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24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 1/12 Parte 1 Introdução - A política A política tal como a conhecemos passou a ser compreendida como um sistema autônomo, ou seja, como uma espécie de jogo com regras próprias, que funciona por meio de uma lógica interna específica, a partir de Nicolau Maquiavel (1469 a 1527). Nascido em Florença, Itália, Maquiavel teria sido o primeiro pensador a perceber que o exercício do poder é condicionado por fatores humanos que resistem ao tempo e que independem da cultura e até do momento histórico em que se vive. Curiosamente, cerca de 500 anos depois dos estudos do italiano, o mundo se rende à força do seu pensamento, como ainda veremos. No centro da política está a questão do poder – isto é, como consegui-lo, exercê- lo e mantê-lo. Queremos que o(a) aluno tenha uma razoável noção de como esse jogo se articula a partir do Estado, peça-chave do conteúdo que estudaremos nos capítulos seguintes. A própria noção de Estado (o que ele é, o que ele representa, como ele surge, qual a sua função histórica) vai variar de autor para autor. Para alguns, o Estado é o ponto de partida para a convivência pacífica entre os homens, um acordo necessário para que um homem tolere outro homem; para outros, o Estado é o próprio fim, a razão pela qual os homens se juntam e vivem em comunidade. Enfim, essas noções vão distinguir conforme cada contexto histórico, cada visão ideológica sobre o mundo. A definição básica de Estado apontada pelo “Dicionário das Ciências Sociais” (BIROU, A. Publicações Don Quixote, 4ª Ed. RJ – 1978, p. 145) é: “(...) o Estado é apenas a parte do corpo político cuja função consiste em manter a lei, governar nos limites da Constituição, promover a prosperidade comum e a ordem pública e administrar os negócios públicos. O Estado é uma parte especializada nos interesses do todo. Não é um homem nem um grupo de homens: é um conjunto de instituições que se constituem a fim de formar uma máquina reguladora, ocupando o topo da sociedade (Jacques Maritain – L’Homme ET L’Êtat, PP. 9-10)”. Por enquanto, podemos compreender o Estado, em linhas gerais, como um grande aparato jurídico ao qual estamos todos subordinados desde que nascemos (em tese, todos nós em iguais condições), e que expressa a união (ou o resultado) de todas as nossas vontades (de todos os cidadãos em um só corpo). 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 2/12 Toda essa rede jurídica (dotada de legislações, que trazem consigo a previsão de todas as punições para o caso de descumprimento) tem como um dos seus principais fundamentos a noção de público e de privado. Há todo um consenso (e direito) que diz respeito à vida privada (exemplos: propriedade privada, educação dos filhos, religião, liberdade de pensamento e de expressão, etc.), bem como há todo um outro consenso (e direito) que diz respeito à vida pública (exemplos: meu comportamento em público, eleições político-partidárias, regras do trânsito de automóveis, etc.). Esses dois olhares da legislação se complementam, até porque, como sabemos, o direito de uma pessoa se encerra no momento em que começa o direito de outra. Ou seja, trata-se de uma dicotomia, pois público e privado estão separados por definição mas se interdependem, só fazem sentido na relação que estabelecem um com o outro, não apenas na teoria, mas no nosso dia-a-dia. Enfim, sem essa normatização geral, acredita-se que o homem viveria, como dirão alguns dos autores que estudaremos, em estado de natureza, tal qual outras espécies animais. Como o aluno sabe, em uma sociedade como a nossa, todos os cidadãos a partir dos 16 anos de idade têm direito a um (e somente um) voto nas eleições político-partidárias. Rico ou pobre, homem ou mulher, seja qual for o grau de instrução, cidade ou estado de origem, todo brasileiro tem o direito de dizer por quem quer ser representado, e essa vontade tem rigorosamente o mesmo peso para todos – nenhum voto vale mais ou menos do que os demais. Esse