perceber a forma como a criança pensa. — Correto, o erro revela hipóteses e raciocínios do aluno. (D) O professor competente faz um uso adequado do “erro” do seu aluno. — Correto, o erro é usado para orientar o ensino. (E) É através do “erro” de seu aluno que o professor pode perceber as hipóteses que ele elabora sobre um determinado tema. — Correto, reforça a importância do erro para entender o pensamento do aluno. Portanto, a alternativa que não se inclui na visão interacionista é a (B). Resposta correta: B

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(...) Texto O LADO ESCURO DA FORÇA O avô de Jabor era uma figuraça. Quando o neto lhe contava entusiasmado uma boa novidade, o velho logo o advertia: “Cuidado, Arnaldinho, nada é só bom”. Sim, tudo também tem um lado ruim, o das coisas boas que vão ter fim. A máxima do velho antecipava o irônico paradoxo da era digital: nunca na história deste planeta houve algo tão bom para aproximar as pessoas – e nada que as dividisse tanto – como a internet, onde todos se encontram e cada um pode mostrar, escondido pelo anonimato, o seu pior. Chico Buarque, que um dia já foi chamado de maior unanimidade do Brasil, disse que sempre acreditou que era amado, até descobrir, na internet, que era odiado. Qualquer assunto ou pessoa que vá ao ar tem logo dois lados trocando insultos e acusações, dividindo o que poderia ser multiplicado. No pesadelo futurista, a diversidade e a diferença são soterradas pela ignorância e o ódio irracional, que impedem qualquer debate produtivo, assim como os blackblocks impedem qualquer manifestação pacífica. Na última semana li vários editoriais de jornais e artigos de diversas tendências sobre o mesmo tema: a internet como geradora e ampliadora de um virulento e empobrecedor Fla X Flu, ou pior, de um PT X PSDB em que todos saem perdedores. E como disse o Pedro Dória: só vai piorar. Todas as paixões e excessos que são permitidos, e até divertidos e catárticos, nas discussões de futebol só produzem discórdia, mentiras e mais intolerância no debate político e cultural. Simpatizantes de qualquer causa ou ideologia só leem o que dizem o que eles querem ouvir, nada aprendem de novo, chovem no molhado. Mas até esse lado ruim também tem um lado bom, de revelar as verdades secretas, expondo os piores sentimentos de homens e mulheres, suas invejas e ressentimentos, sua malignidade, que nenhum regime político pode resolver. Sem o crescimento da consciência individual, como melhorar coletivamente? Nelson Motta, O Globo, 29/11/2013.
“O avô de Jabor era uma figuraça. Quando o neto lhe contava entusiasmado uma boa novidade, o velho logo o advertia: “Cuidado, Arnaldinho, nada é só bom”. Sim, tudo também tem um lado ruim, o das coisas boas que vão ter fim”. O segmento destacado nesse trecho inicial tem a seguinte função textual:
(A) situar no tempo o fato narrado.
(B) justificar a qualificação atribuída ao avô.
(C) comprovar a veracidade de uma informação dada.
(D) concluir um raciocínio previamente construído.
(E) descrever as características de um personagem

Segundo Vera Candau, quando pensamos a docência, sua formação continuada e sua prática no cotidiano, não podemos deixar de considerar que temos de estar conscientes da necessidade de articular dialeticamente as diferentes dimensões da profissão docente.
Em conformidade com a autora podemos afirmar que constituem dimensões da profissão docente:
A) a valorização do professor, formação inicial e continuada, participação do professor no processo de decisão na educação escolar
B) o plano de carreira e a formação inicial e continuada
C) os aspectos psicopedagógicos, técnicos, científicos, políticos, sociais, ideológicos, éticos e culturais
D) o plano de carreira e a formação inicial e continuada, os aspectos
E) o plano de carreira, a formação continuada, participação na gestão escolar e o acesso aos bens culturais

“Em seu livro Nossa escola é uma calamidade (1984), analisou o ensino público brasileiro e, em particular, as escolas do Rio de Janeiro. Nele, propôs a extinção do terceiro turno, o aperfeiçoamento do magistério, a implantação de escolas integradas. Para isso, seria preciso permanecer mais tempo na escola, dispor de professores competentes, encontrar recursos e orientação que a maioria das crianças pobres não encontra em casa. Essas metas foram concretizadas com a criação no estado do Rio de Janeiro dos CIEPs, entre 1983 e 1986.” (Gadotti. História das Idéias Pedagógicas, página 237, com adaptações) O cientista social, político e antropólogo a que se refere o texto acima é:
A) Anísio Teixeira
B) Rubem Alves
C) Darcy Ribeiro
D) Dermeval Saviani
E) Paulo Freire

Hoffmann, em “Avaliação: mito e desafio”, faz uma análise comparativa entre uma concepção de avaliação “a serviço de uma sociedade liberal (capitalista)” e uma perspectiva de avaliação “libertadora”. Segundo a autora, a alternativa que apresenta duas características da avaliação com uma concepção liberal é:
(A) ação coletiva e consensual / caráter sentencivo
(B) caráter investigativo / postura diretiva do professor
(C) conscientização das desigualdades sociais e culturais / caráter competitivo
(D) caráter classificatório / valorização da capacidade de memorização
(E) caráter reflexivo / valorização da capacidade de compreensão

Conforme Antoni Zabala, em “A Prática Educativa”, o termo conteúdos atitudinais engloba uma série de conteúdos que podem ser agrupados em valores, atitudes e normas. É correto afirmar que constitui um exemplo de atitude:
A) a solidariedade
B) o respeito aos outros
C) a liberdade
D) o respeito ao meio ambiente
E) a responsabilidade

O artigo 98 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA determina que as medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados, seja por ação ou omissão da sociedade ou do Estado, ou por falta, omissão ou abuso dos pais ou responsável, ou ainda em razão da própria conduta da criança e do adolescente. Verificada qualquer dessas hipóteses, o artigo 101 relaciona uma série de medidas que poderão ser determinadas pela autoridade competente. Dentre as medidas citadas abaixo, a única que está de acordo com o disposto no artigo 101 é:
A) liberdade assistida
B) internação em estabelecimento educacional
C) inserção em regime de semiliberdade
D) prestação de serviços à comunidade
E) acolhimento institucional

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental – Parecer CNE/CEB 04/98 apresentam alguns princípios éticos, políticos e estéticos que devem nortear as ações pedagógicas das escolas. O princípio político que objetiva “estimular a dúvida construtiva, a análise de padrões em que direitos e deveres devam ser considerados, na formulação de julgamentos” é:
A) o exercício da criticidade
B) a sensibilidade
C) a criatividade
D) o respeito ao bem comum
E) a autonomia

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