Buscar

Multiculturalismo, Diferenças Culturais e Práticas Pedagógicas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes
Você viu 3, do total de 11 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes
Você viu 6, do total de 11 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes
Você viu 9, do total de 11 páginas

Faça como milhares de estudantes: teste grátis o Passei Direto

Esse e outros conteúdos desbloqueados

16 milhões de materiais de várias disciplinas

Impressão de materiais

Agora você pode testar o

Passei Direto grátis

Você também pode ser Premium ajudando estudantes

Prévia do material em texto

Curso de Formação de Docentes da Educação Infantil e Anos Iniciais do 
Ensino Fundamental do Colégio Estadual Presidente Castelo Branco – 
Ensino Fundamental, Médio Normal e Profissional 
 
 
 
Gabriely Pinheiro Número 18 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Multiculturalismo, Diferenças Culturais e Práticas Pedagógicas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Toledo 
2021 
 
Sumário 
 
 
Introdução 3 
 
Multiculturalismo e educação: Desafios para a prática 
pedagógica 4 
 
Reflexões sobre currículos e identidades: Implicações para a prática 
pedagógica 5 
 
A questão racial na escola: Desafios colocados pela implementação da lei 
10.639/03 6 
 
Gênero na sala de aula: a questão do desempenho 
escolar 7 
 
Sexualidade em sala de aula: Discurso, desejo e teoria 
queer 8 
 
O candomblé também está na escola. Mas 
como? 9 
 
Identidades Culturais Juvenis e Escolas: Arenas de conflitos e 
possibilidade 10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Multiculturalismo, Diferenças Culturais e Práticas Pedagógicas 
 
Introdução 
 
Iremos destacar a importância de se definir qual o conceito de multiculturalismo. 
Multiculturalismo pode significar tudo e ao mesmo tempo nada, e como os 
próprios autores falam, o multiculturalismo costuma se referir à intensas 
mudanças demográficas e culturais que têm “conturbado as sociedades 
contemporâneas", geralmente quando se fala em Multiculturalismo, a uma 
referência a essas perturbações que ocorre nessas sociedades 
contemporâneas, e quando utilizamos o termo conturbado, não temos uma 
referência a um aspecto negativo, no entanto, sempre quando falamos de 
multiculturalismo, logo pensamos no choque entre as culturas e em relação a 
educação. 
O multiculturalismo na educação envolve um posicionamento claro a favor da 
luta contra a opressão e a discriminação, sobretudo a que certos grupos 
minoritários são alvos, e também reflete uma questão histórica que acaba 
culminando na própria educação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 1 
Multiculturalismo e educação: Desafios para a prática pedagógica 
De Vera Maria Candau 
 
