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A identificação correta do paciente é a meta número um de segurança estabelecida por organizações internacionais. No contexto pediátrico, a vulnerabilidade de comunicação exige o uso rigoroso de dispositivos físicos. Compreende-se que a pulseira de identificação deve conter, obrigatoriamente, identificadores padronizados que incluem: A O número do leito atual e o diagnóstico principal de internação da criança. B o nome completo do paciente e a sua data de nascimento ou registro hospitalar. c O nome da mãe e a tipagem sanguínea para facilitar transfusões de emergência. D o número do quarto e o nome do médico assistente responsável pelo caso. E o apelido da criança e a idade cronológica em meses ou anos completos.
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Lucas Emanuel Soeira

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A pulseira de identificação do paciente, especialmente no contexto pediátrico, deve conter informações que garantam a identificação correta e segura da criança, evitando erros. Analisando as alternativas: A) Número do leito e diagnóstico principal – essas informações podem mudar e não são suficientes para identificação segura. B) Nome completo do paciente e data de nascimento ou registro hospitalar – são identificadores padronizados e essenciais para garantir a correta identificação. C) Nome da mãe e tipagem sanguínea – o nome da mãe pode ajudar, mas a tipagem sanguínea não é obrigatória na pulseira. D) Número do quarto e nome do médico – não são identificadores pessoais do paciente. E) Apelido e idade – apelido não é oficial e pode causar confusão. Portanto, a alternativa correta é: B) o nome completo do paciente e a sua data de nascimento ou registro hospitalar.

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