O professor João, ao trabalhar probabilidade, trouxe para a sala um saco opaco com 10 bolinhas: 7 azuis e 3 vermelhas. Ele propôs um jogo: sem olhar, uma criança retiraria uma bolinha. Se fosse azul, a turma ganharia um ponto; se fosse vermelha, o professor ganharia. Antes de começar, ele perguntou: "Para quem é mais provável que saia a primeira bolinha? Por quê?". A maioria gritou: "Para nós, porque tem mais azuis!". Ele registrou a hipótese. Foram feitas 20 retiradas (sempre repondo a bolinha). O resultado foi: 15 azuis e 5 vermelhas. João então mostrou um gráfico de barras simples com os resultados. Em seguida, perguntou: "E se eu tirasse uma bolinha agora, o que seria mais provável? A cor do último sorteio influencia nisso?". As crianças discutiram animadamente. A postura do professor João exemplifica uma avaliação de caráter: Opções da pergunta 5: a) Formativa, pois ele observou o raciocínio dos alunos, promoveu a experimentação e a discussão para construir conceitos. b) Exclusivamente lúdica, sem objetivos de aprendizagem claros. c) Classificatória, para separar os alunos com sorte dos sem sorte. d) Tradicional, com perguntas e respostas fechadas. e) Somativa, focada apenas no resultado final do jogo (quantos pontos).