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PROCESSAMENTO
RADIOGRÁFICO
PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
A Câmara escura é um local vedado à entrada de luz externa (quando fechado), onde o filme
radiológico è manipulado, onde se desenvolvem os processos de revelação, fixação e lavagem
das películas radiográficas e se carrega e descarregam
todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade.
È o lugar no qual se desenvolvem os processos de revelação do filme.
A câmara é dividida em duas partes:
� Parte Seca: Balcão, luz de segurança
� Parte Úmida: Tanque de revelação, tanque de lavagem, etc.
É uma sala bem iluminada que se comunica com a câmara escura.
É nesta câmara que se faz o controle de qualidade dos exames.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
A Câmara escura
A Câmara escura é um local vedado à entrada de luz externa (quando fechado), onde o filme
radiológico è manipulado, onde se desenvolvem os processos de revelação, fixação e lavagem
das películas radiográficas e se carrega e descarregam-se os chassis. Tem e
todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade.
È o lugar no qual se desenvolvem os processos de revelação do filme.
A câmara é dividida em duas partes:
Parte Seca: Balcão, luz de segurança, caixa de filmes, etc.
Parte Úmida: Tanque de revelação, tanque de lavagem, etc.
CÂMARA CLARA
É uma sala bem iluminada que se comunica com a câmara escura.
É nesta câmara que se faz o controle de qualidade dos exames.
PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
A Câmara escura é um local vedado à entrada de luz externa (quando fechado), onde o filme
radiológico è manipulado, onde se desenvolvem os processos de revelação, fixação e lavagem
se os chassis. Tem este nome porque
todos estes processos só podem ser realizados sob luz de segurança e de baixa intensidade.
È o lugar no qual se desenvolvem os processos de revelação do filme.
, caixa de filmes, etc.
Parte Úmida: Tanque de revelação, tanque de lavagem, etc.
É uma sala bem iluminada que se comunica com a câmara escura.
É nesta câmara que se faz o controle de qualidade dos exames.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Processamento Radiológico
Procedimento que visa transformar a imagem latente em imagem visível, através da
ação de substâncias químicas sobre a emulsão do filme. Em geral, o processamento radiográfico
pode ser dividido nas seguintes etapas:
1- Revelação
2- Lavagem intermediária
3- Fixação
4- Lavagem final
5- Secagem
Revelação
É a etapa na qual se estabelece a diferença entre as áreas do filme que foram expostas á luz
e as quais não foram. Os ingredientes básicos de um revelador de raios-X, são:
Solventes
Agentes reveladores
Aceleradores ou ativadores
Preservativos
Retardadores
� Solvente: o solvente básico em um revelador é a água que dissolve e ioniza as
substâncias químicas do revelador.
� Agentes reveladores: é um composto químico, capaz de converter os grãos expostos
de haleto de prata em prata metálica.
� Aceleradores: os aceleradores (ex. carbonato de potássio ou sódio) são usados com
ativadores.
� Preservativos: retarda a oxidação, mantém a proporção de revelação e ajuda a evitar
manchas na camada de emulsão do filme.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
� Retardadores: os íons que são usados como retardadores, protegem os grãos não
expostos contra a ação do revelador.
Fixação
Para completar a revelação, é necessário eliminar os cristais, não revelados no filme, desta
forma o filme não irá descolorir ou escurecer com o tempo.
A fixação é importante para manter a qualidade de uma radiografia.
Os ingredientes básicos para um banho de fixação são:
� Solvente: dissolve os outros ingredientes difundindo na emulsão.
� Agente fixador: é um agente clarificante ou fixador.
� Conservador: evita a decomposição do agente clarificante ou fixador.
� Endurecedor: em geral, é um sal de alumínio que evita que a gelatina da emulsão se
dilate excessivamente.
� Acidificante: neutraliza todo o revelador alcalino que possa ser trazido pelo filme.
� Amortecedor: podem ser adicionados à solução para manter a desejada acidez,
ajudando a reação a obter melhores resultados.
Lavagem
� Uma radiografia deve ser devidamente lavada para se remover as substâncias químicas
da revelação.
� Os filmes devem ser lavados em água corrente que circula de maneiras que ambas as
superfícies do filme recebam água fresca continuadamente.
Secagem
� A rápida secagem de radiografia depende do adequado condicionamento do filme.
� A temperatura do secador deve ser a mais baixa possível, e não deve exceder o nível de
temperatura recomendado.
Métodos de Processamento
É a forma como pode ser realizado o processamento radiográfico de um filme podendo ser
manual, automático, computadorizado ou digital.
