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Menina, 12 meses, é levada à unidade de saúde para avaliação de rotina e atualização vacinal; seu histórico demonstra esquema vacinal completo até os nove meses.
Considerando a idade de um ano e a necessidade de dar continuidade ao esquema de imunização, as vacinas indicadas para essa criança, conforme o Calendário Nacional de Vacinação (PNI), são:
A) Pneumocócica 10-v (Reforço); Meningocócica ACWY e Tríplice viral.
B) Pneumocócica 10-v (Reforço); Meningocócica ACWY e Hepatite A.
C) Meningocócica C e Covid-19.
D) DTP (Reforço); VIP (Reforço); Tetraviral e Hepatite A.
E) Pentavalente; VIP; Influenza e Covid-19
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EnfermagemEmFoco

há 8 horas

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há 8 horas

Vamos analisar passo a passo: - A criança tem 12 meses e esquema vacinal completo até 9 meses. - Conforme o Calendário Nacional de Vacinação (PNI) do Brasil, aos 12 meses são indicadas vacinas de reforço e algumas novas doses. Vacinas indicadas aos 12 meses geralmente incluem: - Reforço da Pneumocócica 10-valente (Pneumo 10-v) - Vacina Meningocócica ACWY (vacina conjugada contra meningite) - Vacina Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) A vacina Hepatite A também é indicada, mas geralmente aos 15 meses. Analisando as alternativas: A) Pneumocócica 10-v (Reforço); Meningocócica ACWY e Tríplice viral. → Corresponde ao que o PNI indica aos 12 meses. B) Pneumocócica 10-v (Reforço); Meningocócica ACWY e Hepatite A. → Hepatite A é indicada aos 15 meses, não aos 12. C) Meningocócica C e Covid-19. → Meningocócica C é substituída pela ACWY; Covid-19 não é rotina para 12 meses. D) DTP (Reforço); VIP (Reforço); Tetraviral e Hepatite A. → DTP e VIP reforço são aos 15 meses; Tetraviral não é usada no PNI. E) Pentavalente; VIP; Influenza e Covid-19 → Pentavalente é até 6 meses; Influenza é anual, mas não específica para 12 meses; Covid-19 não rotina. Portanto, a alternativa correta é: A) Pneumocócica 10-v (Reforço); Meningocócica ACWY e Tríplice viral.

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Países do Brics se unem para eliminar doenças ligadas à pobreza e à desigualdade. A iniciativa mira causas sociais e busca esforços coletivos para superar doenças negligenciadas pelos países do Norte. Os países do Brics lançaram uma parceria com o objetivo de eliminar as chamadas Doenças Socialmente Determinadas (DSDs), enfermidades cuja ocorrência e gravidade estão diretamente ligadas à pobreza e à desigualdade. A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre as nações, mobilizar recursos e avançar esforços coletivos para eliminação integrada dessas doenças. Quem explica é Gonzalo Vecina Neto, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e ex-presidente da Anvisa: “É importante entender que existe um conjunto de doenças infectocontagiosas que incidem principalmente sobre populações pobres. Os determinantes sociais são o que faz acontecer essa carga de doenças.” Entre as doenças priorizadas pela ação da parceria estão tuberculose, hanseníase, dengue e malária — todas com alta prevalência no Sul Global. O professor aponta que a tuberculose “está sempre presente na nossa população da periferia das grandes cidades e nos fundões da nossa sociedade”. A hanseníase, “infelizmente uma doença milenar”, também persiste em números elevados. Além do reforço aos sistemas de saúde, Vecina comenta o contexto estrutural que agrava essas doenças: “Como são doenças determinadas socialmente, têm pobreza e a estrutura pública de vida no meio do caminho. Saúde não resolve esse tipo de problema. Precisa de uma ação intersetorial, precisa de educação, de habitação, e de condições sociais melhores”. Nesse sentido, ele reforça a urgência de avançar na pesquisa científica para essas doenças, historicamente negligenciadas pela indústria farmacêutica dos países do Norte. “O Norte rico não quer saber de fazer pesquisa para nós. Então nós temos que fazer pesquisa para as nossas doenças e ter soluções melhores.” A parceria assinada pelo Brics também aponta para a construção de uma agenda comum nos fóruns internacionais, ampliação de financiamento via bancos de desenvolvimento e uso de tecnologias como inteligência artificial, vigilância epidemiológica digital e plataformas interoperáveis. Para Vecina, no entanto, a resposta mais eficaz não virá apenas de laboratórios ou políticas setoriais. “O remédio mais importante de todos implica mais igualdade entre os seres humanos que vivem neste mundo.”.
Assinale a alternativa correta no que diz respeito à compreensão do texto apresentado.
A) O texto afirma que os países do Brics se uniram com o objetivo único de erradicar um conjunto de doenças endêmicas no Brasil.
B) O professor citado no texto defende que há um grupo de doenças contagiosas causadas, principalmente, pelas populações mais pobres.
C) Os esforços necessários para combater doenças causadas não somente por agentes biológicos como também sociais devem advir de diferentes setores.
D) Países do Norte global apresentam iniciativas importantes para a evolução das pesquisas de saúde no Brasil.
E) O uso de inteligência artificial não será permitido para o combate de doenças, por se tratar de prática antiética.

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