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total fornecida desde que se conheça (n-1) correntes e tensões, pois de acordo com as leis apenas (n-1) correntes e de Kirchhoff, existem ape tensões independentes. Então, no caso de um circuito de três condutores, equilibrado ou não, necessitamos de apenas dois wattímetros para medir a potência total. No caso de um circuito a quatro condutores, necessitamos de três wattimetros se o circuito for desequilibrado. No caso do circuito equilibrado, precisamos só de dois wattímetros, já que, a corrente do neutro será nula. Neste caso, a potência total fornecida à carga é a soma algébrica das leituras dos dois
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Alfredo Vilhena

há 21 horas

Respostas

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há 21 horas

Para medir a potência total em sistemas polifásicos, utiliza-se o método dos wattímetros, considerando as leis de Kirchhoff: - Em um circuito com n condutores, existem apenas (n-1) correntes independentes e (n-1) tensões independentes. - Portanto, para medir a potência total, são necessários (n-1) wattímetros. Exemplos práticos: - Circuito de 3 condutores (trifásico): - Se o circuito for equilibrado ou desequilibrado, são necessários 2 wattímetros para medir a potência total. - Circuito de 4 condutores (trifásico com neutro): - Se o circuito for desequilibrado, são necessários 3 wattímetros. - Se o circuito for equilibrado, a corrente no neutro é nula, então são necessários apenas 2 wattímetros. A potência total fornecida à carga é a soma algébrica das leituras dos wattímetros utilizados. Resumindo: Número de wattímetros = (n-1), onde n é o número de condutores. Isso permite medir a potência total mesmo em circuitos desequilibrados, respeitando as leis de Kirchhoff.

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