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1
Seguridade Social
Conceito
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário – aula 1
1 2
3
SEGURIDADE SOCIAL
SEGURIDADE SOCIAL
SAÚDE
PREVIDÊNCIA SOCIAL
ASSISTÊNCIA SOCIAL
4
SEGURIDADE SOCIAL
CONCEITO
1 2
3 4
2
5
SEGURIDADE SOCIAL
• Conceituação: A seguridade social compreende 
um conjunto integrado de ações de iniciativa 
dos Poderes Públicos e da sociedade, 
destinadas a assegurar os direitos relativos à 
saúde, à previdência e à assistência social. 
(art. 194 CF)
6
QUESTÃO
• (CESPE – INSS – Técnico do Seguro Social – 2016) A 
CF define seguridade social como um conjunto 
integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e 
da sociedade destinadas a assegurar direitos relativos à 
saúde, à previdência e à assistência social.
7
QUESTÃO
• (CESPE – 2018 – EMAP – Analista Portuário Área 
Jurídica) O sistema de seguridade social 
compreende um conjunto de ações de iniciativa 
exclusiva dos poderes públicos, que se destinam à 
garantia de saúde, previdência e assistência à 
sociedade.
8
QUESTÃO
• (Juiz Federal – 2018 – TRF-2ª – IBFC) Marque a 
opção certa: A seguridade social compreende um 
conjunto integrado de ações de iniciativa dos 
poderes públicos e da sociedade, destinadas a 
assegurar os direitos relativos à:
• a) Saúde, educação e previdência social.
• b) Previdência social, assistência social e saúde.
• c) Saúde, assistência social e educação.
• d) Educação, assistência social e previdência 
social.
• e) Educação, direitos humanos e saúde.
5 6
7 8
3
9
SEGURIDADE SOCIAL
ORGANIZAÇÃO
10
SEGURIDADE SOCIAL
SEGURIDADE SOCIAL
SAÚDE
PREVIDÊNCIA SOCIAL
ASSISTÊNCIA SOCIAL
11
PREVIDÊNCIA SOCIAL
• A Previdência Social será organizada sob a 
forma de:
• regime geral, de caráter contributivo e de 
filiação obrigatória, observados critérios que 
preservem o equilíbrio financeiro e atuarial.
• Pode ser dividida em 2 partes: Benefício e 
Custeio. 
12
SEGURIDADE SOCIAL
SEGURIDADE SOCIAL
SAÚDE
PREVIDÊNCIA SOCIAL
ASSISTÊNCIA SOCIAL
9 10
11 12
4
Benefício de Prestação Continuada 
da 
Lei Orgânica da Assistência Social
BPC - LOAS
13 14
A Assistência Social
• Será prestada a quem dela necessitar, 
independentemente de contribuição à 
seguridade social.
• Provê os mínimos sociais, realizada através de 
um conjunto integrado de ações de iniciativa 
pública e da sociedade, para garantir o 
atendimento às necessidades básicas.
15
SEGURIDADE SOCIAL
SEGURIDADE SOCIAL
SAÚDE
PREVIDÊNCIA SOCIAL
ASSISTÊNCIA SOCIAL
16
13 14
15 16
5
17
SAÚDE
• A Saúde é direito de todos e dever do Estado,
garantido mediante políticas sociais e
econômicas que visem à redução do risco de
doença e de outros agravos e ao acesso
universal e igualitário às ações e serviços para
sua promoção, proteção e recuperação.
18
SAÚDE
• Independentemente de contribuição, qualquer 
pessoa tem o direito de obter atendimento na 
rede pública de saúde.
• É de responsabilidade direta do Ministério da 
Saúde, por meio do Sistema Único de Saúde –
SUS.
19
SEGURIDADE SOCIAL
SEGURIDADE SOCIAL
SAÚDE
PREVIDÊNCIA SOCIAL
ASSISTÊNCIA SOCIAL
20
QUESTÃO
• (ESAF – INSS - AUDITOR FISCAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - 2002) –
À luz da Seguridade Social definida na Constituição Federal, julgue os 
itens abaixo:
• I – Previdência Social, Saúde e Assistência Social são partes da 
Seguridade Social.
• II – A saúde exige contribuição prévia.
• III – A Previdência Social exige contribuição prévia.
• IV – A assistência social possui abrangência universal, sendo qualquer 
pessoa por ela amparada.
• a) Todos estão corretos. 
• b) Somente I está incorreto. 
• c) II e IV estão incorretos.
• d) I e II estão incorretos.
• e) III e IV estão incorretos.
17 18
19 20
6
21
QUESTÃO
• (ESAF – INSS - AUDITOR FISCAL DA 
PREVIDÊNCIA SOCIAL - 2002) – À luz da 
Seguridade Social definida na Constituição Federal, 
julgue os itens abaixo:
• I – Previdência Social, Saúde e Assistência Social 
são partes da Seguridade Social.
• II – A saúde exige contribuição prévia.
• III – A Previdência Social exige contribuição prévia.
• IV – A assistência social possui abrangência 
universal, sendo qualquer pessoa por ela amparada.
22
QUESTÃO
• a) Todos estão corretos. 
• b) Somente I está incorreto. 
• c) II e IV estão incorretos.
• d) I e II estão incorretos.
• e) III e IV estão incorretos.
23
QUESTÃO
• (INSS - ESAF – Auditor Fiscal da Previdência Social - 2002) –
Pedro, menor carente, de 12 anos, e Paulo, empresário bem 
sucedido, de 21 anos, desejam participar de programas 
assistenciais (Assistência Social) e de saúde pública (Saúde).
• De acordo com a situação-problema apresentada acima, é 
correto afirmar que:
a) Pedro e Paulo podem participar da Assistência Social.
b) Só Pedro pode participar da Saúde
c) Pedro só pode participar da Assistência Social.
d) Paulo pode participar da Assistência Social.
e) Pedro e Paulo podem participar da Saúde.
24
QUESTÃO
• (INSS - ESAF – Auditor Fiscal da Previdência Social 
- 2002) – Pedro, menor carente, de 12 anos, e Paulo, 
empresário bem sucedido, de 21 anos, desejam 
participar de programas assistenciais (Assistência 
Social) e de saúde pública (Saúde).
• De acordo com a situação-problema apresentada 
acima, é correto afirmar que:
21 22
23 24
7
25
QUESTÃO
a) Pedro e Paulo podem participar da Assistência 
Social.
b) Só Pedro pode participar da Saúde
c) Pedro só pode participar da Assistência Social.
d) Paulo pode participar da Assistência Social.
e) Pedro e Paulo podem participar da Saúde.
26
Seguridade Social
- Serão tratado os temas: 
- Origem e Evolução Legislativa no Brasil?
- Legislação Previdenciária?
- Sim, acesse em minha playlist do meu canal no 
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Prof. Eduardo Tanaka
27
Seguridade Social
Princípios Constitucionais 
Gerais
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário – aula 2
28
25 26
27 28
8
29
Princípios
• Princípios, segundo José Cretela Júnior:
• "Princípios de uma ciência são as proposições 
básicas, fundamentais, típicas, que 
condicionam todas as estruturações 
subseqüentes. São, portanto, os alicerces de 
uma ciência."
30
Seguridade Social -
Princípios Constitucionais
• Os princípios poderiam ser divididos em:
• Gerais, que se aplicam não só à Seguridade 
Social, como a outras matérias;
• Específicos, aplicados à Seguridade Social.
31
Seguridade Social -
Princípios Constitucionais
• Princípios Gerais:
• PRINCÍPIO DA IGUALDADE
• “Todos são iguais perante a lei, sem distinção 
de qualquer natureza...” artigo 5º, caput, da 
Constituição Federal.
32
Seguridade Social -
Princípios Constitucionais
• Princípios Gerais:
• PRINCÍPIO LEGALIDADE
• “Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de 
fazer alguma coisa senão em virtude de lei”, 
assim diz o inciso II do artigo 5º da C.F.
29 30
31 32
9
33
Seguridade Social -
Princípios Constitucionais
• Princípios Gerais:
• PRINCÍPIO DO DIREITO ADQUIRIDO
• O inciso XXXVI do artigo 5º da 
Constituição Federal diz que “a lei não 
prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico 
perfeito e a coisa julgada”. 
• Direito adquirido é aquele em que foram 
cumpridas todas as condições para seu 
implemento, mesmo que não haja seu 
exercício.
34
Seguridade Social -
Princípios Constitucionais
• Princípios Gerais:
• PRINCÍPIO DA SOLIDARIEDADE
• CF art. 3º - “Constituem objetivos 
fundamentais da República Federativa do 
Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e 
solidária.” 
• Nosso sistema é contributivo de repartição 
simples (e não de capitalização). 
35
QUESTÃO
• (CESPE - DPE-CE - Defensor Público) 
Embora não conste expressamente no título 
que trata da ordem social na Constituição 
Federal, o princípio da solidariedade é 
postulado fundamental para a compreensão 
do regime financeiro da previdência social 
brasileira, representadode maneira evidente 
pelo pacto das gerações, característica dos 
sistemas de repartição.
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Prof. Eduardo Tanaka
Direito Previdenciário
36
33 34
35 36
10
Seguridade Social
Princípios Constitucionais 
Específicos
Art. 194, inc I a V – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 03 37 38
Princípios Constitucionais -
Específicos
• CF, art 194, parágrafo único. Compete ao 
Poder Público, nos termos da lei, organizar a 
seguridade social, com base nos seguintes 
objetivos:
39
Princípios Constitucionais -
Específicos
• (art 194, parágrafo único 
CF) Compete ao Poder 
Público, nos termos da 
lei, organizar a 
seguridade social, com 
base nos seguintes 
objetivos:
• I –universalidade da 
cobertura e do 
atendimento.
40
QUESTÃO
• (FCC – Técnico do Seguro Social – INSS – 2012) A 
Seguridade Social encontra-se inserida no título da 
Ordem Social da Constituição Federal e tem entre 
seus objetivos:
• a) promover políticas sociais que visem à redução da 
doença.
• b) uniformizar o atendimento nacional.
• c) universalizar o atendimento da população.
• d) melhorar o atendimento da população.
• e) promover o desenvolvimento regional.
37 38
39 40
11
41
QUESTÃO
• (CESPE – INSS – Técnico do Seguro Social –
2016) De acordo com o princípio da 
universalidade da seguridade social, os 
estrangeiros no Brasil poderão receber 
atendimento da seguridade social.
42
QUESTÃO
• (CESPE – Auditor Fiscal do Trabalho – MTE 
– 2013) A meta da universalidade da 
cobertura e do atendimento a que se refere a 
CF é a de que as ações destinadas a 
assegurar os direitos relativos à saúde, à 
previdência e à assistência social alcancem 
todas as pessoas residentes no país, sem 
nenhuma distinção.
43
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do INSS – 2008) Um dos 
objetivos da seguridade social é a 
universalidade da cobertura e do 
atendimento, meta cumprida em relação à 
assistência social e à saúde, mas não à 
previdência.
44
Princípios Constitucionais -
Específicos
• (art 194, parágrafo único 
CF) Compete ao Poder 
Público, nos termos da 
lei, organizar a 
seguridade social, com 
base nos seguintes 
objetivos:
• II – Uniformidade e 
equivalência dos 
benefícios e serviços às 
populações urbanas e 
rurais.
41 42
43 44
12
45
Princípios Constitucionais -
Específicos
• (art 194, parágrafo único 
CF) Compete ao Poder 
Público, nos termos da 
lei, organizar a 
seguridade social, com 
base nos seguintes 
objetivos:
• III – Seletividade e 
distributividade na 
prestação de benefícios 
e serviços.
46
QUESTÃO
• (2018 - CESPE – STJ – Analista Judiciário) O 
princípio da seletividade e distributividade na 
prestação de benefícios e serviços está 
relacionado à seleção dos riscos sociais e à 
extensão da proteção patrocinada pelo 
Estado a todas as pessoas.
47
Princípios Constitucionais -
Específicos
• (art 194, parágrafo único 
CF) Compete ao Poder 
Público, nos termos da 
lei, organizar a 
seguridade social, com 
base nos seguintes 
objetivos:
• IV – Irredutibilidade do 
valor dos benefícios.
• Valor Nominal
48
QUESTÃO
• (CESPE – AGU – Advogado da União) 
Conforme a jurisprudência do STF, a 
irredutibilidade do valor dos benefícios é 
garantida constitucionalmente, seja para 
assegurar o valor nominal, seja para 
assegurar o valor real dos benefícios, 
independentemente dos critérios de reajuste 
fixados pelo legislador ordinário.
45 46
47 48
13
49
QUESTÃO
• (CESPE – TCE-SC – Auditor Fiscal de Controle 
Externo – 2016) Situação hipotética: Maria recebe 
proventos de aposentadoria de professora de 
determinada universidade federal. A administração 
verificou irregularidades na concessão da 
aposentadoria a Maria, que, sanadas, resultariam 
em redução do valor nominal por ela 
recebido. Assertiva: Nessa hipótese, conforme o 
entendimento do STF, não é possível a redução do 
valor nominal da aposentadoria de Maria, dado o 
princípio constitucional da irredutibilidade do valor 
do benefício.
Princípios Constitucionais -
Específicos
• V – Eqüidade na forma de participação no 
custeio.
50
51
QUESTÃO
• (CESPE – Serviço Social – DEPEN – 2015) 
Com referência à política social e legislação 
social, julgue o item subsequente: Os objetivos 
da seguridade social, embasados em ações 
de discriminação positiva, visam alcançar a 
universalidade da cobertura e do atendimento 
e a equidade na forma de participação dos 
segurados.
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Prof. Eduardo Tanaka
52
49 50
51 52
14
Seguridade Social
Princípios Constitucionais 
Específicos
Art. 194, inc VI – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 04 53
Princípios Constitucionais -
Específicos
• VI – diversidade da base de financiamento, 
identificando-se, em rubricas contábeis 
específicas para cada área, as receitas e as 
despesas vinculadas a ações de saúde, 
previdência e assistência social, preservado o 
caráter contributivo da previdência social; 
54
55
QUESTÃO
• (2019 – INAZ – CORE-SP – Assistente Jurídico) A Seguridade 
Social compreende um conjunto integrado de ações de 
iniciativas dos poderes públicos e da sociedade, destinado a 
assegurar o direito relativo à saúde, à previdência e à assistência 
social. Com relação aos princípios e diretrizes que a Seguridade 
Social deverá obedecer, assinale a alternativa INCORRETA, ou 
seja, a que NÃO condiz com os princípios elencados na Lei 
8.212/1991 (Lei que dispõe sobre a organização da Seguridade 
Social):
• a) Universalidade da cobertura e do atendimento.
• b) Irredutibilidade do valor dos benefícios.
• c) Equidade na forma de participação no custeio.
• d) Base única de financiamento.
• e) Seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e 
serviços. 56
QUESTÃO
• (2019 – INAZ – CORE-SP – Assistente Jurídico) A 
Seguridade Social compreende um conjunto 
integrado de ações de iniciativas dos poderes 
públicos e da sociedade, destinado a assegurar o 
direito relativo à saúde, à previdência e à assistência 
social. Com relação aos princípios e diretrizes que a 
Seguridade Social deverá obedecer, assinale a 
alternativa INCORRETA, ou seja, a que NÃO condiz 
com os princípios elencados na Lei 8.212/1991 (Lei 
que dispõe sobre a organização da Seguridade 
Social):
53 54
55 56
15
57
QUESTÃO
• a) Universalidade da cobertura e do atendimento.
• b) Irredutibilidade do valor dos benefícios.
• c) Equidade na forma de participação no custeio.
• d) Base única de financiamento.
• e) Seletividade e distributividade na prestação dos 
benefícios e serviços.
58
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59
Seguridade Social
Princípios Constitucionais 
Específicos
Art. 194, inc VII – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 5 60
57 58
59 60
16
61
Princípios Constitucionais -
Específicos
• (art 194, parágrafo único 
CF) Compete ao Poder 
Público, nos termos da 
lei, organizar a 
seguridade social, com 
base nos seguintes 
objetivos:
• VII – Caráter 
democrático e 
descentralizado da 
administração, 
mediante gestão 
quadripartite, com 
participação dos 
trabalhadores, dos 
empregadores, dos 
aposentados e do 
Governo nos órgãos 
colegiados
Princípios Constitucionais -
Específicos
• Como exemplo, no âmbito da Previdência Social, a Lei 
no 8.213/1991, em seu art. 3º, instituiu o Conselho 
Nacional da Previdência Social (CNPS). Sendo que a 
gestão quadripartite é assim distribuída:
• seis representantes do Governo Federal;
• três representantes dos aposentados e pensionistas; 
• três representantes dos trabalhadores em atividade; 
• três representantes dos empregadores.
62
63
QUESTÃO
• (ESAF - Técnico da Receita Federal) Nos 
termos da CF/88, no seu art. 194, parágrafo 
único, inciso VII, a gestão da Seguridade Social 
ocorre de forma
• a) descentralizada, monocrática e quadripartite.
• b) centralizada, monocrática e quadripartite.
• c) centralizada, colegiada e quadripartite.