Vera faz referência a necessidade de os espaços educacionais oferecerem aqui 
uma educação escolar que possa abordar espaços e tempos de ensino 
aprendizagem que sejam significativos e desafiantes, frente aos atuais contextos 
sócio políticos e culturais, então está a importância de se focar também na 
própria cultura, uma vez que não há educação que não esteja imersa em um 
contexto cultural, em outras palavras não é possível conceber uma experiência 
pedagógica que seja desculturalizada, dessa forma é de suma importância que 
haja uma luta contra aquelas escolas monoculturais. Vera vai defender que a 
escola deve ser vista como um espaço de cruzamento de culturas. Vera também 
nos traz o conceito de daltonismo cultural que faz justamente referência a esse 
apagamento da diversidade cultural e isso não deve ocorrer nas escolas. Ela 
termina o capítulo com o seguinte parágrafo: As relações entre o cotidiano 
escolar e cultura ainda constitui uma perspectiva somente anunciada em alguns 
cursos de formação inicial ou continuada de educadores, e pouco trabalhada nas 
nossas escolas, no entanto considero essa perspectiva fundamental se 
quisermos contribuir para que a escola seja reinventada e se afirmar como lócus 
privilegiado de formação de novas identidades e mentalidades capazes de 
construir respostas sempre com caráter histórico e provisório para as grandes 
questões que enfrentamos hoje, tanto no plano local quanto nacional e 
internacional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 
Reflexões sobre currículos e identidades: Implicações para a prática 
pedagógica 
Antônio Flávio Barbosa Moreira e Michelle Januário Câmara 
Os autores vão trazer aqui a necessidade de reflexões sobre a identidade dos 
dias atuais no âmbito da educação deve se ter um foco na identidade, qualquer 
teoria pedagógica precisa examinar de que modo espera alterar a identidade do 
estudante, e aqui temos a importância do desenvolvimento da identidade 
pessoal e da consciência de si mesmo como o indivíduo, e essa consciência 
vista pelos autores, como sendo indispensável para a atividade racional, 
atualmente com a globalização nós temos novas identidades vistas como 
globais, e outros vistos também como locais, há atualmente uma verdadeira crise 
de identidade. Os autores nos trazem aqui a definição de identidade, o conceito, 
para se referir à identidade, e a identidade expressa nesse caso aquilo que 
somos, a identidade é um processo de criação de sentido pelos grupos e pelos 
indivíduos. As nossas identidades são construídas por meio das interações que 
temos com diferentes pessoas, diferentes grupos, nos vamos nos identificar em 
maior ou menor grau com familiares, amigos colegas de trabalho, da mesma 
forma que nós também vamos buscar nos diferenciar de pessoas que nós 
julgamos ser diferentes de nós e é justamente pelo fato de a identidade ser 
construída nessas interações ela não deve ser vista como uma essência, algo 
que já nasce conosco, ela não é fixa, não é estável, ela não é homogênea e nem 
definitiva, ela é instável, contraditória, fragmentada, inconsciente e inacabada 
justamente pelo de estarem sempre em processo de transformação. O que nós 
dizemos contribui para reforçar uma identidade que em muitos casos 
pensaríamos estar descrevendo a força de um ato linguístico no processo de 
produção de identidade, vem de sua repetição especialmente da possibilidade 
de sua repetição. Outra parte importante que os autores ressaltam que a 
identidade também se associa a uma diferença, nós somos o que os outros não 
são, e essas diferenças são construídas socialmente, geralmente a diferença é 
associada a um conjunto de princípios de seleção, inclusão e exclusão que 
norteiam pelo qual o indivíduos marginalizados são situados e construídos em 
teorias políticas e práticas sociais, e assim são formados os grupos dos 
excluídos onde querem distância, e uma das formas de combater esse ponto de 
vista da diferença é justamente sensibilizar na escola os alunos e questionar 
fatores que tem provocado e justificado preconceitos e discriminações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 3 
A questão racial na escola: Desafios colocados pela implementação da lei 
10.639/03 
Nilma Lino Gomes 
Aqui temos uma abordagem da lei sancionada em 09 de Janeiro de 2003 pelo 
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma lei que tornou obrigatória a inclusão do 
ensino da história da África e da cultura afro-brasileira nos currículos dos 
estabelecimentos de ensino público e particulares da educação básica, 
logicamente uma lei muito importante, uma vez que segundo a própria autora a 
escola é uma das instituições sociais responsáveis pela construção de 
representações positivas dos afro-brasileiras e também por uma educação que 
tenha o respeito à diversidade como parte de uma formação cidadã, aí a 
importância do estudo. No entanto há alguns problemas enfrentados, mesmo a 
decorridos algunsanos após a publicação desta lei alguns sistemas de ensinos 
acabam resistindo a implantação desta lei no currículo e um dos possíveis 
motivos para a não implementação dessa prática nos currículos escolares é uma 
visão equivocada, de que a sociedade brasileira é um exemplo de democracia e 
inclusão racial e cultural, justamente pelo fato de ser um exemplo de democracia 
e inclusão racial e cultural não seria necessário abordar esses conteúdos nos 
currículos escolares, no entanto isso é um equívoco, ainda há racismo e muita 
desinformação sobre a ascendência africana no Brasil e isso como a autora nos 
diz constitui um sério obstáculo à promoção de uma consciência coletiva que 
tenha como eixo da ação política a construção de uma sociedade mais justa e 
igualitária para todos os grupos étnicos e raciais neste país. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 4 
Gênero na sala de aula: a questão do desempenho escolar 
Marília Pinto de Carvalho 
 