Processamento Manual
Câmara escura Molhada: No processamento manual do filme radiográfico, que é realizado
dentro da câmara escura.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Câmara Escura para processamento manual:
O processo de revelação pode influenciar acentuadamente na qualidade das imagens
radiográficas. A câmara escura não é, portanto um quarto anexo ao serviço de radiologia, mas é
sim uma importante sala de trabalho e será nela que serão processados os filmes sensibilizados
(imagem latente).
Sendo a câmara escura uma sala importante é necessário que tenha acesso fácil e para
isso ela deve estar centralizada no serviço de imaginologia a fim de diminuir o percurso
agilizando, com isso o trabalho.
No planejamento da câmara escura deve ser considerado que:
O tamanho da sala deve ser planejado e construída de modo que sua dimensão seja de
acordo com o fluxo de atividades previstas no serviço.
Deve haver garantia de total vedação contra luz do dia ou artificial, com instalação de portas com
trincos de segurança, passagens à prova de luz, porta-chassi com proteção à prova de luz. A
proteção contra os raios X é obrigatoriamente necessária, tanto para a proteção de radiação
contra pessoas ativas na câmara de revelação como para os filmes virgens estocados. Paredes
normais não são suficientes. Nunca deve-se dirigir o feixe de radiação útil diretamente sobre a
parede de separação entre a câmara de revelação e a sala de raios X. A guarda de filmes não-
expostos (virgens) exige, de qualquer modo, uma proteção adicional.
Na câmara escura é óbvio que um ambiente escuro e adequado para o manuseio dos filmes é
imprescindível. A falta de atenção com aspectos importantes da câmara escura com certeza se
traduzirá em radiografias de qualidade ruim. A ventilação deve ser adequada, sendo necessária a
colocação de exaustores de forma a manter a pressão positiva no ambiente para a retirada dos
gases que evaporam dos químicos e também para controlar a umidade do ar no seu interior
tornando também mais adequado o armazenamento de filmes virgens. Não é obrigatório que se
pinte as paredes de preto, porém tons foscos com revestimento resistente a ação das
substâncias químicas utilizadas, ajudar a prevenir contra reflexos indesejados de luz. Piso
anticorrosivo, impermeável e antiderrapante. Periodicamente deve ser feito uma verificação se
existe vazamento de luz para dentro da câmara escura, para isso fecha-se a porta e espera-se
por alguns minutos para que ocorra adaptação dos olhos ao escuro logo a seguir observa-se a
existência de réstias de luz e tomam-se as providências de vedá-las. Na câmara escura deve
haver uma lanterna de segurança que ira filtrar a luz da lâmpada branca comum de 15W ( no
máximo) nela existente, a mesma devera ficar a uma distancia não inferior a 1,2 m do local de
manipulação. Para o trabalho de limpeza e organização da câmara escura deve existiruma luz
branca normal, o interruptor desta deve estar em ponto mais alto de forma que não seja possível
o acionamento acidental desta lâmpada o que poderia velar os filmes.
Na câmara escura também deverá existir um conjunto de aparatos para o processamento
manual, além da processadora automática, isto porque no caso de uma manutenção prolongada
da processadora o serviço de revelação não seja totalmente interrompido.
A processadora também pode estar dentro da câmara escura e dentre os modelos de
processadora existem aqueles que só a bandeja de alimentação está dentro da câmara escura
No nosso estudo, nos reportaremos à técnica de processamento manual que é a que existe
maiores conhecimentos práticos e teóricos do operador.
Os principais utensílios utilizados na Câmara escura manual são: Colgaduras, filmes, chassis,
negatoscópio - de luz branca e vermelha, termômetro, cronômetro, tanques para revelação, e
um sistema de água corrente.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Funções do Operador na Câmara Escura Manual
São funções do operador na Câmara Escura, verificar o nível e a temperatura das soluções
químicas nos tanques de revelação, preparar as soluções químicas, ligar as luzes de segurança e
verificar todos os utensílio usados na câmara escura.
É realizado manualmente pelo operador dentro da câmara escura, sendo os tempos do
processo dependentes do operador. No processamento manual, o filme radiográfico é colocado
em uma colgadura proporcional ao seu tamanho. A colgadura é um suporte metálico que
mantém o filme radiográfico preso pelos cantos por presilhas.
Tanques de Processamento
Devem possuir tamanho adequado ao tipo de filme a ser processado, possuir tampa que
deverá estar sempre fechada quando os tanques não estiverem sendo utilizados para o
processamento.