• d) descentralizada,colegiada e tripartite.
• e) descentralizada, democrática e quadripartite.
64
QUESTÃO
• (FCC – Procurador – TCM-GO – 2015) A seguridade 
social organizada pelo poder público NÃO tem como 
objetivo a
• a) democratização por meio de gestão tripartite, com 
a participação de trabalhadores, empregadores e 
governo.
• b) uniformidade e equivalência dos benefícios e 
serviços às populações urbanas e rurais.
• c) universalidade da cobertura e do atendimento.
• d) irredutibilidade do valor dos benefícios.
• e) seletividade e distributividade na prestação dos 
benefícios e serviços.
61 62
63 64
17
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65
Seguridade Social
Princípios Constitucionais 
Específicos
Art. 195, § 5º – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 06 66
Princípios Constitucionais 
Específicos
• Art. 195, §5º - CF
• Princípio da preexistência do custeio em 
relação ao benefício ou serviço. (da 
contrapartida)
67
Princípios Constitucionais 
Específicos
• Art. 195, §5º - CF - “Nenhum benefício ou 
serviço da Seguridade Social poderá ser 
criado, majorado ou estendido sem a 
correspondente fonte de custeio total”.
68
65 66
67 68
18
69
QUESTÃO
• (2018 – Auditor - UERR – IPERON-RO) Segundo o princípio 
constitucional da contrapartida, nenhum benefício ou serviço 
da seguridade social pode ser:
• a) criado, majorado ou estendido sem a correspondente fonte 
de custeio total.
• b) estendido aos imigrantes sem aprovação de lei idêntica no 
país de origem.
• c) majorado sem que exista a desaposentação para inclusão 
de novas origens.
• d) concedido sem a atribuição, pelo órgão concedente, do 
respectivo empenho.
• e) concedido sem aprovação prévia pelos orgãos 
administrativos do INSS.
70
QUESTÃO
• (2018 – Auditor - UERR – IPERON-RO) 
Segundo o princípio constitucional da 
contrapartida, nenhum benefício ou serviço da 
seguridade social pode ser:
• a) criado, majorado ou estendido sem a 
correspondente fonte de custeio total.
• b) estendido aos imigrantes sem aprovação de 
lei idêntica no país de origem.
71
QUESTÃO
• c) majorado sem que exista a desaposentação 
para inclusão de novas origens.
• d) concedido sem a atribuição, pelo órgão 
concedente, do respectivo empenho.
• e) concedido sem aprovação prévia pelos 
órgãos administrativos do INSS.
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Prof. Eduardo Tanaka
72
69 70
71 72
19
Seguridade Social
Princípios Constitucionais 
Específicos
Art. 195, § 6º e 3º – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 07 73
Princípios Constitucionais 
Específicos
• Art. 195, §6º - CF
• Princípio da anterioridade nonagesimal ou 
noventena (ou anterioridade mitigada).
74
Princípios Constitucionais 
Específicos
• Art. 195, §6º - CF - “As contribuições sociais 
de que trata este artigo só poderão ser exigidas 
após decorridos noventa dias da data da 
publicação da lei que as houver instituído ou 
modificado, não se lhes aplicando o disposto 
no art. 150, III, "b". ”
75
Princípios Constitucionais 
Específicos
• O art. 150, III, b, assim diz: é vedado cobrar 
tributos “no mesmo exercício financeiro em que 
haja sido publicada a lei que os instituiu ou 
aumentou”. 
76
73 74
75 76
20
77
QUESTÃO
• (CESPE - DPU - Analista) No que se refere ao 
financiamento da seguridade social, julgue o 
item a seguir.
• Lei que aprovar a majoração de contribuição 
previdenciária para efeito de custeio de 
benefício ou serviço da seguridade social só 
poderá ser aplicada após decorridos noventa 
dias da data da sua publicação.
Princípios Constitucionais 
Específicos
• Princípio da Vedação de Contratar ou Receber 
Benefícios
• Art. 195, § 3º - A pessoa jurídica em débito com 
o sistema da seguridade social, como 
estabelecido em lei, não poderá contratar com 
o Poder Público nem dele receber benefícios 
ou incentivos fiscais ou creditícios.
78
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79
Seguridade Social
Princípios
Art. 195, caput – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 08 80
77 78
79 80
21
Art. 195, caput – CF
• De onde vêm as Receitas da Seguridade 
Social? A resposta está no artigo 195 da CF:
• Art. 195. A seguridade social será financiada 
por toda a sociedade, de forma direta e 
indireta, nos termos da lei, mediante recursos 
provenientes dos orçamentos da União, dos 
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e 
das seguintes contribuições sociais:
81
Art. 195, caput – CF
• Imposto – tributo não vinculado
• Contribuição Social para Seguridade Social –
vinculado.
82
83
QUESTÃO
• (ESAF - TRT-CE - Juiz do Trabalho) No contexto da Seguridade Social, 
com base na Constituição Federal, é correto afirmar que
• a) a Seguridade Social é um conjunto integrado de ações de iniciativa 
exclusiva dos poderes públicos destinado a assegurar o direito relativo à 
saúde, à previdência e à assistência social.
• b) o direito à moradia está compreendido entre os bens jurídicos tutelados 
pela Seguridade Social.
• c) é princípio constitucional expresso relativamente à Seguridade Social o 
atendimento integral à população, com prioridade para as atividades 
preventivas.
• d) a previsão constitucional de participação dos aposentados, dos 
trabalhadores e dos empresários na gestão administrativa da Seguridade 
Social evidencia o seu caráter democrático e descentralizado.
• e) o financiamento da Seguridade Social é feito somente de forma indireta 
pela sociedade, mediante recursos provenientes unicamente dos 
orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
84
QUESTÃO
• (ESAF - TRT-CE - Juiz do Trabalho) No contexto da 
Seguridade Social, com base na Constituição Federal, 
é correto afirmar que
• a) a Seguridade Social é um conjunto integrado de 
ações de iniciativa exclusiva dos poderes públicos 
destinado a assegurar o direito relativo à saúde, à 
previdência e à assistência social.
• b) o direito à moradia está compreendido entre os 
bens jurídicos tutelados pela Seguridade Social.
81 82
83 84
22
85
QUESTÃO
• c) é princípio constitucional expresso relativamente à 
Seguridade Social o atendimento integral à população, 
com prioridade para as atividades preventivas.
• d) a previsão constitucional de participação dos 
aposentados, dos trabalhadores e dos empresários na 
gestão administrativa da Seguridade Social evidencia o 
seu caráter democrático e descentralizado.
• e) o financiamento da Seguridade Social é feito somente 
de forma indireta pela sociedade, mediante recursos 
provenientes unicamente dos orçamentos da União, dos 
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
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86
Seguridade Social
Princípios
Art. 195, I a IV – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 09 87
Art. 195, I – CF
• De onde vêm as Receitas da Seguridade 
Social? A resposta está no artigo 195 da CF:
• I - do empregador, da empresa e da entidade a 
ela equiparada na forma da lei, incidentes 
sobre:
• a) a folha de salários e demais rendimentos do 
trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, 
à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo 
sem vínculo empregatício;
88
85 86
87 88
23
Art. 195, I – CF
• De onde vêm as Receitas da Seguridade 
Social? A resposta está no artigo 195 da CF:
• I - do empregador, da empresa e da entidade a 
ela equiparada na forma da lei, incidentes 
sobre:
• b) a receita ou o faturamento; Ex.: Contribuição 
social sobre o faturamento das empresas –
COFINS. 
• c) o lucro; Ex.: Contribuição social sobre o lucro 
líquido. – CSLL. 89
Art. 195, II – CF
• De onde vêm as Receitas da Seguridade 
Social? A resposta está no artigo 195 da CF:
• II - do trabalhador e dos demais segurados da 
previdência social, podendo ser adotadas 
alíquotas progressivas de acordo com o valor 
do salário de contribuição, não incidindo 
contribuição sobre aposentadoriae pensão 
concedidas pelo Regime Geral de Previdência 
Social ;
90
Art. 195, III e IV – CF
• De onde vêm as Receitas da Seguridade 
Social? A resposta está no artigo 195 da CF:
• III - sobre a receita de concursos de 
prognósticos.
• IV - do importador de bens ou serviços do 
exterior, ou de quem a lei a ele equiparar.
91 92
QUESTÃO
• (CESPE – 2018 – EMAP – Analista Portuário 
Área Jurídica) Com referência à organização e 
ao custeio da seguridade social, julgue o item 
subsequente. As contribuições sociais 
constituem receitas da seguridade social, a 
exemplo daquelas incidentes sobre o 
faturamento e o lucro das empresas.
89 90
91 92
24
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93
Seguridade Social
Princípios
Art. 195, §§ 1º, 2º, 4º e 7º – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 10 94
95
Seguridade Social (CF) 
– Art. 195
• A seguir, citaremos demais parágrafos do art. 
195 da C.F
96
Seguridade Social (CF)
Art. 195
• § 1º - As receitas dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios destinadas à 
seguridade social constarão dos respectivos 
orçamentos, não integrando o orçamento da 
União.
93 94
95 96
25
97
Seguridade Social (CF)
Art. 195
• § 2º - A proposta de orçamento da seguridade 
social será elaborada de forma integrada pelos 
órgãos responsáveis pela saúde, previdência 
social e assistência social, tendo em vista as 
metas e prioridades estabelecidas na lei de 
diretrizes orçamentárias, assegurada a cada 
área a gestão de seus recursos.
98
Seguridade Social (CF)
Art. 195
• CF, Art. 195, § 4º - A lei poderá instituir outras 
fontes destinadas a garantir a manutenção ou 
expansão da seguridade social, obedecido o 
disposto no art. 154, I. 
• “Art. 154. A União poderá instituir:
• I - mediante lei complementar, impostos não 
previstos no artigo anterior, desde que sejam 
não-cumulativos e não tenham fato gerador ou 
base de cálculo próprios dos discriminados 
nesta Constituição”.
99
Seguridade Social (CF)
Art. 195
• Criação de novas contribuições sociais:
• Através de Lei Complementar.
• Uma nova contribuição pode adotar fato 
gerador ou base de cálculo de imposto já 
existente . (Orientação do STF).
• Não poderá utilizar-se de fato gerador ou base 
de cálculo de contribuição social já existente, 
como, por exemplo, a COFINS
100
Seguridade Social (CF)
Art. 195
• § 7º - São isentas de contribuição para a 
seguridade social as entidades beneficentes de 
assistência social que atendam às exigências 
estabelecidas em lei.
97 98
99 100
26
101
QUESTÃO
• (CESPE – Analista Legislativo – Câmara dos 
Deputados – 2014) Julgue o próximo item, 
referente ao custeio da seguridade social. 
Todas as entidades beneficentes ou 
filantrópicas são constitucionalmente isentas 
do pagamento de contribuição para a 
seguridade social.
102
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal da Receita Federal –
2005 - adaptada) Com relação às 
contribuições sociais, no âmbito da seguridade 
social, é correto afirmar: São isentas de 
contribuição para a seguridade social todas as 
entidades de assistência social que atendam 
às exigências estabelecidas em lei 
complementar.
103
QUESTÃO
• (CESPE – Juiz Federal – TRF 1a Região) Com base na CF e na 
legislação sobre seguridade social – saúde, previdência e assistência 
social –, assinale a opção correta.
• a) Apesar de ser constitucionalmente previsto o caráter democrático da 
administração da seguridade social, de sua gestão não participam os 
trabalhadores e empregados.
• b) A previdência está organizada sob a forma de regime geral, de caráter 
contributivo e de filiação facultativa, ainda que o trabalhador não esteja 
amparado por regime próprio de previdência.
• c) Enquanto o acesso à saúde é universal e independe de qualquer 
retribuição financeira por parte do usuário, o acesso à previdência e à 
assistência social exige a contribuição direta do beneficiário ou do 
assistido.
• d) A irredutibilidade do valor dos benefícios está elencada entre os 
princípios constitucionais da seguridade social.
• e) Todas as entidades beneficentes são isentas de contribuição para a 
seguridade social. 104
QUESTÃO
• (CESPE – Juiz Federal – TRF 1a Região) Com base 
na CF e na legislação sobre seguridade social –
saúde, previdência e assistência social –, assinale a 
opção correta.
• a) Apesar de ser constitucionalmente previsto o 
caráter democrático da administração da seguridade 
social, de sua gestão não participam os 
trabalhadores e empregados.
• b) A previdência está organizada sob a forma de 
regime geral, de caráter contributivo e de filiação 
facultativa, ainda que o trabalhador não esteja 
amparado por regime próprio de previdência.
101 102
103 104
27
105
QUESTÃO
• c) Enquanto o acesso à saúde é universal e 
independe de qualquer retribuição financeira por 
parte do usuário, o acesso à previdência e à 
assistência social exige a contribuição direta do 
beneficiário ou do assistido.
• d) A irredutibilidade do valor dos benefícios está 
elencada entre os princípios constitucionais da 
seguridade social.
• e) Todas as entidades beneficentes são isentas de 
contribuição para a seguridade social.
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106
Seguridade Social
Princípios
Art. 195, §§ 8º – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 11 107 108
Seguridade Social (CF) 
Art. 195
• § 8º (SEGURADO ESPECIAL) O produtor, o 
parceiro, o meeiro e o arrendatário rurais e o 
pescador artesanal, bem como os respectivos 
cônjuges, que exerçam suas atividades em 
regime de economia familiar, sem empregados 
permanentes, contribuirão para a seguridade 
social mediante a aplicação de uma alíquota 
sobre o resultado da comercialização da 
produção e farão jus aos benefícios nos termos 
da lei. 
105 106
107 108
28
109
QUESTÃO
• (VUNESP - IPRESB-SP - Analista de Processos Previdenciários) A seguridade 
social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos 
da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Municípios e das contribuições sociais especificadas pela 
Constituição Federal. A esse respeito, é correto afirmar que
• a) as receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios destinadas à 
seguridade social constarão dos respectivos orçamentos e integrarão o orçamento 
da União.
• b) a proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma 
regionalizada pelos órgãos responsáveis pela saúde, previdência social e 
assistência social, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei do 
plano plurianual, assegurada a cada área a gestão de seus recursos.
• c) nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado, majorado ou 
estendido sem a correspondente fonte de custeio total.
• d) além das fontes expressamente estabelecidas na Constituição Federal, é vedada 
a instituição de outras, ainda que se destinem à expansão da seguridade social.
• e) o produtor, o parceiro, o meeiro e o arrendatário rurais e o pescador artesanal, 
bem como os respectivos cônjuges, que exerçam suas atividades em regime de 
economia familiar, sem empregados permanentes, são isentos de contribuir para a 
seguridade social. 110
QUESTÃO
• (VUNESP - IPRESB-SP - Analista de Processos 
Previdenciários) A seguridade social será financiada por toda a 
sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, 
mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos 
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e das 
contribuições sociais especificadas pela Constituição Federal. 
A esse respeito, é correto afirmar que
• a) as receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios destinadas à seguridade social constarão dos 
respectivos orçamentos e integrarão o orçamento da União.
• b) a proposta de orçamento da seguridade social será 
elaborada de forma regionalizada pelos órgãos responsáveis 
pela saúde, previdênciasocial e assistência social, tendo em 
vista as metas e prioridades estabelecidas na lei do plano 
plurianual, assegurada a cada área a gestão de seus recursos.
111
QUESTÃO
• c) nenhum benefício ou serviço da seguridade social 
poderá ser criado, majorado ou estendido sem a 
correspondente fonte de custeio total.
• d) além das fontes expressamente estabelecidas na 
Constituição Federal, é vedada a instituição de outras, 
ainda que se destinem à expansão da seguridade 
social.
• e) o produtor, o parceiro, o meeiro e o arrendatário 
rurais e o pescador artesanal, bem como os 
respectivos cônjuges, que exerçam suas atividades 
em regime de economia familiar, sem empregados 
permanentes, são isentos de contribuir para a 
seguridade social.
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112
109 110
111 112
29
Seguridade Social
Princípios
Art. 195, §§ 9º e 10 – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 12 113 114
Seguridade Social (CF)
Art. 195
• § 9º As contribuições sociais previstas no inciso 
I do caput deste artigo poderão ter alíquotas 
diferenciadas em razão da atividade 
econômica, da utilização intensiva de mão de 
obra, do porte da empresa ou da condição 
estrutural do mercado de trabalho, sendo 
também autorizada a adoção de bases de 
cálculo diferenciadas apenas no caso das 
alíneas “b” e “c” do inciso I do caput. 
115
QUESTÃO
• (CESPE – Analista Legislativo – Câmara dos 
Deputados – 2014) Julgue o próximo item, 
referente ao custeio da seguridade social.
• A contribuição social destinada ao 
financiamento da seguridade social a cargo da 
empresa poderá ter alíquota diferenciada 
unicamente em razão do porte da empresa e 
da atividade econômica por ela exercida.
116
Seguridade Social (CF) 
Art. 195
• § 10. A lei definirá os critérios de transferência 
de recursos para o sistema único de saúde e 
ações de assistência social da União para os 
Estados, o Distrito Federal e os Municípios, e 
dos Estados para os Municípios, observada a 
respectiva contrapartida de recursos. 
