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dietas hospitalares ?

Dietoterapia

UNINILTONLINS


5 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Dietoterapia.


As dietas hospitalares são elaboradas considerando-se o estado nutricional e fisiológico do paciente, e devem estar adequadas ao estado clínico de cada paciente. As dietas hospitalares visam proporcionar melhoria na qualidade de vida, para isso deve garantir o aporte de nutrientes ao paciente internado e preservar seu estado nutricional.

As dietas hospitalares podem ser padronizadas seguindo algumas modificações quando comparadas a alimentação normal, podendo ser na consistência, temperatura, volume, valor calórico total, alterações do valor de determinados nutrientes. As dietas hospitalares são classificadas a partir das suas principais características, indicações e alimentos ou preparações que serão servidos.

As dietas podem ser classificadas como:

Dietas de rotinas: é a mesma dieta recomendada para pessoas que não estão em ambiente hospitalar.

Dieta Livre ou Geral: montada para manter o estado nutricional de pacientes sem alterações significativas (similar a dieta de rotina).

Dieta Branda: possui calorias e nutrientes calculados para manter o estado nutricional, e sua composição e pensada visando melhorar a mastigação, deglutição e digestão do paciente.

Dieta Pastosa: os alimentos ou preparações são pastosas ou são processada para que tenham essa consistência, essa dieta visa para que o alimento possa ser mastigada e deglutida com pouco ou nenhum esforço.

Dieta Líquida-Pastosa ou Pastosa Liquidificada: essa dieta onde os alimentos ou preparações tem consistência mais liquida do que a dieta pastosa permite minimizar o trabalho do trato gastrointestinal e a presença de resíduos no cólon.

Dieta Líquida Completa: hidrata e nutri os tecidos, favorece o repouso do trato gastrointestinal e amenizar desconfortos.

Dieta Líquida Restrita: sacia a sede, hidrata os tecidos, evita acidose, mante a função renal, repousa o trato gastrointestinal e amenizar desconfortos.

Dieta Hipolipídica: são retirados da dieta as gorduras. Todas as frutas são permitidas exceto abacate e leite ingerido é desnatado.

Dieta Hipossódica: a única diferença da dieta normal é que a dieta hipossódica tem restrição de sódio em sua composição ou de alimentos que recebem adição de sal na sua produção.

Dieta Hipoglicídica: a dieta possui consistência normal e é constituída de carboidratos complexos e rica em fibras solúveis, e a sacarose é substituída por adoçante artificial.

Dieta Hipoprotéica: a dieta tem consistência normal, é hipossódica, hiperglicídica, hipoprotéica, com lipídeos que completam o valor calórico total diário, com alto teor de alimentos que formam resíduos intestinais.

Dieta HAS (Hipertensos): os alimentos ricos em sódio e gorduras saturadas são evitados, ao passo que os ricos em fibras e potássio são permitidos.

Dieta DM (Diabéticos): a dieta deve incluir de 50 a 60% de carboidratos, 30% de gorduras e de 10 a 15% de proteínas em sua composição.

Dieta para a insuficiência renal: deve conter principalmente baixa quantidade de potássio.


Portanto os tipos de dietas hospitalares são: Dietas de rotinas, Dieta Livre ou Geral, Dieta Branda, Dieta Pastosa, Dieta Líquida-Pastosa ou Pastosa Liquidificada, Dieta Líquida Completa, Dieta Líquida Restrita, Dieta Hipolipídica, Dieta Hipossódica, Dieta Hipoglicídica, Dieta Hipoprotéica, Dieta HAS (Hipertensos), Dieta DM (Diabéticos) e Dieta para a insuficiência renal

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Dietoterapia.


As dietas hospitalares são elaboradas considerando-se o estado nutricional e fisiológico do paciente, e devem estar adequadas ao estado clínico de cada paciente. As dietas hospitalares visam proporcionar melhoria na qualidade de vida, para isso deve garantir o aporte de nutrientes ao paciente internado e preservar seu estado nutricional.

As dietas hospitalares podem ser padronizadas seguindo algumas modificações quando comparadas a alimentação normal, podendo ser na consistência, temperatura, volume, valor calórico total, alterações do valor de determinados nutrientes. As dietas hospitalares são classificadas a partir das suas principais características, indicações e alimentos ou preparações que serão servidos.

As dietas podem ser classificadas como:

Dietas de rotinas: é a mesma dieta recomendada para pessoas que não estão em ambiente hospitalar.

Dieta Livre ou Geral: montada para manter o estado nutricional de pacientes sem alterações significativas (similar a dieta de rotina).

Dieta Branda: possui calorias e nutrientes calculados para manter o estado nutricional, e sua composição e pensada visando melhorar a mastigação, deglutição e digestão do paciente.

Dieta Pastosa: os alimentos ou preparações são pastosas ou são processada para que tenham essa consistência, essa dieta visa para que o alimento possa ser mastigada e deglutida com pouco ou nenhum esforço.

Dieta Líquida-Pastosa ou Pastosa Liquidificada: essa dieta onde os alimentos ou preparações tem consistência mais liquida do que a dieta pastosa permite minimizar o trabalho do trato gastrointestinal e a presença de resíduos no cólon.

Dieta Líquida Completa: hidrata e nutri os tecidos, favorece o repouso do trato gastrointestinal e amenizar desconfortos.

Dieta Líquida Restrita: sacia a sede, hidrata os tecidos, evita acidose, mante a função renal, repousa o trato gastrointestinal e amenizar desconfortos.