É preconizado que nos tanques de processamento o revelador seja colocado sempre à
esquerda e o fixador à direita. Isso evita acidentes durante o processamento, principalmente em
locais onde mais de uma pessoa utiliza o mesmo tanque ou caixa de processamento, já que as
soluções processadoras estão sempre nessa posição não havendo, portanto, o risco da
introdução acidental da radiografia no líquido errado.
Ocorre em cinco etapas, na seguinte ordem: Revelação; lavagem intermediária ;
fixação; lavagem final; secagem, conforme mostrado no esquema abaixo:
MÉTODO
MANUAL
REVELAÇAO
LAVAGEM
INTERMEDIÁRIA
FIXAÇÃO LAVAGEM FINAL SECAGEM
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Existem dois métodos de processamento manual:
Método Temperatura/Tempo
Ao aferir a temperatura da solução reveladora com um termômetro de imersão,
verificamos na tabela do fabricante do filme o tempo de revelação e o tempo de fixação. Durante
o processamento controlamos o tempo com um cronômetro.
Vantagens: Apresenta excelentes resultados, padronização das radiografias, melhor qualidade
Desvantagem: Controlar a temperatura e o tempo, necessidade da tabela, termômetro de
imersão e do cronômetro
Método Inspecional
Nesse método, o filme é colocado na solução reveladora e de tempos em tempos o filme
é examinado contra a luz de segurança, avaliando o aparecimento da imagem e seu grau de
densidade.
Vantagens: Exames rápidos, não é necessário controlar a temperatura das soluções
Desvantagens: Falta de padronização dos resultados, depende do tipo de filtro e distância da
luz de segurança, sucesso estritamente relacionado à acuidade visual do operador.
Etapas para a execução do processamento manual
Revelação
È a primeira etapa do processamento radiográfico e tem como função converter a
imagem latente em imagem visível, ou seja, converter os íons de prata iônica sensibilizados pela
radiação em prata metálica negra. É o responsável pelo enegrecimento da película radiográfica
nas porções que foram sensibilizadas pelos raios-X.
Lavagem Intermediária “banho de parada”
Após a revelação, a lavagem intermediária é realizada com o objetivo principal de se
remover o excesso da solução reveladora , para não diminuir a ação do fixador . O excesso pode
ser facilmente removido pela imersão cerca de 30 segundos em água. Ao invés da água, pode-se
também utilizar uma solução de ácido acético em água com a vantagem de modo que, além da
remoção do excesso, haverá a neutralização da ação da solução reveladora.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Fixação
Sua função principal é remover os haletos de prata (íons não sensibilizados) sem danificar
a imagem formada pela prata metálica. È nesta etapa, que o filme muda sua imagem nas partes
claras de leitosa para clara e onde ocorre o endurecimento (coagulação) da gelatina. Um filme
não fixado completamente tem uma aparência “leitosa”.
Lavagem Final
Depois de fixado, o filme deve ser bem lavado com água para remover os agentes
químicos ainda presentes.
Secagem
Último passo para a execução do processamento. Pode ser realizado ao ar, com o auxílio
de ventiladores ou em secadoras de ar quente.
PREPARO DE SOLUÇÕES PARA PROCESSAMENTO.
Os fabricantes de soluções para processamento manual e automático fornecem as soluções
para a mistura (soluções diferentes para manual e automático), geralmente vindo em uma
única embalagem de papelão as partes em bombonas e garrafas plásticas para o preparo da
mistura. As partes são identificadas com letras como A, B e C. Não se trata de norma, porém
uma praxe comercial, para facilitar identificação e manuseio das mesmas. Dentro da
embalagem de papelão vem um folheto de instruções passo a passo de como preparar a
mistura . A está mistura chamamos de solução de trabalho ou simplesmente REVELADOR ou
FIXADOR para serem utilizadas no processo manual ou no processo automático. São soluções
distintas para um processo e outro um passo muito importante para obter resultado
adequado no processo radiográfico está no preparo correto das soluções conforme orientado
pelo fabricante do produto . Se por exemplo a quantidade de água está incorreta a atividade
química da solução será afetada e as radiografias produzidas serão insatisfatória. Para um
melhor resultado leia e siga corretamente as instruções contidas nos rótulos dos produtos.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Algumas precauções de extrema importância é evitar a contaminação química das soluções
de processo, pois minúsculas quantidades de impurezas podem produzir largo e indesejável
efeito, portanto:
- Limpe as bombonas de suprimento de solução e suas tampas antes de iniciar a mistura
de soluções frescas.
- Esteja seguro de que nenhum respingo de uma solução caia dentro da outra. Por
exemplo: Uma pequena quantidade de fixador causará no revelador mudanças
significativas, perdendo todo o conjunto de solução.