113 114
115 116
30
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117
Seguridade Social
Princípios
Art. 195, §§ 11 – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 13 118
119
Seguridade Social (CF) 
– Art. 195
• § 11. São vedados a moratória e o 
parcelamento em prazo superior a 60 
(sessenta) meses e, na forma de lei 
complementar, a remissão e a anistia das 
contribuições sociais de que tratam a alínea “a” 
do inciso I e o inciso II do caput. 
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117 118
119 120
31
Seguridade Social
Princípios
Art. 195, §§ 12 e 14 – CF
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 14 121 122
Seguridade Social (CF) 
Art. 195
• § 12. A lei definirá os setores de atividade 
econômica para os quais as contribuições 
incidentes na forma dos incisos I, b 
(contribuição da empresa sobre o faturamento) 
; e IV (contribuição do importador) do caput, 
serão não-cumulativas. 
123
Seguridade Social (CF) 
Art. 195
• § 13. (Revogado) 
124
Seguridade Social (CF) 
Art. 195
• § 14. O segurado somente terá reconhecida 
como tempo de contribuição ao Regime Geral 
de Previdência Social a competência cuja 
contribuição seja igual ou superior à 
contribuição mínima mensal exigida para sua 
categoria, assegurado o agrupamento de 
contribuições. 
121 122
123 124
32
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Regime Geral de 
Previdência Social
Tipos de Regimes
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 15 126
127
Regimes Previdenciários
Regimes Previdenciários
Regime Geral
De Previdência
Social
Regimes Próprios
De Previdência
Regime Complementar
De
Previdência
128
Regimes Previdenciários:
• 1- Regime Geral da Previdência Social –INSS 
(benefício) e SRFB (custeio).
• 2- Regimes Próprios de Previdência – são 
mantidos pela União, Estados e alguns 
municípios em favor de militares e seus 
servidores titulares de cargo efetivo.
• 3- Regime Complementar – caráter facultativo 
e natureza privada.
125 126
127 128
33
129
Regimes Previdenciários:
• Regimes Próprios de Previdência
• Os regimes próprios abrangem os militares e 
os servidores titulares de cargos efetivos da 
União, dos Estados, de Distrito Federal e dos 
municípios. Cada ente é dado a possibilidade 
de se criar um regime próprio para seus 
servidores de cargo efetivo. 
130
Regimes 
Previdenciários:
• Regimes Próprios de Previdência
• O artigo 40 da Constituição Federal diz: 
• “Art. 40. O regime próprio de previdência social 
dos servidores titulares de cargos efetivos terá 
caráter contributivo e solidário, mediante 
contribuição do respectivo ente federativo, de 
servidores ativos, de aposentados e de 
pensionistas, observados critérios que 
preservem o equilíbrio financeiro e atuarial.”
131
Regimes Previdenciários:
• Regimes Próprios de Previdência
• O servidor sujeito ao regime próprio não 
poderá contribuir como facultativo do regime 
geral de previdência social.
132
Regimes 
Previdenciários:
• Regimes Complementar (ou Previdência 
Privada)
• A Constituição Federal prevê o regime 
complementar no artigo 202: 
• “Art. 202. O regime de previdência privada, de 
caráter complementar e organizado de forma 
autônoma em relação ao regime geral de 
previdência social, será facultativo, baseado 
na constituição de reservas que garantam o 
benefício contratado, e regulado por lei 
complementar.”
129 130
131 132
34
133
Regime Geral da 
Previdência Social 
(RGPS)
• É o regime básico de previdência social, sendo 
de aplicação compulsória a todos aqueles que 
exerçam algum tipo de atividade remunerada, 
exceto se esta atividade já gera a filiação a 
algum regime próprio de previdência.
• É organizado e administrado pelo INSS 
(benefícios) e pela Secretaria da Receita 
Federal do Brasil (custeio).
134
QUESTÃO
• (FCC – Procurador de Contas – TCE-CE – 2015) Em relação à 
Previdência Social no Brasil, conforme legislação vigente, é INCORRETO 
afirmar:
• a) Há previsão legal de dois regimes previdenciários de caráter obrigatório 
e um de caráter facultativo.
• b) O Regime Próprio da Previdência Social – RPPS é aquele aplicável aos 
servidores públicos titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações.
• c) O Regime Próprio da Previdência Social – RPPS tem caráter 
obrigatório, contributivo e solidário.
• d) O Regime de Previdência Complementar tem natureza facultativa e 
caráter duplo, ou seja, pode ser instituído tanto por um ente privado como 
por uma entidade de natureza pública.
• e) O Regime Geral da Previdência Social – RGPS possui caráter 
facultativo, contributivo e, no que couber, socorrer-se-á dos requisitos e 
critérios que estão fixados no regime próprio, conforme expressa previsão 
constitucional.
135
QUESTÃO
• (FCC – Procurador de Contas – TCE-CE – 2015) Em 
relação à Previdência Social no Brasil, conforme 
legislação vigente, é INCORRETO afirmar:
• a) Há previsão legal de dois regimes previdenciários 
de caráter obrigatório e um de caráter facultativo.
• b) O Regime Próprio da Previdência Social – RPPS é 
aquele aplicável aos servidores públicos titulares de 
cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias 
e fundações.
136
QUESTÃO
• c) O Regime Próprio da Previdência Social – RPPS 
tem caráter obrigatório, contributivo e solidário.
• d) O Regime de Previdência Complementar tem 
natureza facultativa e caráter duplo, ou seja, pode 
ser instituído tanto por um ente privado como por 
uma entidade de natureza pública.
• e) O Regime Geral da Previdência Social – RGPS 
possui caráter facultativo, contributivo e, no que 
couber, socorrer-se-ádos requisitos e critérios que 
estão fixados no regime próprio, conforme expressa 
previsão constitucional.
133 134
135 136
35
137
QUESTÃO
• (CESPE – Analista da Previdência Social) Considere 
a seguinte situação hipotética. O Banco Austral S.A. 
oferece previdência complementar privada aberta 
para todos os empregados e dirigentes da empresa 
por intermédio da Superprev S.A. Nesta situação, os 
valores das contribuições para a previdência privada 
efetivamente pagas pelo banco, embora não sejam 
considerados base de cálculo das contribuições 
previdenciárias, podem ser deduzidos do 
recolhimento à previdência social das contribuições a 
cargo da empresa.
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138
Tipos de Segurados
da 
Previdência Social
Aula 16
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 139 140
Segurados Obrigatórios
• São aqueles filiados ao sistema de modo 
compulsório, a partir do momento em que 
exerçam atividade remunerada.
137 138
139 140
36
141
Segurados Facultativos
• São os que, apesar de não exercerem 
atividade remunerada, desejam integrar o 
sistema previdenciário.
142
SEGURADOS 
OBRIGATÓRIOS
• São divididos em 5 espécies:
• Empregado
• Empregado doméstico
• Trabalhador avulso
• Contribuinte individual
• Segurado especial.
SEGURADOS EMPREGADOS
(parte 1)
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
143 144
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• a) aquele que presta serviço de natureza 
urbana ou rural à empresa, em caráter não 
eventual, sob sua subordinação e mediante 
remuneração, inclusive como diretor 
empregado
141 142
143 144
37
QUESTÃO
• (CESGRANRIO – Técnico INSS) Antônio Walas, devido a sua 
notória experiência no mercado financeiro, recebeu proposta 
para ser diretor-empregado de um grande banco de 
investimentos, com direito a participação direta nos resultados 
da empresa. Caso Antônio aceite a proposta, sua inscrição no 
Regime Geral da Previdência Social será:
• a) obrigatória, como empregado.
• b) obrigatória, como contribuinte individual.
• c) obrigatória, como segurado especial.
• d) facultativa, por ter deixado de ser segurado obrigatório.
• e) facultativa, como associado eleito para cargo de direção 
remunerada.
145
QUESTÃO
• (CESGRANRIO – Técnico INSS) Antônio 
Walas, devido a sua notória experiência no 
mercado financeiro, recebeu proposta para ser 
diretor-empregado de um grande banco de 
investimentos, com direito a participação direta 
nos resultados da empresa. Caso Antônio 
aceite a proposta, sua inscrição no Regime 
Geral da Previdência Social será:
146
QUESTÃO
• a) obrigatória, como empregado.
• b) obrigatória, como contribuinte individual.
• c) obrigatória, como segurado especial.
• d) facultativa, por ter deixado de ser segurado 
obrigatório.
• e) facultativa, como associado eleito para cargo 
de direção remunerada.
147 148
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• b) aquele que, contratado por empresa de 
trabalho temporário, definida em legislação 
específica, presta serviço para atender a 
necessidade transitória de substituição de 
pessoal regular e permanente ou a acréscimo 
extraordinário de serviços de outras empresas ;
145 146
147 148
38
149
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• O contrato temporário:
• é prestado por uma empresa de locação de 
mão de obra temporária, urbana, cujo tomador 
é uma outra empresa que necessita de 
determinado tipo de serviço profissional, por 
prazo não superior a 180 dias, consecutivos ou 
não, podendo ser prorrogado por até 90 dias, 
consecutivos ou não. 
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150
SEGURADOS EMPREGADOS
(parte 2)
Aula 17
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 151 152
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• c) o brasileiro ou o estrangeiro domiciliado e 
contratado no Brasil para trabalhar como 
empregado em sucursal ou agência de 
empresa nacional no exterior
149 150
151 152
39
153
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• d) o brasileiro ou estrangeiro domiciliado e 
contratado no Brasil para trabalhar como 
empregado em empresa domiciliada no 
exterior, cuja maioria do capital votante 
pertença a empresa brasileira de capital 
nacional
154
QUESTÃO
• (CESPE - 2.015 - AGU - Advogado da União)
Situação hipotética: Howard, cidadão norte-
americano, domiciliado no Brasil, foi aqui contratado
pela empresa brasileira X, para trabalhar, por tempo
indeterminado, em sua filial situada no Canadá. A
maior parte do capital votante dessa filial canadense
é da empresa X, constituída sob as leis brasileiras e
com sede e administração no
Brasil. Assertiva: Nessa situação, Howard deverá
estar, necessariamente, vinculado ao RGPS como
segurado empregado.
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Direito Previdenciário
155
SEGURADOS EMPREGADOS
(parte 3)
Aula 18
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 156
153 154
155 156
40
157
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• e) aquele que presta serviço no Brasil a missão 
diplomática ou a repartição consular de carreira 
estrangeira e a órgãos a elas subordinados, ou 
a membros dessas missões e repartições, 
excluídos o não-brasileiro sem residência 
permanente no Brasil e o brasileiro amparado 
pela legislação previdenciária do país da 
respectiva missão diplomática ou repartição 
consular
158
QUESTÃO
• (CESPE – Auditor Governamental – CGE-PI –
2015) A pessoa física que presta serviço no 
Brasil a missão diplomática ou a repartição 
consular de carreira estrangeira e a órgãos a 
elas subordinados é segurada obrigatória da 
previdência social, na qualidade de 
empregado.
159
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• f) o brasileiro civil que trabalha para a União, no 
exterior, em organismos oficiais brasileiros ou 
internacionais dos quais o Brasil seja membro 
efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, 
salvo se segurado na forma da legislação 
vigente do país do domicílio
160
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• g) o brasileiro civil que presta serviços à União 
no exterior, em repartições governamentais 
brasileiras, lá domiciliado e contratado, 
inclusive o auxiliar local de que tratam os arts. 
56 e 57 da Lei no 11.440, de 29 de dezembro 
de 2006, este desde que, em razão de 
proibição legal, não possa filiar-se ao sistema 
previdenciário local;
157 158
159 160
41
161
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• h) o bolsista e o estagiário que prestam 
serviços a empresa, em desacordo com a Lei 
no 11.788/2008
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162
SEGURADOS EMPREGADOS
(parte 4)
Aula 19
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 163 164
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• i) o servidor da União, estado, Distrito Federal 
ou município, incluídas suas autarquias e 
fundações, ocupante, exclusivamente, de cargo 
em comissão declarado em lei de livre 
nomeação e exoneração;
161 162
163 164
42
165
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• j) o servidor do Estado, Distrito Federal ou 
Município, bem como o das respectivas 
autarquias e fundações, ocupante de cargo 
efetivo, desde que, nessa qualidade, não esteja 
amparado por regime próprio de Previdência 
Social;
166
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• l) o servidor contratado pela União, Estado, 
Distrito Federal ou Município, bem como pelas 
respectivas autarquias e fundações, por tempo 
determinado, para atender à necessidade 
temporária de excepcional interesse público, 
nos termos do inciso IX do art. 37 da 
Constituição Federal;
167
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• m) o servidor da União, Estado, Distrito Federal 
ou Município, incluídas suas autarquias e 
fundações, ocupante de emprego público;
168
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• n) A alínea n do art. 9o do RPS foi revogada 
pelo Decreto no 3.265, de 29.11.1999.
• o) o escrevente e o auxiliar contratados por 
titular de serviços notariais e de registro a partir 
de 21 de novembro de 1994, bem comoaquele 
que optou pelo Regime Geral de Previdência 
Social, em conformidade com a Lei no 8.935, 
de 18 de novembro de 1994;
165 166
167 168
43
169
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• p) o exercente de mandato eletivo federal, 
estadual ou municipal, desde que não 
vinculado a regime próprio de Previdência 
Social;
170
QUESTÃO
• (CESPE - Defensoria Pública da União -
Analista Técnico) O deputado estadual que
não tem vínculo com regime próprio de
previdência social é considerado segurado
obrigatório do regime geral de previdência
social, e, nessa condição, está obrigado a
contribuir para esse regime de previdência.
171
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• q) o empregado de organismo oficial 
internacional ou estrangeiro em funcionamento 
no Brasil, salvo quando coberto por regime 
próprio de Previdência Social;
172
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• r) o trabalhador rural contratado por produtor 
rural pessoa física, na forma do art. 14-A da 
Lei no 5.889, de 8 de junho de 1973, para o 
exercício de atividades de natureza temporária 
por prazo não superior a dois meses dentro do 
período de um ano.
169 170
171 172
44
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173
SEGURADOS EMPREGADOS
(parte 5)
Aula 20
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 174
175
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• II - o aprendiz, maior de 14 (quatorze) e menor
de 24 (vinte e quatro) anos, ressalvada a
pessoa com deficiência, à qual não se aplica o
limite máximo de idade, conforme disposto no
art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho
(CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de
1º de maio de 1943, com a redação dada pela
Lei nº 11.180, de 23 de setembro de 2005.
176
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• III - o empregado de conselho, de ordem 
ou de autarquia de fiscalização do 
exercício de atividade profissional;
173 174
175 176
45
177
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• V - o trabalhador contratado no exterior 
para trabalhar no Brasil em empresa 
constituída e funcionando em território 
nacional segundo as leis brasileiras, ainda 
que com salário estipulado em moeda 
estrangeira, salvo se amparado pela 
previdência social de seu país de origem, 
observado o disposto nos acordos 
internacionais porventura existentes. 178
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• XXIII - o contratado por titular de serventia da 
justiça, sob o regime da legislação trabalhista.
179
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009 
• XXIV - o atleta não-profissional em formação 
contratado em desacordo com a Lei nº 9.615, 
de 24 de março de 1998, com as alterações da 
Lei nº 10.672, de 15 de maio de 2003 .
180
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009 
• XXV - o médico-residente ou o residente em
área profissional da saúde que presta serviços
em desacordo, respectivamente, com a Lei
nº 6.932, de 7 de julho de 1981.
177 178
179 180
46
181
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• XXVI - o médico ou o profissional da 
saúde, plantonista, independentemente 
da área de atuação, do local de 
permanência ou da forma de 
remuneração.
182
QUESTÃO
• (CESPE - Auditor Fiscal da Previdência Socia) Célio
é médico, clínico geral, e trabalha como plantonista
nos prontos-socorros do Hospitais São Carlos e São
Tomé, empresas distintas, no período de 0 h às 6 h,
duas vezes por semana em cada estabelecimento. O
acerto financeiro e a freqüência são controlados por
meio de uma planilha que apresenta, inclusive, um
resumo sucinto quanto às ocorrências do plantão e
os procedimentos adotados. Nessa situação, Célio,
profissional liberal, é segurado da previdência social
na qualidade de empregado.
183
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• XXVIII - o treinador profissional de 
futebol, independentemente de acordos 
firmados, nos termos da Lei nº 8.650, de 
1993.
184
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• XXIX - o agente comunitário de saúde 
com vínculo direto com o poder público 
local. (desde que não seja titular de cargo 
efetivo amparado por RPPS).
181 182
183 184
47
185
Segurado Obrigatório: 
Empregado:
• IN RFB 971/2009. Art. 6o 
• XXXII - o trabalhador contratado mediante 
contrato de trabalho intermitente, na forma 
prevista no art. 452-A da CLT.
