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O GRADE (Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluations) é um arcabouço transparente para desenvolver e apresentar resumos de evidências que proporcionam uma abordagem sistemática para fazer recomendações de prática clínica.
De acordo com o GRADE, qual é o grau do verdadeiro efeito de uma intervenção clínica que tem grau de certeza moderado?
Provavelmente muito diferente do efeito estimado.
Pode ser muito diferente do efeito estimado.
Não há como avaliar o efeito neste caso.
Provavelmente próximo do efeito estimado.
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Questões para o Sucesso

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

De acordo com o sistema GRADE, o grau de certeza moderado indica que a estimativa do efeito é provavelmente próxima do efeito verdadeiro, mas existe alguma possibilidade de que seja diferente. Analisando as alternativas: - "Provavelmente muito diferente do efeito estimado." — incorreto, isso indicaria baixa certeza. - "Pode ser muito diferente do efeito estimado." — incorreto, isso indica baixa ou muito baixa certeza. - "Não há como avaliar o efeito neste caso." — incorreto, o GRADE sempre tenta avaliar. - "Provavelmente próximo do efeito estimado." — correto, corresponde ao grau de certeza moderado. Portanto, a resposta correta é: Provavelmente próximo do efeito estimado.

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Uma paciente do sexo feminino, com idade de 25 anos, apresenta ciclos menstruais irregulares, acne e hirsutismo, com um histórico familiar documentado de síndrome do ovário policístico (SOP). A avaliação laboratorial revela hiperandrogenismo e resistência à insulina. Considerando a complexidade da fisiopatologia envolvida, qual das seguintes alternativas fornece a explicação mais precisa para o desenvolvimento da SOP nessa paciente?
Considerando a complexidade da fisiopatologia envolvida, qual das seguintes alternativas fornece a explicação mais precisa para o desenvolvimento da SOP nessa paciente?
O hirsutismo, resultante de uma complexa interação entre distúrbios hormonais e genéticos, induz uma resposta adaptativa do organismo caracterizada pela resistência à insulina, contribuindo, assim, para a alteração do ciclo menstrual.
Uma predisposição genética para a expressão aumentada de enzimas envolvidas na biossíntese de androgênios intracelulares leva à hiperandrogenemia, desencadeando subsequentemente a resistência à insulina, culminando em distúrbios no ciclo menstrual e no hirsutismo.
A resistência à insulina, exacerbada por uma dieta com elevado índice glicêmico e carga de carboidratos, estimula a produção de androgênios ovarianos, gerando uma resposta adaptativa hormonal que se manifesta com a regulação no ciclo menstrual.
A resistência à insulina, mediada por vias intracelulares especígcas, ampligca a produção de androgênios ovarianos, desencadeando uma cascata de eventos que alteram o ciclo menstrual e induzem o hirsutismo.

Sobre a ocorrência de distúrbios acidobásicos em pacientes diabéticos, é correto afirmar que:
A cetoacidose diabética é caracterizada por um excesso de produção de insulina, levando a uma utilização reduzida de glicose pelas células. A glicose acumula-se no sangue, resultando em hiperglicemia. A acidose metabólica não é causada pela formação de corpos cetônicos, mas sim pela produção elevada de lactato no fígado. O tratamento principal é a administração de agentes alcalinizantes para neutralizar o excesso de ácidos no sangue.
A cetoacidose diabética (CAD) é uma condição causada pela produção excessiva de insulina no corpo, especialmente no diabetes tipo 2. A hiperinsulinemia leva à absorção inadequada de glicose pelas células, resultando em hipoglicemia. A falta de glicose disponível para as células faz com que o corpo quebre as proteínas para obter energia, formando corpos cetônicos e causando acidose metabólica. O tratamento envolve a administração de glicose para corrigir a hipoglicemia.
A cetoacidose diabética ocorre devido à resistência à insulina no diabetes tipo 1, levando a uma acumulação descontrolada de glicose no sangue. A falta de insulina impede que as células absorvam a glicose, resultando em hiperglicemia. A quebra de gorduras é um mecanismo secundário, não relacionado à insugciência de insulina. A acidose metabólica é causada principalmente pela hiperatividade das células pancreáticas.
A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação séria associada ao diabetes, predominantemente tipo 1, mas também pode ocorrer no tipo 2. A condição surge devido à degciência de insulina, resultando em aumento da produção hepática de glicose e na quebra de gorduras para obter energia. A falta de insulina leva à hiperglicemia, enquanto a quebra aumentada de gorduras gera corpos cetônicos, causando acidose metabólica. A desidratação é agravada pela excreção aumentada de glicose pela urina. O tratamento de emergência envolve a administração de insulina, reposição de líquidos e correção de eletrólitos para restaurar o equilíbrio metabólico.

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