princípio está alicerçado na noção de justiça, o que diz respeito ao Estado. Por outro lado, como o aluno também sabe, as condições de vida e acesso a bens e serviços são assuntos subordinados a outras condicionantes. Por isso não é ilegal que um homem acumule fortuna enquanto outros não tenham o que comer. E é a partir de questionamentos como esse que a noção de poder político e sobre o próprio Estado ganhará contornos mais complexos e interessantes. Mas afinal, o que é política? Política. O aluno já ouviu e repetiu essa palavra um sem-número de vezes, na maior parte das vezes para se referir à atividade de vereadores, deputados estaduais, deputados federais, governadores, presidente da República, partidos políticos... 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 3/12 Os executivos que atuam nas empresas, no jogo do mercado, costumam agregar um outro sentido para o termo, utilizando-o para se referir a comportamentos profissionais ou corporativos. Exemplo: a política de vendas de determinada empresa. Já quando os acadêmicos dizem, por exemplo, da política da igreja católica durante a idade média, estão se referindo ao conjunto de princípios e normas praticados por essa instituição naquele período. Pode-se empregar o termo também para recomendar cuidado a alguém: seja mais político quando tratar desse assunto... E até variações linguísticas como “politicagem” ou “politiqueiro”, entre outras, são derivações corriqueiras da palavra original. Enfim, o termo vem ganhando significados diversos conforme o contexto em que é aplicado. Interessante perceber, porém, que em maior ou menor grau todos esses significados se vinculam a um sentido primordial e mais geral do termo, do qual trataremos a partir daqui: política enquanto exercício e expressão do poder. Voltemos por um momento à Grécia Antiga. Foi lá que, entre os séculos VIII e VII antes de Cristo, nasceu a pólis, a cidade-estado, passo fundamental para aquela civilização. Lá surgiu a ágora, praça pública, onde os homens praticavam o debate acerca dos problemas de interesse comum. A diferença profunda que a ágora passou a oferecer à História foi a separação entre o que era privado e o que era público. Ou seja, o peso da fortuna e da hereditariedade (que conhecemos tão bem, pela transmissão de propriedades de pai para filho, por meio da herança) teve de ceder espaço, pela primeira vez, para a noção de direito do cidadão enquanto representante dos interesses da cidade. Assim, um novo ideal de justiça estava em formação. Todo cidadão teria a partir daí, em tese, direito ao poder. Os interesses já não estavam circunscritos apenas à esfera individual, moral, familiar, mas estavam voltados para a comunidade, o coletivo. A noção de justiça assumia pela primeira vez um caráter político. Os debates que lá se promoviam não seriam mais conduzidos pelas referências míticas, pela palavra mágica, dada pelos deuses e por isso comum a todos, como verdade posta e indiscutível; ao contrário, os discursos passariam a ser construídos a partir da palavra humana, sujeita ao conflito, à discussão, à argumentação. 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 4/12 Essa teria sido a pedra fundamental do que chamamos de política até hoje. Teria sido também o primeiro ensaio da dicotomia público / privado. Possivelmente já estivesse ali, engendrada na pólis, a semente da oposição entre o interesse público (mais tarde, sob os cuidados do Estado) e o interesse privado (que alcançará o seu esplendor por meio do capital, a possibilidade modernade se acumular riquezas). Ilustremos a noção de política segundo a visão de alguns autores, conforme seguem: Para Johnnes Althusius: “A política é a arte por meio da qual os homens se associam com o objetivo de instaurar, cultivar e conservar entre si a vida social”. Para Gramsci: “É a ação dos homens sobre os homens”. Para Marilena Chauí: “Política diz respeito a tudo quanto envolve relações de poder ou tudo quanto envolve organização e administração de grupos”. Definições generalizantes