• (Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB 
nº 1867, de 25 de janeiro de 2019)
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Direito Previdenciário
186
EMPREGADO DOMÉSTICO
Aula 21
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 187 188
SEGURADOS 
OBRIGATÓRIOS
• São divididos em 5 espécies:
• Empregado
• Empregado doméstico
• Trabalhador avulso
• Contribuinte individual
• Segurado especial.
185 186
187 188
48
189
Segurado Obrigatório:
• EMPREGADO DOMÉSTICO:
• aquele que presta serviço de natureza 
contínua, mediante remuneração, a pessoa ou 
família, no âmbito residencial desta, em 
atividade sem fins lucrativos 
190
QUESTÕES
• (CESPE - INSS - Técnico do Seguro Social -
2016) Situação hipotética: João exerce 
atividade econômica com finalidade lucrativa na 
sua própria residência. Recentemente, ele 
contratou Maria para fazer a limpeza de sua 
residência, de forma habitual e remunerada, e, 
inclusive, atender clientes. Assertiva: Nessa 
situação, João será considerado empregador 
doméstico com relação aos serviços prestados 
por Maria.
191
QUESTÕES
• (ESAF – Técnico da Receita Federal – 2006) Segundo a consolidação administrativa 
das normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições 
sociais administradas pela Secretaria da Receita Previdenciária – SRP, deve 
contribuir obrigatoriamente na qualidade de “segurado empregado”:
• ( ) o diretor empregado que seja promovido para cargo de direção de sociedade 
anônima, mantendo as características inerentes à relação de trabalho?
• ( ) o trabalhador contratado em tempo certo, por empresa de trabalho temporário?
• ( ) aquele que presta serviços de natureza contínua, mediante remuneração, à 
pessoa, 
• à família ou à entidade familiar, no âmbito residencial desta, em atividade sem fins 
lucrativos?
• a) Sim, sim, sim.
• b) Sim, não, não.
• c) Sim, não, sim.
• d) Sim, sim, não.
• e) Não, não, não.
192
QUESTÕES
• (ESAF – Técnico da Receita Federal – 2006) Segundo a 
consolidação administrativa das normas gerais de tributação 
previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais 
administradas pela Secretaria da Receita Previdenciária –
SRP, deve contribuir obrigatoriamente na qualidade de 
“segurado empregado”:
• ( ) o diretor empregado que seja promovido para cargo de 
direção de sociedade anônima, mantendo as características 
inerentes à relação de trabalho?
• ( ) o trabalhador contratado em tempo certo, por empresa de 
trabalho temporário?
• ( ) aquele que presta serviços de natureza contínua, mediante 
remuneração, à pessoa, à família ou à entidade familiar, no 
âmbito residencial desta, em atividade sem fins lucrativos?
189 190
191 192
49
193
QUESTÕES
• a) Sim, sim, sim.
• b) Sim, não, não.
• c) Sim, não, sim.
• d) Sim, sim, não.
• e) Não, não, não.
194
QUESTÕES
• (Técnico INSS) Carlos Afonso foi contratado pela 
esposa de um fazendeiro para ser seu motorista. Sua 
função é transportá-la da propriedade rural onde mora 
para os locais que ela desejar, cumprindo jornada 
diária de 6 horas de trabalho, com uma folga semanal. 
A inscrição de Carlos no Regime Geral de Previdência 
Social será obrigatória, na qualidade de:
• a) empregado.
• b) trabalhador avulso.
• c) segurado especial.
• d) contribuinte individual.
• e) empregado doméstico. 
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195
TRABALHADOR AVULSO
Aula 22
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 196
193 194
195 196
50
197
SEGURADOSOBRIGATÓRIOS
• São divididos em 5 espécies:
• Empregado
• Empregado doméstico
• Trabalhador avulso
• Contribuinte individual
• Segurado especial.
198
Segurados 
Obrigatórios
• TRABALHADOR AVULSO
• quem presta, a diversas empresas, sem vínculo 
empregatício, serviço de natureza urbana ou 
rural definidos no Regulamento (definição da 
Lei 8213/91, art. 11, inc VI)
199
Segurados 
Obrigatórios
• TRABALHADOR AVULSO
• aquele que, sindicalizado ou não, presta 
serviço de natureza urbana ou rural, a diversas 
empresas, sem vínculo empregatício, com a 
intermediação obrigatória do órgão gestor de 
mão-de-obra (OGMO), ou do sindicato da 
categoria. (definição Decreto 3.048/99)
• Ex.: Trabalhador Portuário.
200
Segurados Obrigatórios: 
Trabalhador Avulso:
• a) o trabalhador que exerce atividade portuária de capatazia, 
estiva, conferência e conserto de carga, vigilância de 
embarcação e bloco;
b) o trabalhador de estiva de mercadorias de qualquer 
natureza, inclusive carvão e minério;
c) o trabalhador em alvarenga (embarcação para carga e 
descarga de navios);
d) o amarrador de embarcação;
e) o ensacador de café, cacau, sal e similares;
f ) o trabalhador na indústria de extração de sal;
g) o carregador de bagagem em porto;
h) o prático de barra em porto;
i ) o guindasteiro; e
j) o classificador, o movimentador e o empacotador de 
mercadorias em portos 
197 198
199 200
51
201
QUESTÃO
• (ESAF – AFRFB – adaptada) Não é filiado obrigatório ao RGPS, na 
qualidade de segurado empregado,
• a) aquele que presta serviço de natureza urbana ou rural à empresa, em 
caráter não eventual, com subordinação e mediante remuneração.
• b) o contratado em caráter permanente em Conselho, Ordem ou autarquia 
de fiscalização
• do exercício de atividade profissional.
• c) o aprendiz, maior de quatorze e menor de vinte e quatro anos, 
ressalvado o portador de deficiência, ao qual não se aplica o limite máximo 
de idade, sujeito à formação técnica profissional metódica, sob a 
orientação de entidade qualificada.
• d) o trabalhador temporário contratado por empresa de trabalho temporário 
para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal 
regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços.
• e) o carregador de bagagem em porto, que presta serviços sem 
subordinação nem horário fixo, mas sob remuneração, a diversos, com a 
intermediação obrigatória do sindicato da categoria ou OGMO. 202
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal da RFB - adaptado) Não é 
filiado obrigatório ao RGPS, na qualidade de 
segurado empregado,
• a) aquele que presta serviço de natureza urbana ou 
rural à empresa, em caráter não-eventual, com 
subordinação e mediante remuneração.
• b) o contratado em caráter permanente em 
Conselho, Ordem ou autarquia de fiscalização do 
exercício de atividade profissional.
203
QUESTÃO
• c) o aprendiz, maior de quatorze e menor de vinte e 
quatro anos, ressalvado o portador de deficiência, ao 
qual não se aplica o limite máximo de idade, sujeito à 
formação técnica-profissional metódica, sob a 
orientação de entidade qualificada.
• d) o trabalhador temporário contratado por empresa 
de trabalho temporário para atender à necessidade 
transitória de substituição de seu pessoal regular e 
permanente ou a acréscimo extraordinário de 
serviços.
204
QUESTÃO
• e) o carregador de bagagem em porto, que presta 
serviços sem subordinação nem horário fixo, mas 
sob remuneração, a diversos, com a intermediação 
obrigatória do sindicato da categoria ou OGMO.
201 202
203 204
52
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Direito Previdenciário
Editora Atualizar
205
SEGURADO ESPECIAL
Aula 23
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 206
207
SEGURADOS 
OBRIGATÓRIOS
• São divididos em 5 espécies:
• Empregado
• Empregado doméstico
• Trabalhador avulso
• Segurado Especial
• Contribuinte Individual.
208
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• A pessoa física residente no imóvel rural ou em 
aglomerado urbano ou rural próximo a ele que, 
individualmente ou em regime de economia 
familiar, ainda que com o auxílio eventual de 
terceiros a título de mútua colaboração, na 
condição de:
205 206
207 208
53
209
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• a) produtor, seja proprietário, usufrutuário, 
possuidor, assentado, parceiro ou meeiro 
outorgados, comodatário ou arrendatário rurais, 
que explore atividade:
• 1. agropecuária em área de até 4 (quatro) 
módulos fiscais; ou
• 2. de seringueiro ou extrativista vegetal que 
exerça atividades de extrativismo e faça dessas 
atividades o principal meio de vida. 
210
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• b) pescador artesanal ou a este assemelhado, 
que faça da pesca profissão habitual ou 
principal meio de vida.
211
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• RPS, Art. 9º, § 14. Considera-se pescador artesanal
aquele que, individualmente ou em regime de
economia familiar, faz da pesca sua profissão habitual
ou meio principal de vida, desde que:
• I - não utilize embarcação;
• II - utilize embarcação de pequeno porte, nos termos
da Lei nº 11.959/09. (quando possui arqueação bruta
igual ou menor que 20)
• (Obs.: Redação dada pelo Decreto nº 8.424/15).
212
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• RPS, Art. 9º, § 14-A. Considera-se
assemelhado ao pescador artesanal aquele
que realiza atividade de apoio à pesca
artesanal, exercendo trabalhos de confecção e
de reparos de artes e petrechos de pesca e de
reparos em embarcações de pequeno porte ou
atuando no processamento do produto da
pesca artesanal.
209 210
211 212
54
213
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• A legislação entende como regime de
economia familiar a atividade em que o
trabalho dos membros da família é
indispensável à própria subsistência e ao
desenvolvimento socioeconômico do núcleo
familiar e é exercido em condições de mútua
dependência e colaboração, sem a utilização
de empregados permanentes.
214
QUESTÃO
• (CESPE - 2016 - INSS - Técnico do Seguro
Social) O pescador que exerça essa atividade
como principal meio de vida é considerado
segurado especial mesmo que tenha
empregados permanentes.
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Prof. Eduardo Tanaka
215
SEGURADO ESPECIAL 
(parte 2)
Aula 24 
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 216
213 214
215 216
55
217
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• O grupo familiar poderá utilizar-se de empregados
contratados por prazo determinado ou trabalhador
contribuinte individual, em épocas de safra, à razão
de no máximo 120 (cento e vinte) pessoas/dia no ano
civil, em períodos corridos ou intercalados ou, ainda,
por tempo equivalente em horas de trabalho.
• A interpretação que se dá a este dispositivo legal é
que pode ser contratado trabalhador, mas no máximo
por 120 dias por ano proprcionalmente.
218
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• Segundo o art. 9º, parágrafo 8º do RPS:
• “não se considera segurado especial o
membro do grupo familiar que possui outra
fonte de rendimento”.
219
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• Entretanto, há algumas exceções a esta regra,
em que, este tipo de segurado continuará
sendo especial, conforme veremos a seguir.
220
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• A - Não descaracteriza a condição de
segurado especial:
• I – a outorga, por meio de contrato escrito
de parceria, meação ou comodato, de até 50%
(cinqüenta por cento) de imóvel rural cuja área
total não seja superior a 4 (quatro) módulos
fiscais, desde que outorgante e outorgado
continuem a exercer a respectiva atividade,
individualmente ou em regime de economia
familiar;
217 218
219 220
56
221
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• A - Não descaracteriza a condição de segurado
especial:
• II – a exploração da atividade turística da propriedade
rural, inclusive com hospedagem, por não mais de
120 (cento e vinte) diasao ano;
• III – a participação em plano de previdência
complementar instituído por entidade classista a que
seja associado, em razão da condição de trabalhador
rural ou de produtor rural em regime de economia
familiar; 222
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• A - Não descaracteriza a condição de
segurado especial:
• IV – ser beneficiário ou fazer parte de grupo
familiar que tem algum componente que seja
beneficiário de programa assistencial oficial de
governo;
• V – a utilização pelo próprio grupo familiar, na
exploração da atividade, de processo de
beneficiamento ou industrialização artesanal; e
223
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• A - Não descaracteriza a condição de
segurado especial:
• VI – a associação em cooperativa agropecuária 
ou de crédito rural; e
• VII - a incidência do Imposto Sobre Produtos 
Industrializados - IPI sobre o produto das 
atividades desenvolvidas nos termos do § 12. 
224
Segurados Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• § 12. A participação do segurado especial em
sociedade empresária, em sociedade simples, como
empresário individual ou como titular de empresa
individual de responsabilidade limitada de objeto ou
âmbito agrícola, agroindustrial ou agroturístico,
considerada microempresa nos termos da Lei
Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006,
não o exclui de tal categoria previdenciária, desde
que, mantido o exercício da sua atividade rural na
forma do inciso VII do caput e do § 1o, a pessoa
jurídica componha-se apenas de segurados de igual
natureza e sedie-se no mesmo Município ou em
Município limítrofe àquele em que eles desenvolvam
suas atividades.
221 222
223 224
57
225
QUESTÃO
• (CESPE – TRT-CE – Analista Judiciário – 2017) 
Assinale a opção correspondente a ocorrência que 
implica a perda, pelo contribuinte, da condição de 
segurado especial da previdência social. 
• a) participar de plano de previdência complementar
• b) explorar atividade turística na propriedade rural 
em caráter permanente
• c) ser beneficiário de programa assistencial oficial 
de governo
• d) outorgar a outrem até um terço da área do imóvel 
rural de sua propriedade
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226
SEGURADO ESPECIAL 
(parte 3)
Aula 25
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 227 228
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• B - Não é segurado especial o membro de
grupo familiar que possuir outra fonte de
rendimento, exceto se decorrente de:
• I – benefício de pensão por morte, auxílio-
acidente ou auxílio-reclusão, cujo valor não
supere o do menor benefício de prestação
continuada da Previdência Social;
• II – benefício previdenciário pela participação
em plano de previdência complementar;
225 226
227 228
58
229
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• B - Não é segurado especial o membro de grupo
familiar que possuir outra fonte de rendimento, exceto
se decorrente de:
• III – exercício de atividade remunerada em período de
entressafra ou do defeso, não superior a 120 (cento e
vinte) dias, corridos ou intercalados, no ano civil;
• IV – exercício de mandato eletivo de dirigente sindical
de organização da categoria de trabalhadores rurais;
230
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• B - Não é segurado especial o membro de grupo
familiar que possuir outra fonte de rendimento, exceto
se decorrente de:
• V – exercício de mandato de vereador do município
onde desenvolve a atividade rural, ou de dirigente de
cooperativa rural constituída exclusivamente por
segurados especiais;
• VI – parceria ou meação outorgada na forma e
condições estabelecidas no inciso I do item “A”
acima;
231
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• B - Não é segurado especial o membro de grupo
familiar que possuir outra fonte de rendimento, exceto
se decorrente de:
• VII – atividade artesanal desenvolvida com matéria-
prima produzida pelo respectivo grupo familiar,
podendo ser utilizada matéria-prima de outra origem,
desde que a renda mensal obtida na atividade não
exceda ao menor benefício de prestação continuada
da Previdência Social; e
• VIII – atividade artística, desde que em valor mensal
inferior ao menor benefício de prestação continuada
da Previdência Social. 232
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• O segurado especial fica excluído dessa categoria:
• I – a contar do primeiro dia do mês em que:
• a) deixar de satisfazer as condições
estabelecidas pela legislação previdenciária, sem
prejuízo da manutenção da qualidade do segurado,
como disposto no art. 15 da Lei no 8.213/1991, ou
exceder os 50% da outorga, por meio de contrato
escrito de parceria, meação ou comodato de imóvel
rural cuja área total não seja superior a 4 (quatro)
módulos fiscais, como tratado no item I da letra “A”
acima.
229 230
231 232
59
233
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• O segurado especial fica excluído dessa categoria:
• I – a contar do primeiro dia do mês em que:
• b) enquadrar-se em qualquer outra categoria de
segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência
Social, ressalvado os casos permitidos pela legislação
previdenciária, dispostos no nos itens III, V, VII e VIII
da letra “B” acima; e
• c) tornar-se segurado obrigatório de outro regime
previdenciário;
234
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• O segurado especial fica excluído dessa
categoria:
• I – a contar do primeiro dia do mês em que:
• participar de sociedade empresária, de
sociedade simples, como empresário individual
ou como titular de empresa individual de
responsabilidade limitada em desacordo com
as limitações impostas pelo § 14 deste artigo
235
Segurados 
Obrigatórios:
• Segurado ESPECIAL:
• O segurado especial fica excluído dessa categoria:
• II – a contar do primeiro dia do mês subseqüente ao
da ocorrência, quando o grupo familiar a que pertence
exceder o limite de:
• a) utilização de trabalhadores, à razão de no máximo
120 (cento e vinte) pessoas/dia no ano civil;
• b) 120 dias em atividade remunerada em período de
entressafra ou do defeso conforme estabelecido
acima no item III da letra “B”, acima ; e
• c) 120 dias de hospedagem a que se refere o item II
da letra “A”, acima.
236
QUESTÃO
• (CESPE – INSS – Técnico do Seguro Social) 
Claudionor tem uma pequena lavoura de feijão 
em seu sítio e exerce sua atividade rural 
apenas com o auxílio da família. Dos seus 
filhos, somente Aparecida trabalha fora do sítio. 
Embora ajude diariamente na manutenção da 
plantação, Aparecida também exerce atividade 
remunerada no grupo escolar próximo à 
propriedade da família. Nessa situação, 
Claudionor e toda a sua família são segurados 
especiais da previdência social.
233 234
235 236
60
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237
CONTRIBUINTE INDIVIDUAL
(parte 1)
Aula 26
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 238
239
SEGURADOS 
OBRIGATÓRIOS
• São divididos em 5 espécies:
• Empregado
• Empregado doméstico
• Trabalhador avulso
• Segurado Especial
• Contribuinte individual.
240
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• É espécie genérica,ampla, comportando 
trabalhadores muito distintos entre si, mas com 
algo em comum: nenhum deles enquadra-se 
nas situações anteriores. 
237 238
239 240
61
241
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• Criada pela lei 9876/99, a qual reuniu 3 
categorias: 
• 1- empresário
• 2- autônomo
• 3- equiparado a autônomo.
242
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (Lei 8212;91):
• A- a pessoa física, proprietária ou não, que 
explora atividade agropecuária, a qualquer 
título, em caráter permanente ou temporário, 
em área superior a 4 (quatro) módulos fiscais; 
ou, quando em área igual ou inferior a 4 
(quatro) módulos fiscais ou atividade pesqueira, 
com auxílio de empregados ou por intermédio 
de prepostos.
243
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• Obs.: Quando o segurado especial é excluído
desta categoria,em regra, tornar-se-á
contribuinte individual.
244
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• b- a pessoa física, proprietária ou não, que 
explora atividade de extração mineral - garimpo
-, em caráter permanente ou temporário, 
diretamente ou por intermédio de prepostos, 
com ou sem o auxílio de empregados, 
utilizados a qualquer título, ainda que de forma 
não contínua 
241 242
243 244
62
245
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• c- o ministro de confissão religiosa e o membro 
de instituto de vida consagrada, de 
congregação ou de ordem religiosa 
246
QUESTÃO
• (CESPE - 2016 - INSS - Técnico do Seguro
Social) Pastor evangélico que atue
exclusivamente em sua atividade religiosa é
considerado segurado facultativo do RGPS.
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247
CONTRIBUINTE INDIVIDUAL
(parte 2)
Aula 27
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 248
245 246
247 248
63
249
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• d) o brasileiro civil que trabalha no exterior para 
organismo oficial internacional do qual o Brasil 
é membro efetivo, ainda que lá domiciliado e 
contratado, salvo quando coberto por regime 
próprio de previdência social 
250
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• e) o titular de firma individual urbana ou rural, o diretor 
não empregado e o membro de conselho de 
administração de sociedade anônima, o sócio 
solidário, o sócio de indústria, o sócio gerente e o 
sócio cotista que recebam remuneração decorrente 
de seu trabalho em empresa urbana ou rural, e o 
associado eleito para cargo de direção em 
cooperativa, associação ou entidade de qualquer 
natureza ou finalidade, bem como o síndico ou 
administrador eleito para exercer atividade de direção 
condominial, desde que recebam remuneração
251
QUESTÃO
• (CESPE - 2016 - INSS - Técnico do Seguro
Social) Síndica do condomínio predial em que
resida e que receba como pró-labore a quantia
equivalente a um salário mínimo será
considerada segurada obrigatória do RGPS na
qualidade de empregada.
252
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• f) quem presta serviço de natureza urbana ou 
rural, em caráter eventual, a uma ou mais 
empresas, sem relação de emprego
249 250
251 252
64
253
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL:
• g) a pessoa física que exerce, por conta 
própria, atividade econômica de natureza 
urbana, com fins lucrativos ou não
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254
CONTRIBUINTE INDIVIDUAL
(parte 3)
Aula 28
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 255 256
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (Decreto 3.048/99):
• O aposentado de qualquer regime previdenciário 
nomeado magistrado classista temporário da Justiça 
do Trabalho, na forma dos incisos II do § 1º do art. 
111 ou III do art. 115 ou do parágrafo único do art. 
116 da Constituição Federal, ou nomeado magistrado 
da Justiça Eleitoral, na forma dos incisos II do art. 
119 ou III do § 1º do art. 120 da Constituição Federal.
253 254
255 256
65
257
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (Decreto 3.048/99):
• Obs.: O magistrado da Justiça Eleitoral, nomeado na 
forma do inciso II do art. 119 ou III do § 1º do art. 120 
da Constituição Federal, mantém o mesmo 
enquadramento no Regime Geral de Previdência 
Social de antes da investidura no cargo. (§11, art. 9º, 
RPS).
258
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (Decreto 
3.048/99):
• o cooperado de cooperativa de produção que, 
nesta condição, presta serviço à sociedade 
cooperativa mediante remuneração ajustada ao 
trabalho executado.
259
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (Decreto 
3.048/99):
• o Micro Empreendedor Individual - MEI de que 
tratam os arts. 18-A e 18-C da Lei 
Complementar no 123, de 14 de dezembro de 
2006, que opte pelo recolhimento dos impostos 
e contribuições abrangidos pelo Simples 
Nacional em valores fixos mensais.
260
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (LC 123/2006):
• Obs.: considera-se MEI o empresário individual 
que se enquadre na definição do art. 966 da Lei 
nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código 
Civil, ou o empreendedor que exerça 
as atividades de industrialização, 
comercialização 
e prestação de serviços no âmbito rural, 
257 258
259 260
66
261
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (LC 123/2006):
• (... Continuação) que tenha auferido receita 
bruta, no ano-
calendário anterior, de até R$ 81.000,00 
(oitenta e um mil reais), que seja optante pelo
Simples Nacional e que não esteja impedido de 
optar pela sistemática prevista na legislação.
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262
CONTRIBUINTE INDIVIDUAL
(parte 4)
Aula 29
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 263 264
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (trabalhadores 
autônomos, relação exemplificativa do Decreto 
3048/99):
I - o condutor autônomo de veículo rodoviário, assim 
considerado aquele que exerce atividade profissional 
sem vínculo empregatício
II - aquele que exerce atividade de auxiliar de 
condutor autônomo de veículo rodoviário,
261 262
263 264
67
265
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (trabalhadores 
autônomos, relação exemplificativa do Decreto 
3048/99):
III - aquele que, pessoalmente, por conta própria e 
a seu risco, exerce pequena atividade comercial em 
via pública ou de porta em porta, como comerciante 
ambulante;
IV - o trabalhador associado a cooperativa que, 
nessa qualidade, presta serviços a terceiros;
266
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (trabalhadores 
autônomos, relação exemplificativa):
V - o membro de conselho fiscal de sociedade por 
ações;
VI - aquele que presta serviço de natureza não 
contínua, por conta própria, a pessoa ou família, no 
âmbito residencial desta, sem fins lucrativos; 
VII - o notário ou tabelião e o oficial de registros ou 
registrador, titular de cartório, que detêm a delegação 
do exercício da atividade notarial e de registro, não 
remunerados pelos cofres públicos, admitidos a partir 
de 21 de novembro de 1994; 
267
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (trabalhadores 
autônomos):
• VIII - aquele que, na condição de pequeno feirante, 
compra para revenda produtos hortifrutigranjeiros ou 
assemelhados; 
IX - a pessoa física que edifica obra de construção 
civil;
X - o médico-residente ou o residente em área 
profissional da saúde, contratados, respectivamente, 
na forma da Lei nº 6.932, de 1981, na redação dada 
pela Lei nº 10.405, de 2002, e da Lei nº 11.129, de 
2005.
268
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (trabalhadores 
autônomos):
• XI - o pescador que trabalha em regime de parceria, 
meação ou arrendamento, em embarcação com mais 
de seis toneladas de arqueação bruta, 
XII - o incorporador de que trata o art. 29 da Lei nº 
4.591, de 16 de dezembro de 1964;
XIII - o bolsista da Fundação Habitacional do Exército 
contratado em conformidade com a Lei nº 6.855, de 
18 de novembro de 1980; 
XIV - o árbitro e seus auxiliares que atuam em 
conformidade com a Lei nº 9.615, de 24 de março de 
1998; 
265 266
267 268
68
269
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (trabalhadores 
autônomos):
XV - o membro de conselho tutelar de que trata o art. 
132 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, quando 
remunerado; e 
XVI - o interventor, o liquidante, o administrador 
especial e o diretor fiscal de instituição financeira .
270
Segurado Obrigatório:
• CONTRIBUINTE INDIVIDUAL (IN RFB 971/09):
• a pessoa física contratada por partido político ou 
por candidato a cargo eletivo, para, mediante 
remuneração, prestar serviços em campanhas 
eleitorais, em razão do disposto no art. 100 da Lei 
nº 9.504, de 30 de setembro de 1997
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271
SEGURADO FACULTATIVO
Aula 30
Prof. EduardoTanaka
Direto Previdenciário 272
269 270
271 272
69
273
Segurado Facultativo
• É segurado facultativo o maior de dezesseis 
anos de idade que se filiar ao Regime Geral de 
Previdência Social, mediante contribuição, 
desde que não esteja exercendo atividade 
remunerada que o enquadre como segurado 
obrigatório da previdência social 
274
Segurado Facultativo
• Art. 11, § 1º (RPS) Podem filiar-se facultativamente, 
entre outros: 
I - a dona-de-casa;
II - o síndico de condomínio, quando não remunerado;
III - o estudante; 
IV - o brasileiro que acompanha cônjuge que presta 
serviço no exterior;
V - aquele que deixou de ser segurado obrigatório da 
previdência social;
VI - o membro de conselho tutelar, quando não esteja 
vinculado a qualquer regime de previdência social; 
275
Segurado Facultativo
• Podem filiar-se facultativamente, entre outros:
• VII - o bolsista e o estagiário que prestam serviços a 
empresa de acordo com a Lei nº 6.494, de 1977; 
VIII - o bolsista que se dedique em tempo integral a 
pesquisa, curso de especialização, pós-graduação, 
mestrado ou doutorado, no Brasil ou no exterior, desde 
que não esteja vinculado a qualquer regime de 
previdência social;
IX - o presidiário que não exerce atividade remunerada 
nem esteja vinculado a qualquer regime de previdência 
social; 
X - o brasileiro residente ou domiciliado no exterior, 
salvo se filiado a regime previdenciário de país com o 
qual o Brasil mantenha acordo internacional; e
276
Segurado Facultativo
• Podem filiar-se facultativamente, entre outros:
• XI. o segurado recolhido à prisão sob 
regime fechado ou semi-aberto, que, 
nesta condição, preste serviço, dentro ou 
fora da unidade penal, a uma ou mais 
empresas, com ou sem intermediação da 
organização carcerária ou entidade afim, 
ou que exerce atividade artesanal por 
conta própria 
273 274
275 276
70
277
Segurado Facultativo
• É vedada a filiação ao Regime Geral de 
Previdência Social, na qualidade de 
segurado facultativo, de pessoa 
participante de regime próprio de 
previdência social. 
278
Segurado Facultativo
• A filiação na qualidade de segurado 
facultativo representa ato volitivo, gerando 
efeito somente a partir da inscrição e do 
primeiro recolhimento, não podendo 
retroagir e não permitindo o pagamento de 
contribuições relativas a competências 
anteriores à data da inscrição, salvo 
quando há pagamento trimestral.
279
Segurado Facultativo
• Após a inscrição, o segurado facultativo 
somente poderá recolher contribuições em 
atraso quando não tiver ocorrido perda da 
qualidade de segurado.
280
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil -
2005) O art. 11, § 1º, do Regulamento da 
Previdência Social, dispõe sobre os segurados 
facultativos. Não está entre os segurados facultativos 
expressamente previstos no citado dispositivo:
277 278
279 280
71
281
QUESTÃO
• a) Aquele que deixou de ser segurado obrigatório da 
previdência social.
• b) A dona de casa.
• c) O síndico de condomínio, quando não 
remunerado.
• d) O brasileiro que acompanha cônjuge que presta 
serviço no exterior.
• e) O estudante universitário.
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282
Filiação
e
Inscrição
Aula 31 
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 283 284
FILIAÇÃO
• É o vínculo jurídico que se estabelece entre o 
segurado e o RGPS.
• Decorre automaticamente da atividade 
remunerada, ou seja, no momento em que uma 
pessoa iniciar o exercício de alguma atividade 
remunerada estará filiada à previdência social. 
281 282
283 284
72
285
FILIAÇÃO
• É automática quando do exercício de atividade 
remunerada pelos segurados obrigatórios.
• Para o facultativo decorre do pagamento da 
primeira contribuição, como segurado nessa 
condição.
286
QUESTÃO
• (CESPE - INSS - Técnico do Seguro Social -
2016) A filiação do segurado obrigatório ao
RGPS decorre automaticamente do exercício
da atividade remunerada.
287
INSCRIÇÃO
• É ato meramente formal, pelo qual o segurado 
fornece dados necessários para sua 
identificação pelo INSS.
288
INSCRIÇÃO
• Os segurados serão identificados pelo NIT –
Número de Identificação do Trabalhador, que é 
único, pessoal e intransferível. Para os 
segurados já cadastrados no PIS/PASEP não 
cabe novo número de identificação (NIT), 
sendo identificados pelo número do PIS ou pelo 
do PASEP.
285 286
287 288
73
289
INSCRIÇÃO
• Existem dois tipos de inscrição: a inscrição do 
segurado e a inscrição do dependente, esta, 
somente promovida quando do requerimento 
do benefício a que tiver direito.
290
INSCRIÇÃO
• Art. 17. O Regulamento disciplinará a forma de 
inscrição do segurado e dos dependentes.
• § 1o Incumbe ao dependente promover a 
sua inscrição quando do requerimento do 
benefício a que estiver habilitado. 
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291
Inscrição
(parte 2)
Aula 32
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 292
289 290
291 292
74
293
Formalização das 
Inscrições:
• Empregado: a inscrição é formalizada pelo 
contrato de trabalho, efetuada diretamente na 
empresa.
• Não precisa ir se inscrever no INSS.
294
Formalização das 
Inscrições:
• Trabalhador Avulso: 
• Cadastro e registro no Órgão Gestor de Mão-
de-Obra (OGMO) ou no sindicato
295
Formalização das 
Inscrições:
• Empregado doméstico:
• Inscrição é efetuada por documento que 
comprove o contrato de trabalho, a CTPS –
Carteira de Trabalho de Previdência Social. É 
realizada diretamente no INSS.
296
Formalização das 
Inscrições:
• Contribuinte individual: 
• Feita por documento que caracterize sua 
condição.
• Realizada no INSS.
293 294
295 296
75
297
Formalização das 
Inscrições:
• Segurado especial:
• Necessita de documento que comprove 
exercício de atividade rural (agropecuária ou 
pesqueira), sendo a inscrição realizada no 
INSS.
298
Formalização das 
Inscrições:
• Facultativo: documento de identidade e 
declaração de que não exerce outra atividade 
que não o enquadre como segurado 
obrigatório, realizada no INSS.
299
Formalização das 
Inscrições:
• Idade mínima:
• 16 anos
• Porém, há uma exceção: na condição de 
aprendiz, a partir de 14 (quatorze) anos. 
Enquadrado como segurado empregado.
300
Inscrição
• O segurado que exercer, ao mesmo tempo, 
mais de uma atividade remunerada sujeita ao 
RGPS será obrigatoriamente inscrito em 
relação a cada uma delas.
297 298
299 300
76
301
Inscrição
• Presentes os pressupostos da filiação, admite-
se a inscrição post mortem do segurado 
especial. 
• Não será admitida a inscrição post mortem de 
segurado contribuinte individual e de segurado 
facultativo.
302
Inscrição
• Lei 8213/91, Art. 17, § 4o A inscrição do 
segurado especial será feita de forma a 
vinculá-lo ao respectivo grupo familiar e 
conterá, além das informações pessoais, a 
identificação da propriedade em que 
desenvolve a atividade e a que título, se nela 
reside ou o Município onde reside e, quando for 
o caso, a identificação e inscrição da pessoa 
responsável pelo grupo familiar.
303
Inscrição
• Lei 8213/91, Art. 17, § 5o O segurado especial 
integrante de grupo familiar que não seja 
proprietário ou dono do imóvel rural em que 
desenvolve sua atividade deverá informar, no 
ato da inscrição, conforme o caso, o nome do 
parceiro ou meeiro outorgante, arrendador, 
comodante ou assemelhado.
304
QUESTÃO
• (CESPE – INSS - Técnico do Seguro Social) A 
inscrição é o ato pelo qual o segurado é 
cadastrado no RGPS, por meio de 
comprovação de dados pessoais e outros 
elementos.
301 302
303 304
77
305
QUESTÃO
• (CESPE - 2013 - TCE-RO - Auditor) A inscrição
do segurado trabalhador avulso no RGPS
ocorre pelo cadastramento e registro no
sindicato ou órgão gestor de mão de obra.
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306
Empresa 
e 
Empregador 
Doméstico
Aula 33
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 307 308
EMPRESA• Considera-se empresa: a firma individual ou a 
sociedade que assume o risco de atividade 
econômica urbana ou rural, com fins lucrativos 
ou não, bem como os órgãos e as entidades da 
administração pública direta, indireta e 
fundacional.
