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A classificação do afogamento é estruturada em graus que vão de 1 a 6, de acordo com a gravidade do quadro clínico e os sinais identificados, o que orienta as condutas médicas subsequentes. Em relação ao grau e condutas médicas, assinale a alternativa INCORRETA: Grau 1: Em casos de tosse associada à ausculta pulmonar normal, não há necessidade de administração de oxigênio suplementar ou de suporte ventilatório. Grau 2: Na presença de estertores à ausculta pulmonar, observa-se que 93,2% das vítimas necessitam apenas da administração de oxigênio a 5 l/min por meio de cânula nasofaríngea, apresentando recuperação satisfatória em um período de 6 a 24 horas sob observação hospitalar. Grau 3: No caso de parada cardiorrespiratória, verifica-se que apenas 27,6% das vítimas com saturação periférica de oxigênio (SaO₂p) superior a 90%, mesmo em uso de oxigênio a 15 l/min por máscara facial, conseguem evoluir para aplicação inicial de pressão expiratória final positiva (PEEP). Grau 5: Em casos de parada respiratória, a vítima em apneia requer ventilação imediata. Trata-se de uma das situações mais frequentemente presenciadas pelos socorristas no local da ocorrência. Nesses casos, devem ser seguidos os mesmos protocolos de ventilação e oxigenação estabelecidos para o Grau 6, até que a respiração seja restabelecida.
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Silvia Maria Leme

há 2 meses

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