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Analise criticamente as seguintes e intrincadas proposições acerca das abordagens metodológicas inovadoras, da expressiva diversidade cultural e do esporte concebido como uma estratégia basilar de cidadania ativa e emancipatória: I. A utilização metodológica de jogos populares e o resgate contínuo de manifestações corporais oriundas de culturas historicamente marginalizadas atuam, de forma direta, como ferramentas ativas e potentes para a desconstrução de hegemonias esportivas e para o fortalecimento identitário. II. A promoção da autonomia no esporte educacional implica que os alunos deixem de ser receptores passivos e atuem como reais coautores das normativas, vivenciando intensos processos de negociação de regras que equilibrem sabiamente os interesses individuais e as prementes necessidades coletivas. III. O currículo de natureza alternativa é o formato prioritário e de excelência absoluta a ser aplicado indistintamente a toda e qualquer turma regular, substituindo integralmente o currículo único, pois a sua virtude reside em ignorar conteúdos comuns para se focar exclusivamente em ações corretivas e fisioterapêuticas. Está estruturalmente correto apenas o que se afirma de forma categórica em: Na proposição I, de forma isolada, pois o eixo da autonomia dos estudantes, mencionado na proposição II, é um conceito filosoficamente utópico e disciplinarmente inaplicável na Educação Física; e o currículo alternativo, descrito na proposição III, constitui uma clamorosa violação das leis de diretrizes educacionais que exigem padronização motora extrema em todas as idades. Nas proposições II e III, uma vez que a urgência da democratização do espaço escolar exige, como pressuposto, a subversão e a aniquilação total da figura de autoridade do professor; aliada à imperiosa necessidade de se aplicar currículos estritamente clínicos que transformam a quadra esportiva em uma mera extensão da ala de fisioterapia hospitalar. Em todas as proposições apresentadas em bloco, as quais demonstram em uníssono a perfeita e harmoniosa consonância da Educação Física contemporânea com a abolição sistêmica e completa de todos os conteúdos esportivos tradicionais de rendimento e a patologização universal do processo de ensino através da incontestável imposição de currículos de caráter higienista para o corpo discente. Nas proposições I e II, em conjunto, visto que o pedagógico reconhecimento de práticas corporais amplamente diversificadas enriquece o capital cultural dos estudantes, e a promoção da coautoria das regras favorece a emancipação cidadã; enquanto a proposição III labora em erro crasso ao tratar o currículo alternativo como uma regra generalista obrigatória, quando este é, na verdade, um recurso para situações muito específicas.
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estela camargo Batista

há 4 dias

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há 4 dias

Vamos analisar as proposições e as alternativas apresentadas: Proposição I: Afirma que o uso de jogos populares e manifestações corporais de culturas marginalizadas é uma ferramenta ativa para desconstruir hegemonias esportivas e fortalecer identidades. Isso está correto e alinhado com práticas inclusivas e valorização da diversidade cultural. Proposição II: Diz que a promoção da autonomia no esporte educacional implica que os alunos sejam coautores das regras, negociando interesses individuais e coletivos. Isso também é correto e reflete abordagens pedagógicas modernas que valorizam a participação ativa dos estudantes. Proposição III: Afirma que o currículo alternativo é prioritário e deve substituir integralmente o currículo único, focando exclusivamente em ações corretivas e fisioterapêuticas. Essa proposição está incorreta, pois o currículo alternativo é um recurso para situações específicas, não uma substituição geral, e não deve ignorar conteúdos comuns. Agora, analisando as alternativas: - A primeira alternativa defende apenas a proposição I, mas incorretamente desqualifica a II e III com argumentos equivocados. - A segunda e terceira alternativas apresentam críticas exageradas e incorretas às proposições II e III. - A quarta alternativa reconhece que as proposições I e II estão corretas e que a III está errada por tratar o currículo alternativo como regra geral, o que está correto. Portanto, a alternativa correta é: Nas proposições I e II, em conjunto, visto que o pedagógico reconhecimento de práticas corporais amplamente diversificadas enriquece o capital cultural dos estudantes, e a promoção da coautoria das regras favorece a emancipação cidadã; enquanto a proposição III labora em erro crasso ao tratar o currículo alternativo como uma regra generalista obrigatória, quando este é, na verdade, um recurso para situações muito específicas.

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