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Direito – UVA – Campus: Cabo Frio
Professor: Vinícius Tavares dos Santos
Aluno: Amós Vieira – Matrícula: 20181106180
Culpa Concorrente da Vítima em Acidente de Trânsito
ACIDENTE DE TRÂNSITO – Ação de Reparação de Danos – Pedidos principal e contraposto – Culpa concorrente caracterizada – Divisão proporcional da responsabilidade – Dever de reparação do dano material causado proporcional à culpa – Sentença de parcial procedência para o pedido inicial e de improcedência para o pedido contraposto – Recurso da parte requerida fundada na alegada culpa exclusiva da parte requerente - – Recurso parcialmente provido para condenar cada parte a arcar com seus próprios prejuízos. (TJ-SP - RI: 10245949420198260196 SP 1024594-94.2019.8.26.0196, Relator: Varner Hugo Albernaz, Data de Julgamento: 31/03/2021, 2ª Turma Recursal Cível, Data de Publicação: 05/04/2021)
A referida jurisprudência trata-se de um recurso interposto contra a r. sentença, onde, a pare recorrida, interpõe contra a parte recorrente. Pois na r. sentença, julgou parcialmente procedente a pretensão inicial e improcedente o pedido contraposto, por ficar evidente a culpa concorrente. Contudo, este tribunal entendeu que a culpa concorrente continua evidente, dando-lhe então, recurso parcialmente provido, para que cada parte venha arca com os seus próprios prejuízos do evento danoso.
ACIDENTE DE TRÂNSITO. RECLAMATÓRIA CÍVEL DE REPARAÇÃO DE DANOS. SENTENÇA QUE JULGOU PROCEDENTE EM PARTE OS PEDIDOS INICIAIS. RECORRENTE QUE PUGNA PELO CONHECIMENTO E PROVIMENTO DO PRESENTE RECURSO A FIM DE REFORMAR A R. SENTENÇA, JULGANDO IMPROCEDENTE A AÇÃO, OU, SUBSIDIARIAMENTE, MINORANDO-SE O VALOR ATRIBUÍDO à TÍTULO DE DANOS MORAIS. CULPA CONCORRENTE EVIDÊNCIADA. ARTIGO 945, CÓDIGO CIVIL. ARTIGOS 34, 36 e 38 DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO. DIVISÃO DE 50% DO MONTANTE ATRIBUÍDO À TÍTULO DE DANOS MATERIAIS. DANOS MORAIS MINORADOS. SENTENÇA REFORMADA. EM RAZÃO DA PARCIAL PROCEDÊNCIA, DEIXO DE FIXAR HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS E CUSTAS, COM FULCRO NO ARTIGO 55, DA LEI N. º 9.099/95.RECURSO INOMINADO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. (TJPR - 3ª Turma Recursal - 0001867-16.2019.8.16.0204 - Curitiba - Rel.: Juíza Denise Hammerschmidt - J. 27.11.2020) (TJ-PR - RI: 00018671620198160204 PR 0001867-16.2019.8.16.0204 (Acórdão), Relator: Juíza Denise Hammerschmidt, Data de Julgamento: 27/11/2020, 3ª Turma Recursal, Data de Publicação: 30/11/2020)
A jurisprudência acima, trata-se de um acidente de uma bicicleta com um automóvel, onde ambas as partes atribuem a culpa um ao outro, onde o efeito se resolveria com o ônus da prova, entretanto, no decorrer do processo, não ficou evidenciado quais das versões era realmente a verdadeira, tendo em vista que, ambas as histórias poderiam ser verídicas. Com isso, a r. sentença acabou entendendo por culpa concorrente, onde, cada um se responsabiliza pelo dano causado em decorrência do evento danoso.
ACIDENTE DE TRÂNSITO. CULPA CONCORRENTE RECONHECIDA. Segundo se depreende dos autos, o réu seguia pela Av. Frederico Ritter, preferencial, e pretendia converter à esquerda, para entrar na Rua Ari Rosa dos Santos. Já o autor encontrava-se nesta via, com a intenção de ingressar Av. Frederico Ritter.Culpa concorrente corretamente reconhecida pela sentença. O autor posicionou seu veículo em local inadequado quando pretendia adentrar na via preferencial. Já o réu fez manobra imprudente ao converter à esquerda sem os devidos cuidados e sem utilizar o acostamento do lado direito da via. Neste contexto, correta a solução dada pela sentença no sentido de que cada parte arcasse com os prejuízos decorrentes do acidente, mormente a inexistência de preponderância de culpas e que os prejuízos sofridos pelas partes não guardam grande discrepância. Sentença confirmada por seus próprios fundamentos.RECURSO DESPROVIDO. (TJ-RS - Recurso Cível: 71002324069 RS, Relator: Leandro Raul Klippel, Data de Julgamento: 25/02/2010, Terceira Turma Recursal Cível)
A jurisprudência acima trata de um erro cometido por ambos motoristas, onde ambos não respeitaram a lei de trânsito e, se tornaram culpados pelo evento danoso ocorrido. Fato este que fez com que o tribunal negação o recurso, justamente por ficar constado nos autos da ação, o erro dos dois, ficando evidenciando, a culpa concorrente, onde cada um se responsabilizará pelo danos em seu veículo.

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