.COLETÂNEA. Texto I Em tramitação na Comissão de Direitos Humanos – CDH, do Senado Federal, o Projeto de Lei 4.403/2024 cria um protocolo nacional para ser utilizado em situações de racismo, misoginia e homofobia registradas dentro das escolas. O texto prevê o acolhimento multidisciplinar dos estudantes, além da formação continuada dos profissionais da educação para abordarem questões relacionadas a toda forma de discriminação. Conforme o projeto, devem ser disponibilizados materiais pedagógicos que abordem questões relacionadas às formas de discriminação e preconceito. As escolas também devem criar espaços de diálogo e de reflexão sobre a diversidade e igualdade, promovendo debates, seminários, palestras e outras atividades que envolvam os diferentes atores da comunidade escolar, incluindo as famílias. IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família). Disponível em: https://ibdfam.org.br/noticias/12461/. Acesso em: 27 mai. 2026. Fragmento adaptado. Texto II O espaço escolar, que abriga e preenche a vida e grande parte do tempo de crianças e jovens, vivido sem dúvida como lugar de realização, de aprendizagens, de encontros, é também o espaço da vivência e aprendizagem dos preconceitos e da violência, é também onde cada um aprende seu lugar social em um país marcado pela desigualdade. Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira; Universidade Federal de Mato Grosso (Org.). Violência e preconceitos na escola: contribuições da Psicologia. Brasília, DF: Conselho Federal de Psicologia, 2018. Fragmento. Texto III Até a quarta série (hoje quinto ano) estudei em um colégio particular na Federação. As turmas tinham um número equilibrado de negros e brancos. O curioso é que nessa escola, tão mista, ignorava-se a história dos negros. Aprendi sobre a luta de Zumbi de forma muito superficial e breve. Nas aulas sobre a escravidão no Brasil, ele aparecia como um rebelde. E ponto. RAMOS, Lázaro. Na minha pele. [s.l.]: Objetiva, 2017. Fragmento. Texto IV BRASIL. Ministério da