como essas, porém, que se apresentem tão enxutas, esbarram na dificuldade que já verificamos mais acima, a multiplicidade de sentidos conceituais, variáveis segundo os mais diversos contextos. Para Maria Lúcia de Arruda Aranha: “(...) podemos falar de política como a arte de governar, de gerir o destino da cidade. (...) Explicar em que isso consiste é outro problema, pois, se acompanharmos o movimento da história, veremos que essa definição varia e toma nuances as mais diferentes. (...) Múltiplos serão os caminhos, se quisermos estabelecer a relação entre política e poder; entre poder, força e violência; entre autoridade, coerção e persuasão; entre Estado e governo etc.” O que queremos retomar junto ao aluno, como sinal de alerta, é: 1º) apesar das nossas tentativas de cercar / delimitar o tema (o que entendemos por política e suas implicações históricas), vale lembrar que o conhecimento se faz a cada instante, razão pela qual a ciência não aprecia verdades, mas teses, raciocínios sustentáveis, aceitáveis, razoáveis, sempre sujeitos a serem derrubados por novas formulações; 2º) todas as formulações teóricas que encontraremos a partir daqui, a começar pelas teses de Maquiavel, alimentam-se de convicções subordinadas àquilo que cada um acredita (ou acreditou) ser o real, e não exatamente o real. 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 5/12 Portanto, o desafio de pensar a ciência política por meio da disciplina Relações Políticas: Estado e Sistemas de Poder pressupõe aceitar o desafio de olhar para a realidade através de um caleidoscópio, constituído por visões múltiplas e em movimento, e não por "certezas" engessadas. Pensar cientificamente por meio da inexatidão – diferentemente do que acontece quando raciocinamos pela lógica da matemática que conhecemos – será um exercício necessário a quem quiser compreender as diferenças entre as muitas visões de mundo em vez de apaixonar-se por apenas uma delas. Exercício solucionado: A título de exemplificar o conjunto de exercícios que o aluno encontrará relativo a este trecho, segue um exercício-modelo sobre o conteúdo indicado acima, já solucionado. No centro do que chamamos de política está a questão do(a): a) Economia global; b) Administração geral; c) Conquista, exercício e manutenção do poder; d) Estado e) Cidadão Se o aluno respondeu "c", acertou. Como vimos (e aprofundaremos a seguir), a Ciência Política se ocupa fundamentalmente das questões que dizem respeito direta ou indiretamente ao poder e às suas implicações. Seguem outros exercícios, dessa vez sem as respectivas respostas, para ajudar o aluno a refletir sobre as noções discutidas até aqui. 1) Em linhas gerais, podemos entender por Estado: a) O governo de um país, o modo como um país é administrado pelos seus governantes; b) Os legisladores, responsáveis pela elaboração das leis; c) O próprio presidente da República, ou seja, o chefe de Estado, d) Uma grande rede jurídica, acompanhada de um conjunto de forças coercitivas, para obrigar o cidadão a respeitar as regras gerais de convivência entre os homens; e) A vontade geral da sociedade, representada pelo governante. 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 6/12 2) O Estado está orientado por uma noção fundamental, sintetizada em uma dicotomia: a) Público-privado b) Ricos-pobres c) Urbano-rural d) Importante-supérfluo e) Nenhuma das alternativas 3) Uma contradição importante do nosso tempo, inclusive no Brasil, sobre a qual vale a pena debruçar-se e debater, diz respeito à(o): a) Justiça, no sentido de que todos têm direito ao voto livre, mas não necessariamente à qualidade de vida; b) Diferença de oportunidades de trabalho entre homens e mulheres; c) Direito apenas para os mais ricos de se candidatar a cargos eletivos, como o de prefeito, por exemplo; d) Direito ao voto livre, ainda restrito a maiores de 16 anos; e) Direito à Justiça. 