305 306
307 308
78
309
EMPRESA
• Equiparam-se a empresa:
• I - o contribuinte individual, em relação a 
segurado que lhe presta serviço 
II - a cooperativa, a associação ou a entidade de 
qualquer natureza ou finalidade, inclusive a 
missão diplomática e a repartição consular de 
carreiras estrangeiras; 
III - o operador portuário e o órgão gestor de 
mão-de-obra de que trata a Lei nº 8.630, de 
1993; e
IV - o proprietário ou dono de obra de 
construção civil, quando pessoa física, em 
relação a segurado que lhe presta serviço.
310
EMPREGADOR DOMÉSTICO
• Considera-se empregador doméstico - aquele 
que admite a seu serviço, mediante 
remuneração, sem finalidade lucrativa, 
empregado doméstico. 
311
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS) 
A Associação para Ajuda Juvenil (AAJ) –
sociedade civil que presta serviços a seus 
sócios, sem finalidade lucrativa – remunera, 
pelos serviços prestados como empregados, 
uma atendente, um digitador, um zelador e 
uma cozinheira e, eventualmente, utiliza-se 
dos serviços de uma faxineira. Em face dessa 
situação hipotética, julgue os itens a seguir, 
relativos à AAJ do ponto de vista da 
previdência social. 
312
QUESTÃO
• 1. Não é empresa, pois não possui fins 
lucrativos.
309 310
311 312
79
313
QUESTÃO
• 2. Deverá descontar contribuições da 
remuneração da atendente e do digitador 
como segurados empregados.
314
QUESTÃO
• 3. Está obrigada a calcular e recolher as 
contribuições do zelador e da cozinheira na 
categoria de empregados domésticos, em 
razão da ausência da finalidade lucrativa.
315
QUESTÃO
• 4. Não possui obrigações previdenciárias em 
relação à faxineira, pois não está configurada 
a existência, entre esta e a AAJ, de vínculo 
empregatício.
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316
313 314
315 316
80
Matrícula da Empresa
Aula 34
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 317 318
Matrícula da Empresa
• Toda empresa e equiparado a empresa devem 
estar cadastrados no Cadastro Nacional de 
Informações Sociais - CNIS. 
• Desta forma, as empresas efetuarão os 
recolhimentos previdenciários identificados pelo 
número da matrícula e estes recolhimentos 
poderão ser monitorados pela fiscalização. 
319
Matrícula da Empresa
• Artigo 256 do RPS, a matrícula da empresa 
será feita: 
• I - Simultaneamente com a inscrição no 
Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). 
320
Matrícula da Empresa
• Artigo 256 do RPS, a matrícula da empresa será 
feita: 
• II - Perante o Instituto Nacional do Seguro 
Social, no prazo de trinta dias contados do 
início de suas atividades, quando não sujeita 
à inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa 
Jurídica.
317 318
319 320
81
321
Matrícula da Empresa
• As pessoas físicas equiparadas à empresa 
que não estão sujeitas a inscrição no CNPJ 
deverão se cadastrar diretamente na 
Secretaria da Receita Federal do Brasil. 
• Essas pessoas físicas receberão um número 
chamado Cadastro da Atividade Econômica 
da Pessoa Física - CAEPF. 
322
Matrícula da Empresa
• No caso de obras de construção civil, mesmo 
que estas sejam realizadas nas instalações 
de empresas com CNPJ, deverá ser aberto 
uma matrícula denominada Cadastro 
Nacional de Obras - CNO.
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323
Regimes de 
Financiamento 
Previdenciário
Aula 35
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário 324
321 322
323 324
82
325
Regimes de Financiamento 
Previdenciário
• Repartição Simples (benefício definido): 
Segurados contribuem para um fundo único, 
responsável pelo pagamento de todos os 
benefícios. Trabalhadores de hoje custeiam os 
benefícios atuais (pacto intergeracional). As 
regras para o cálculo do valor dos benefícios 
são previamente estabelecidas (benefício 
definido).
326
Regimes de Financiamento 
Previdenciário
• Regime de Capitalização (contribuição 
definida): Os recursos arrecadados são 
investidos. Nele, as contribuições são definidas 
e os valores pagos no futuro variarão de acordo 
com as taxas de juros obtidas e a partir das 
opções de investimentos dos administradores.
327
Regimes de Financiamento 
Previdenciário
• Regime de Repartição de Capitais de 
Cobertura: É um regime intermediário entre a 
repartição simples e capitalização.
• As contribuições arrecadadas servem para 
pagar os atuais benefícios e para a formação 
de reservas que garantam o equilíbrio atuarial 
projetado em prazos futuros.
328
QUESTÃO
• (CESPE – Analista do Seguro Social – INSS) 
As técnicas de financiamento dos gastos 
previdenciários podem ser classificadas em 
regime de repartição simples (benefício 
definido), regime de capitalização 
(contribuição definida) e regime de repartição 
de capitais.
325 326
327 328
83
329
QUESTÃO
• (CESPE – PGE-PE – Analista Judiciário –
2019) O regime de previdência 
complementar, desvinculado do regime geral 
de previdência social e do regime próprio de 
previdência social, adota o sistema de 
capitalização e a adesão facultativa. 
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330
Receitas da União
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Direto Previdenciário
331 332
Financiamento da Seguridade Social 
• Decreto 3.048/99
• Art. 194. A seguridade social é financiada por 
toda a sociedade, de forma direta e indireta, 
mediante recursos provenientes dos 
orçamentos da União, dos Estados, do Distrito 
Federal, dos Municípios e de contribuições 
sociais.
329 330
331 332
84
333
Financiamento da Seguridade Social 
• Decreto 3.048/99
• Art. 195. No âmbito federal, o orçamento da 
seguridade social é composto de receitas 
provenientes:
• I - da União;
• II - das contribuições sociais; e
• III - de outras fontes.
334
RECEITAS DA UNIÃO 
(Decreto 3.048/99)
• Art. 196. A contribuição da União é constituída 
de recursos adicionais do Orçamento Fiscal, 
fixados obrigatoriamente na Lei Orçamentária 
anual.
• Parágrafo único. A União é responsável pela 
cobertura de eventuais insuficiências 
financeiras da seguridade social, quando 
decorrentes do pagamento de benefícios de 
prestação continuada da previdência social, na 
forma da Lei Orçamentária anual.
335
QUESTÃO
• (ESAF - Técnico da Receita Federal) Leia cada um dos assertos abaixo e 
assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso. Depois, marque a 
opção que contenha a exata seqüência.
• ( ) A contribuição da União para a Seguridade Social é constituída de 
recursos adicionais do Orçamento Fiscal.
• ( ) Os recursos adicionais do Orçamento Fiscal para a Seguridade Social 
serão fixados obrigatoriamente na lei orçamentária anual.
• ( ) A União é responsável pela cobertura de insuficiências financeiras da 
Seguridade Social, quando decorrentes do pagamento de benefícios de 
prestação continuada da Previdência Social.
• a) V V V
• b) F F F
• c) F V V
• d) V V F
• e) F F V
336
QUESTÃO
• (ESAF - Técnico da Receita Federal – 2006) 
Leia cada um dos assertos abaixo e assinale 
(V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso. 
Depois, marque a opção que contenha a exata 
seqüência.
• ( ) A contribuição da União para a Seguridade 
Social é constituída de recursos adicionais do 
Orçamento Fiscal.
333 334
335 336
85
337
QUESTÃO
• ( ) Os recursos adicionais do Orçamento Fiscal 
para a Seguridade Social serão fixados 
obrigatoriamente na lei orçamentária anual.
• ( ) A União é responsável pela cobertura de 
insuficiências financeiras da Seguridade 
Social, quando decorrentes do pagamento de 
benefícios de prestação continuada da 
Previdência Social.
338
QUESTÃO
• a) V V V
• b) F F F
• c) F V V
• d) V V F
• e) F F V
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339
Receitasdas 
Contribuições Sociais
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Direto Previdenciário
340
337 338
339 340
86
341
Receitas das 
Contribuições Sociais 
• Decreto 3.048/99 – Art. 195
• Parágrafo único. Constituem contribuições sociais:
• I - as das empresas, incidentes sobre a 
remuneração paga, devida ou creditada aos 
segurados e demais pessoas físicas a seu serviço, 
mesmo sem vínculo empregatício ;
• II - as dos empregadores domésticos, (...);
• III - as dos trabalhadores, (...);
• IV - as das associações desportivas que mantêm 
equipe de futebol profissional, (...);
• V - as incidentes sobre (...) produção rural;
342
Receitas das 
Contribuições Sociais 
• Decreto 3.048/99 – Art. 195
• Parágrafo único. Constituem contribuições sociais:
• VI - as das empresas, incidentes sobre a receita ou
o faturamento (COFINS) e o lucro (CSLL); e
• VII - as incidentes sobre a receita de concursos de 
prognósticos.
343
Receitas das 
Contribuições Sociais 
(CF)
• Art. 195. (CF) A seguridade social será 
financiada por toda a sociedade, de forma 
direta e indireta, nos termos da lei, mediante 
recursos provenientes dos orçamentos da 
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios, e das seguintes contribuições 
sociais: 
344
Receitas das 
Contribuições Sociais 
(CF)
• I - do empregador, da empresa e da entidade a ela 
equiparada na forma da lei, incidentes sobre:
• a) a folha de salários e demais rendimentos do 
trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à 
pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem 
vínculo empregatício; 
• b) a receita ou o faturamento; 
• Ex.: Contribuição social sobre o faturamento das 
empresas – COFINS. 
• c) o lucro; Ex.: Contribuição social sobre o lucro 
líquido. – CSLL.
341 342
343 344
87
345
Receitas das 
Contribuições Sociais 
(CF)
• II - do trabalhador e dos demais segurados da 
previdência social, não incidindo contribuição 
sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo 
regime geral de previdência social de que trata 
o art. 201; 
346
Receitas das 
Contribuições Sociais 
(CF)
• III - sobre a receita de concursos de 
prognósticos.
• IV - do importador de bens ou serviços do 
exterior, ou de quem a lei a ele equiparar. 
(Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 
19.12.2003)
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347
RECEITAS DOS 
SEGURADOS
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Direto Previdenciário
348
345 346
347 348
88
349
Receitas dos 
Segurados
• Em regra, há três formas de se calcular a 
contribuição dos segurados, sendo divididos 
em:
• I – Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico;
• II – Contribuinte Individual e Segurado 
Facultativo;
• III – Segurado Especial.
350
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador 
Avulso e Empregado 
Doméstico
351
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• Estes segurados possuem como 
característica comum, que os distinguem 
dos outros, o fato de existir um “certo” 
vínculo. 
• O empregado com o empregador
• O Trabalhador avulso com o OGMO e 
sindicato
• O empregado doméstico com o 
empregador doméstico.
352
Tabela de contribuição dos Segurados 
Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico (Portaria SEPRT nº 
3659, de 15/02/2020)
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$) Alíquota (%)
até R$ 1.045,00 7,5%
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60 9%
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 12%
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06 14%
349 350
351 352
89
353
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• Entende-se por salário-de-contribuição (Art. 214 (decreto 
3.048/99)):
• I - para o empregado e o trabalhador avulso: 
a remuneração auferida em uma ou mais 
empresas, assim entendida a totalidade dos 
rendimentos pagos, devidos ou creditados a 
qualquer título, durante o mês, destinados a 
retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua 
forma, (continua...)
354
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• (... continuação) inclusive as gorjetas, os 
ganhos habituais sob a forma de utilidades e 
os adiantamentos decorrentes de reajuste 
salarial, quer pelos serviços efetivamente 
prestados, quer pelo tempo à disposição do 
empregador ou tomador de serviços, nos 
termos da lei ou do contrato ou, ainda, de 
convenção ou acordo coletivo de trabalho ou 
sentença normativa;
355
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• Entende-se por salário-de-contribuição 
(Art. 214 (decreto 3.048/99)):
• II - para o empregado doméstico: a 
remuneração registrada na Carteira 
Profissional e/ou na Carteira de Trabalho 
e Previdência Social, observados os 
limites mínimo e máximo (...)
356
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• O limite mínimo do salário-de-contribuição 
corresponde: 
• Para os segurados empregado, inclusive o 
doméstico, e trabalhador avulso, ao piso 
salarial legal ou normativo da categoria 
ou, inexistindo este, ao salário mínimo, 
tomado no seu valor mensal, diário ou 
horário, conforme o ajustado e o tempo de 
trabalho efetivo durante o mês.
353 354
355 356
90
357
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• O valor do limite máximo do salário-de-
contribuição será publicado mediante 
portaria do Ministério da Economia, 
sempre que ocorrer alteração do valor dos 
benefícios. 
• Corresponde ao valor máximo da “tabela 
de contribuição”, que hoje vale 
R$6.101,06. 
358
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• O desconto da contribuição sempre se 
presumirá feito, oportuna e regularmente, 
pela empresa, pelo empregador 
doméstico, pelo sindicato e pelo OGMO a 
isso obrigados, não lhes sendo lícito 
alegar qualquer omissão para se eximirem 
do recolhimento, ficando os mesmos 
diretamente responsáveis pelas 
importâncias que deixarem de descontar.
359
QUESTÃO
• (CESPE – Auditor Fiscal da Previdência Social –
2003) Considere a seguinte situação hipotética. 
• Entre os meses de abril e junho de 2003, a Fábrica 
de Papelão Soares passou por sérias dificuldades 
financeiras que impediram o pagamento dos salários 
a seus empregados. Pelo fato de isto ter jamais 
acontecido, os obreiros compreenderam a situação e 
continuaram a trabalhar. A partir da competência 
julho de 2003, os salários recomeçaram a ser pagos 
em dia, tendo sido ajustado com o empregador que 
os 3 meses sem salários seriam quitados a partir da 
competência janeiro de 2004, em 6 parcelas. 
360
QUESTÃO
• Nessa situação, nas competências abril e junho de 
2003, não houve fato gerador das contribuições 
previdenciárias e a empresa não terá de recolher 
qualquer importância à seguridade social. Em 
relação aos valores que deixaram de ser recebidos, 
incidirá contribuição previdenciária na oportunidade 
em que a empresa pagar as parcelas ajustadas a 
partir de janeiro de 2004
357 358
359 360
91
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RECEITAS DOS 
SEGURADOS
(parte 2)
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Direto Previdenciário
362
363
Tabela de contribuição dos Segurados 
Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico (Portaria SEPRT nº 
3659, de 15/02/2020)
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$) Alíquota (%)
até R$ 1.045,00 7,5%
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60 9%
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 12%
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06 14%
364
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• Alíquota de contribuição é o percentual a 
ser adotado, que se presta para o cálculo 
da contribuição previdenciária.
• Essas alíquotas serão aplicadas de forma 
progressiva sobre o salário de contribuição 
do segurado, incidindo cada alíquota sobre 
a faixa de valores compreendida nos 
respectivos limite.
361 362
363 364
92
365
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e EmpregadoDoméstico
• EXEMPLO 1: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe: 
• R$ 1.000,00?
366
Tabela de contribuição dos Segurados 
Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico (Portaria SEPRT nº 
3659, de 15/02/2020)
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$) Alíquota (%)
até R$ 1.045,00 7,5%
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60 9%
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 12%
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06 14%
367
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 1: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe: 
• R$ 1.000,00?
• Resposta:
• R$ 1.000,00 x 7,5% = R$ 75,00
368
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 2: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe R$ 2.000,00?
365 366
367 368
93
369
Tabela de contribuição dos Segurados 
Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico (Portaria SEPRT nº 
3659, de 15/02/2020)
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$) Alíquota (%)
até R$ 1.045,00 7,5%
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60 9%
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 12%
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06 14%
370
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 2: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe R$ 2.000,00?
• Resposta:
• R$ 2.000,00 está na 2ª faixa salarial, cuja 
alíquota é de 9%.
• Porém, como o cálculo é progressivo, sobre o 
valor referente à 1ª faixa salarial aplica-se a 
alíquota de 7,5% (e não de 9%).
371
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 2: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe R$ 2.000,00?
• Resposta:
• 1ª faixa = R$ 1.045,00 x 7,5% = R$ 78,37
• 2ª faixa = R$ 955,00 x 9% = R$ 85,95
• Valor total descontado = R$164,32
372
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 3: Quanto deverá ser o desconto de 
um empregado que recebe R$ 3.000,00?
369 370
371 372
94
373
Tabela de contribuição dos Segurados 
Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico (Portaria SEPRT nº 
3659, de 15/02/2020)
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$) Alíquota (%)
até R$ 1.045,00 7,5%
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60 9%
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 12%
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06 14%
374
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 3: Quanto deverá ser o desconto de 
um empregado que recebe R$ 3.000,00?
• Resposta:
• 1ª faixa = R$ 1.045,00 x 7,5% = R$ 78,37
• 2ª faixa = R$ 1.044,60 x 9% = R$ 94,01
• 3ª faixa = R$ 910,40 x 12% = R$109,25
• Valor total descontado = R$281,63
375
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 4: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe 
• R$ 6.000,00?
