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O suicídio é considerado um grave problema de saúde pública, e sua prevenção envolve apoio psicológico, fortalecimento de vínculos sociais, promoção de saúde mental e políticas públicas eficazes. Considerando as perspectivas religiosas sobre suicídio, identifique qual argumento foi central na consolidação da proibição do ato no Cristianismo, especialmente a partir de Santo Agostinho.
Considerando as perspectivas religiosas sobre suicídio, identifique qual argumento foi central na consolidação da proibição do ato no Cristianismo, especialmente a partir de Santo Agostinho.
A ênfase na misericórdia divina, que sugere que o suicídio seria perdoado independentemente das circunstâncias.
A ideia de que suicídio é uma forma de martírio aceitável em situações extremas de perseguição religiosa.
A interpretação do mandamento "Não matarás" como aplicável a si mesmo e a visão de que sofrimento deve ser suportado com fé, pois não haveria tempo para arrependimento.
A ausência de condenação explícita nos textos mais antigos do Novo Testamento, o que levou a uma aceitação tácita do ato.
O reconhecimento de que ato muitas vezes deriva de intenso sofrimento mental, levando a uma postura de total isenção de julgamento moral.
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O argumento central na consolidação da proibição do suicídio no Cristianismo, especialmente a partir de Santo Agostinho, é: A interpretação do mandamento "Não matarás" como aplicável a si mesmo e a visão de que sofrimento deve ser suportado com fé, pois não haveria tempo para arrependimento.

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Marina, 17 anos, estudante de uma escola particular de alto padrão em São Paulo, foi hospitalizada após uma tentativa de suicídio. A jovem apresentava bom desempenho escolar, praticava esportes e era considerada "exemplar" por professores e colegas. Em seu diário, encontrado pela família, Marina relatava exaustão, sensação de não ser suficiente, medo de decepcionar os pais e falta de espaço para demonstrar fragilidade. Também mencionava uso excessivo das redes sociais e a comparação constante com influenciadores digitais. O caso gerou debate na escola sobre os riscos emocionais vividos por adolescentes em contextos de alta performance. A direção solicitou apoio de profissionais da saúde para implementar um programa de prevenção ao suicídio na instituição.
Considerando os conhecimentos sobre saúde mental, suicídio e juventude, assinale a alternativa que apresenta a análise correta da situação e uma ação coerente para contexto escolar:
A tentativa de Marina reflete um caso isolado e imprevisível, pois adolescentes em situação de privilégio econômico e educacional apresentam baixa probabilidade de risco suicida.
A escola deve priorizar a detecção de casos em alunos com histórico familiar de transtornos mentais.
O caso evidencia que o suicídio exige promover ambientes que valorizem o equilíbrio emocional, a escuta ativa e o enfrentamento da cultura da perfeição.
A responsabilidade pela saúde emocional de Marina recai unicamente sobre a família, que deveria ter percebido os sinais.
A escola não tem papel relevante na prevenção do suicídio juvenil, já que se trata de uma questão privada.
O problema principal está no uso excessivo de redes sociais, que deve ser combatido com regras rígidas de proibição e controle.
A intervenção deve focar no bloqueio de acesso e no reforço das disciplinas escolares para reduzir distrações.
Como Marina estava bem inserida socialmente e não apresentava sinais evidentes, a escola deve aguardar a repetição de comportamentos semelhantes antes de adotar medidas, para não gerar pânico entre os estudantes.

Em uma escola pública de ensino médio, os professores notaram que várias alunas do 1° ano passaram a relatar ansiedade, falta de motivação e sensação de "não se encaixar" no ambiente escolar. Uma delas, Mariana, confidenciou à psicóloga da escola que se sentia sobrecarregada com as cobranças dos pais, além de passar horas em redes sociais comparando-se a influenciadores. Disse ainda que sua relação com os pais era marcada por silêncio e ausência de escuta. A psicóloga promoveu então um projeto chamado "Círculo de Conversa", onde adolescentes e famílias puderam dialogar sobre expectativas, emoções e redes sociais.
Com base nesse cenário, assinale a alternativa correta sobre a ação da psicóloga sob a perspectiva da promoção da saúde mental na adolescência.
A psicóloga agiu de forma inadequada ao envolver os familiares sem consentimento formal da direção escolar, infringindo os limites institucionais.
A criação do círculo de conversa foi uma medida paliativa, pois o problema da saúde mental na adolescência exige apenas tratamento clínico especializado.
O projeto teve foco exclusivo no uso de redes sociais, deixando de contemplar aspectos estruturais, como políticas públicas de juventude.
A escuta e diálogo promovidos pela psicóloga são estratégias eficazes para fortalecer vínculos, reduzir o sofrimento emocional e prevenir condutas de risco.
O sofrimento de Mariana deve ser tratado apenas no âmbito privado, já que a escola não tem responsabilidade sobre questões familiares.

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