As discussões pedagógicas contemporâneas frequentemente abordam a segregação histórica de certos grupos como "não humanos" ou "subcidadãos", negando-lhes humanidade e sujeitando-os à exclusão e marginalização. Essa visão, enraizada em paradigmas coloniais e patriarcais, ainda persiste em estruturas educacionais e políticas atuais, perpetuando a subalternização de determinados grupos sociais. É fundamental reconhecer e desafiar esses paradigmas opressivos para alcançar uma educação mais inclusiva e emancipatória. Considerando as reflexões apresentadas sobre a desconstrução dos paradigmas de "humano-in-humano", assinale a alternativa que melhor resume a crítica ao pensamento pedagógico hegemônico: Questão 6Resposta A. Sugere que a educação deve se concentrar apenas na formação dos grupos socialmente privilegiados, ignorando as necessidades dos marginalizados. B. Argumenta que a educação não tem o poder de transformar as estruturas de poder e exclusão presentes na sociedade. C. Refere-se à falta de investimento na formação dos grupos sociais marginalizados, reforçando a visão deles como "in-humanos". D. Defende a ideia de que a educação é incapaz de promover a inclusão dos grupos marginalizados na sociedade. E. Questiona a visão de uma humanidade universal e destaca a necessidade de reconhecer e valorizar as diversas formas de ser e existir.