376
Tabela de contribuição dos Segurados 
Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico (Portaria SEPRT nº 
3659, de 15/02/2020)
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$) Alíquota (%)
até R$ 1.045,00 7,5%
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60 9%
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 12%
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06 14%
373 374
375 376
95
377
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 4: Quanto deverá ser o desconto de 
um empregado que recebe R$ 6.000,00?
• Resposta:
• 1ª faixa = R$ 1.045,00 x 7,5% = R$ 78,37
• 2ª faixa = R$ 1.044,60 x 9% = R$ 94,01
• 3ª faixa = R$ 1.044,80 x 12% = R$125,38
• 4ª faixa = R$ 2.865,60 x 14% = R$401,18
• Valor total descontado = R$698,94
378
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 6: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe 
• R$ 10.000,00?
379
Tabela de contribuição dos Segurados 
Empregado, Trabalhador Avulso e 
Empregado Doméstico (Portaria SEPRT nº 
3659, de 15/02/2020)
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO (R$) Alíquota (%)
até R$ 1.045,00 7,5%
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60 9%
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 12%
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06 14%
380
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO 6: Quanto deverá ser o desconto de 
um empregado que recebe R$ 10.000,00?
• Resposta:
• 1ª faixa = R$ 1.045,00 x 7,5% = R$ 78,37
• 2ª faixa = R$ 1.044,60 x 9% = R$ 94,01
• 3ª faixa = R$ 1.044,80 x 12% = R$125,38
• 4ª faixa = R$ 2.966,66 x 14% = R$415,33
• Valor total descontado = R$713,09
377 378
379 380
96
381
QUESTÃO
• (CESPE – Defensor Público – atualizada) 
Rita foi contratada para trabalhar na 
residência de Zuleica, em atividade sem 
fins lucrativos, mediante o recebimento de 
1 salário mínimo por mês. Nessa situação 
hipotética, a contribuição destinada à 
seguridade social a cargo de Rita será de 
7,5% sobre o valor de um salário mínimo.
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RECEITAS DOS 
SEGURADOS
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
383 384
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• Segundo o Decreto 3048/99, o salário-de-
contribuição é “a remuneração auferida 
em uma ou mais empresas (...)”.
381 382
383 384
97
385
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá ser o desconto de um empregado que 
recebe:
• R$1.000 da empresa A e R$2.000,00 da empresa B ?
386
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá ser o desconto de um empregado que 
recebe:
• R$1.000 da empresa A e R$2.000,00 da empresa B ?
• Resposta:
• R$ 1.000,00 + R$ 2.000,00 = R$ 3.000,00 
387
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá ser o desconto de um empregado que 
recebe:
• R$1.000 da empresa A e R$2.000,00 da empresa B ?
• Resposta:
• R$ 1.000,00 + R$ 2.000,00 = R$ 3.000,00 
• R$ 3.000,00 é o valor de seu salário de contribuição. 
388
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá ser o desconto de um empregado que 
recebe R$1.000 da empresa A e R$2.000,00 da 
empresa B ?
• Resposta:
• EMPRESA “A”: – Se ele escolheu a empresa A para 
iniciar os descontos progressivos, esta deverá fazer o 
desconto de 7,5% sobre os R$ 1.000,00. Assim: R$ 
1.000,00 x 7,5% = R$ 75,00 na empresa A. 
385 386
387 388
98
389
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EMPRESA “B”: – Já na empresa B, como já foi 
aproveitada a alíquota progressiva de 7,5% dos R$ 
1.000,00, na empresa “B” deve ser feito o restante 
dos descontos, conforme a seguir:
• 1ª faixa - R$ 1045,00 (valor máximo da 1ª faixa) - R$ 
1.000,00 (já utilizado no desconto na empresa “A”) = 
R$ 45,00. Assim: R$ 45,00 x 7,5% = R$3,37.
• 2ª faixa - A diferença entre os tetos da 1ª e da 2ª faixa 
salarial é de R$1.044,60 (R$2.089,60 – R$1045,00 = 
R$1.044,60). Essa diferença é descontada em 9%. 
Assim: R$ 1.044,60 x 9% = R$ 94,01.
390
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EMPRESA “B”: – Já na empresa B, como já foi 
aproveitada a alíquota progressiva de 7,5% dos R$ 
1.000,00, na empresa “B” deve ser feito o restante 
dos descontos, conforme a seguir:
• 3ª faixa – A diferença entre o valor de seu salário de 
contribuição e o teto da 2ª faixa salarial é de 
R$910,40 (R$ 3.000,00 – R$ 2.089,60 = R$ 910,40) –
é descontado em 12%. Assim: R$ 910,40 x 12% = R$ 
109,25.
• Dessa forma, a empresa B descontará o valor de R$ 
181,53 (R$ 3,37 + R$ 94,01 + R$ 109,25 = R$206,63) 
391
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• Somando todos os valores descontados na empresa 
A e empresa B, o resultado será: R$249,03 (R$75,00 
+ R$206,63 = R$ 281,63). Perceba que este valor 
somado é o mesmo do exemplo número “3”, da aula 
anterior, no qual o trabalhadorrecebia o valor de R$ 
3.000,00. 
392
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• O segurado empregado, inclusive o doméstico, que 
possuir mais de um vínculo, deverá comunicar a todos 
os seus empregadores, mensalmente, a remuneração 
recebida até o limite máximo do salário de 
contribuição, envolvendo todos os vínculos, a fim de 
que o empregador possa apurar corretamente o 
salário de contribuição sobre o qual deverá incidir a 
contribuição social previdenciária do segurado, bem 
como a alíquota a ser aplicada
• Aplicam-se, no que couber, estas disposições ao 
trabalhador avulso que , concomitantemente, exercer 
atividade de segurado empregado.
389 390
391 392
99
393
Receitas dos Segurados: Empregado, 
Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá ser o desconto de um 
empregado que recebe:
• R$ 6.000 da empresa A e R$ 4.000,00 da 
empresa B ?
• Resposta:
• R$6.000,00 + R$4.000,00 = R$ 10.000,00
• Mas, o salário de contribuição é o valor do teto: 
R$ 6.101,06 
394
Receitas dos Segurados: 
Empregado, Trabalhador Avulso 
e Empregado Doméstico
• A tabela a seguir demonstra a relação 
segurado / responsável / prazo pelo 
recolhimento:
• Deve-se observar o limite máximo!
395
Receitas dos Segurados: 
responsáveis e prazos
SEGURADO Responsável
Prazo – até dia 
---- do mês 
seguinte ao da 
competência.
Empregado Empresa 20 
Trabalhador 
Avulso OGMO 20
Empregado 
Doméstico
Empregador 
Doméstico 07
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393 394
395 396
100
RECEITAS DOS 
FACULTATIVOS
(parte 1)
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Direto Previdenciário
397 398
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual e 
Facultativo
• Em regra, a alíquota de contribuição dos 
segurados contribuinte individual e facultativo é 
de 20% aplicada sobre o respectivo salário-de-
contribuição, observado os limites mínimo 
(salário mínimo) e máximo.
• Em determinados casos, como veremos mais 
adiante, a alíquota poderá ser de 11% ou 5%.
399
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual e 
Facultativo
• Entende-se por salário-de-contribuição:
• Para o segurado facultativo: o valor por ele 
declarado, observados os limites mínimo e 
máximo
400
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual e 
Facultativo
• O limite mínimo do salário-de-contribuição 
corresponde:
• para os segurados contribuinte individual e 
facultativo, ao salário mínimo.
397 398
399 400
101
401
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual e 
Facultativo
• O valor do limite máximo do salário-de-
contribuição será publicado mediante portaria 
do Ministério da Economia, sempre que ocorrer 
alteração do valor dos benefícios. (o teto do 
INSS)
402
Receitas dos Segurados: 
Facultativo
• Quem é responsável pelo recolhimento?
• O segurado facultativo é responsável pelo 
recolhimento de sua própria contribuição. (até 
dia 15 do mês seguinte)
403
Receitas dos Segurados: 
Facultativo
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá contribuir um segurado 
facultativo que declara:
• R$ 5.000 ?
• Resposta:
• R$ 5.000,00 x 20% = R$ 1.000,00
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401 402
403 404
102
RECEITAS DOS 
FACULTATIVOS
(parte 2)
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
405 406
Receitas dos Segurados: 
Facultativo
• Plano Simplificado de Inclusão Previdenciária 
(ou Plano Simplificado de Previdência Social ).
• Pelas regras deste plano, o recolhimento 
somente será feito sobre o valor mínimo 
(salário mínimo). 
• E, também, seus benefícios serão somente 
sobre o valor mínimo. 
407
Receitas dos Segurados: 
Facultativo
• Conforme o Plano Simplificado de Inclusão 
Previdenciária, o segurado facultativo pode 
optar por recolher a alíquota de:
• - 11% sobre o valor mínimo. 
• - 5% sobre o valor mínimo. 
408
Receitas dos Segurados: 
Facultativo
• Alíquota de 5% no Plano Simplificado de 
Inclusão Previdenciária:
• enquadra-se nesta situação o facultativo sem 
renda própria que se dedique exclusivamente 
ao trabalho doméstico no âmbito de sua 
residência, desde que pertencente a família de 
baixa renda. 
405 406
407 408
103
409
Receitas dos Segurados: 
Facultativo
• Alíquota de 5% no Plano Simplificado de 
Inclusão Previdenciária.
• Considera-se de baixa renda, para este tipo de 
recolhimento, a família inscrita no Cadastro 
Único para Programas Sociais do Governo 
Federal - CadÚnico - cuja renda mensal seja de 
até 2 (dois) salários mínimos. (Lei 8212/91, art. 
21, §4º)
410
Receitas dos Segurados: Facultativo
• Plano Simplificado de Inclusão Previdenciária.
• Caso o contribuinte que aderiu a este plano 
queira, no futuro, se aposentar com valor 
superior ao mínimo ou realizar a contagem 
recíproca do tempo de contribuição (contar seu 
tempo de contribuição no regime próprio), este 
deverá complementar a contribuição mensal 
mediante o recolhimento da diferença entre o 
percentual pago e o de 20% (vinte por cento), 
acrescido dos juros moratórios. (sobre valor 
mínimo)
411
Plano Simplificado de 
Previdência Social 
• Lei 8.212/91, Art. 21. § 2º No caso de opção
pela exclusão do direito ao benefício de
aposentadoria por tempo de contribuição, a
alíquota de contribuição incidente sobre o limite
mínimo mensal do salário de contribuição será
de:
412
Plano Simplificado de 
Previdência Social 
• Lei 8.212/91, Art. 21, § 2º:
• I - 11% (onze por cento), no caso do segurado
contribuinte individual, ressalvado o disposto no
inciso II, que trabalhe por conta própria, sem
relação de trabalho com empresa ou
equiparado e do segurado facultativo,
observado o disposto na alínea b do inciso II
deste parágrafo;
409 410
411 412
104
413
Plano Simplificado de 
Previdência Social 
• Lei 8.212/91, Art. 21, § 2º:
• II - 5% (cinco por cento):
• a) no caso do microempreendedor individual,
(...); e
• b) do segurado facultativo sem renda própria
que se dedique exclusivamente ao trabalho
doméstico no âmbito de sua residência, desde
que pertencente a família de baixa renda.
414
Plano Simplificado de 
Previdência Social 
• Lei 8.212/91, Art. 21, § 3º O segurado que
tenha contribuído na forma do § 2º deste artigo
e pretenda contar o tempo de contribuição
correspondente para fins de obtenção da
aposentadoria por tempo de contribuição ou da
contagem recíproca do tempo de contribuição
(...),
415
Plano Simplificado de 
Previdência Social 
• Lei 8.212/91, Art. 21, § 3º (continuação)
• deverá complementar a contribuição mensal
mediante recolhimento, sobre o valor
correspondente ao limite mínimo mensal do
salário-de-contribuição em vigor na
competência a ser complementada, da
diferença entre o percentual pago e o de 20%,
acrescido dos juros moratórios de que trata o §
3º do art. 5º da Lei nº 9.430, de 27 de
dezembro de 1996.
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413 414
415 416
105
Receitas dos 
Contribuintes 
Individuais
(parte 1)
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
417 418
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• Recolhe-se 20%, 11% ou 5% sobre o salário-
de-contribuição, conforme a situação em que 
se enquadra. 
419
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• O salário-de-contribuição, para o Contribuinte 
Individual é a remuneração auferida em uma ou 
mais empresas ou pelo exercício de sua 
atividade por conta própria, durante o mês, 
observados os limites mínimo e máximo. 
420
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• Se o contribuinte individual não atingir o valor 
mínimo recebidos nos serviços prestados, ele 
deverá, por conta própria, complementar os 
recolhimentoscom alíquota de 20% sobre a 
diferença que faltar. 
417 418
419 420
106
421
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá contribuir um contribuinte 
individual que ganha:
• R$ 1.000,00, em determinado mês prestando 
serviço a pessoa física?
• Resposta:
• R$ 1.000,00 + R$ 45,00 (ele deverá 
complementar este valor na base de cálculo) = 
R$ 1.045,00 (valor mínimo) x 20% = R$ 209,00
422
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• O Contribuinte Individual pode relacionar-se com 
terceiros, sob o ponto de vista de contribuição, de 
quatro formas:
• A- com empresa(s).
• B- com o produtor rural pessoa física, com missão 
diplomática, com repartição consular e com outro 
contribuinte individual equiparado a empresa.
• C- com cooperativa de trabalho.
• D- com pessoa física.
•
423
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• A- Relação do Contribuinte Individual com 
empresa(s).
• Neste caso temos dois tipos de Contribuintes 
Individuais:
• 1o –Sócio que administra. Ex.: é o caso do 
empresário (sócio de empresa) que ocupa o cargo 
de diretor-sócio e recebe o Pró-Labore.
• 2o – Aquele que presta serviços para uma ou várias 
empresas. Ex.: é o caso de um eletricista autônomo 
que presta serviços de reparo elétrico para uma ou 
mais empresas, sem relação de emprego.
424
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• Decreto 3.048/99, art.216, parágrafo 26: 
• A alíquota de contribuição a ser descontada pela 
empresa da remuneração paga, devida ou creditada 
ao contribuinte individual a seu serviço, observado o 
limite máximo do salário-de-contribuição, é de 11% 
no caso das empresas em geral e de 20% quando 
se tratar de entidade beneficente de assistência 
social isenta das contribuições sociais patronais.
421 422
423 424
107
425
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• Imagine um eletricista autônomo que prestou 
serviços de reparo elétrico, sem relação de 
emprego e que seu pagamento foi de 
R$1.000,00 pela mão-de-obra dos serviços 
prestados. 
• A empresa deverá recolher a parte patronal, 
referente a 20% sobre o valor pago(e sobre 
isso, veremos posteriormente) = R$1.000,00 
x 20% = R$ 200,00.
426
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• A empresa, também, deve descontar 11% do 
eletricista.
427
QUESTÃO
• (Auditor Fiscal da Previdência Social – CESPE) 
Considere a seguinte situação hipotética. 
• No mês de fevereiro de 2003, Lauro, autônomo, 
exercendo por conta própria atividade econômica, 
realizou diversos reparos nas instalações elétricas da 
Santa Casa de Misericórdia, entidade beneficente de 
assistência social e isenta das contribuições sociais 
patronais, prestando serviços, nessa competência, 
apenas à Santa Casa e recebendo R$ 1.000,00 pelo 
trabalho. Nessa situação, a entidade beneficente 
estará obrigada a descontar, do total pago a Lauro, o 
equivalente a 11 % de sua remuneração, bem como 
a efetuar o repasse em favor da previdência social.
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425 426
427 428
108
Receitas dos 
Contribuintes 
Individuais
(parte 2)
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
429 430
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• A- Relação do Contribuinte Individual com 
empresa(s).
431
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• Cabe ao próprio contribuinte individual que 
prestar serviços, no mesmo mês, a mais de 
uma empresa, cuja soma das remunerações 
superar o limite mensal do salário-de-
contribuição, comprovar às que sucederem à 
primeira o valor ou valores sobre os quais já 
tenha incidido o desconto da contribuição, de 
forma a se observar o limite máximo do 
salário-de-contribuição. 
432
Contribuinte Individual
MEI
• o Plano Simplificado de Inclusão 
Previdenciária incluiu o Microempreendedor 
Individual – MEI.
429 430
431 432
109
433
Contribuinte Individual
MEI
• É Micro Empreendedor Individual - MEI 
aquele que opte pelo recolhimento dos 
impostos e contribuições abrangidos pelo 
Simples Nacional em valores fixos mensais. 
434
Contribuinte Individual
MEI
• O MEI recolherá as contribuições 
previdenciárias como ocorre no Plano 
Simplificado de Previdência Social, com valor 
fixo.
• A alíquota do MEI será de 5% sobre o valor 
mínimo. 
• Neste caso, todas as regras do Plano 
Simplificado de Inclusão Previdenciária serão 
aplicadas.
435
Contribuinte Individual
MEI
• As empresas que tomam serviços de
Microempreendedor Individual não têm a
obrigatoriedade de fazer a retenção e o
recolhimento da contribuição previdenciária
deste segurado. Isto porque,
independentemente do valor do seu salário
de contribuição, o MEI irá contribuir com o
valor fixo de 5% sobre o valor mínimo.
