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AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA
Curso: Graduação em Enfermagem
Disciplina: Semiologia Aplicada à Enfermagem
MARCOS ANATÔMICOS DA 
REGIÃO ANTERIOR DO TÓRAX
 Ângulo esternal ou ângulo de Louis
 Identifique a chanfradura supra-esternal e deslize o
dedo cerca de 5 cm para baixo até encontrar a
saliência óssea que une o manúbrio ao corpo do
esterno.
 Articulação da 2ª costela
 Bifurcação traqueal
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
MARCOS ANATÔMICOS DA 
REGIÃO ANTERIOR DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
LINHAS TORÁCICAS
REGIÃO ANTERIOR DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
LINHAS TORÁCICAS
REGIÕES LATERAIS DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
LINHAS TORÁCICAS
REGIÃO POSTERIOR DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
REGIÕES TORÁCICAS
ANTERIOR E POSTERIOR
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
REGIÕES TORÁCICAS
LATERAIS
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
SEMIOTÉCNICA
 ATENÇÃO!!!
 A comparação entre os achados de um lado e do outro
do tórax é fundamental.
 O exame deve começar do ápice em direção às bases
pulmonares e de um hemitórax para o outro.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
SEMIOTÉCNICA
 O tórax do paciente deverá ser exposto.
• Exame do tórax posterior: paciente sentado (sempre que possível).
• Exame do tórax anterior: paciente em decúbito dorsal.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
SEMIOTÉCNICA
I. INSPEÇÃO II. PALPAÇÃO
III. PERCUSSÃO IV. AUSCULTA
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
SEMIOTÉCNICA
INSPEÇÃO
O QUE AVALIAR?
 Condições da pele
 Dispositivos de assistência
 Forma do tórax
 Simetria torácica
 Dinâmica respiratória
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
CONDIÇÕES DA PELE
E DISPOSITIVOS DE ASSISTÊNCIA
 Coloração
 Cicatrizes
 Lesões teciduais
 Ferida Operatória
 Cateteres e Drenos
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
FORMA DO TÓRAX
 Tórax normal:
 Relação entre os diâmetros ântero-posterior e lateral de 1:2.
 O diâmetro lateral é duas vezes maior que o diâmetro 
ântero-posterior.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
 Tórax globoso ou em tonel:
 Relação do diâmetro ântero-posterior com o diâmetro
lateral é de 1:1.
 Causas: doenças que cursam com obstrução crônica ao
fluxo aéreo (DPOC, asma crônica). Normal em idosos e
em lactentes.
FORMA DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
 Tórax em funil (peito escavado):
 O esterno fica deprimido ao nível do 1/3 inferior.
 O diâmetro ântero-posterior fica diminuído.
 Causas: raquitismo e distúrbios congênitos do tecido conjuntivo.
FORMA DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
FORMA DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
 Tórax em peito de pombo ou em quilha:
 O esterno projeta-se para frente.
 Causas: comunicações interatriais (CIA) ou
interventriculares (CIV). Asma.
FORMA DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
FORMA DO TÓRAX
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
SIMETRIA TORÁCICA
 Em geral, os dois hemitórax têm FORMA e
MOVIMENTOS simétricos.
 A simetria está relacionado com o volume pulmonar
(conteúdo aéreo) de cada lado.
 Sendo esse volume o responsável pela manutenção do
mediastino na posição neutra (central).
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
SIMETRIA DO TÓRAX
 Abaulamentos: aumento do volume de um dos
hemitórax (derrame pleural, pneumotórax).
 Retrações: diminuição do volume de um dos
hemitórax (atelectasias).
ASSIMETRIA TORÁCICA
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
 E como detectar essas
alterações na radiografia
torácica?
ASSIMETRIA TORÁCICA
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
DENSIDADES RADIOLÓGICAS
DENSIDADE ABSORÇÃO IMAGEM
Metal Total Branca 
brilhante
Cálcio Grande Branca
Água Média Cinza
Gordura Pouca Quase 
preta
Ar Nenhuma Preta
Slide gentilmente cedido pelo Enfº Cleydson Oliveira Rodrigues.
Slide gentilmente cedido pelo Enfº Cleydson Oliveira Rodrigues.
Slide gentilmente cedido pelo Enfº Cleydson Oliveira Rodrigues.
 ATELECTASIA: colabamento dos alvéolos levando à
diminuição do volume do pulmão comprometido. O
hemitórax afetado fica retraído em relação ao
hemitórax normal.
 Características: imagem hipotransparente, diminuição
dos espaços intercostais e desvio de mediastino para
o lado afetado.
ASSIMETRIA TORÁCICA 
ATELECTASIA
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
ASSIMETRIA TORÁCICA 
ATELECTASIA
ASSIMETRIA TORÁCICA 
PNEUMOTÓRAX
 PNEUMOTÓRAX: acúmulo de ar no espaço pleural. O
hemitórax comprometido pode ficar com o volume
aumentado e abaulado em relação ao lado não afetado.
 Características: ausência de vasculatura (imagem
hipertransparente/pulmão escuro), aumento de espaços
intercostais, desvio de mediastino para o lado oposto e
retificação do diafragma.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
ASSIMETRIA TORÁCICA 
PNEUMOTÓRAX
ASSIMETRIA TORÁCICA 
DERRAME PLEURAL
 DERRAME PLEURAL: acúmulo de líquido no espaço
pleural. O hemitórax comprometido pode ficar com o
volume aumentado e abaulado em relação ao lado
não afetado.
 Características: desvio de mediastino para o lado
oposto (quando volumoso) e apagamento de seios
costofrênicos.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
ASSIMETRIA TORÁCICA 
DERRAME PLEURAL
DINÂMICA RESPIRATÓRIA
 Amplitude de expansão
 Frequência e ritmo respiratórios
 Utilização de musculatura acessória
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
 Taquipneia: frequência respiratória acima dos valores
normais. Pode estar associada a doenças pulmonares
restritivas, hipoxemia, dor torácica e episódios de febre
(FR > 22 irpm).
 Bradipneia: frequência respiratória abaixo dos valores
normais. Pode estar associada a HIC e intoxicações
exógenas por opiáceos e barbitúricos (FR < 12 irpm).
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
DINÂMICA RESPIRATÓRIA
 Hiperventilação: respiração rápida e profunda. Pode
estar associada a acidose metabólica ou a lesões
mesencefálicas (hiperventilação neurogênica).
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
DINÂMICA RESPIRATÓRIA
 Respiração de cheyne-stockes: caracteriza-se por
uma fase de apnéia seguida de incursões
respiratórias cada vez mais profundas até atingir um
máximo, para depois vir decrescendo até nova pausa.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
DINÂMICA RESPIRATÓRIA
 Pode estar associado a:
 Intoxicações por barbitúricos ou opiáceos, HIC,
lesão córtex-cerebral (supratentoriais) e coma
metabólico.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
DINÂMICA RESPIRATÓRIA
 Respiração de Biot (atáxica): respiração irregular
quanto ao ritmo e amplitude, com pausas (apnéia).
Associado a depressão respiratória e lesão bulbar.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
DINÂMICA RESPIRATÓRIA
 Respiração de Kussmaul: caracterizada por
inspirações rápidas e amplas, intercaladas por curtos
períodos de apnéia, e expirações profundas e ruidosas.
Associado a alterações metabólicas (Cetoacidose
diabética).
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS,2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
DINÂMICA RESPIRATÓRIA
SEMIOTÉCNICA
PALPAÇÃO
PALPAÇÃO
 Simetria e amplitude dos movimentos respiratórios.
 A palpação associada à inspeção é especialmente
eficaz na avaliação da simetria e da amplitude dos
movimentos respiratórios.
 Dor na parede torácica, presença de protuberâncias,
massas, edema.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
PALPAÇÃO
PALPAÇÃO
PALPAÇÃO
PALPAÇÃO
 Investiga-se também a presença de frêmitos:
 FRÊMITO TORACOVOCAL: transmissão da vibração
do movimento do ar através da parede torácica
durante a fonação (“trinta e três” ou “um, um, um”).
 Frêmito aumentado: pneumonia
 Frêmito diminuído: derrame pleural ou pneumotórax
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
PALPAÇÃO
 FRÊMITO BRÔNQUICO: vibração das secreções nos
brônquios de médio e grosso calibre durante a
respiração.
 Pode desaparecer, diminuir ou mudar de posição com
a mobilização das secreções (tosse, aspiração de vias
aéreas, mudança de decúbito).
