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Fernanda, profissional certificada CPA em uma instituição financeira, atende um pequeno empreendedor que buscou crédito em um banco tradicional (TradFi) para expandir seu negócio. O pedido foi negado porque o valor era considerado baixo em relação aos custos administrativos. O cliente ficou frustrado e perguntou se existem alternativas que poderiam atender sua necessidade. Sabendo que esse cliente tinha criptoativos na carteira, Fernanda explicou que uma opção moderna são as finanças descentralizadas (DeFi), que utilizam contratos em blockchain para automatizar operações e ampliar o acesso a serviços.
Para auxiliar mais o cliente, Fernanda também explicou que essa opção oferece:
A) acesso aberto a protocolos de crédito, permitindo empréstimos potencialmente de menor valor sem depender da decisão direta de grandes bancos.
B) garantia de que todos os empréstimos sejam subsidiados por governos locais, independentemente do risco assumido pelo tomador.
C) dispensa da exigência de sobrecolateralização (overcollateralization) em todos os contratos, o que mantém o crédito mais acessível que no TradFi.
D) oferta de crédito direcionada a corporações que atuam como validadores das transações e concentram os recursos disponíveis.
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há 3 semanas

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há 3 semanas

Vamos analisar as alternativas com base no funcionamento das finanças descentralizadas (DeFi): A) Acesso aberto a protocolos de crédito, permitindo empréstimos potencialmente de menor valor sem depender da decisão direta de grandes bancos. — Correto. DeFi oferece acesso aberto e automatizado a serviços financeiros, sem intermediários tradicionais, possibilitando empréstimos mais acessíveis. B) Garantia de que todos os empréstimos sejam subsidiados por governos locais, independentemente do risco assumido pelo tomador. — Incorreto. DeFi não depende de subsídios governamentais. C) Dispensa da exigência de sobrecolateralização (overcollateralization) em todos os contratos, o que mantém o crédito mais acessível que no TradFi. — Incorreto. Na prática, a maioria dos protocolos DeFi exige sobrecolateralização para mitigar riscos. D) Oferta de crédito direcionada a corporações que atuam como validadores das transações e concentram os recursos disponíveis. — Incorreto. DeFi é descentralizado e não concentra crédito em corporações específicas. Portanto, a alternativa correta é: A) acesso aberto a protocolos de crédito, permitindo empréstimos potencialmente de menor valor sem depender da decisão direta de grandes bancos.

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Carolina, profissional certificada CPA, foi convidada para uma reunião de orientação a jovens empreendedores que se preocupam com o ambiente macroeconômico. Um dos presentes afirmou que o governo pode sempre aumentar despesas para estimular a economia, sem maiores limites. Outro lembrou que, quando isso acontece de forma recorrente, a dívida pública cresce e a confiança de investidores pode diminuir. Carolina explicou que, no Brasil, existem regras para conter riscos fiscais. Mencionou que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece princípios de gestão responsável, como limites para endividamento e exigência de equilíbrio nas contas. Em seguida, destacou que o novo arcabouço fiscal estabelece regras para o crescimento das despesas públicas, vinculando-o parcialmente à evolução das receitas e impondo limites para garantir a sustentabilidade da dívida. O grupo, então, pediu que Carolina resumisse de forma prática o efeito mais provável dessas medidas sobre as contas públicas.
No resumo de Carolina o efeito é:
A) equilibrar contas públicas ao unir contenção de despesas, limites de dívida e controle da expansão dos gastos primários.
B) manter disciplina fiscal ao limitar o avanço real das despesas, alinhando gastos à inflação.
C) garantir previsibilidade ao exigir limites de endividamento e maior transparência na execução orçamentária.
D) sustentar confiança ao reforçar regras de alocação de recursos e parâmetros de crescimento compatíveis com arrecadação.

Durante um atendimento, o profissional CPA Roberto percebeu que seu cliente José estava preocupado. José contou que tinha acabado de ler uma reportagem sobre os prejuízos sofridos por investidores de um fundo gerido por uma instituição financeira que comprou em liquidação extrajudicial. José pediu para Roberto explicar qual seria a melhor forma de avaliar a transparência das informações dos fundos de investimento e também gostaria de saber como analisar a conduta das instituições que distribuem esses fundos. Roberto disse que um bom começo é procurar saber se a instituição é filiada à Anbima e se adota o Código de Regulação e Melhores Práticas da Anbima, que é obrigatório para instituições filiadas ou que aderirem formalmente.
Roberto explicou que, além da regulação oficial, há normas de autorregulação que impactam diretamente a confiança e a clareza no relacionamento com investidores. E que um exemplo de norma presente no Código é:
A) definir parâmetros de conduta que asseguram concorrência leal, padronização de procedimentos e maior qualidade das informações prestadas sobre fundos de investimento.
B) reforçar principalmente os padrões fiduciários e a ética dos gestores, deixando a padronização de informações e a publicidade a critério de cada instituição.
C) orientar governança e compliance para elevar a integridade, sem abranger concorrência leal, padronização de procedimentos e qualidade das informações ao investidor.
D) padronizar comunicação e divulgação para dar clareza ao investidor, sem cobrir conduta de mercado, concorrência leal e procedimentos operacionais previstos no Código.

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