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Terapia Cognitivo
Comportamental para 
Crianças e Adolescentes
Vanuza Francischetto
Mestre em Psicologia
Terapeuta Cognitivo-Comportamental
Especialista Neuropsicologia
Especialista Psicopedagogia
Conselheira em Dependência Química
Especialista em Transtornos Alimentares pela UFRJ
Supervisora de casos clinicos – Clínica em Copacabana
vanuzafr@yahoo.com.br
21 998139233
mailto:vanuzafr@yahoo.com.br
Terapia Cognitivo 
Comportamental (TCC)
Módulo: 
Disciplina: TCC para Crianças e Adolescentes
Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Colatina - ES e em Psicologia pela Universidade Estácio de Sá, formação em
Conselheira Química pela Clínica e Consultoria em Dependência Química Contexto – RJ, formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo Centro
de Psicologia Aplicada e Formação - CPAF e especialista em neuropsicologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, mestre em Psicologia
Social pela Universidade Salgado de Oliveira, Niterói – RJ. Psicóloga clínica em Terapia Cognitivo-Comportamental, professora do Instituto Brasileiro de
Hipnose Aplicada – IBHA.
CONHECIMENTO – Ao final desse programa você deverá conhecer
O modelo Cognitivo Comportamental para Crianças e Adolescentes.
COMPETÊNCIAS – Ao final desse programa você deverá ser capaz de
Diagnosticar, aplicar o modelo e tratamento para crianças e adolescentes através dos conceitos da Terapia Cognitivo 
Comportamental.
ATITUDE – Ao final desse programa você deverá ter mudado sua atitude para:
Ser capaz de observar o paciente com uma visão cognitiva e comportamental, aprimorando a capacidade de planejar e 
realizar intervenções clínicas.
Terapia Cognitiva-Comportamental para 
• Crianças e Adolescentes
Vanuza Francischetto
Mestre em Psicologia
Terapeuta Cognitivo-Comportamental
Especialista Neuropsicologia
Especialista Psicopedagogia
Conselheira em Dependência Química
Especialista em Transtornos Alimentares pela UFRJ
Supervisora do Grupo de Estudo – Clínica em Copacabana
vanuzafr@yahoo.com.br
21 998139233
mailto:vanuzafr@yahoo.com.br
Características essenciais da TCC 
Crianças e Adolescentes
• A TCC é determinada teoricamente;
• É breve e de duração limitada;
• É objetiva e estruturada;
• Enfoca problemas atuais;
• Encoraja a autodescoberta e a experimentação;
• Fornece uma estrutura para avaliar a mudança.
As primeiras tentativas de aplicação da TCC
Crianças e Adolescentes 
• Impulsividade
Sala de 
aula
• Problemas
Comporta-mento
• Transtorno
TDAH
Transtornos internalizados
Depressão Ansiedade 
Conceitos da TCC 
utilizados na prática clínica 
adultos Crianças
Idade;
Capacidade funcional;
Habilidades sociocognitivas.
Estado do desenvolvimento Grau de limitação Assimilação das intervenções Intervenção com os pais
Pré-operacional Alto Comportamentais Indispensável
Operatório concreto Moderado Comportamentais
Cognitivas simples
Considerável
Operatório formal Baixo Comportamentais e cognitivas Varia com o caso
Fases de desenvolvimento
Principais dificuldades da TCC para crianças
• Limitações relacionadas à escassa motivação para 
realizar o tratamento;
• O desenvolvimento intelectual;
• A capacidade de comunicação.