- Faça a mistura e armazene sempre em “conteiners” feitos de materiais não corrosivos:
polipropileno, polietileno, vidro, fibras etc. Nunca use materiais reativos como metais em
geral, estanho, cobre, zinco, alumínio, ferro galvanizado.
- Não use tanques ou outros “conteiners” que tenham sido soldados porque a reação dos
metais soldados causa “fog”(nevoa) no filme.
- Tampas nos tanques de solução são importantes para evitar que caia impurezas. Além da
referida tampa no revelador, em contato com a superfície da solução torna-se obrigatória
o uso da tampa flutuadora antioxidante.
- Para maior segurança use dois bastões um para o revelador, outro para o fixador para
preparar as soluções. Após o uso lavá-los, colocando em local adequado para secar.
- Cuidado a superdiluição ou subdiluição causam danos alterações nas soluções alterando
todo o processamento afetando diretamente na qualidade das imagens radiográficas
podendo ainda comprometer o sistema mecânico da processadora.
- No local de preparo das soluções devemos ter um ponto de água filtrada com registro e
mangueira dedicados aisto.
BOMBONAS DE DEPÓSITO PARA SOLUÇÕES DE TRABALHO
Chamamos a atenção para alguns pontos de grande importância: Material de que é feito
marcações de limites mínimos, marcas de 38 litros marca 76 litros, contaminação, oxidação.
As bombonas tem que ser de material não reativo: vidro, polietileno, polipropileno, etc.
Alguns fabricantes de químicos ou de processadoras fornecem algumas fitas graduadas.
Muito cuidado com estas fitas, pois em nenhuma delas está marcado qual o diâmetro da
bombona; como existem bombonas de diâmetros diversos, deveríamos ter diversas fitas
graduadas, cada fita corresponderia a um determinado diâmetro para o qual a mesma foi
graduada. A fim de não incorrermos em erros instalando fitas incompatíveis com a bombona,
recomendamos seja feita a marcação para os 38 litros e 76 litros, utilizando uma medida já
conhecida em litros.
CONTROLE DE QUALIDADE
Todos os cuidados com relação ao manuseio do filme, preparo das soluções, uso correto da
processadora, assistência técnica adequada, câmara escura, teremos sem sombra de dúvida,
contribuído enormemente para resultados de exames de qualidade, possibilitando ao
radiologista laudar de forma mais clara e segura a respeito do assunto de interesse. Tudo isto
encerando em uma missão fundamental, honrosa: a valorização e respeito ao ser humano: O
PACIENTE!!!
Processamento Automático ou Seco
Método de processamento
pelos químicos, produz radiografias padronizadas e com todas as características exigidas para o
diagnóstico. O filme é levado por meio de rolos do revelador diretamente para o fixador e daí
para a lavagem final e secagem,
Como pode ser observado, diferente do processamento manual,
intermediária, uma vez que os rolos da processadora comprimem o filme retirando dele todo e
qualquer excesso de solução reveladora. O processamento automático é bem mais rápido que o
processamento manual.
O sistema de transporte tem início ao se inserir o filme na ban
processadora. A partir daí, um conjunto de rolos conduzem o filme através dos tanques da
processadora. Um sensor na entrada controla a taxa de reposição do revelador e fixador em
função da área do filme ou da quantidade de filmes ins
diretamente o processamento do filme através do tempo em que o filme passa mergulhado em
cada tanque.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Processamento Automático ou Seco
Método de processamento onde um sistema mecânico próprio, que transporta o filme
pelos químicos, produz radiografias padronizadas e com todas as características exigidas para o
diagnóstico. O filme é levado por meio de rolos do revelador diretamente para o fixador e daí
avagem final e secagem,
Como pode ser observado, diferente do processamento manual, não existe a lavagem
, uma vez que os rolos da processadora comprimem o filme retirando dele todo e
qualquer excesso de solução reveladora. O processamento automático é bem mais rápido que o
O sistema de transporte tem início ao se inserir o filme na bandeja de alimentação da
processadora. A partir daí, um conjunto de rolos conduzem o filme através dos tanques da
processadora. Um sensor na entrada controla a taxa de reposição do revelador e fixador em
função da área do filme ou da quantidade de filmes inseridos. O sistema de transporte afeta
diretamente o processamento do filme através do tempo em que o filme passa mergulhado em
PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
onde um sistema mecânico próprio, que transporta o filme
pelos químicos, produz radiografias padronizadas e com todas as características exigidas para o
diagnóstico. O filme é levado por meio de rolos do revelador diretamente para o fixador e daí
não existe a lavagem
, uma vez que os rolos da processadora comprimem o filme retirando dele todo e
qualquer excesso de solução reveladora. O processamento automático é bem mais rápido que o
deja de alimentação da
processadora. A partir daí, um conjunto de rolos conduzem o filme através dos tanques da
processadora. Um sensor na entrada controla a taxa de reposição do revelador e fixador em
eridos. O sistema de transporte afeta
diretamente o processamento do filme através do tempo em que o filme passa mergulhado em
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Vantagens: Rapidez de operação; Uniformidade de resultados (qualidade padronizada);
Pequeno espaço requerido; Leitura de filmes secos.
