impessoalidade no texto e articulação autoral e confrontação analítica dos autores: A DCNEA apresenta princípios, metas e diretrizes para o apoio à educação ambiental no processo educativo. Destacam-se o conceito de responsabilidade cívica, ética, respeito à pluralidade e diversidade, compreensão integrada do meio ambiente e apoio à participação individual ou coletiva, cooperação entre regiões e revisão de práticas educativas fragmentadas. Desta forma, o referido documento promove a participação ativa dos alunos, incentivando o seu envolvimento em projetos e ações relacionadas com o ambiente, o que pode aumentar o envolvimento e a motivação dos alunos. Embora a DCNEA promova a educação ambiental em vários contextos, há uma tendência para enfatizar a educação formal em detrimento da educação não formal e informal, que também desempenha um papel vital na promoção da consciência ambiental. Diferentemente dos documentos acima mencionados, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), nº 9.394, de 1996, não menciona explicitamente a educação ambiental, apenas se refere ao meio ambiente em seu artigo 32, inciso II, quando estabelece como um dos objetivos da educação básica “[...] a educação básica do cidadão, por meio da compreensão do sistema político, do ambiente artístico da sociedade” (BRASIL, 2017). Essa falta de detalhamento específico na LDB em relação à educação ambiental pode ser considerada uma limitação, pois abre espaço para diferentes interpretações e a falta de uma abordagem mais coerente e consistente em todo o sistema educacional brasileiro. Além disso, esta falta de especificidade pode levar a diferenças na forma como a educação ambiental é implementada em diferentes escolas e regiões. Portanto, é necessário complementá-lo com diretrizes específicas para garantir a efetiva implementação da educação ambiental em todo o sistema educacional. Da mesma forma, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em sua terceira e última versão publicada em 2017, menciona o termo educação ambiental apenas uma ve