Pode ser problemático considerar como distorções cognitivas as modalidades de 
processamento que são normais para determinado nível do desenvolvimento evolutivo
Adulto
Diferencia racional do irracional
Entende as suas inconsistências
Identifica os pensamentos irracionais 
Pensamento disfuncional
Criança (pequena)
Tende a não diferenciar pensamento 
lógico e ilógico
Dificuldade de identificá-los
Não são capazes de diferenciar 
pensamento das emoções
Pensamento mal-adaptativo
Infância Comportamento é Multideterminado
•Elementos 
cognitivo-
comportamentais
• Influências 
interpessoais
• Influências 
ambientais
• Biológico
Na gênese e no tratamento de transtornos psiquiátricos
Patologias usuais – Kendall (200)
Transtornos internalizantes
Prepondera as distorções no 
processamento da informação
Depressão e T. ansiosos
Pode ocorrer uma mudança cognitiva e o 
questionamento das interpretações 
disfuncionais com as experiências no 
consultório
Transtornos externalizantes
Déficit cognitivo
Agressividade, comportamento 
disruptivo
Trabalhos de autocontrole, parar e 
pensar alternativas e treinamento 
em resolução de problemas
Déficit cognitivo = falta de um processamento cognitivo efetivo
(criança desatenta, impulsiva e que age de modo irreflexível) 
Provérbio chinês:
“Quando escuto esqueço. Quando vejo lembro. Quando faço entendo.”
Como trabalhar com as crianças?
Brincadeiras, desenhos etc.
Atividade
Motiva e estimula a 
comunicação
Permite mudar crenças e 
circuitos de interação
Atividade multisensorial
Uso simultâneo de duas ou mais 
modalidades sensoriais
Para receber ou expressar 
informação
O que passa pela sua cabeça ao ver esta imagem?
- Se estes processos forem alterados poderão ocorrer
mudanças no comportamento.
A Terapia Cognitiva baseia-se no pressuposto racional 
teórico de que o afeto e o comportamento do indivíduo são 
determinados e motivados em grande parte pelos 
acontecimentos e processos cognitivos 
(Beck ).
Modelo Cognitivo
Princípios centrais TCC
Nossas cognições têm uma influência 
controladora sobre nossas emoções e 
comportamentos
O modo como agimos ou nos comportamos 
pode afetar profundamente nossos padrões 
de pensamento e nossas emoções
Comportamentos
Cognições
Princípios centrais TCC
Avaliação 
cognitiva
(“Não vou saber o que 
dizer e vou travar)
Emoção
(ansiedade, 
tensão)
Comportamento
(fica lanchando e se isola)
Evento
(escola – conversar com os 
colegas)
Princípios da TCC
Passos para se estabelecer um plano de tratamento
• Formulação do problema;
• Desenvolvimento de uma relação colaboradora;
• Motivação para tratamento;
• Estabelecimento de metas;
• Educação dos pacientes sobre o
modelo cognitivo;
• Intervenções cognitivo-comportamentais;
• Prevenção de recaída.
file:///D:/Aulas/CURSO TCC CRIAN%C3%87AS 2/Principios B%C3%A1sicos/Fases da motiva%C3%A7%C3%A3o.pptx#2. Slide 2
• As tarefas de casa não são essenciais durante o 
estágio de avaliação, mas são importantes para 
facilitar o uso e a transferência de habilidades para 
o ambiente cotidiano da criança
Princípios da TCC
Tarefas para fazer em casa
Adaptação da TCC
Crianças e Adolescentes
Técnicas
Não-verbais
Verbais
Demanda Clínica
Família Educadores
Contato primário: com os pais;
Terapeuta: colhe dados relacionados à queixa dos pais,
da escola ou de ambos .
Tratamento 
Criança e Adolescente
Terapeuta
Papel do terapeuta
• Diagnosticar: avaliar múltiplas fontes de informação (pais, irmãos, docentes,
médicos e o paciente) para poder realizar uma síntese própria da situação;
• Consultor: trabalhar de forma colaborativa com o paciente na busca de soluções;
• Treinador: disponibilizar estratégias para que o paciente possa desenvolver
habilidades cognitivas e comportamentais para enfrentar as situações
de conflito por si mesmo.
