A obesidade representa um desafio crescente para a saúde pública global, constituindo fator de risco para diversas condições crônicas. Sua abordagem requer compreensão de aspectos fisiopatológicos específicos que influenciam as estratégias terapêuticas, incluindo a fitoterapia. Sobre a fisiopatologia da obesidade e suas implicações para abordagens fitoterapêuticas, é CORRETO afirmar que: A Distúrbios do sono, particularmente apneia obstrutiva, representam tanto consequência quanto fator etiológico da obesidade, potencialmente afetando a resposta a intervenções fitoterapêuticas. B A programação metabólica transgeracional por mecanismos epigenéticos não influencia o desenvolvimento da obesidade, sendo irrelevante para estratégias fitoterapêuticas. C A inflamação crônica de baixo grau observada na obesidade afeta apenas o tecido adiposo, sem repercussão sistêmica relevante para a resposta terapêutica. D O estresse oxidativo não desempenha papel significativo na fisiopatologia da obesidade, tornando desnecessário o uso de fitoterápicos com propriedades antioxidantes. E O tecido adiposo constitui estrutura metabolicamente homogênea, justificando abordagens fitoterapêuticas padronizadas independentemente da distribuição da adiposidade.