E esse gênero na sala de aula vai ser destacado, sobretudo no que diz respeito 
à chamada feminização do magistério. O tratamento de gênero por exemplo na 
sala de aula, não diz respeito apenas ao senso comum, mas o gênero pode ser 
abordada também nos estudo das cores, rosa e azul, astros celestes, sol e lua, 
características humanas, então há diversas formas de tratar essa questão do 
gênero em sala de aula, por isso que nós temos aqui o conceito de gênero não 
limitado as interações entre homens e mulheres, mas também há um conjunto 
de significados de em símbolos construídos sobre a base da percepção da 
diferença sexual, que são utilizados na compreensão de todo o universo 
observado, daí aqui há a abordagem, das cores, das profissões, das 
características psicológicas muitas vezes estereotipadas, e a autora nos diz que 
no século 20 pode se dizer que houve uma lenta democratização do sistema 
educacional brasileiro, sobretudo no que diz respeito à presença cada vez mais 
marcante das mulheres nesse espaço educacional, e a autora também nos traz 
aqui que os homens negros tem uma presença menor se comparada a presença 
das mulheres negras, ou seja, os homens negros a presença uma maior 
defasagemidade série e mais altos índices de analfabetismo do que as mulheres 
negras. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 5 
Sexualidade em sala de aula: Discurso, desejo e teoria queer 
Luiz Paulo Moita Lopes 
 
Moita Lopes vai falar que geralmente os atores que estão envolvidos neste 
universo escolar, frequentemente colocam esse tema da sexualidade no âmbito 
da vida privada, em discursos veiculados desses indivíduos geralmente os 
corpos na escola não tem desejo, ou seja, é como se o espaço escolar fosse o 
espaço assexuado, é como se nessa sala de aula, os corpos não tivessem 
desejo, não pensasse em sexo, nós fomos educados a pensar sobre esses 
alunos sem considerar a sua raça, seu gênero, seus desejos, e é justamente aí 
que entra o ponto central, e justamente nesse espaço escolar que é considerado 
como uma agência de reprodução e organização das identidades sociais, é onde 
deveriam ser abordados temas como a própria sexualidade, e nesse espaço 
poderiam também ser abordados a própria imagem estereotipada da própria 
sexualidade, então como se vê na mídia continuamente, essa sexualidade é 
abordada de uma forma que acaba sedimentando visões normalizadoras e 
homogeneizadora da própria sexualidade, e não é por que temas como a 
sexualidade estejam presentes na mídia, que nós estamos nos melhores dos 
mundos como Moita Lopes nos diz, ou seja, muito do que estava presente 
unicamente na vida privada passou também a ser visto na própria mídia Moita 
Lopes vai falar que já há políticas públicas no campo da educação que tem 
chamado a atenção para a sexualidade, ele vai dizer que tais investimentos do 
setor público que diz a respeito da sexualidade no espaço educacional se fazê-
lo em políticas de identidades que embora sejam relevantes por defenderem os 
direitos das chamadas minorias precisam ser redimensionadas por meio de 
teorizações que além de questionarem qualquer sentido de normatividade para 
o desejo sexual, lança um olhar mais perspicaz sobre a construção da 
sexualidades e envolve uma politização maior do campo da sexualidade, então 
ele vai problematizar aqui introduzindo esta visão queer, sempre destacando a 
escola como um lugar importante na constituição de quem somos e seus 
discursos escolares, podem legitimar outros sentidos sobre quem podemos ser, 
ao apresentar outras narrativas para a vida social menos limitada, e isso é de 
suma importância, uma vez que a escola é um dos primeiros espaços públicos, 
que as crianças, jovens têm acesso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 6 
O candomblé também está na escola. Mas como? 
Stela Guedes Caputo 
 