Desvantagens:Custo elevado; Necessidade de limpeza e manutenção constante.
Processadora Automática
As processadoras automáticas incorporam vários sistemas que são responsáveis pelo seu
funcionamento.
Sistemas da processadora
→ Sistema eletrônico e sistema mecânico: sistema eletrônico é aquele que mantêm
a processadora ligada. Já o mecânico, é aquele que processa a revelação dos filmes funcionando
em stand-by, ou seja, quando filmes não estão sendo revelados, o sistema entra em módulo
stand-by.
→ Sistema de transporte: É o sistema que transporta o filme, desde a bandeja da
alimentação passando pelas soluções reveladoras, fixadoras, pela lavagem final e pela secagem.
Este sistema tem ainda duas outras funções importantes: devido ao movimento dos rolos, produz
uma agitação vigorosa e uniforme das soluções na superfície dos filmes, e, ainda, uma ação
compressora dos rolos sobre o filme em cada sessão, removendo eficientemente a maioria das
substâncias químicas em excesso, facilitando a lavagem e a secagem final das radiografias.
→ Sistema de água: Funciona na lavagem dos filmes e ajuda a estabilizar a
temperatura das soluções em alguns modelos de processadora.
→ Sistema de recirculação: A função dele é misturar uniformemente as soluções e
manter a temperatura adequada e atividade química das soluções.
→ Sistema de reforço: É essencial para revelação e fixação dos filmes, prolongando o
tempo de vida útil das soluções químicas. O sistema de reforço é feito através de duas bombas
de recirculação existentes na processadora.
→ Sistema de lavagem: as radiografias passam pela sessão de lavagem através dos
rolos da processadora, sendo comprimidas para a retirada do excesso de água, chegando a
sessão de secagem praticamente secas.
→ Sistema de Secagem: é o sistema que funciona com ar quente, e com vários rolos,
por onde passam as radiografias que recebem ar quente de forma homogênea.
Detecção de filme: quando o filme é introduzido na processadora logo após a bandeja de
alimentação, ele aciona um sensor, seja eletromecânico, magnético ou eletrônico.
Este dispositivo tem dupla finalidade:
1. Durante o tempo que o filme está em contato com este sensor de entrada, será acionada
a bomba de reposição de químico, fazendo com que entre e misture nos dois tanques
dentro da processadora o revelador e o fixador.
2. Quando o filme sai do sensor, penetrando totalmente dentro do tanque do revelador a
processadora emitirá um sinal, seja visual ou sonoro. Isto é importante visando o não
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
velamento do filme ocasionado pela luz do ambiente ou abertura da porta da câmara
escura.
Observação: Se o sinal sonoro ou visual não estiver ocorrendo, deverá ser chamada a
assistência técnica para corrigir a falha, antes que os químicos dentro da processadora
entrem em saturação, não permitindo resultados satisfatórios das radiografias.
O filme é transportado ponto a ponto por meio de rolos de tração com movimentos
devidamente sincronizados, desde sua entrada na bandeja de alimentação até cair no cesto
de saída.
Câmara Escura seca para processamento automático.
Essa câmara tem quase todas as características da câmara manual. Contudo, exige um
espaço menor. Nesta câmara, deve haver um local destinado para colocação dos tanques de
reserva que alimentam a processadora, um tanque com sistema de água (para a limpeza dos
raques da processadora e preparação dos químicos), uma mesa-armário (para manusear e
guardar os filmes em uso),chassis, luz de segurança e luz clara (para a limpeza do local).
A processadora é divida em duas partes: uma delas, onde se encontra a bandeja de
alimentação, é colocada dentro da câmara escura. A outra parte, onde se encontram os tanques
internos da processadora, os raques, a secadora e a cesta (de onde saem as radiografias prontas
para o exame final), fica na câmara clara. A câmara clara é o local destinado à interpretação final
dos exames.
