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Ambiente (APAp). O agregado de agentes ou condições externas - físicas, biológicas,
sociais e culturais - que influencia as ações de um organismo
Análise do Comportamento (APA). abordagem psicológica, baseada na análise
experimental do comportamento, em que o comportamento é o tema de pesquisa em vez de
um indicador de entidades ou processos psicológicos subjacentes. É dada ênfase às
interações entre comportamento e ambiente
Análise funcional (Catania). análise em termos de funções comportamentais (efeitos de
respostas); alternativamente, uma análise em termos de relações funcionais (p. ex. a
produção de contração pupilar pela luz pode ser discutida como um reflexo pupilar, mas
uma análise funciona lida com ela como uma transição de um pouco a outro em uma função
matemática contínua que relaciona o diâmetro da pupila à intensidade da luz).
Antecedente (Catania). estímulo ou evento que precede algum outro evento ou uma
contingência; um estímulo discriminativo em uma contingência de três termos é um tipo de
antecedente.
Apetitivo (Catania). estímulo apetitivo; geralmente, se trata de um reforçador positivo,
especialmente um cuja efetividade seja modificável pela privação.
Aprendizagem (Cataniap). de modo geral, se trata da aquisição ou o processo pelo qual
comportamento é adicionado ao repertório de um organismo; uma mudança relativamente
permanente no comportamento.
Aversão (APA). resposta fisiológica ou emocional indicando que um estímulo, tal como
outro organismo, um objeto ou uma situação, deve ser evitado. É normalmente
acompanhada pelo desejo de se afastar ou evitar o estímulo aversivo
Aversivo (Catania). estímulo aversivo; estímulo efetivo como reforçador negativo ou como
estímulo punitivo, ou que suprime o comportamento operante positivamente reforçado
durante outro estímulo que o precede. Um estímulo com qualquer um desses aspectos,
provavelmente, também tem os outros, mas não há garantias disso.
Behaviorismo (Voac). área que serve de base para o estudo filosófico, conceitual e
histórico da Análise do Comportamento
Comportamento (Voac). interação entre um organismo e seu mundo histórico e imediato.
Comportamento Operante (Cataniap). comportamento que pode ser modificado por suas
conseqüências. Também pode ser denominado instrumental e freqüentemente corresponde
estreitamente ao comportamento coloquialmente chamado de proposital. Devido à sua
relação com as conseqüências, diz-se que ele é emitido e não eliciado
Comportamento encoberto (Catania). comportamento que não é observado ou observável
e, portanto, é somente inferido. Também pode ser um comportamento dentro do organismo,
mas de tal modo ou em uma escala tão pequena que não é passível de registro, ou que é
registrável somente com equipamentos especiais (p. ex., pensar ou contar para si mesmo,
talvez inferido de um relato verbal ou de contrações musculares muito pequenas para
produzir movimentos óbvios).
Comportamento Respondente (Cataniap). comportamento eliciado por estímulos
Condicionamento/Condicionado (APA). processo pelo qual certos tipos de experiência
tornam determinadas ações mais ou menos prováveis
Congruência (APAp). 1. em geral, concordância, harmonia ou conformidade. 2. na teoria
fenomenológica da personalidade de Carl Rogers, (a) a necessidade de o terapeuta agir de
acordo com seus verdadeiros sentimentos e não com uma imagem estilizada de terapeuta
ou (b) a integração consciente de uma experiência pelo self.
Consequência (Catania). evento produzido por algum outro evento; especialmente, em
contextos operantes, um evento produzido por uma resposta (p. ex., apresentação ou
remoção de estímulo, uma mudança nas contingências ou qualquer outra mudança
ambiental). O termo é particularmente útil para a referência a eventos com um status
desconhecido como os reforçadores ou os punidores (a apresentação de tais eventos
contingentes ao responder tem sido chamada de conseqüenciação).
Contiguidade (Catania). justaposição de dois ou mais eventos quando eles ocorrem
simultaneamente ou muito próximos
Contingência (APAp/Cataniap). relação condicional, probabilística, entre dois eventos / no
caso do operante, as condições sob as quais uma resposta produz uma consequência
Contingência de três termos (APAp). especificação das circunstâncias, da resposta e do
resultado do estímulo em uma contingência de reforço. Ela é formulada como Sd:R->Sr, ou
ARC (Antecedente, resposta e consequência)
Contingências de reforçamento (APAp). A contingência (relacionamento) entre uma
resposta e um reforço
Intuição (APAp). Intuitivo, entendimento ou percepção imediata em contraste com
raciocínio ou reflexão consciente (oposto contraintuitivo)
Contraposição (Dicio). posição ou disposição em sentido contrário
Controle (APAp). autoridade, poder ou influência sobre eventos, comportamentos,
situações ou pessoas
Controle de estímulos (Voac). refere-se à extensão na qual o valor de um estímulo
antecedente determina a probabilidade de ocorrência de uma resposta.
Custo de resposta (Cataniap). qualquer propriedade ou conseqüência do responder que
pode reduzi-lo ou puni lo. Os exemplos incluem aumentos no esforço ou na força da
resposta esperada, ou redução de reforçadores contingentes a respostas
Discriminação (APAp). 1. a capacidade de distinguir estímulos ou objetos que diferem
quantitativa ou qualitativamente uns dos outros. 2, a capacidade de responder de modos
distintos na presença de estímulos diferentes. Em condicionamento, isso geralmente é
estabelecido por meio de experimentos de reforço diferencial
Eliciação (Catania). produção fidedigna de uma resposta por um estímulo nos reflexos
incondicionados ou condicionados
Emissão (Catania). ocorrência do comportamento operante. Uma resposta que ocorre sem
um estímulo eliciador é emitida. O termo se aplica tanto ao responder ocasionado pelos
estímulos discriminativos como ao responder indiscriminado
Emparelhar (ModAPA). Mesmo que parear. Ver contiguidade / em estudos
comportamentais, a justaposição de dois eventos no tempo. Por exemplo, se um som é
apresentado imediatamente antes de um sopro de ar no olho, o som e o sopro foram
pareados
Esquema de reforço (APAp). em condicionamento, uma regra que determina que
ocorrências de uma resposta serão reforçadas
Esquiva (APA). comportamento de evitação. qualquer ato que permite ao indivíduo evitar
ou antecipar situações, estímulos ou eventos desagradáveis ou dolorosos, incluindo
estímulos aversivos condicionados
Estímulo (Catania). qualquer evento físico, combinação de eventos ou relação entre
eventos. O vocabulário do estímulo classifica os aspectos do ambiente, do mesmo modo
que o vocabulário da resposta classifica os aspectos do comportamento. Como as
respostas, os estímulos podem ser descritos em termos de propriedades físicas ou
comportamentais e. também como para as respostas, eles podem ser definidos em termos
de classes descritivas (nominais) ou funcionais. O termo pode se referir a qualquer um dos
seguintes aspectos: as instâncias específicas de eventos físicos (p. ex., o som de uma
campainha); as combinações de eventos, às vezes, referidos como estímulos compostos ou
complexos de estímulo (p. ex., operação do comedouro, acompanhada de componentes
auditivos e visuais); a ausência de eventos (p. ex., uma câmara escura como estímulo);
uma relação entre os eventos (p.ex., emparelhamentos em um problema de
emparelhamento com o modelo); as propriedades físicas específicas de eventos (p. ex.,
verde referido como um estímulo, embora a cor seja apenas uma das muitas propriedades
de uma luz); as classes definidas pelas propriedades físicas (p. ex., uma classe de estímulo
consistindo de todas as luzes dentro de certos limites de intensidade e comprimento de
onda); e as classes definidas em termos de funções comportamentais (p. ex.. classes de
estímulos discriminativos efetivos ou de estímulos efetivos como reforçadores ou
punidores). Quando o estímulo é empregado descritivamente, contínuo ou as dimensões ao
longo das quais os estímulos variam(p. ex., a intensidade, o comprimento de onda ou a
freqüência, a extensão espacial, a duração) podem ser discutidas ao menos de duas
maneiras distintas: uma mudança em alguma propriedade do estímulo pode ser
considerada uma mudança no estímulo ou a mudança do estímulo em um outro estímulo. O
uso é determinado, tipicamente, mais por conveniência de exposição do que por convenção
(p. ex., a luz mudou de verde para azul é equivalente a luz verde foi substituída pela luz
azul). Quando o estímulo é usado funcionalmente, um evento não é um estímulo a menos
que exerça controle sobre o comportamento. As classes funcionais podem freqüentemente
ser caracterizadas verbalmente, mesmo quando seus limites não podem ser especificados
adequadamente em termos físicos (p. ex., estímulos vermelhos não necessariamente
incluem comprimentos de onda na região do espectro correspondente a vermelho).
Evolução (APA). 1. o processo de mudança gradual no aparecimento das populações de
organismos que ocorreu ao longo das gerações. Acredita-se amplamente que essas
mudanças expliquem a atual diversidade dos organismos vivos originados de um número
relativamente pequeno de ancestrais desde o surgimento da vida na Terra. 2. qualquer outro
processo de mudança gradual
Experimento (APA). série de observações conduzidas sob condições controladas para
estudar uma relação, com o objetivo de fazer inferências causais sobre tal relação. Os
experimentos normalmente envolvem a manipulação de uma variável independente e a
exposição de diversos participantes a uma ou várias das condições sob investigação
Extinção (Catania). no comportamento operante, suspensão do reforço do responder (ou a
redução no responder que tal procedimento produz). No reforço negativo (fuga e esquiva), a
extinção tem sido freqüentemente referida como a descontinuação dos estímulos aversivos,
embora o termo se aplique de modo mais apropriado à suspensão das conseqüências do
responder, de modo que os estímulos aversivos ocorrem, mas as respostas já não os adiam
nem previnem. A suspensão da punição (ver RECUPERAÇÃO) é raramente considerada
como uma variedade de extinção. No condicionamento respondente, a extinção consiste na
apresentação do CS sem o US, não mais em uma relação contingente com o US (ou a
redução no responder condicionado que segue essa operação).
Feedback (Catania). "retroalimentação". grosseiramente falando, estímulo ou propriedade
de estímulo relacionado ao ou produzido pelo próprio comportamento do organismo. O
estímulo, por sua vez. pode mudar o comportamento, que novamente muda o estímulo, e
assim por diante. As relações matemáticas entre o comportamento e o estímulo são
denominadas funções de feedback
Fenomenologia (APA). movimento na filosofia europeia moderna iniciada pelo filósofo
alemão Edmund Husserl (1859-1938). Em seus escritos das décadas de 1910 e 1920,
Husserl defendeu uma nova abordagem ao conhecimento humano na qual tanto as
preocupações tradicionais da filosofia (como metafísica e epistemologia) quanto a
preocupação moderna com causação científica seriam postas de lado em favor de uma
atenção cuidadosa à natureza da experiência consciente imediata. Eventos mentais
deveriam ser estudados e descritos em seus próprios termos, em vez de em termos de sua
relação com eventos no corpo ou no mundo exterior. Entretanto, fenomenologia deveria ser
diferenciada de introspecção no que diz respeito à relação entre atos de consciência e os
objetos desses atos. A abordagem de Husserl exerceu grande influência na psicologia
(especialmente a PsiCOLOGIA DA GESTALT) e nas ciências sociais; ela também inspirou o
trabalho do filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976), cuja FENOMENOLOGIA
EXISTENCIAL forneceu as bases para o EXISTENCIALISMO e a PSICOLOGIA
EXISTENCIAL.
Frequência (Dicio). repetição periódica ou costumeira de algo
Fuga (Catania). a interrupção de um estímulo aversivo por uma resposta. Uma redução na
magnitude de um estímulo aversivo por uma resposta, às vezes, é considerada como fuga
parcial ou fracionada
Função (Proprio). O tipo de consequência que um comportamento produz, seu "fim". Em
outras palavras, o tipo de consequência e sua operação de controle sobre a resposta. p. ex.
o comportamento é selecionado e ocorre em função do reforço positivo que ocorreu no
passado
Generalização (Voac). é um responder de probabilidade similar na presença de estímulos
diferentes
Habituação (Catania). redução, ao longo de repetidas apresentações, no comportamento
respondente eliciado por um estímulo
História (ModCatania). condições a que um organismo tem sido exposto e seus
desempenhos sob tais condições; o termo geralmente é uma abreviação para a história
experimental (ou história de reforço), simplesmente porque os organismos experimentais
raramente são observados continuamente ao longo de sua vida. A história é particularmente
importante quando seus efeitos são irreversíveis ou apenas lentamente reversíveis.
Intensidade (APAp). 1. o valor quantitativo de um estímulo ou sensação. 2. a força de um
comportamento, tal qual um impulso ou emoção
Magnitude da resposta (APA). a amplitude, duração ou intensidade de uma resposta
Modelagem (Catania). modificação gradual de alguma propriedade do responder
(freqüentemente, mas não necessariamente, a topografia) pelo reforço diferencial de
aproximações sucessivas a uma classe operante alvo. A modelagem é empregada para
produzir respostas que, devido a um nível operante baixo e/ou devido à complexidade, não
seria emitida ou seria emitida somente depois de um tempo considerável. A variabilidade do
responder que segue o reforço geralmente provê as oportunidades para o reforço de outras
respostas que se aproximam mais de perto do critério que define a classe operante alvo. A
modelagem é uma variedade de seleção operante.
Ocasião (Catania). oportunidade para uma resposta ou algum outro evento, ou as
circunstâncias sob as quais uma contingência opera, por exemplo, quando os estímulos
discriminativos estabelecem a ocasião, na qual as respostas têm certas conseqüências.
Quando se diz que um estímulo ocasiona uma resposta, o termo serve como um verbo e
distingue as respostas emitidas em presença do estímulo discriminativo daquelas eliciadas
pelos estímulos em uma relação reflexa.
Organismo (APA). entidade viva individual, tal como um animal, uma planta ou uma
bactéria, que é capaz de reprodução, crescimento e manutenção
Potenciação (Catania). aumento, ao longo de apresentações repetidas, no comportamento
respondente eliciado por um estímulo (especialmente, um estímulo aversivo)
Privação (APAp). 1. a remoção, negação ou indisponibilidade de algo que necessitamos ou
desejamos
Privado (Próprio). Evento que só está acessível ao próprio organismo (estímulo
privado/resposta privada, VER TAMBÉM comportamento encoberto)
Probabilidade (APAp). o grau com que um evento tem a possibilidade de ocorrer
Público (Próprio). Evento que pode ser observado/experienciado independentemente por
múltiplos observadores (estímulo público/resposta pública, comportamento aberto)
Punição (ModAPAp). 1. em condicionamento operante, o processo no qual a relação, ou
contingência, entre a resposta e algum estímulo ou circunstância resulta na resposta se
tornando menos provável. Por exemplo, a bicada de um pombo em uma chave pode à
princípio ocasionalmente ser acompanhada pela apresentação de comida; isto estabelecerá
alguma probabilidade de bicar. Em seguida, cada bicada produz um breve choque elétrico
(enquanto as outra condições permanecem como antes). Se as bicadas diminuem como
resultado, então se diz que ocorreu punição, e o choque é chamado de punidor. 2. o
procedimento de induzir punição (efeito) usando um punidor (estímulo)
Punição negativa (APA). punição que resulta porque algum estímulo ou circunstância é
removida como consequência de uma resposta. Por exemplo, se uma resposta resulta em
uma subtração de dinheiro de uma conta, e a resposta se torna menos provável como
resultado dessa experiência, então ocorreu puniçãonegativa
Punição positiva (APA). punição que resulta porque algum estímulo ou circunstância é
apresentado como consequência de uma resposta. Por exemplo, se uma resposta resulta
em apresentação de um ruído alto e a resposta se torna menos provável como resultado
dessa experiência, então a punição positiva ocorreu.
Recompensa (Catania). Ver REFORÇO
Reforçador (Catania). Ver REFORÇO
Reforçador arbitrário (Voac). tipo de estímulo reforçador que para ser eficaz depende de
um estado de privação de uma segunda pessoa
Reforçador extrínseco (Catania). reforçador que tem uma relação arbitrária com as
respostas que o produzem (como quando um músico toca por dinheiro, e não porque o
tocar produz música). O termo também tem sido aplicado a estímulos que se supõe que
funcionem como reforçadores, porque sua função foi instruída (como quando se diz às
crianças que é importante tirar boas notas); apesar de seu rótulo, tais estímulos geralmente
são reforçadores inefetivos
Reforçador Condicionado (Catania). estímulo que funciona como um reforçador devido à
sua relação de contingência com um outro reforçador. Tais estímulos também têm sido
chamados reforçadores secundários, mas essa designação fica melhor se reservada a
casos em que o modificador especifica quantos estímulos separam o reforçador
condicionado do reforçador primário (p. ex., o reforçador secundário relacionado
diretamente ao reforçador primário, o reforçador terciário relacionado a um secundário,
etc.). A conveniência geralmente dita a ordem atribuída (p. ex., as operações do comedouro
geralmente são chamadas de reforçadores primários, embora os estímulos auditivos e/ou
visuais que as acompanham sejam, de fato, reforçadores condicionados que precedem o
comer).
Reforçador generalizado (Catania). reforçador condicionado com base em vários
reforçadores primários. Ele tem maior probabilidade de se manter efetivo ao longo de
diferentes operações estabelecedoras do que um reforçador condicionado baseado
somente em um reforçador primário. O dinheiro geralmente é apresentado como um
exemplo de um reforçador generalizado do comportamento humano.
Reforçador intrínseco (Catania). reforçador que é naturalmente relacionado às respostas
que o produzem (como quando um músico toca não por dinheiro, mas porque tocar produz
música)
Reforçador natural (Voac). tipo de estímulo reforçador que para ser eficaz depende do
estado de privação da própria pessoa
Reforço (APAp). 1. em condicionamento operante, um processo no qual a frequência ou
probabilidade de uma resposta é aumentada por um relacionamento dependente, ou
contingência, com um estímulo ou circunstância (o reforço). 2. O procedimento que resulta
na frequência ou probabilidade de uma resposta sendo aumentada dessa forma
Reforço diferencial (Cataniap). o reforço de algumas respostas, mas não de outras,
dependendo das propriedades das respostas como a intensidade, as propriedades
temporais, topográficas ou outras (incluindo os estímulos na presença dos quais elas são
emitidas
Reforço intermitente (Catania). reforço de algumas, mas não todas as respostas
Reforçamento negativo (Voac). processo operante em que a retirada de um estímulo
conseqüente (aversivo), aumenta a freqüência de uma resposta
Reforçamento positivo (Voac). processo operante em que apresentação de um estímulo
conseqüente (reforçador), aumenta a freqüência de uma resposta
Repertório (Catania). comportamento que um organismo pode emitir, no sentido de que o
comportamento existe em um nível acima de zero, foi modelado ou, se extinto, pode ser
rapidamente reinstalado. O organismo não tem que se engajar no comportamento para ele
estar em seu repertório (p. ex., um rato que aprendeu a percorrer um labirinto tem o correr
no labirinto em seu repertório, mesmo quando não está no labirinto). Na medida em que
algumas respostas do repertório são mais prováveis do que outras, um repertório consiste
de uma hierarquia; os procedimentos operantes modificam as posições relativas das
respostas na hierarquia.
Resposta (Catania/modAPA). unidade de comportamento, segmento discreto e geralmente
recorrente de comportamento / qualquer ação ou reação glandular, muscular, neural ou
outra a um estímulo. Uma resposta é uma unidade de comportamento claramente definida,
mensurável discutida em termos de seu resultado (p.ex. pressionar uma barra) ou suas
características físicas (p.ex. levantar um braço)
Resposta condicionada CR (APA). Em condicionamento respondente/pavloviano, a
resposta aprendida ou adquirida a um estímulo condicionado
Resposta incondicionada UR (APA). a resposta não aprendida a um estímulo: qualquer
resposta original que ocorre naturalmente e na ausência de condicionamento (p.ex. no
experimento de Ivan Pavlov, a salivação do cão em resposta a apresentação de comida). A
resposta não condicionada serve como base para o estabelecimento da resposta
condicionada
Ressurgência (APA). em condicionamento, o reaparecimento de respostas previamente
reforçadas e então extintas durante um período de extinção por uma resposta aprendida
subsequentemente. POr exemplo, poderia ser apresentado a um rato duas alavancas.
Primeiro, pressões sobre a alavanca A são reforçadas; em seguida, pressões sobre a
alavanca A são submetidas a extinção e pressões sobre a alavanca B são reforçadas. A
pressão da alavanca A cessará, e a pressão da alavanca B ocorrerá. Finalmente, ´r
arranjada a extinção para pressões sobre a alavanca B, de modo que nenhum reforço está
disponível na situação. À medida que a resposta na alavanca B diminui, a pressão sobre a
alavanca A aumentará temporariamente.
Saciação (modCatania). "Oposto" de privação". operação estabelecedora, apresentação
continuada ou disponibilidade de um reforçador, que reduz sua efetividade (ou, como um
processo, a redução na efetividade que ela produz). A saciação pode ocorrer à medida que
as respostas são reforçadas ou pode ser programada independentemente do responder.
Um critério para a saciação, quando o reforçador é um alimento, é a pré-alimentação
(apresentação de comida por um período fixo de tempo ou com uma quantidade fixa antes
de uma sessão)
Seleção pelas consequências (Catania). seleção operante ou análogo ontogenético da
seleção filogenética ou Darwiniana, expressa como uma forma abreviada de seleção do
comportamento por suas conseqüências. Em um sentido mais geral, todas as variedades de
seleção que envolvem conseqüências (p. ex., a evolução do olho depende das
conseqüências do ver mais finamente diferenciado)
Sublimação (APA). em teoria psicanalítica, um MECANISMO DE DEFESA no qual
impulsos sexuais inaceitáveis ou agressivos são Inconscientemente canalizados para
modos de expressão socialmente aceitos. Portanto, os impulsos e energias inaceitáveis são
redirecionados para comportamentos novos, aprendidos, que indiretamente fornecem
alguma satisfação para os instintos originais. Por exemplo, um impulso exibicionista pode
ganhar uma nova saída na coreografia; um impulso voyeurista pode levar à pesquisa
científica; e um impulso perigosamente agressivo pode ser expresso com impunidade no
campo de futebol. Além de permitir a substituição de satisfações, essas saídas parecem
proteger os indivíduos da ansiedade induzida pelo impulso original.
Subterfúgio (Dicio). manobra ou pretexto para evitar dificuldades; pretexto, evasiva; ardil
para se conseguir algo; estratagema
Topografia da resposta (APA). características físicas de uma resposta, incluindo sua
duração, força, extensão e localização