Candomblé uma religião afro-brasileira que cultua os orixás, a autora vai nos 
falar aqui um pouco sobre a escravidão e o candomblé, destaca um ponto 
histórico importante que foi em 1890 com a determinação de Rui Barbosa que 
então era ministro das finanças de mandar queimar toda a documentação 
referente à escravidão. Gesto esse segundo o sociólogo francês Roger Batista 
teve a intenção de apagar a mancha escravocrata do país mas não facilitou a 
tarefa dos historiadores, a autora nos traz alguns dados como o de Edgar Rubber 
Conrad que nos diz que 5 milhões, era o número de escravos africanos que 
foram trazidos para o Brasil entre 1525 e 1851 e saídos da África, houve aí a 
chamada diáspora africana, os negros que eram sequestrados de suas terras, 
consequentemente levavam consigo as suas próprias culturas, que logicamente 
foram recriadas incluído nesse novo mundo o Brasil e chegava ao Brasil uma 
tradição vivenciada sobretudo no culto aos ancestrais e aos orixás, chamada em 
Pernambuco de xangô e na Bahia de candomblé, essa religião acaba 
acontecendo em espaços chamados de ilê, roça, ou até mesmo de terreiro. São 
nos terrenos de candomblé que as crianças, jovens e adultos também mantêm 
e renovam essa tradição. A autora vai nos falar também do Yoruba, que é a 
língua que circula nesses terrenos, seja nas cantigas ou nos oriqui, que são as 
frases de louvação aos orixás, em yorubas também se dizem os nomes das 
comidas dadas a essas entidades como por exemplo o Amalá, comida predileta 
de xangô feita com quiabo camarão seco e azeite de dendê. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 7 
Identidades Culturais Juvenis e Escolas: Arenas de conflitos e 
possibilidades 
Paulo Carrano 
 
O autor vai nos falar de situações de incomunicabilidade que existem entre os 
sujeitos escolares e não é difícil de nós como professores, visualizarmos esse 
tipo de situação, quando por exemplo, professores costumam rotular os alunos 
como desinteressados pelos conteúdos escolares, como sendo indisciplinados, 
bagunceiro, e às vezes rotulados de indivíduos de baixa cultura, os alunos por 
sua vez trazem um discurso de experiência pouco feliz sobre o ambiente escolar 
e sobre as aulas, felizmente boa parte dos alunos gosta do ambiente escolar, 
mas quando se trata da sala de aula surgem discursos como por exemplo, de 
que as aulas são chatas, ou que são inúteis e não irão precisar, e segundo o 
autor, existe aqui um contexto de incomunicabilidade, entre professores e alunos 
consiste em uma ignorância relativa da instituição escolar e de seus 
profissionais, sobre os espaços culturais e simbólicos nos quais os jovens se 
encontram imersos . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 8 
Conhecimento escolar, cultural e poder: Desafios para o campo do 
currículo em “tempo pós” 
Carmen Teresa Gabriel 
 
Há uma racionalidade moderna pautada em noções de objetividade, verdade, 
universalidade, a autora não deixa de lado os problemas relacionados às 
desigualdades, ela vai dizer que nesse fosso, há aqueles que podem ter acesso 
aos bens materiais e culturais disponíveis nesse mundo e aqueles que não estãoem condições, nem em posição de poder disputar esse tipo de acesso, então 
nós temos aqui, essa desigualdade entre aqueles que têm acesso aos bens 
materiais e culturais e aqueles que não tem disponíveis esses bens, e isso 
também é uma característica desses tempos pós, e ela vai iniciar a 
argumentação procurando rastrear alguns dos discursos acerca da relação entre 
o conhecimento, cultura e poder.

Outros materiais