A maior rede de estudos do Brasil

As Relações do Trabalho tiveram suas raízes em três etapas antecedentes. Quais foram elas?


3 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

User badge image

RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Sustentando-se por princípios reificativos, a primeira etapa do que se pode constituir como raiz histórica para as relações hodiernas de trabalho é a escravidão, uma instituição social de trabalho compulsório por uma parte subjugada, os escravos. Ao longo do tempo, inúmeros foram os critérios assumidos pelas sociedades para determinação de a quem pertencia o status de escravo, contudo, as motivações mais recorrentes eram ou por captura em guerra, ou por razões geográficas envolvendo essencialmente aculturação entre os povos, ou ainda por eugenia.

A segunda etapa, presente essencialmente durante a Idade Média e hoje considerada por teóricos como extinta, foi a servidão, na qual, em linhas gerais, indivíduos serviam por toda vida, ou até liberados, um nobre, contudo, contando com maiores liberdades de ação do que um escravo, além de ser dotado de status civil, podendo se casar, constituir família, ter moradia e trabalhar para si próprio e para terceiros quando lhe fosse permitido pelo nobre e lhe aprouvesse.

Por fim, a terceira raiz fora as corporações de ofício, associações hierárquicas de artesãos que tinham por objetivo dar maior celeridade ao processo de negociação, além de buscar por meio da união a defesa do ofício, determinando por exemplo que somente aqueles que de fato pertenciam a corporação poderiam executar o trabalho em questão. Eram tipos de corporações ou guildas as corporações de ofício dos ferreiros, dos pedreiros, dos tecelões, dos ourives, entre outros.

Sustentando-se por princípios reificativos, a primeira etapa do que se pode constituir como raiz histórica para as relações hodiernas de trabalho é a escravidão, uma instituição social de trabalho compulsório por uma parte subjugada, os escravos. Ao longo do tempo, inúmeros foram os critérios assumidos pelas sociedades para determinação de a quem pertencia o status de escravo, contudo, as motivações mais recorrentes eram ou por captura em guerra, ou por razões geográficas envolvendo essencialmente aculturação entre os povos, ou ainda por eugenia.

A segunda etapa, presente essencialmente durante a Idade Média e hoje considerada por teóricos como extinta, foi a servidão, na qual, em linhas gerais, indivíduos serviam por toda vida, ou até liberados, um nobre, contudo, contando com maiores liberdades de ação do que um escravo, além de ser dotado de status civil, podendo se casar, constituir família, ter moradia e trabalhar para si próprio e para terceiros quando lhe fosse permitido pelo nobre e lhe aprouvesse.

Por fim, a terceira raiz fora as corporações de ofício, associações hierárquicas de artesãos que tinham por objetivo dar maior celeridade ao processo de negociação, além de buscar por meio da união a defesa do ofício, determinando por exemplo que somente aqueles que de fato pertenciam a corporação poderiam executar o trabalho em questão. Eram tipos de corporações ou guildas as corporações de ofício dos ferreiros, dos pedreiros, dos tecelões, dos ourives, entre outros.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas