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AULA EXPERIMENTAL ANÁLISE DO ARRASTO EM ESFERAS E OUTROS CORPOS ROTEIRO: 1ª Etapa: medição do arrasto em esferas, com e sem gerador de vórtices, utilizando uma célula de carga unidirecional, realizada no túnel de vento de circuito fechado do Laboratório de Aerodinâmica Experimental da UFMG. Condições de realização do experimento: (massa específica a ser calculada durante o experimento); (viscosidade dinâmica do ar a 00) = 1,792×10−5 ∙ ; (velocidade não perturbada a ser medida); Diâmetro da = 54,36×10-3 , usando o diâmetro como a dimensão característica; Área frontal da = 2,16×10−3 2; 2ª Etapa: calcular via bibliografia específica qual seria o número de Reynolds crítico da esfera lisa, bem como calcular o Reynolds do experimento da mesma! O que você pode concluir comparando-se os números de Reynolds crítico e do experimento, tendo em vista a esfera lisa do experimento? 3ª Etapa: observar o que acontece quando as esferas são submetidas a um banho de óleo e imersas no escoamento. Analise as fotos e explique o fenômeno. Figura 01 - Esfera lisa Figura 02 - Esfera com gerador de vórtices 4ª Etapa: pós-processar os dados brutos coletados, tratando-os estatisticamente, gerando tabelas, gráficos, analisando-os quantitativamente e qualitativamente, bem como concluindo sobre os fenômenos aerodinâmicos observados, elaborando um relatório técnico, conforme recomendações gerais para redação dos relatórios, no Anexo I. Infra-estrutura necessária à realização da prática: Óleo queimado de motor a combustão; Tubo de Pitot-estático; Transdutores de pressão e temperatura; Sistema de controle de velocidade; Túnel de vento de circuito fechado; Sistema de aquisição de tensões. Fonte de tensão 24 VDC para célula de carga. Célula de carga unidirecional de 10 VDC e 20 mA. Esferas com e sem gerador de vórtices. Haste de fixação de modelos. Anexo I RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA REDAÇÃO DOS RELATÓRIOS Recomenda-se subdividir os relatórios nos seguintes itens: 1 CAPA (contendo a prática a qual o relatório se refere e a identificação do(s) autor (es)). 2 INTRODUÇÃO (apresentando os objetivos da prática e fornecendo somente as informações adicionais consideradas relevantes). 3 TEORIA (solucionando os problemas questionados no roteiro da prática). 4 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL (descrição dos materiais e equipamentos utilizados, da metodologia adotada e contendo esquemas e diagramas quando necessário). 5 RESULTADOS (apresentando os resultados de medição na forma de gráficos e tabelas, incluindo o cálculo de suas incertezas). 6 DISCUSSÃO (analisando criteriosamente e discutindo os resultados de medição a partir dos cálculos de incerteza e comparações com a literatura). 7 CONCLUSÕES (apresentando sumariamente conclusões obtidas a partir dos principais itens de discussão). 8 BIBLIOGRAFIA (adicionar quando citada ou consultada). A linguagem utilizada no relatório deve ser aquela afeta a um relatório técnico onde se prioriza a exatidão também das informações. ANEXO II O coeficiente de arrasto de uma esfera lisa é função do número de Reynolds. A linha cheia representa o resultado de medidas realizadas em túneis de vento de uma esfera lisa e a linha tracejada de um cilindro liso. A linha reta tracejada corresponde à fórmula de Stokes (força de arrasto proporcional à velocidade)