Cuidados Diários
Antes de iniciar a produção diária, os dois pares de roletes que trabalham apoiados sobre os
raques revelador/fixador, fixador/água, devem ser lavados com dupla finalidade.
1) Para evitar manchas nas radiografias, pois os mesmos estarão úmidos de condensação
ocorrida durante o resfriamento da máquina quando houver um período de algumas
horas desligada.
2) Para remover os cristais, vindo da evaporação e condensação das soluções, que ao
impregnar dentro das buchas dos roletes, chega a um momento de travar, não
permitindo a tração livre e conseqüentemente, saltando da engrenagem do eixo mestre,
causando o enrosco do filme ao passar por esta área.
Para que os gases não condensem e retomem aos
ação das soluções, ao final do expediente, a tampa superior deverá ser removida ou
levantada no mínimo de cinco cm para possibilitar a saída dos gases oriundos das soluções
que ficariam retidos entre os tanques e
Se a água estiver fechada não sendo renovada durante o processamento, haverá um
excesso de gelatina fazendo com que o filme enrosque no conjunto de tração da água e/ou
secagem. Algumas processadoras possuem uma torneira elétrica que permite o
abastecimento de água no tanque, somente quando a processadora está ligada.
GERAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL
A aquisição e análise de imagens digitais de raios
radiologia digital.
A representação de imagens na forma digit
imagens na forma eletrônica assim como processamos um texto em um computador.
A imagem digital pode ser considerada como sendo uma matriz cujos índices de linhas e
colunas identificam um ponto na imagem e
identifica o nível de cor naquele ponto. Para fazer a conversão de imagem em números, a
imagem é subdividida em uma grade, contendo milhões de quadrados de igual tamanho, sendo
cada um destes quadrados associad
ponto. A essa grade de quadrados chamamos de "imagem matriz", e cada quadrado na imagem
é chamado de pixel. O pixel é a abreviatura para “
imagem. É a menor parte de uma imagem digital e cada um destes pontos contém informações
que determinam suas características. O pixel é usado como unidade de medida para descrever a
dimensão geométrica de uma imagem.
imagem melhor será a qualidade ou resolução
nível de cinza ou cor que ele representa
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Para que os gases não condensem e retomem aos tanques, prejudicando a vida e o poder de
ação das soluções, ao final do expediente, a tampa superior deverá ser removida ou
levantada no mínimo de cinco cm para possibilitar a saída dos gases oriundos das soluções
que ficariam retidos entre os tanques e a tampa superior.
Se a água estiver fechada não sendo renovada durante o processamento, haverá um
excesso de gelatina fazendo com que o filme enrosque no conjunto de tração da água e/ou
secagem. Algumas processadoras possuem uma torneira elétrica que permite o
de água no tanque, somente quando a processadora está ligada.
GERAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL
Introdução
A aquisição e análise de imagens digitais de raios-X formam a base do campo chamado
A representação de imagens na forma digital nos permite capturar, armazenar e processar
imagens na forma eletrônica assim como processamos um texto em um computador.
A imagem digital pode ser considerada como sendo uma matriz cujos índices de linhas e
colunas identificam um ponto na imagem e o correspondente valor do elemento da matriz
identifica o nível de cor naquele ponto. Para fazer a conversão de imagem em números, a
imagem é subdividida em uma grade, contendo milhões de quadrados de igual tamanho, sendo
cada um destes quadrados associado a um valor numérico da intensidade luminosa naquele
ponto. A essa grade de quadrados chamamos de "imagem matriz", e cada quadrado na imagem
. O pixel é a abreviatura para “picture element” ou elemento de uma
imagem. É a menor parte de uma imagem digital e cada um destes pontos contém informações
que determinam suas características. O pixel é usado como unidade de medida para descrever a
dimensão geométrica de uma imagem. Quanto mais pixels por polegada tiver uma
imagem melhor será a qualidade ou resolução. Cada pixel carrega a informação sobre o
nível de cinza ou cor que ele representa
PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
tanques, prejudicando a vida e o poder de
ação das soluções, ao final do expediente, a tampa superior deverá ser removida ou
levantada no mínimo de cinco cm para possibilitar a saída dos gases oriundos das soluções
Se a água estiver fechada não sendo renovada durante o processamento, haverá um
excesso de gelatina fazendo com que o filme enrosque no conjunto de tração da água e/ou
secagem. Algumas processadoras possuem uma torneira elétrica que permite o
de água no tanque, somente quando a processadora está ligada.
X formam a base do campo chamado
al nos permite capturar, armazenar e processar
imagens na forma eletrônica assim como processamos um texto em um computador.
