Ed
há 17 horas
Vamos analisar a frase original e as alternativas para a transformação correta para o discurso indireto. Frase original: "– Não é preciso – objetou o meu amigo. – Posso esperar perfeitamente aqui mesmo." No discurso indireto, devemos: - Ajustar o tempo verbal (presente para pretérito, geralmente). - Manter o sentido original. - Não usar aspas nem travessões. - Ajustar pronomes e advérbios conforme necessário. Analisando as alternativas: A) "O meu amigo objetou que não precisaria, que esperaria perfeitamente aqui mesmo." - Correto: "não é preciso" virou "não precisaria" (futuro do pretérito, adequado). - "posso esperar" virou "esperaria" (futuro do pretérito, adequado). - Mantém "aqui mesmo" (correto, pois o local não mudou). Parece correta. B) "O meu amigo objetou que não era preciso, que podia esperar perfeitamente lá mesmo." - "não era preciso" (pretérito imperfeito, aceitável). - "podia esperar" (pretérito imperfeito, aceitável). - Porém, mudou "aqui mesmo" para "lá mesmo", o que altera o sentido espacial. Errado. C) "O meu amigo objetou: – Não era preciso. Podia esperar perfeitamente lá mesmo." - Está no discurso direto (aspas e travessões), não é discurso indireto. Errado. D) "O meu amigo objetou que não foi preciso, que poderia esperar perfeitamente lá mesmo." - "não foi preciso" (pretérito perfeito, menos adequado para discurso indireto de fala no presente). - "poderia esperar" (futuro do pretérito, adequado). - "lá mesmo" errado, deveria ser "aqui mesmo". Errado. E) "O meu amigo objetou: – Não preciso. Posso esperar perfeitamente aqui mesmo." - Está no discurso direto, não indireto. Errado. Portanto, a alternativa correta é a A.
Mais perguntas desse material