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Qual a diferença entre sentença, decisão interlocutória e despacho de mero expediente?


1 resposta(s)

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Luíza Demasi

Há mais de um mês

Sentença é o pronunciamento judicial que tem por conteúdo as matérias enumeradas nos incisos dos arts. 267 e 269 do Código de Processo Civil, sendo que quando se tratar de sentença com o conteúdo do art. 267 do Código de Processo Civil, deve também ter por finalidade extinguir o processo sem julgamento de mérito. As sentenças que têm o conteúdo do art. 269, são de mérito ou definitivas, e as sentenças do art. 267, são ditas processuais ou terminativas. A importância de se diferenciar as sentenças do art. 269 das sentenças do art. 267, tem reflexo direto no instituto da coisa julgada, pois a primeira faz coisa julgada material e a segunda apenas coisa julgada formal.

Decisão interlocutória são os pronunciamentos judiciais que tem conteúdo decisório mas não são sentença, ou seja, resolvem questão incidente. Assim são decisões interlocutórias os pronunciamentos judiciais que (a) deferem ou indeferem prova; (b) deferem ou indeferem liminares; (c) rejeitam as preliminares ou as prejudiciais de mérito (pois o pronunciamento que acolhe é sentença); (d) defere ou indefere o ingresso de terceiro; (e) resolve questão incidente mesmo que em autos em apenso como é o caso da impugnação ao valor da causa, exceção de incompetência, etc, ou seja, o conteúdo é variável e diverso daquele contido nas sentenças.

Despachos são os pronunciamentos judiciais que não têm conteúdo decisório e por isso irrecorrível e servem para dar andamento ao processo. Como servem para dar impulso ao processo, não geram prejuízo e por isso, irrecorríveis.

Atos meramente ordinatórios. Referidos “atos” na realidade são atos praticados pelos serventuários da justiça com a finalidade de agilizar o processo e desafogar o trabalho dos juízes e são meros atos administrativos, sem nenhum cunho decisório, mas que, se necessário, serão revisados pelos juízes.

Fonte: Direitocom

Sentença é o pronunciamento judicial que tem por conteúdo as matérias enumeradas nos incisos dos arts. 267 e 269 do Código de Processo Civil, sendo que quando se tratar de sentença com o conteúdo do art. 267 do Código de Processo Civil, deve também ter por finalidade extinguir o processo sem julgamento de mérito. As sentenças que têm o conteúdo do art. 269, são de mérito ou definitivas, e as sentenças do art. 267, são ditas processuais ou terminativas. A importância de se diferenciar as sentenças do art. 269 das sentenças do art. 267, tem reflexo direto no instituto da coisa julgada, pois a primeira faz coisa julgada material e a segunda apenas coisa julgada formal.

Decisão interlocutória são os pronunciamentos judiciais que tem conteúdo decisório mas não são sentença, ou seja, resolvem questão incidente. Assim são decisões interlocutórias os pronunciamentos judiciais que (a) deferem ou indeferem prova; (b) deferem ou indeferem liminares; (c) rejeitam as preliminares ou as prejudiciais de mérito (pois o pronunciamento que acolhe é sentença); (d) defere ou indefere o ingresso de terceiro; (e) resolve questão incidente mesmo que em autos em apenso como é o caso da impugnação ao valor da causa, exceção de incompetência, etc, ou seja, o conteúdo é variável e diverso daquele contido nas sentenças.

Despachos são os pronunciamentos judiciais que não têm conteúdo decisório e por isso irrecorrível e servem para dar andamento ao processo. Como servem para dar impulso ao processo, não geram prejuízo e por isso, irrecorríveis.

Atos meramente ordinatórios. Referidos “atos” na realidade são atos praticados pelos serventuários da justiça com a finalidade de agilizar o processo e desafogar o trabalho dos juízes e são meros atos administrativos, sem nenhum cunho decisório, mas que, se necessário, serão revisados pelos juízes.

Fonte: Direitocom

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