A imagem digital pode ser considerada como sendo uma matriz cujos índices de linhas e
o correspondente valor do elemento da matriz
identifica o nível de cor naquele ponto. Para fazer a conversão de imagem em números, a
imagem é subdividida em uma grade, contendo milhões de quadrados de igual tamanho, sendo
o a um valor numérico da intensidade luminosa naquele
ponto. A essa grade de quadrados chamamos de "imagem matriz", e cada quadrado na imagem
” ou elemento de uma
imagem. É a menor parte de uma imagem digital e cada um destes pontos contém informações
que determinam suas características. O pixel é usado como unidade de medida para descrever a
por polegada tiver uma
. Cada pixel carrega a informação sobre o
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
representação dos detalhes de uma imagem é geralmente medida em DPI ("dots per inch" ou
"pontos por polegada") que é expressa no formato largura x altura ou pelo número total de
pixel verticais e horizontais existentes na imagem, como por exemplo: 800 x 600 ou 3000 x
2000. Por outro lado, a imagem médica produzida por equipamentos que realizam cortes
seccionais traz consigo uma informação de profundidade. A imagem bidimensional que se vê na
tela ou filme radiográfico, quando carrega consigo este tipo de informação recebe o nome de
voxel. Enquanto que o pixel representa a menor quantidade de informação por unidade de
medida quadrada o voxel é a menor quantidade de informação que uma imagem pode ter por
unidade de medida cúbica em um espaço tridimensional.
Após geração da imagem digital, ela deve ser gerenciada (exibição, transmissão, armazenamento
e gravação) por meio de sistemas informatizados.
Com o surgimento da Tomografia Computadorizada no inicio dos anos 70 iniciou-se o uso
de imagens digitais no diagnóstico e, com o desenvolvimento tecnológico diversas modalidades
diagnósticas passaram a se utilizar de imagens digitais.
Um Sistema de Informação Hospitalar (SIH) contém um grande conjunto de
informações digitais, as quais incluem dados financeiros, gerenciais, informações de
paciente (PEP – Prontuário Eletrônico de Paciente e RIS– Radiology Information System).
Devido ao tipo de tecnologia empregada, as imagens médicas são consideradas como um
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
sistema à parte, e são organizadas em um sistema de transmissão e arquivamento de
imagens médicas chamado PACS.
O PACS é um sistema que proporciona o armazenamento e comunicação de imagens
geradas por equipamentos médicosque trabalham com imagens originadas em equipamento
de TC, RNM, US, RX, MN, PET, etc., de uma forma normalizada possibilitando que as
informações dos pacientes e suas respectivas imagens digitalizadas e, armazenadas em mídia
eletrônica sejam compartilhadas e visualizadas em monitores de alta resolução, distribuídos em
locais fisicamente distintos.
Os principais elementos a serem observados na estrutura do PACS são:
Dispositivos de entrada (RX, RNM, TC, US, MN, PET, etc.)
Rede de computadores
Servidor de DICOM
Integração com o RIS e HIS
Dispositivos de saída (monitores, impressoras, gravadoras)
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Figura 1 - Equipamentos que compõem o PACS
Os equipamentos de aquisição de imagem, TC, RNM, CR, US, MN, PET, em sua maioria já
produzem imagens em formato digital. O Raio-X convencional ou simplesmente radiografia,
continua sendo o principal método de imagem utilizado para o diagnóstico e, no Brasil, quase
que em sua totalidade ainda são adquiridos em equipamento que produzem imagem analógica
(filme).
É imperativa a inserção da imagem radiológica simples no universo digital. Inicialmente de
qualidade questionável (particularmente nos exames de mamografia) hoje apresentam grande
evolução em sua qualidade diagnóstica, e estudos demonstram que a imagem digital permite
acurácia semelhante e em alguns casos superiores às imagens analógicas convencionais.
As formas de aquisição de uma imagem radiográfica digital são duas:
Radiografia Digital – DR (do inglês: Digital Radiology) - Imagens adquiridas por
aparelhos de raios-X que, ao invés de utilizar filmes radiográficos, possuem uma
placa de circuitos sensíveis aos raios X que gera uma imagem digital e a envia
diretamente para o computador na forma de sinais elétricos.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Radiografia Computadorizada – CR (do inglês Computerized Radiology) - Neste
processo, utilizam-se os aparelhos de radiologia convencional (os mesmo utilizados
para produzir filmes radiográficos), porém substituem-se os “chassis” com filmes
radiológicos em seu interior por “chassis” com placas de fósforo
Figura 2 - Chassis com placas de fósforo (Fonte: NDT - FUJI).