 Não tenha interesse pelos gostos da criança;
 Seja entediante e estruturado. Não se divirta com ele;
 Obrigue-o a vir;
 Não o faça participar;
 Não defina ou esqueça os objetivos com a criança;
 Trabalhe somente com a criança;
 Dedique-se somente a brincar com ele;
 Exclua o contexto da criança (pai, irmãos e escola);
 Responsabilize os pais, mas não lhes dê soluções;
 Repita o que não funcionou;
 Ignore alternativas médicas e os guias de prática clínica;
 Faça com que a criança se adapte ao tratamento, no lugar de adaptar o
tratamento a ela;
 Concentre-se em marcar somente os erros.
O processo terapêutico da TCC focada na criança
P
R
E
C
I
S
E
Baseado em
Adequado ao
Promove
É
Encoraja a
Facilita a
É
(Partnership) Parceria no trabalho
(Right) Nível desenvolvimental correto
(Empathy) Empatia
(Creative) Criativo
(Investigation) Investigação e experimentação(Self-discovery) Autodescoberta e auto-eficácia
(Enjoyable) Divertido e prazeroso
(Paul Stallard)
Como informar a criança sobre a terapia?
(aos pais)
• Oriente a criança;
• Inclua toda a família no problema;
• Pergunte se a criança concorda em buscar ajuda;
• Não prometa recompensas por sua ida ao terapeuta;
• Fazer um balanço das vantagens de se solucionar o problema – sem chantagens 
emocionais;
• Limite temporalmente a ida da criança ao terapeuta.
A TCC considera e incorpora
o ambiente interno e o:
Ambiente
Ambiente 
externo
A família pode colaborar em:
• Resolução de conflito;
• Na origem e manutenção do problema.
Família
Umas das influências mais importantes na TCC focada na criança, é a dos pais
Família
Importante 
ficar atento
Crenças
Estrutura sistêmica
O contexto em que os 
problemas aparecem
Os comportamentos 
parentais que estimulam e 
reforçam as dificuldades da 
criança
Expectativas e crenças distorcidas 
em relação à criança ou na sua 
capacidade de efetuar mudanças 
positivas 
Identificação de habilidades 
deficientes no comportamento 
dos pais em relação à criança ou 
na resolução de conflitos
Pais
Papel dos 
pais
Facilitadores
Co-terapeutas
co-clientes
clientes
Facilitadores
 O papel mais limitado dos pais é o de facilitadores
 O principal foco da intervenção é o trabalho direto com a criança
 Os pais participam de sessões educacionais para:
- aprender sobre o modelo de TCC e
- aprender sobre as habilidades que a criança estará adquirindo
Co-terapeuta
 O co-terapeuta participa de algumas das sessões do tratamento
 O co-terapeuta tem um papel ativo, de incentivar e supervisionar o uso de habilidades por 
parte da criança fora das sessões
 A criança continua sendo o alvo da intervenção
Co-clientes
 A criança e os pais são alvo de intervenções específicas
 São tratados diretamente problemas/familiares importantes que contribuem para 
as dificuldades da criança
Clientes
 Os pais são o alvo da intervenção e a criança não participa das sessões de tratamento
 A intervenção tem como foco:
- ensinar novas habilidades para tratar comportamentos parentais deficientes ou
- desafiar cognições tendenciosas sobre a eficácia parental ou a natureza dos problemas da 
criança
Apoio a criança
Informações de como os pais podem ajudar a criança
S
U
P
P
O
R
T
Show
Understand
Patient
Prompt
Observe
Reward
Talk
Mostre ao seu filho como ser bem-sucedido
Compreenda que ele tem um problema e 
precisa da sua ajuda
Seja paciente
Estimule-o a tentar
Oberve o que ele faz
Recompense e elogie seus esforços
Converse sobre o que ele faz
(Paul Stallard)
A sala de atendimento
Organizada, traduzindo concretamente a estrutura do tratamento
Ter condições de ser rapidamente limpa
Mesa adequada para o paciente e o terapeuta
Gavetas ou pastas individuais para guardar os 
materiais produzidos indicando privacidade
Brinquedos interessantes de dispor na sala:
Legos, fantoches para role-play
Família com bichos, casinhas de bonecas, kits de construção, instrumentos 
musicais (teclado, gravador com microfone externo, carrinhos, animais selvagens, 
tecidos e materiais para costurar, bolas de material flexível
Quadro negro para psicoeducação
Importante: verificar as preferências e 
necessidades das crianças
Brinquedos específicos:
Crianças que passaram ou passarão por eventos hospitalares
Kits com estetoscópio, seringa, termômetro, etc
Serve para: mediar o acesso ao conteúdo das 
vivências
Possibilidade de viver ativamente uma 
situação que foi vivida passivamente para 
ressignificá-la
Brinquedos específicos:
Para a reestruturação cognitiva
Lentes de aumento, óculos escuros e etc.
Serve para: acessar diferentes formas de 
ver o mundo e a si mesmo
Jogos 
Não estruturados
• Permitem a criança manifestar temas de 
conflito;
• O terapeuta pode utilizar personagens para 
proporcionar explicações, confrontação ou 
elementos racionais que permitam a 
reestruturação cognitiva
Estruturados
• Úteis com crianças sem limites, 
o controle da raiva, a tolerância 
à frustração.
A v a l i a ç ã o 
• Formulação inicial:
• objetivo é um entendimento claro e compartilhado do início e/ou 
manutenção do problema;
(Cristiano Nabuco, 2006)
A v a l i a ç ã o 
• Formulação:
• pode ser incompleta, 
• dinâmica e se desenvolve ao longo do tempo, 
• deve ser simples e útil.
• Porém, o que estamos buscando quando estamos avaliando? Sintomas, 
Impacto, Riscos, Capacidades, Modelo Explicativo.
(Cristiano Nabuco, 2006)
A v a l i a ç ã o 
• Na avalição investiga:
• Sintomas, 
• Impacto, 
• Riscos, 
• Capacidades,
• Modelo Explicativo.
(Cristiano Nabuco, 2006)
Caráter Primário
Identificar o espectro diagnóstico com maior 
capacidade de explicar aquele fenômeno.
Aplicação do modelo cognitivo-
comportamental aos sintomas
Diagnóstico
Caráter 
Secundário
Manifestações fisiológicas 
Impacto
Quanta angústia, estresse ou prejuízo o problema 
causa?
- Família
- Escola
- Social
Riscos
Quais os fatores que desencadearam e mantiveram o 
problema?
- Ganhos da criança de se manter no problema;
- Ganhos dos pais.
Capacidades
Quais os aspectos funcionais da:
- Criança e dos
- Pais?
Modelo Explicativo
Ajuda na comunicação entre:
- Terapeuta
- Família
- Paciente
Entrevista com os pais e outras pessoas 
significativas
Observação clínica
Entrevistas
Coletar: desenvolvimento e/ou histórico 
da queixa.
Questionários
Instrumentos para a 
avaliação
FUNDAMENTAL
Variar as fontes
 Família
 Babás
 Escola
 Parentes próximos
 Outros profissionais
 Entrevista com os pais
 Observação da criança
 Desenhos, cartas, argilas, 
diários etc.
 Inventários
 Monitoramento de 
atividades
Variar os métodos
Escrever uma carta ao terapeuta
Escrever uma Carta ao terapeuta
“Quero que escreva uma carta contando o que quiser sobre você. Conte-
me sobre as coisas que você faz; sua família, seus sentimentos de tristeza, de
raiva ou de preocupação, as coisas de que gosta, as que lhe trazem
problemas, sua escola e seus amigos. Pode escrever qualquer coisa que
queira que eu saiba sobre você. Escreva aquilo que o deixa feliz e aquilo que
o perturba. O que lhe parece?”
A Identificação de Problemas com Adolescentes
Lista de Problemas
O terapeuta operacionaliza os componentes:
Cognitivos
Emocionais
Fisiológicos
Comportamentais
Interpessoais do problema
Psicoeducação
Crianças e Adolescentes
•Ensinar os conceitos 
de maneira gradual 
às crianças e seus 
familiares.
• Independente da faixa etária do paciente, busca-se 
educar quanto:
Transtorno;
Modelo de tratamento da TCC principalmente 
mostrando a ligação entre 3 modos: como 
pensamos, sentimos e fazemos.
Terapia Cognitivo-Comportamental
“Componentes centrais das intervenções cognitivo-comportamentais”
O que você pensa
Como se senteO que você faz
Paul Stallard
O que penso, o que faço, como me sinto
Vou fazer isto errado
Raiva
Tristeza
Ir para a escola
Brincar com os amigos
Sou bom em fazer as pessoas rirem
Contrariado
Ficar sozinho
As pessoas não gostam de mim
Tomar um banho
Feliz
Tomar sorvete
Ninguém jamais vai querer ser meu amigo
Estressado
Amedrontado
Nunca vou passar nos exames
Fazer compras
Situação
Situação
Liste algumas situações
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
-Na escola
- Em casa
- Conversando com um amigo
- Jogando bola
- Semana de prova
- Na internet
Comportamentos
Comportamentos
Liste alguns comportamentos
____________________________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
- Briguei com um amigo
- Menti para o meu pai
- Mandei uma mensagem para um garoto
- Não saí de casa
- Fiquei quieta, não respondi
Sentimentos
Sentimentos
Alegre Triste Com medo Nervoso
Orientação: Desenhe a expressão que melhor descreva o seu sentimento
Rostos de sentimento
Objetivo: iniciar a escala da intensidade de sentimentos.
Sentimento
___________
Nenhum Um pouco Muito
Sentimentos
Liste alguns sentimentos
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
Pensamentos
Pensamentos
Pensamentos
Pensamentos
O que está acontecendo nesta cena?
Me dê outra alternativa?
Porque dou ouvido aos meus Pensamentos Negativos
Automáticos: eles acontecem simplesmente. Surgem sem que 
você tenha pensado neles.
Distorcidos: quando você para e confere, descobre que eles não se 
ajustam realmente aos fatos.
Contínuos: você não escolhe tê-los e eles não podem ser desligados.
Porque dou ouvido aos meus Pensamentos Negativos
Parecem verdadeiros: parecem fazer sentido, então você os aceita 
como verdadeiros sem parar para desafiá-los e questioná-los.
Porque os pensamentos automáticos parecem muito razoáveis, damos 
ouvidos a eles.
Ficamos muito familiarizados com eles porque lhes damos ouvidos com 
muita frequência
Quanto mais os ouvimos, mais acreditamos e os aceitamos como 
verdadeiros.
Todos os meus amigos implicam 
comigo
Alternativas
Pensamentos bons sobre mim
Pensamentos desagradáveis sobre mim
Pensamento Equilibrado
Pensamento equilibrado NÃO é racionalizar seus 
pensamentos
NÃO é ver tudo positivamente
Pensamento equilibrado é procurar informações 
novas que você poderia negligenciar
Rastreando os Pensamentos
Que evidências há para sustentar esses pensamentos?
O que diria a sua melhor amiga?
O que diria o seu professor de matemática?
Que erros de pensamento estava cometendo?
Registro de Pensamento
Data Situação Sentimento Pensamento
Formulação
Entendimento compartilhado
Desenvolvida em parceria com a criança
É um veículo pelo qual ela compreende e percebe 
suas dificuldades
Formulação
Informações
São 
estruturadas
organizadas
Da criança e 
dos pais
Para explorar as possíveis relações entre 
cognições, sentimentos e comportamentos
terapeuta
Formulação
Miniformulações simples
Modelos cognitivos gerais que fornecem uma 
formulação cognitivo do início ou da 
manutenção dos problemas
Formulações específicas de um problema
Formulação Simples
Onde
Na escola
O que eu penso
Meus colegas são 
indiferentes comigo
Como eu me sinto
raiva
O que eu faço
Me afasto
Formulação Manutenção
O que Penso:
Ela esta me trocando
Ela não gosta mais de mim
Minha mãe saiu com um “cara” e me 
deixou só em casa
Como eu me sinto
Raiva,
triste 
O que eu faço
Me cortei
Chorei
E fui para a internet e me 
tranquei no quarto
Parei de falar com ela
Formulação iniciais
- Elementos importantes a considerar no desenvolvimento das formulações
iniciais incluem:
- Experiências e eventos precoces significativos
- Crenças centrais/esquemas importantes
- Suposições que as crianças utilizam sobre si mesmas, 
seu desempenho e seu futuro;
- Pensamentos automáticos que surgem de eventos 
desencadeantes;
- As respostas emocionais que são geradas;
-
- Os comportamentos que se seguem
Formulação Inicial
A minha mãe me chamava de desligada e que eu não iria dá certo na vida
Amigos me chamavam de boba na escola
Sou incompetente
Sou uma idiota
Se eu fizer várias coisas, logo irão me achar o máximo
Prova na escola e compromisso com os amigos
Tenho que dar conta de tudo
Tenho que lembrar de tudo que preciso fazer
Vou estudar depois, primeiro vou ficar com os amigos
Ansiedade
Vai ao encontro com os amigos, fica calada, para não dizer bobeiras e se desliga do tempo e ao chegar 
em casa não consegue estudar tudo que precisava
Notas ruins 
Eventos iniciais importantes
Crenças centrais
Suposições
Eventos desencadeantes
Pensamentos automáticos
Sentimentos
Comportamentos
Consequência 
Formulação iniciais
Atividade
Tarefa-chave da TCC
Facilitar o processo de 
descoberta orientada pelo qual 
a criança é ajudada a reavaliar 
seus pensamentos, crenças e 
suposições e a desenvolver 
processos cognitivos 
alternativos, mais equilibrados, 
funcionais e úteis.
Questionamento 
Socrático
Questionamento socrático
Perguntas de memória
Visa esclarecer fatos ou detalhes e lembrar de informações relevantes
Perguntas de tradução
Identificam o significado atribuído a eventos
Perguntas de interpretação
Exploram a relação entre eventos para a identificação de possíveis padrões semelhantes
Perguntas de aplicação
Identificam conhecimentos e habilidades úteis a respeito de experiências anteriories
Quando isso começou?
O que você faz quando se sente assim?
Com que frequência isso acontece?
Como você entende isso?
Por que você acha que tem esses sentimentos um pouco esquisito?
Por que você acha que isso lhe acontece?
O sentimento que você tem quando entra na escola é o mesmo que tem quando encontra seus amigos em 
outros lugares?
Há momentos em que você nota mais esses pensamentos negativos?
O que você fazia no passado quando se sentia assim?
Você me disse que na última vez em que isto aconteceu, não foi tão ruim. Houve alguma coisa que você fez 
de modo diferente que possa ter ajudado?
Questionamento socrático
Perguntas de análise
Promovem avaliação lógica dos problemas, pensamentos e estratégias de enfrentamento
Perguntas de avaliação
Promovem reavaliação e reflexão dos pensamentos, crenças e suposições
Perguntas de síntese
Incentivam o pensamento criativo/alternativo – pensar “fora da caixa” para identificar 
explicações e soluções novas ou alternativas.
Quando você pensa deste jeito, quais são as evidências que apoiam os seus pensamentos?
Existe alguma evidência que você ignorou?
O que o seu melhor amigo diria se ouvisse você pensando desta maneira?