4) Sobre o governo de um país, podemos afirmar quê: a) Ele existe para fazer cumprir a vontade das pessoas; b) Ele existe para fazer cumprir a vontade do partido político ao qual se vincula o governante; c) Ele existe para fazer cumprir as regras gerais do corpo que constitui o Estado; d) Ele existe para fazer cumprir as leis elaboradas pelos legisladores; e) Ele existe para propor projetos e desenvolvê-los. Parte 2 – A cidadania 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 7/12 O termo cidadania remete a uma ideia inicial de cidade, aquela que teria sido a primeira cidade, a pólis, na Grécia Antiga, séc. VIII a.C. Mas é muito recentemente, séc. XX, que o termo ganhou status e reconhecimento internacional, ocupando cada vez mais espaço nos debates sociais e nas agendas políticas. O que você, aluno(a), entende por cidadania? Segundo Maria de Lourdes Covre: As pessoas tendem a pensar a cidadania apenas em termos dos direitos a receber, negligenciando o fato de que elas próprias podem ser o agente da existência desses direitos. Acabam por relevar os direitos que lhes cabem, omitindo-se no sentido de serem também, de alguma forma, parte do governo. Ou seja, é preciso trabalhar para conquistar esses direitos. Em vez de meros receptores, são acima de tudo sujeito daquilo que podem conquistar. (...) Desse modo, penso que a cidadania é o próprio direito à vida no sentido pleno. Trata-se de um direito que precisa ser construído coletivamente, não só em termos de atendimento às necessidades, mas de acesso a todos os níveis de existência, incluindo o mais abrangente, o papel do(s) homem(s) no universo. (COVRE, M. de Lourdes. O Que é Cidadania. 4 ed São Paulo: Brasiliense, 2007, p. 11). Como se nota, a autora nos ajuda, primeiro, a situar o conceito de cidadania no nosso tempo, requerendo de cada pessoa do planeta um lugar de sujeito, de coautor da História, e, segundo, ampliando a noção de cidadania, a partir da sua universalidade e da lógica do coletivo, no sentido de que a cidadania só pode ser estabelecida publicamente, de todos e para todos, independentemente de posição social, profissão, cargo, riqueza e outros elementos distintivos. Ser cidadão significa ter direitos e deveres, ser súdito e soberano.Tal situação está descrita na Carta de Direitos da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem suas primeiras matrizes marcantes nas cartas de direito dos Estados Unidos (1776) e da Revolução Francesa (1789). Sua proposta mais funda de cidadania é a de que todos os homens são iguais ainda que perante a lei, sem discriminação de raça, credo e cor (idem, p. 9). O século XX foi um dos mais intensos e conturbados da História. Entre outras particularidades desse período, o homem do século passado criou os meios de comunicação de massa, consolidou a chamada globalização, promoveu duas guerras mundiais (quase realiza a terceira), chegou à Lua, inventou o computador, a internet e o ciberespaço. A criação da ONU, em 1948, três anos apenas após o fim da Segunda Guerra Mundial, a mais sangrenta de todos os tempos, que levou à morte cerca de 60 milhões de civis e militares (1939 – 1945), significou um esforço orquestrado entre as nações no sentido de se tentar evitara todo custo que a História repetisse aquele horror. O apelo para a valorização dos direitos universais do homem surgem, assim, de uma referência tenebrosa. De algum modo, todos os países signatários da 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 8/12 Organização – como o Brasil – vão replicar internamente cartas magnas que reproduzem essa mesma preocupação. Nossa Carta Magna, ou Constituição, de 1988, em seu Artigo 5º, diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:” Note que Covre faz constar em sua abordagem uma observação curiosa quando se refere ao texto da carta de direitos da Organização: “(...) todos os homens são iguais ainda que perante a lei [grifo nosso]”. A observação “corrige” um postulado do texto original, no sentido de que todos sabemos que apesar de a lei partir do pressuposto de que todos são, em tese, iguais, na verdade não são, considerando-se os diferentes níveis socioeconômicos que separam as camadas das populações sociais em subgrupos. Aliás, essa é uma das questões-chaves para o debate atual da cidadania: o agravamento das distorções sociais que separam ricos de pobres. Exercício solucionado: A título de exemplificar o conjunto de exercícios que o aluno encontrará relativo a este trecho, segue um exercício-modelo sobre o conteúdo indicado acima, já solucionado. A compreensão atual de cidadania remete sobretudo a: a) Saber obedecer às autoridades, cuidando para não infringir as leis. b) Corresponder às expectativas das instituições, participando da vida púbica conforme as melhores tradições. c) Exercer direitos e deveres, como sujeito livre e autônomo, ajudando a construir a sociedade. d) Fiscalizar a auação do Estado, denunciando os problemas causados por ele. e) Fiscalizar a conduta alheia, no sentido de preservar a moral e os bons cosntumes. Se o(a) aluno respondeu "c", acertou, uma vez que a cidadania pressupõe a construção da sociedade em coautoria, o que exige de cada um de nós uma série de deveres e garante a cada um de nós uma série de direitos. Continue respondendo aos exercícios anexos a este módulo. Exercício 1: É correto afirmar que dentre as principais contribuições trazidas pela ágora (praça pública) na Grécia Antiga não está: 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 9/12 A) A possibilidade de se debater ideias. B) O direito à controvérsia, à discordância. C) A possibilidade de se enxergar diferenças entre o interesse público e o interesse privado. D) Exercitar o espírito democrático. E) Desestimular o debate de ideias. Comentários: Essa disciplina não é ED ou você não o fez comentários Exercício 2: Uma das características históricas marcantes da Antiga Grécia foi a possibilidade de as verdades míticas cederem espaço à razão, tecida a partir do raciocínio, da argumentação, da palavra humana, sujeita ao conflito e, por isso, ao debate. A capacidade argumentativa assume um papel fundamental nas relações humanas. Podemos dizer que diz(em) respeito a essa competência: I. A pesquisa científica; II. A pesquisa jornalística; III. O treinamento profissional; IV. A publicidade e propaganda; V. A metodologia. Está(ão) certa(s) a(s) assertiva(s): 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 10/12 A) II e IV B) II e V C) III e IV D) III, IV e V E) Todas Comentários: Essa disciplina não é ED ou você não o fez comentários Exercício 3: A definição de “política” não é exata. Possivelmente por causa disso, o emprego desse termo também varia conforme o contexto e o que se quer expressar. Mas de um modo geral, podemos afirmar que o uso da palavra “política” está vinculado sempre à ideia de: A) Conseguir o que se deseja. B) Destruir o outro (adversário). C) Chamar atenção para si, estar em evidência. D) 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 11/12 Rivalizar, competir, comparar forças. E) Praticar o bem. Comentários: Essa disciplina não é ED ou você não o fez comentários Exercício 4: Maria de Lourdes Covre afirma que ser cidadão significa: A) Poder gozar de absoluta liberdade. B) Atingir um padrão mínimo de poder aquisitivo. C) Desfrutar de ilimitada liberdade de expressão. D) Ter direitos e deveres, ser súdito e soberano. E) Dispor de poder político, podendo exercê-lo plenamente. Comentários: Essa disciplina não é ED ou você não o fez comentários Exercício 5: A ONU - Organização das Nações Unidas completa 70 anos em 2018. Ela nasceu sob forte influência de um evento que mudaria a História contemporânea. De lá para cá, as nações, com mais ou menos sucesso, tentam evitar o surgimento de conflitos geopolíticos armados, posto que ao longo de quase todo o século 20 o 24/10/2021 18:49 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 12/12 mundo esteve sob ameaças internacionais de toda ordem. Que evento foi decisivo para o surgimento da ONU? A) Primeira Guerra Mundial. B) Segunda Guerra Mundial. C) Guerra Fria. D) Estado Novo (1937 - 1945). E) Ditadura Militar de 1964 - 1985. Comentários: Essa disciplina não é ED ou você não o fez comentários