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
PALPAÇÃO
SEMIOTÉCNICA
PERCUSSÃO
PERCUSSÃO
 PERCUSSÃO DÍGITO-DIGITAL
 Percuta o tórax em localizações simétricas, dos
ápices em direção às bases.
 Percuta um dos lados e, em seguida, o outro, no
mesmo nível.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
PERCUSSÃO
PERCUSSÃO
PERCUSSÃO
PERCUSSÃO
 Os sons encontrados podem ser:
• Claro pulmonar:
• Timbre oco encontrado no tecido pulmonar normal.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
PERCUSSÃO
• Maciço: som encontrado em áreas que apresenta-se com
condensação, como ocorre nas pneumonias e tumores.
Encontrado também sobre a área do coração e dos ossos.
• Hipersonoros: sons mais intensos que o som claro
pulmonar. Indicam aumento de ar no espaço pleural
(pneumotórax).
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
PERCUSSÃO
PERCUSSÃO
SEMIOTÉCNICA
AUSCULTA
AUSCULTA
 Consiste em ouvir os ruídos torácicos com o
diafragma do estetoscópio durante todo o ciclo
respiratório.
 Assim como na percussão, também deve ser
realizada nas regiões simétricas dos dois hemitórax.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
AUSCULTA
 SONS RESPIRATÓRIOS NORMAIS: resultam da
transmissão de vibrações padronizadas pela
movimentação do ar nas vias respiratórias pérvias.
 MURMÚRIO VESICULAR
 SOM BRÔNQUICO
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
AUSCULTA
AUSCULTA
 SOM BRÔNQUICO
 Audível no pescoço, ao nível da traquéia (onde não
existe parênquima pulmonar).
 Som rude, intenso e bem audível.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
 MURMÚRIO VESICULAR: auscultado em toda a
extensão do tórax.
 Causas possíveis de diminuição do murmúrio
vesicular: pneumotórax, hemotórax, espessamento
pleural, enfisema pulmonar e atelectasia.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
 RUÍDOS ADVENTÍCIOS: são sons anormais que se
superpõem aos sons respiratórios normais.
 Investigar:
• Duração (fase inspiratória, expiratória ou ambas)
• Localização
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
 CREPITAÇÕES: audíveis quando ocorre abertura
súbita das pequenas vias aéreas contendo líquido. O
som de uma crepitação pode ser produzido
esfregando-se uma mecha de cabelo contra os dedos
próximo ao ouvido.
 Comuns nos casos de congestão pulmonar, edema
pulmonar, pneumonia, bronquite.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
 RONCOS: ocorrem em conseqüência da passagem de ar
através de estreitos canais repletos de líquidos/secreções.
Ocorrem quando há produção excessiva de
muco/secreções.
 Comuns nos casos de bronquite, pneumonias (acúmulo de
secreções). São geralmente auscultados na expiração e
desaparecem com manobras que mobilizam as secreções.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
 SIBILOS: decorrem da passagem de ar por via aérea
estreitada. O som assemelha-se a um assovio (sons
agudos).
 Comuns nos casos de asma, broncoespasmos,
neoplasias ou corpos estranhos que venham causar
semi-obstruções nas vias aéreas.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
 ATRITO PLEURAL: decorrente da inflamação pleural.
O som é semelhante ao ranger de couro atritado.
 Você pode imitar esse som, colocando uma das mãos
de encontro ao próprio ouvido e atritando-o com a
outra mão, com forte pressão.
 Encontrado nos casos de pleurite.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
AUSCULTA
 ESTRIDOR LARÍNGEO: respiração ruidosa devido à
obstrução ao nível da laringe ou da traquéia.
 Comuns nas laringites, estenoses de traquéia, CA de
laringe, laringoespasmo.
(PORTO, 2013; PORTO; PORTO, 2011; BARROS, 2010; LOPES; MEDEIROS, 2004)
BARROS, A. L. B. L. de. Anamnese e exame físico. Avaliação diagnóstica de enfermagem no
adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.
PORTO, C. C. Semiologia médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
PORTO, C. C; PORTO, A. L. Exame Clínico: Porto & Porto. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
LOPES, M.; MEDEIROS, J. L. Semiologia médica: as bases do diagnóstico clínico. 5. ed. Rio de
Janeiro: Atheneu, 2004.
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