Vamos fazer uma lista de todas as maneiras diferentes para lidar com isto.
O que você acha que o seu melhor amigo faria?
Existem outras maneiras pelas quais nós poderíamos explicar o que aconteceu?
Então, como você entende isso agora?
Você ainda se vê como um fracasso?
Existe outra maneira de pensar sobre isso?
Eu não saberei 
conversar com as 
pessoas
As pessoas irão me 
achar burra 
quando eu falar 
algo
Elas irão perceber 
vários erros e 
bobeiras que irei 
falar
Ao perceberem 
essas bobeiras irão 
me achar super 
chata
Eles irão buscar 
outras pessoas 
para conversar
Eles irão se afastar 
de mim e eu ficarei 
sozinha
Vou perder todos 
os meus amigos
A cadeia de eventos
Às vezes, nós pensamos que, se não fizermos uma determinada coisa, algo de ruim vai 
acontecer. Como nós pensamos isso, acreditamos que é verdade sem verificar se é possível.
Comece no final, na parte de baixo, e escreva a coisa ruim que você acha que vai acontecer. 
Volte ao início, ao topo da cadeia, e escreva todos os vínculos que teriam de existir antes que 
isso pudesse acontecer.
Óculos negativo
• Sódeixam você enxergar uma parte do que acontece – a parte negativa! Você tem dificuldade 
para ver as coisas boas ou positivas que acontecem
Óculos positivo
• Qualquer coisa positiva é descartada, como pouco importante, ou desconsiderada.
Explodindo tudo
• As pequenas coisas negativas que acontecem se tornam maiores do que realmente são.
Prever que coisas ruins acontecerão:
Leitor de pensamentos – que acha que sabe o que todos estão pensando.
Adivinhador – que acha que sabe o que irá acontecer.
Distorções cognitivas
Escreva o pensamento negativo que você ouve com maior 
frequência.
Escreva todas as evidências que confirmam esse pensamento.
Escreva todas as evidências que contestam esse pensamento.
Pergunte-se o que seu melhor amigo/professor/ seus pais diriam se ouvissem você pensando 
assim.
Depois de fazer isso, pense: será que existe uma maneira mais equilibrada de pensar sobre essas 
coisas?
Listas:
Crianças que implicam Crianças legais Crianças que não tem afinidade
Teste de evidência
Crença: “Todas as crianças são implicantes”
TCC 
Criança e 
adolescente
Métodos 
comportamentais
Envolver pais
abstrata
simples
Métodos 
Não-verbais
Métodos
cognitivos
Só a criança
concreta
Complexa
Métodos verbais
Paul Stallard
Caballo V.E. Manual de Psicologia Clínica Infantil e do Adolescente. Transtornos Gerais.São Paulo: Editora Snatos, 2007.
Caminha, M.R., Caminha, M.G. A Prática Conitiva na Infância.São Paulo: Roca, 2007.
Knapp P. e cols. Terapia Cognitivo-comportamental na prática psiquiátrica. Porto Alegre:Artmed, 2004.
Princípios e Práticas em TDAH Luis Augusto Rohde, Paulo Mattos e colaboradores Artmed Editora, 2002.
Manual de Terapia Cognitivo Comportamental no TDAH
Knapp P, Rohde L, Lyszkowski L e Johanpeter J. Porto Alegre: Editora Artmed,2002.
McClure, Jessica M.,Friedberg, R.D. A Prática Clínica de Terapia Cognitiva com Crianças e Adolescentes. Porto Alegre:Artmed. 2004.
Rangé, B. Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais. Um diálogo com a Psiquiatria. Porto Alegre. Artmed, 2001. 
Petersen, C. S. et al. Terapias cognitivo-comportamentais para crianças e adolescentes: ciência e arte. Porto Alegre: Artmed, 2011.
Cordioli, A. V. Psicoterapias: Abordagens atuais: Abordagens atuais. Porto Alegre. Artmed, 2008.

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