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Durante o estudo do Sistema Solar, uma turma compara dados sobre Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, observando padrões que permitam organizar esses planetas em grupos. A classificação mais adequada, considerando o modelo atualmente utilizado no ensino de Astronomia, reconhece que os planetas:
A classificação mais adequada, considerando o modelo atualmente utilizado no ensino de Astronomia, reconhece que os planetas:
A organizam-se em rochosos e gigantes, conforme características predominantes de estrutura e distribuição no Sistema Solar.
B emitem luz própria em diferentes intensidades, o que explica sua observação no céu noturno a partir da Terra.
C são classificados principalmente pela quantidade de satélites naturais, sendo esse o critério central de diferenciação entre eles.
D apresentam as mesmas características estruturais, variando apenas quanto ao tempo necessário para completar uma volta ao redor do Sol.
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Vamos analisar as alternativas: A) Os planetas do Sistema Solar são classificados em planetas rochosos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e planetas gigantes (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), com base em suas características estruturais e localização no Sistema Solar. Essa é a classificação mais aceita atualmente. B) Planetas não emitem luz própria; eles refletem a luz do Sol. Portanto, essa alternativa está incorreta. C) A quantidade de satélites naturais não é o critério principal para classificar os planetas. D) Os planetas possuem características estruturais diferentes, não são todos iguais; além disso, o tempo de translação varia, mas não é o único critério de classificação. Portanto, a alternativa correta é: A) A organizam-se em rochosos e gigantes, conforme características predominantes de estrutura e distribuição no Sistema Solar.

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Leia o texto a seguir. Ao longo das últimas décadas, programas de observação em cosmologia física utilizaram radiotelescópios terrestres e satélites dedicados para mapear um campo de radiação eletromagnética presente em todas as direções do céu. As medições mostram que essa radiação preenche o espaço cósmico de forma quase isotrópica, com temperatura efetiva próxima de 2,7 K, e apresenta um espectro extremamente bem ajustado ao de um corpo negro em equilíbrio térmico. Observações de alta precisão revelaram ainda anisotropias de baixa amplitude, descritas em termos de flutuações de intensidade e de temperatura em diferentes ângulos na esfera celeste. Esses mapas de toda a abóbada celeste, construídos em coordenadas adequadas à expansão cosmológica, permitem analisar a estatística dessas anisotropias, os modos angulares associados às flutuações e sua compatibilidade com modelos de universo homogêneo e isotrópico em grande escala. Em particular, a combinação entre o espectro de corpo negro, a temperatura extremamente baixa atualmente medida e a quase uniformidade angular do sinal constitui um conjunto de dados central na confrontação entre diferentes cenários de evolução cosmológica.
Esse conjunto de dados constitui evidência de que o Universo teve uma fase
A muito fria e pouco densa, cuja energia se concentrou sobretudo na formação das primeiras grandes estruturas, gerando um campo de radiação associado principalmente às vizinhanças dessas estruturas e não ao espaço como um todo.
B extremamente quente e opaca, cuja radiação se desacoplou da matéria durante a expansão, gerando um campo de radiação de baixa temperatura hoje observado de forma quase isotrópica em toda a esfera celeste.
C em equilíbrio térmico apenas local e temporário, cuja distribuição de energia variou fortemente entre regiões, gerando um campo de radiação restrito a áreas específicas em vez de preencher todo o céu.
D em equilíbrio térmico permanente, cuja distribuição de energia se manteve praticamente inalterada, gerando um campo de radiação sem variações significativas no espaço e no tempo.

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