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Descubra as provaveis causas de fadiga periférica no exercicio intenso

Fisiologia IESTÁCIO EAD

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Há mais de um mês

A fadiga periférica pode ser caracterizada pelas alterações decorrentes do exercício relacionadas à liberação e reabsorção de compostos orgânicos que auxiliam diretamente no processo de contração muscular (ex: acetilcolina), disfunção dos potenciais elétricos na fibra muscular, liberação e reabsorção de cálcio no interior das células musculares (um dos principais íons que auxiliam na contração muscular), acúmulo de metabólitos (ex: ácido lático) e depleção de glicogênio muscular durante o processo de contração.


O surgimento desses subtipos de fadiga é dependente, na maioria das vezes, da intensidade e da duração do exercício (metabolismo predominante durante a realização do exercício). Em virtude da grande complexidade e controvérsias relacionadas aos mecanismos fisiológicos e bioquímicos que explicam a fadiga nos exercícios de alta intensidade com predominância do metabolismo anaeróbio (produção de energia sem ou com pouca participação do oxigênio – exercícios até 60 segundos – ex: corrida de 100 e 400 metros rasos).

A fadiga periférica pode ser caracterizada pelas alterações decorrentes do exercício relacionadas à liberação e reabsorção de compostos orgânicos que auxiliam diretamente no processo de contração muscular (ex: acetilcolina), disfunção dos potenciais elétricos na fibra muscular, liberação e reabsorção de cálcio no interior das células musculares (um dos principais íons que auxiliam na contração muscular), acúmulo de metabólitos (ex: ácido lático) e depleção de glicogênio muscular durante o processo de contração.


O surgimento desses subtipos de fadiga é dependente, na maioria das vezes, da intensidade e da duração do exercício (metabolismo predominante durante a realização do exercício). Em virtude da grande complexidade e controvérsias relacionadas aos mecanismos fisiológicos e bioquímicos que explicam a fadiga nos exercícios de alta intensidade com predominância do metabolismo anaeróbio (produção de energia sem ou com pouca participação do oxigênio – exercícios até 60 segundos – ex: corrida de 100 e 400 metros rasos).

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Léo

Há mais de um mês

 

 Na maioria das modalidades esportivas o sucesso dos atletas depende da manutenção de repetidas contrações musculares durante um tempo relativamente prolongado. A fadiga, ou a incapacidade de manter o rendimento durante o exercício físico moderado e prolongado, tem sido tradicionalmente atribuída a inibições nos mecanismos de contração do músculo esquelético, conhecida como fadiga periférica, porém há trabalhos recentes que apontam que a fadiga durante o exercício de resistência pode ser atribuída às atividades serotonérgicas cerebrais, mais conhecidas como fadiga central, bem como ao papel de certos aminoácidos, cujos substratos para o metabolismo intermediário são precursores de neurotransmissores do cérebro. Atenção considerável foi dada aos mecanismos potenciais de fadiga responsáveis pelo declínio da força e/ou da produção de energia pelo músculo esquelético durante o exercício e o papel que os fatores metabólicos desempenham nessas alterações. Esses fatores metabólicos podem ser categorizados de forma abrangente com a depleção de substratos de energia, como: ATP, Creatinafosfato, Glicogênio muscular e a glicose presente no sangue e o acúmulo de derivados metabólicos, a exemplo dos: íons de magnésio, ADP, PI, Íons de lactato, Íons de hidrogênio entre outros. Contudo, as causas da fadiga muscular durante o exercício residem nas regiões corticais e sub-corticais (fadiga de origem central) e ao nível de tecido muscular esquelético (fadiga de origem periférica).

          Unitermos: Fadiga periférica. Oferta de oxigênio. Depleção de glicogênio muscular.

 

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