Figura 3 - Equipamento para leitura de placas de fósforo e produção de imagem digital
Os sistemas de imagem radiográfica convencionais registram e mostram seus dados numa
forma analógica. Têm freqüentemente exigências de exposição muito rígidas devido à gama
estreita de profundidade de brilho dos filmes e hipóteses muito reduzidas de processamento de
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imagem. Os sistemas de radiografias digitais oferecem a possibilidade de obtenção de imagens
com exigências de exposição muitas menos rigorosas do que os sistemas analógicos. No sistema
de aquisição convencional as imprecisões em termos de exposição provocam normalmente o
aparecimento de radiografias demasiado escuras, demasiado claras ou com pouco contraste, são
facilmente melhoradas com técnicas digitais de processamento e exibição de imagem.
As vantagens dos sistemas de radiografia digitais, que são também extensíveis às demais
modalidades diagnósticas, podem ser divididas em quatro classes:
1º) Facilidade de exibição da imagem – Na radiografia digital a imagem vai ser
mostrada em um monitor de vídeo, em vez do processo tradicional de expor o filme contra a
luz.
2º) Redução da dose de raios-X – Ajustando-se a dose para que a imagem tenha uma
relação sinal ruído conveniente, consegue-se uma diminuição real da radiação absorvida pelo
paciente.
3º) Facilidade de processamento de imagem – O aumento do contraste ou a
equalização por histograma são técnicas digitais que podem ser usadas. A técnica de
subtração de imagens pode remover grande parte da arquitetura de fundo não desejado,
melhorando assim a visualização das características importantes da radiografia.
4º) Facilidade de aquisição, armazenamento e recuperação da imagem –
Armazenamento em bases de dados eletrônicas, facilitando a pesquisa de dados e a
transmissão para longas distâncias, usando redes de comunicações de dados.
PADRONIZAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS
Para a comunicação de dados computacionais entre diferentes sistemas é necessária a
padronização da linguagem utilizada. O uso crescente dos computadores em aplicações clínicas
por fabricantes de equipamentos, gerou a necessidade de um método padrão para arquivamento
e transferência de imagens e informações entre os dispositivos com origem de fabricantes
diferentes.
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PROCESSAMENTO RADIOLÓGICO
Inicialmente os equipamentos produziam formatos diferentes de imagem digital (gif, jpeg,
bmp, entre outros).
·O American College Of Radiology (ACR) e a National Eletrical Manufacturers Association
(NEMA), sediados nos EUA, deram origem a um comitê comum em 1983 para desenvolver um
padrão de imagem cujos principais objetivos são: promover a comunicação de informações de
imagens digitais; padronização dos diversos fabricantes de aparelhos que geram imagens
médicas; facilitar o desenvolvimento e expansão dos sistemas PACS e permitir a criação de
uma base de dados de informações de diagnósticos que possam ser examinadas por uma grande
variedade de aparelhos distribuídos em uma rede em um ou em vários estabelecimentos de
saúde (NEMA, 2005).
O DICOM - Digital Imaging and Communications in Medicene é o padrão desenvolvido
por este comitê que publicou a primeira versão em 1985, chamada de ACR-NEMA 300-1985 ou
(ACR-NEMA Version 1.0) e a segunda versão em 1988, chamada de ACR-NEMA 300-1988 ou
(ACR-NEMA Version 2.0). A terceira versão do padrão, que recebeu então o nome de DICOM
3.0 foi apresentado em 1993.
O padrão de DICOM é um padrão em permanente desenvolvimento e mantêm-se de
acordo com os procedimentos do comitê de padrões de DICOM. As sugestões para atualizações
são propostas pelos membros do comitê de DICOM, estas propostas são consideradas para
inclusão nas edições futuras do padrão. Uma exigência para que a proposta de atualização seja
considerada é de que o padrão deve manter a compatibilidade eficaz com edições precedentes.
Atualmente o DICOM é gerido por um comitê composto por praticamente todos os grandes
fabricantes de equipamentos para imagem diagnóstica e, por grandes instituições médico-
cientificas em todo o mundo, totalizando aproximadamente 50 membros, entre eles: Agfa,
Kodak, Toshiba, Philips, Siemens, American College of Radiology, Societe Fraçaise de Radiolgie,
Societa Italiana di Radiologia Medica, Korean PACS Standard Committee, entre outros (NEMA,
2005).
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Referências Bibliográficas:
WWW.tecnologiaradiologica.com.br
Conceitos básicos de física e proteção radiológicas/João de Vianey Augusto – São
Paulo: Atheneu Editora, 2009.