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Defina o instituto da representação no negócio jurídico.


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Carlos Eduardo Ferreira de Souza Verified user icon

Há mais de um mês

O instituto é regulado pelos arts. 115 a 120, do Código Civil.

É o instituto que confere a alguém, por força de lei ou por autonomia da vontade, poderes para adquirir direitos e contrair obrigações em nome de outrem.

Assim, determinada pessoa (representante) celebra negócios jurídicos, mas todos os direitos e obrigações que deles advierem serão titularizados por quem é representado.

Os poderes, contudo, não são ilimitados. Exemplificativamente, não permitindo a lei ou o representado, são anuláveis os negócios celebrados pelo representante consigo mesmo ou em conflito de interesses com o interessado, ainda que tenha sido feito por meio de poderes substabelecidos pelo representante a outrem (é quando o representante confere a um terceiro, por sua responsabilidade, o poder de assumir direitos e obrigações em nome do representado).

Por ser anulável, o negócio jurídico praticado em desconformidade com os termos supracitados podem ser convalidados se, no prazo decadencial de 180 dias não for requerida a anulação, a contar da cessação da incapacidade, se desta advier a representação, ou da celebração do negócio jurídico, nos demais casos.

Lembramos que no caso dos absolutamente incapazes, que atualmente são os menores de 16 anos (art. 3º, do CC), os negócios jurídicos praticados sem representação são nulos (art. art. 166, I, do CC), mas quando praticado por representante de absolutamente incapaz consigo mesmo ou em conflito de interesses, é anulável, nos termos já mencionados..

O instituto é regulado pelos arts. 115 a 120, do Código Civil.

É o instituto que confere a alguém, por força de lei ou por autonomia da vontade, poderes para adquirir direitos e contrair obrigações em nome de outrem.

Assim, determinada pessoa (representante) celebra negócios jurídicos, mas todos os direitos e obrigações que deles advierem serão titularizados por quem é representado.

Os poderes, contudo, não são ilimitados. Exemplificativamente, não permitindo a lei ou o representado, são anuláveis os negócios celebrados pelo representante consigo mesmo ou em conflito de interesses com o interessado, ainda que tenha sido feito por meio de poderes substabelecidos pelo representante a outrem (é quando o representante confere a um terceiro, por sua responsabilidade, o poder de assumir direitos e obrigações em nome do representado).

Por ser anulável, o negócio jurídico praticado em desconformidade com os termos supracitados podem ser convalidados se, no prazo decadencial de 180 dias não for requerida a anulação, a contar da cessação da incapacidade, se desta advier a representação, ou da celebração do negócio jurídico, nos demais casos.

Lembramos que no caso dos absolutamente incapazes, que atualmente são os menores de 16 anos (art. 3º, do CC), os negócios jurídicos praticados sem representação são nulos (art. art. 166, I, do CC), mas quando praticado por representante de absolutamente incapaz consigo mesmo ou em conflito de interesses, é anulável, nos termos já mencionados..

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Marcelo

Há mais de um mês

É a legitimação para agir por conta de outra pessoa no negócio jurídico. Sugiro leitura dos arts. 115 a 120 do CC.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas