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Com a proximidade das Eleições Gerais, o cenário político se volta para o processo de formação das chapas e o registro das candidaturas. A disputa pelos cargos majoritários e proporcionais tem gerado discussões importantes sobre a fidelidade partidária, a autonomia das agremiações e a atuação da Justiça Eleitoral. Recentemente, um partido de expressão nacional, em sua convenção realizada em uma capital estadual, aprovou, por maioria apertada, a indicação de um candidato a governador que, meses antes, havia sido condenado em segunda instância por abuso de poder econômico em eleições passadas. A defesa do candidato argumenta que a condenação ainda não transitou em julgado e que uma liminar obtida em instância superior suspende os efeitos da decisão. Paralelamente, o mesmo partido, em convenções municipais espalhadas pelo interior do estado, tem enfrentado problemas de organização, com atas incompletas e divergências entre o número de filiados presentes e os votos registrados, levantando dúvidas sobre a regularidade do processo de escolha. Em um desses municípios, a lista de candidatos a vereador incluiu um indivíduo que, apesar de filiado há mais de uma década, não reside na circunscrição eleitoral há sete meses, mas insiste em manter sua candidatura, alegando que o domicílio eleitoral é apenas uma formalidade. De acordo com a legislação e a jurisprudência aplicáveis, é correto afirmar que... Escolha um
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SERGIO PAULO DIAS

há 2 meses

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