Dieta Hipolipídica: são retirados da dieta as gorduras. Todas as frutas são permitidas exceto abacate e leite ingerido é desnatado.

Dieta Hipossódica: a única diferença da dieta normal é que a dieta hipossódica tem restrição de sódio em sua composição ou de alimentos que recebem adição de sal na sua produção.

Dieta Hipoglicídica: a dieta possui consistência normal e é constituída de carboidratos complexos e rica em fibras solúveis, e a sacarose é substituída por adoçante artificial.

Dieta Hipoprotéica: a dieta tem consistência normal, é hipossódica, hiperglicídica, hipoprotéica, com lipídeos que completam o valor calórico total diário, com alto teor de alimentos que formam resíduos intestinais.

Dieta HAS (Hipertensos): os alimentos ricos em sódio e gorduras saturadas são evitados, ao passo que os ricos em fibras e potássio são permitidos.

Dieta DM (Diabéticos): a dieta deve incluir de 50 a 60% de carboidratos, 30% de gorduras e de 10 a 15% de proteínas em sua composição.

Dieta para a insuficiência renal: deve conter principalmente baixa quantidade de potássio.


Portanto os tipos de dietas hospitalares são: Dietas de rotinas, Dieta Livre ou Geral, Dieta Branda, Dieta Pastosa, Dieta Líquida-Pastosa ou Pastosa Liquidificada, Dieta Líquida Completa, Dieta Líquida Restrita, Dieta Hipolipídica, Dieta Hipossódica, Dieta Hipoglicídica, Dieta Hipoprotéica, Dieta HAS (Hipertensos), Dieta DM (Diabéticos) e Dieta para a insuficiência renal

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Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Dietoterapia.


As dietas hospitalares são elaboradas considerando-se o estado nutricional e fisiológico das pessoas, e em situações, devem estar adequadas ao estado clínico do paciente, além de proporcionar melhoria na sua qualidade de vida. Portanto a dieta hospitalar garante o aporte de nutrientes ao paciente internado e preserva seu estado nutricional.

As dietas hospitalares podem ser padronizadas segundo as modificações qualitativas e quantitativas da alimentação normal, assim como da consistência, temperatura, volume, valor calórico total, alterações de macronutrientes e restrições de nutrientes, sendo classificadas a partir das suas principais características, indicações e alimentos ou preparações que serão servidos.

As dietas podem ser classificadas como:

Dietas de rotinas: não possuem restrições ou modificações em sua composição.

Dieta Livre ou Geral: tem como objetivo manter o estado nutricional de pacientes sem alterações metabólicas significativas ao risco nutricional.

Dieta Branda: fornece calorias e nutrientes para manter o estado nutricional, além de melhorar a mastigação, deglutição e digestão do paciente.

Dieta Pastosa: é uma dieta que possa ser mastigada e deglutida com pouco ou nenhum esforço.

Dieta Líquida-Pastosa ou Pastosa Liquidificada: permite minimizar o trabalho do trato gastrointestinal e a presença de resíduos no cólon.

Dieta Líquida Completa: hidrata e nutri os tecidos, favorece o repouso do trato gastrointestinal e amenizar desconfortos.

Dieta Líquida Restrita: sacia a sede, hidrata os tecidos, evita acidose, mante a função renal, repousa o trato gastrointestinal e amenizar desconfortos.

Dieta Hipolipídica: são retirados da dieta as gorduras de adição como manteiga, margarina, óleo e azeite, e os alimentos ricos em gordura, como embutidos, queijos, abacate, frituras e gema de ovo. O leite ingerido é desnatado. E todas as frutas são permitidas exceto abacate.

Dieta Hipossódica: a dieta tem consistência normal, porém tem restrição de sódio em sua composição e de alimentos que recebam adição de sal na sua produção.

Dieta Hipoglicídica: a dieta possui consistência normal, constituída de carboidratos complexos e rica em fibras solúveis, sendo que a sacarose é substituída por adoçante artificial à base do edulcorante aspartame, ciclamato e sacarina, esteviosídeo e sucralose.

Dieta Hipoprotéica: a dieta tem consistência normal, é hipossódica, hiperglicídica, hipoprotéica, com lipídeos que completam o valor calórico total diário, com alto teor de alimentos que formam resíduos intestinais.

Dieta HAS (Hipertensos): os alimentos ricos em sódio e gorduras saturadas são evitados, ao passo que os ricos em fibras e potássio são permitidos.

Dieta DM (Diabéticos): a dieta deve incluir de 50 a 60% de carboidratos, 30% de gorduras e de 10 a 15% de proteínas em sua composição.

Dieta para a insuficiência renal: deve conter principalmente baixa quantidade de potássio.


Portanto os tipos de dietas hospitalares são: Dietas de rotinas, Dieta Livre ou Geral, Dieta Branda, Dieta Pastosa, Dieta Líquida-Pastosa ou Pastosa Liquidificada, Dieta Líquida Completa, Dieta Líquida Restrita, Dieta Hipolipídica, Dieta Hipossódica, Dieta Hipoglicídica, Dieta Hipoprotéica, Dieta HAS (Hipertensos), Dieta DM (Diabéticos) e Dieta para a insuficiência renal

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Mylla Christie

Há mais de um mês

As principais são geral, branda, pastosa, líquida completa, líquida restrita. Porém também existem para casos específicos como: laxativa, para DM, para HAS, por sonda, renal, s/ glúten, s/ lactose... 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas