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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA parte 2

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campo magnético, e uma outra parte, ligeiramente 
menor que a primeira, fica alinhada no eixo 
antiparalelo desse campo principal 
Leitura das bobinas receptoras 
↑ Intensidade de RF: Estrutura com HIPERSINAL: 
imagem branca. 
↓ Intensidade de RF: Estrutura com HIPOSINAL: 
imagem preta. 
Imagens em RM 
 Ponderada em T1 – Recuperação Longitudinal 
 Ponderada em T2 – Recuperação Transversal 
 Ponderada em DP – Densidade de Prótons 
FATORES DETERMINADOS PELOS APARELHOS: 
 Tempo de Repetição: É o tempo que vai da 
aplicação de um pulso de RF à aplicação de 
outro pulso de RF, medido em milissegundos. 
 TR Curto: 200 a 700 mseg. 
 TR Longo: 1500 a 4000 mseg. 
 Os tecidos patológicos, demoram para relaxar. 
Se usar tempo de repetição curto e o tecido 
não consegue formar a imagem. Se usar o T2 
que é longo consegue que o tecido relaxe e 
forme imagem. 
Imagens ponderadas em T1 
Recuperação Longitudinal: 
Protocolo com pulso de 90º, TR e TE curtos. 
T1 é o tempo necessário para que a magnetização 
longitudinal do tecido retorne ao equilíbrio após pulso 
de 90 graus. 
Utilizada para observar a anatomia do tecido 
Cessado o pulso de RF, o gradiente de leitura, 
representado pela bobina, lê o sinal de ressonância 
emitido pelos prótons no momento de relaxação e 
ocorre a formação da imagem. Esta aparecerá em 
hipossinal (imagem escura) ou hipersinal (imagem 
clara), a depender da proporção da relaxação e 
intensidade do sinal. 
PATOLOGIA ESCURAS 
Imagem em T2 
Relaxamento Transversal– T2: 
Protocolo com Pulso de 180º, TR e TE longo 
T2 é o tempo necessário para que a magnetização 
transversal do tecido volte ao estado de equilíbrio 
Utilizada para pesquisar a presença de processos 
inflamatórios/patológicos 
Ver slide 22; 
Tecido com relaxação longa em T2 terá um sinal 
brilhante {hipersinal), enquanto aquele tecido com T2 
curto terá um sinal escuro (hipossinal). Esse tipo de 
imagem é chamado de "imagem patológica", por se 
tratar da relação próton/ próton dentro dos tecidos. 
 Imagens em T1: observação da anatomia 
 Imagens em PO: observação do disco 
articular 
 Imagens em T2: observação de processos 
inflamatórios e como comparativo. 
PATOLOGIAS CLARAS 
Indicações da RM na odontologia 
Estudo das Disfunções da ATM: 
 Deslocamento, forma e integridade do disco 
articular 
 Doenças inflamatórias da cápsula e/ou do 
ligamento posterior 
 Anomalias nos músculos e tecidos adjacentes 
 Diagnóstico de artrites 
 Estadiamento de neoplasias 
Avaliação de Tumores Ósseos e em Partes Moles 
Pesquisa de Má-formação vascular

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