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Como alfabetizar um aluno com TEA


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Josiele D.

Há mais de um mês

Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente segue pela vida adulta. Estima-se que o TDAH atinja de 3% a 6% das crianças em todo mundo e a maioria dos casos são registrados em meninos. O TDAH apresenta como características desatenção, impulsividade, hiperatividade, podendo ter variação de grau. Infelizmente sem cura, apenas possui tratamentos que procuram amenizar de forma considerável os efeitos quando constatado por um especialista, como psiquiatra, terapeuta ocupacional, psicólogo, ou neuropediatra, através da Anamnese, do Exame Neurológico Evolutivo (ENE) por escalas de comportamento e avaliações complementares. Geralmente o diagnóstico costuma dar-se a partir dos sete anos de idade, no entanto quanto mais cedo a família ou a escola perceber os sintomas e encaminhar a criança ao tratamento adequado, maiores serão as possibilidades de auxílio e benefício no desenvolvimento da mesma.

O TDAH provoca nos alunos algumas dificuldades no processo de ensino e aprendizagem, dentre elas: falta de atenção, erros frequentes em tarefas simples, distração fácil aos estímulos externo, dificuldade para organizar atividades escolares, erros em seguir instruções, hábito de falar em excesso, movimentos constantes, dificuldade para permanecer sentado e participar de atividades em grupo, contrariedade para esperar sua vez, interrupções na conversa dos colegas e professores. Muitas dessas dificuldades apresentam-se também no dia-a-dia, tanto na infância quanto na vida adulta. Por exemplo, o aluno que possui dificuldade para organizar as atividades escolares, provavelmente no futuro, também terá dificuldade de organizar sua rotina profissional.

Faz-se necessário analisar qual dificuldade o aluno apresenta, compreendendo que cada indivíduo possui dificuldades específicas, as quais devem ser levadas em consideração e trabalhadas de formas diferenciadas. Em sala de aula o professor precisa rever sua metodologia, criar juntamente com o a escola um currículo que o atenda, seja flexível e permita o desenvolvimento integral do aluno. O professor precisa buscar estratégias e atividades lúdicas, criativas e prazerosas, observando sempre o perfil de seus alunos, a faixa etária e o contexto social no qual estão inseridos, com a finalidade de promover de forma efetiva o aprendizado.

É relevante destacar que os portadores de TDAH, não apresentam somente dificuldades, em alguns casos as dificuldades são compensadas pela inteligência, interesse e por condições de ensino adequadas, os portadores precisam ser valorizados e trabalhados pelos professores e pela família a fim de contribuir para seu desenvolvimento e crescimento integral. Seu desenvolvimento sofre bastante influência do ambiente externo e das condições de relacionamento que lhe são dispostas, portanto é fundamental que as pessoas de sua convivência tenham paciência, diálogo e delicadeza nas formas de comunicação e socialização.

Torna-se importante que pais, professores, escola e sociedade, tenham conhecimento sobre o TDAH, conscientizem-se do quanto é importante a aceitação, e passem a adotar medidas que minimizem os impactos negativos por ela produzida na infância e na vida adulta. 

Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente segue pela vida adulta. Estima-se que o TDAH atinja de 3% a 6% das crianças em todo mundo e a maioria dos casos são registrados em meninos. O TDAH apresenta como características desatenção, impulsividade, hiperatividade, podendo ter variação de grau. Infelizmente sem cura, apenas possui tratamentos que procuram amenizar de forma considerável os efeitos quando constatado por um especialista, como psiquiatra, terapeuta ocupacional, psicólogo, ou neuropediatra, através da Anamnese, do Exame Neurológico Evolutivo (ENE) por escalas de comportamento e avaliações complementares. Geralmente o diagnóstico costuma dar-se a partir dos sete anos de idade, no entanto quanto mais cedo a família ou a escola perceber os sintomas e encaminhar a criança ao tratamento adequado, maiores serão as possibilidades de auxílio e benefício no desenvolvimento da mesma.

O TDAH provoca nos alunos algumas dificuldades no processo de ensino e aprendizagem, dentre elas: falta de atenção, erros frequentes em tarefas simples, distração fácil aos estímulos externo, dificuldade para organizar atividades escolares, erros em seguir instruções, hábito de falar em excesso, movimentos constantes, dificuldade para permanecer sentado e participar de atividades em grupo, contrariedade para esperar sua vez, interrupções na conversa dos colegas e professores. Muitas dessas dificuldades apresentam-se também no dia-a-dia, tanto na infância quanto na vida adulta. Por exemplo, o aluno que possui dificuldade para organizar as atividades escolares, provavelmente no futuro, também terá dificuldade de organizar sua rotina profissional.

Faz-se necessário analisar qual dificuldade o aluno apresenta, compreendendo que cada indivíduo possui dificuldades específicas, as quais devem ser levadas em consideração e trabalhadas de formas diferenciadas. Em sala de aula o professor precisa rever sua metodologia, criar juntamente com o a escola um currículo que o atenda, seja flexível e permita o desenvolvimento integral do aluno. O professor precisa buscar estratégias e atividades lúdicas, criativas e prazerosas, observando sempre o perfil de seus alunos, a faixa etária e o contexto social no qual estão inseridos, com a finalidade de promover de forma efetiva o aprendizado.

É relevante destacar que os portadores de TDAH, não apresentam somente dificuldades, em alguns casos as dificuldades são compensadas pela inteligência, interesse e por condições de ensino adequadas, os portadores precisam ser valorizados e trabalhados pelos professores e pela família a fim de contribuir para seu desenvolvimento e crescimento integral. Seu desenvolvimento sofre bastante influência do ambiente externo e das condições de relacionamento que lhe são dispostas, portanto é fundamental que as pessoas de sua convivência tenham paciência, diálogo e delicadeza nas formas de comunicação e socialização.

Torna-se importante que pais, professores, escola e sociedade, tenham conhecimento sobre o TDAH, conscientizem-se do quanto é importante a aceitação, e passem a adotar medidas que minimizem os impactos negativos por ela produzida na infância e na vida adulta. 

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