436
Contribuinte Individual
MEI
• Já, quanto à contribuição patronal de 20% sobre o
valor pago, em regra, as empresas não têm a
obrigação de fazê-la. Haverá esta obrigatoriedade
exclusivamente em relação ao MEI que for
contratado para prestar serviços de:
• hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria,
carpintaria e de manutenção ou reparo de veículos.
• Portanto, em relação a outros serviços, não haverá
tal obrigatoriedade para empresa contratante de
serviços de MEI.
433 434
435 436
110
437
Contribuinte Individual
MEI
• O MEI pode possuir um único empregado que 
receba exclusivamente 1 (um) salário mínimo ou o 
piso salarial da categoria profissional.
• Neste caso, o MEI deverá reter e recolher a 
contribuição previdenciária relativa ao segurado a 
seu serviço e fica obrigado a prestar informações 
relativas ao segurado a seu serviço, na forma 
estabelecida pelo Comitê Gestor. O MEI, na 
condição de patrão, também , estará sujeito ao 
recolhimento da contribuição previdenciária por 
conta da empresa (patronal) calculada à alíquota de 
3% sobre o salário de contribuição de seu 
empregado.
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Receitas dos 
Contribuintes 
Individuais
(parte 3)
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
439 440
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• B. Relação do Contribuinte Individual com o 
produtor rural pessoa física, com missão 
diplomática, com repartição consular e com outro 
contribuinte individual equiparado a empresa.
• Estas pessoas têm a obrigação de recolher a parte
patronal (20%), mas não têm a obrigação de
descontar e recolher a parte do segurado, como
ocorre nas demais empresas.
437 438
439 440
111
441
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• B. Relação do Contribuinte Individual com o 
produtor rural pessoa física, com missão 
diplomática, com repartição consular e com outro 
contribuinte individual equiparado a empresa.
• Desta forma, cabe ao contribuinte individual
recolher a própria contribuição, sendo a alíquota,
em regra, de:
• 11% - Houve a certeza do recolhimento da
contribuição da empresa;
• 20% - Não houve a certeza do recolhimento da
contribuição da empresa.
442
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• B. Relação do Contribuinte Individual com o 
produtor rural pessoa física, com missão 
diplomática, com repartição consular e com outro 
contribuinte individual equiparado a empresa.
• Quanto deverá ser recolhido por um contribuinte
individual que recebe R$ 1.000,00, prestando
serviço ao consulado da Alemanha, não tendo
sido comprovado o recolhimento da quota patronal?
• Resposta: R$ 1.000 x 20% = R$ 200,00
443
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• B. Relação do Contribuinte Individual com o 
produtor rural pessoa física, com missão 
diplomática, com repartição consular e com outro 
contribuinte individual equiparado a empresa.
• Quanto deverá ser recolhido por um contribuinte
individual que recebe R$ 1.000,00, prestando
serviço ao consulado da Alemanha, tendo sido
comprovado o recolhimento da quota patronal?
•Resposta: R$ 1.000 x 11% = R$ 110,00.
444
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• C - Relação do Contribuinte Individual com 
Cooperativa de Trabalho. 
• Cooperado é um contribuinte individual. A 
Cooperativa de Trabalho é equiparada a 
empresa, de modo que ela é obrigada a 
descontar 20% do valor da quota distribuída 
ao cooperado por serviços por ele prestados, 
por seu intermédio.
441 442
443 444
112
445
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• D – Relação do Contribuinte Individual com 
Pessoa Física.
• Neste caso, o próprio contribuinte individual 
tem a responsabilidade pela contribuição de 
20% sobre os valores recebidos em suas 
prestações de serviços a pessoas físicas. 
446
Receitas dos Segurados: 
Contribuinte Individual
• D – Relação do Contribuinte Individual com Pessoa 
Física.
• Este contribuinte individual, que trabalha por conta 
própria, sem relação de trabalho com empresa ou 
equiparado, poderá, também, optar pela inclusão ao 
Plano Simplificado de Inclusão Previdenciária. 
Como já vimos, ele pode recolher 11%, porém, 
somente sobre o valor mínimo. E, também, seus 
benefícios serão somente sobre o valor mínimo. 
Sendo que, além do mais, não poderá se aposentar, 
nestas condições, por tempo de contribuição. 
447
Contribuinte Individual
Tomador de 
serviço
Alíquota p 
desconto do CI Responsável
Empresa 11% Empresa
Entidade isenta 20% Entidade
PRPF, RC, MD, 
CI.
20% -regra
11% - patronal
O próprio CI 
prestador
Cooperativa de 
trabalho 20%
Cooperativa de 
Trabalho
Pessoa Física
20% - regra
11% PSP
O próprio CI 
prestador
MEI = 5% x SM O próprio
448
QUESTÃO
• (CESPE – Analista – INSS) Uma professora do 
ensino fundamental de âmbito municipal, 
• que esteja amparada por regime próprio de 
previdência e ministre aulas particulares em 
sua residência, estará dispensada de recolher 
contribuições ao INSS quanto à remuneração 
que receba proveniente da atividade de 
professora particular.
445 446
447 448
113
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Receitas dos 
Segurados Especiais
(parte 1)
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Direto Previdenciário
450
451
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Como vimos, o segurado especial traduz-se, 
resumidamente, no pequeno produtor rural e no 
pescador artesanal.
452
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Para o segurado especial não há salário de 
contribuição. Aqui a base de cálculo é 
simplesmente o valor de venda da produção 
rural (incluindo a pesqueira, para o pescador 
artesanal).
449 450
451 452
114
453
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• A alíquota de contribuição do segurado especial é de 
1,2% da receita bruta proveniente da comercialização 
da sua produção. Acresce-se a este o percentual de 
0,1%, referente ao GILRAT (grau de incidência de 
incapacidade laborativa decorrente dos riscos 
ambientais do trabalho) (esta é uma nova 
denominação para o antigo SAT = seguro de 
acidente do trabalho).
• TOTAL = 1,3% sobre o valor bruto da comercialização 
rural.(+ 0,2% SENAR – Serviço Nacional de 
Aprendizagem Rural)
454
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Ao contrário dos demais segurados, a 
contribuição do segurado especial não é, 
necessariamente, mensal. 
• Entretanto, nos meses em que não há 
contribuição, ele continua sendo segurado 
obrigatório do RGPS, com plena cobertura 
previdenciária.
455
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• EXEMPLO: 
• Quanto deverá contribuir um segurado especial 
que comercializou diretamente no varejo com 
pessoa física
• R$ 1.000,00 de sua produção rural?
• Resposta:
• R$ 1.000 x 1,3% = R$ 13,00 
456
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• EXEMPLO: 
• O segurado especial, vendeu para o
supermercado da cidade, R$ 1.000,00 de sua
produção. Neste caso, o supermercado
(empresa) é responsável por seu recolhimento
no mesmo valor de
• R$ 1.000 x 1,3% = R$ 13,00.
453 454
455 456
115
457
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• O segurado especial, além da contribuição 
obrigatória, poderá contribuir, 
facultativamente, na condição de 
contribuinte individual.
• Isto visa possibilitá-lo a postular benefícios 
superiores ao salário mínimo, pois, em 
regra, seus benefícios são fixados neste 
valor.
• Nesta condição, ele continua sendo 
segurado especial.
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Receitas dos 
Segurados Especiais
(parte 2)
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Direto Previdenciário
459 460
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Integram a produção, os produtos de origem 
animal ou vegetal, em estado natural ou 
submetidos a processos de beneficiamento ou 
industrialização rudimentar, assim 
compreendidos, entre outros, os processos de 
lavagem, limpeza, descaroçamento, pilagem, 
descascamento, lenhamento, pasteurização, 
resfriamento, secagem, socagem, fermentação, 
embalagem, cristalização, fundição, 
carvoejamento, cozimento, destilação, moagem 
e torrefação, bem como os subprodutos e os 
resíduos obtidos através desses processos.
457 458
459 460
116
461
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Art. 25, § 11 , Lei 8.212/91 - Considera-se 
processo de beneficiamento ou 
industrialização artesanal aquele 
realizado diretamente pelo próprio 
produtor rural pessoa física, desde que 
não esteja sujeito à incidência do Imposto 
Sobre Produtos Industrializados – IPI.
462
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Art. 25, § 10, Lei 8.212/91 - Integra a 
receita bruta de que trata este artigo, além 
dos valores decorrentes da 
comercialização da produção relativa aos 
produtos a que se refere o § 3o deste 
artigo, a receita proveniente:
• I – da comercialização da produção obtida 
em razão de contrato de parceria ou 
meação de parte do imóvel rural;
463
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Art. 25, § 10, Lei 8.212/91 -
• II – da comercialização de artigos de artesanato 
de que trata o inciso VII do § 10 do art. 12 desta 
Lei;
• Obs.: Atividade artesanal desenvolvida com 
matéria-prima produzida pelo respectivo grupo 
familiar, podendo ser utilizada matéria-prima de 
outra origem, desde que a renda mensal obtida 
na atividade não exceda ao menor benefício de 
prestação continuada da Previdência Social. 
464
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Art. 25, § 10, Lei 8.212/91 -
• III – de serviços prestados, de equipamentos 
utilizados e de produtos comercializados no imóvel 
rural, desde que em atividades turística e de 
entretenimento desenvolvidas no próprio imóvel, 
inclusive hospedagem, alimentação, recepção, 
recreação e atividades pedagógicas, bem como taxa 
de visitação e serviços especiais;
461 462
463 464
117
465
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Art. 25, § 10, Lei 8.212/91 -
• IV – do valor de mercado da produção rural dada em 
pagamento ou que tiver sido trocada por outra, 
qualquer que seja o motivo ou finalidade; e
466
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Art. 25, § 10, Lei 8.212/91 -
• V – de atividade artística de que trata o inciso 
VIII do § 10 do art. 12 desta Lei.
• Obs.: Inciso VIII do § 10 do art. 12 da Lei 
8.212/91: “atividade artística, desde que em 
valor mensal inferior ao menor benefício de 
prestação continuada da Previdência Social.”
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Receitas dos 
Segurados Especiais
(parte 3)
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
468
465 466
467 468
118
469
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• A contribuição previdenciária do Segurado 
Especial será recolhida:
• I - pela empresa adquirente, consumidora ou 
consignatáriaou a cooperativa, que ficam sub-
rogadas no cumprimento das obrigações do 
segurado especial, exceto nos casos do inciso 
III;
• II - pela pessoa física não produtor rural, que 
fica sub-rogada no cumprimento das obrigações 
do segurado especial, quando adquire produção 
para venda, no varejo, a consumidor pessoa 
física; ou
470
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• A contribuição do Segurado Especial será 
recolhida:
• III - pelo próprio segurado especial, caso 
comercializem sua produção com adquirente 
domiciliado no exterior, diretamente, no varejo, 
a consumidor pessoa física, a outro produtor 
rural pessoa física ou a outro segurado especial. 
471
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Quanto à contribuição para o SENAR, será 
recolhida (Lei 9528/97 – art. 6º, parágrafo 
único):
• I - pelo adquirente, consignatário ou 
cooperativa, que ficam sub-rogados, para esse 
fim, nas obrigações do produtor rural pessoa 
física e do segurado especial, 
independentemente das operações de venda e 
consignação terem sido realizadas diretamente 
com produtor ou com intermediário pessoa 
física;
472
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• Quanto à contribuição para o SENAR, será 
recolhida:
• II - pelo próprio produtor pessoa física e pelo 
segurado especial, quando comercializarem sua 
produção com adquirente no exterior, com outro 
produtor pessoa física, ou diretamente no 
varejo, com o consumidor pessoa física.
469 470
471 472
119
473
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• O próprio segurado especial será obrigado a 
recolher, diretamente, a contribuição incidente 
sobre a receita bruta proveniente:
• a) da comercialização de artigos de artesanato 
elaborados com matéria-prima produzida pelo 
respectivo grupo familiar;
• b) de comercialização de artesanato ou do 
exercício de atividade artística, conforme 
explicado anteriormente; e
474
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• O próprio segurado especial será obrigado a 
recolher, diretamente, a contribuição incidente 
sobre a receita bruta proveniente:
• c) de serviços prestados, de equipamentos 
utilizados e de produtos comercializados no 
imóvel rural, desde que em atividades turística e 
de entretenimento desenvolvidas no próprio 
imóvel, inclusive hospedagem, alimentação, 
recepção, recreação e atividades pedagógicas, 
bem como taxa de visitação e serviços 
especiais.
475
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• O segurado especial é obrigado a arrecadar a 
contribuição de trabalhadores a seu serviço e a 
recolhê-la até o dia 20 do mês seguinte ao da 
competência. 
476
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• O art. 30, parágrafos 7o, 8o e 9o , da Lei 8.212/91,
traz regras quanto à comercialização da produção
rural do segurado especial:
• § 7o A empresa ou cooperativa adquirente, 
consumidora ou consignatária da produção fica 
obrigada a fornecer ao segurado especial cópia do 
documento fiscal de entrada da mercadoria, para fins 
de comprovação da operação e da respectiva 
contribuição previdenciária.
473 474
475 476
120
477
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• O art. 30, parágrafos 7o, 8o e 9o , da Lei 8.212/91,
incluído pela Lei 11.718/08, traz regras quanto à
comercialização da produção rural do segurado
especial:
• § 8o Quando o grupo familiar a que o segurado 
especial estiver vinculado não tiver obtido, no ano, 
por qualquer motivo, receita proveniente de 
comercialização de produção deverá comunicar a 
ocorrência à Previdência Social, na forma do 
regulamento.
478
Receitas dos Segurados: 
Segurado Especial
• O art. 30, parágrafos 7o, 8o e 9o , da Lei 8.212/91,
incluído pela Lei 11.718/08, traz regras quanto à
comercialização da produção rural do segurado
especial:
• § 9o Quando o segurado especial tiver 
comercializado sua produção do ano anterior 
exclusivamente com empresa adquirente, 
consignatária ou cooperativa, tal fato deverá ser 
comunicado à Previdência Social pelo respectivo 
grupo familiar. 
479
QUESTÃO
• (CESPE – Câmara dos Deputados – Analista 
Legislativo - atualizada) Com relação ao 
enquadramento sindical do trabalhador rural e à 
previdência rural, julgue os itens seguintes.
A pessoa jurídica que adquirir a produção rural de 
segurado especial, beneficiário da previdência rural, 
ficará sub-rogada na obrigação de descontar do 
produtor o valor relativo à previdência social e efetuar 
o recolhimento da respectiva contribuição, cuja base 
de cálculo deve ser a receita bruta da comercialização 
da produção rural, sobre a qual incidirá a alíquota de 
1,3%.
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477 478
479 480
121
Complementação e 
Agrupamento de 
Contribuições
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 50 481 482
EMC 103/ 2019
• Art. 195. § 14. O segurado somente terá 
reconhecida como tempo de contribuição ao 
Regime Geral de Previdência Social a 
competência cuja contribuição seja igual ou 
superior à contribuição mínima mensal 
exigida para sua categoria, assegurado o 
agrupamento de contribuições.
• (Incluído pela Emenda Constitucional nº 103, 
de 2019)
483
EMC 103/ 2019
• Art. 29. Até que entre em vigor lei que 
disponha sobre o § 14 do art. 195 da 
Constituição Federal, o segurado que, no 
somatório de remunerações auferidas no 
período de 1 (um) mês, receber 
remuneração inferior ao limite mínimo 
mensal do salário de contribuição poderá:
484
EMC 103/ 2019
• Art. 29. 
• I - complementar a sua contribuição, de forma 
a alcançar o limite mínimo exigido;
481 482
483 484
122
485
EMC 103/ 2019
• Art. 29. 
• II - utilizar o valor da contribuição que exceder 
o limite mínimo de contribuição de uma 
competência em outra; ou
486
EMC 103/ 2019
• Art. 29. 
• III - agrupar contribuições inferiores ao limite 
mínimo de diferentes competências, para 
aproveitamento em contribuições mínimas 
mensais.
487
EMC 103/ 2019
• Art. 29. 
• Parágrafo único. Os ajustes de 
complementação ou agrupamento de 
contribuições previstos nos incisos I, II e III 
do caput somente poderão ser feitos ao longo 
do mesmo ano civil.
488
QUESTÃO
• (Questão elaborada por Prof Eduardo Tanaka) Caio, 
encanador autônomo, contribuinte individual, durante 
um mesmo ano civil, realizou recolhimentos para a 
Previdência Social, conforme a tabela abaixo: 
Mês Salário de Contribuição 
(R$)
Janeiro Meio salário mínimo
Fevereiro 1,5 salário mínmo
Março Meio salário mínimo
Abril 2 salários mínimo
Maio Não houve recolhimento
Junho Meio salário mínimo
485 486
487 488
123
489
QUESTÃO
• Assinale a resposta errada: 
• a) Nessas condições, os meses de janeiro, março, 
maio e junho não atingiram o valor mínimo do salário 
de contribuição.
• b) Caio poderá utilizar parte do valor da contribuição 
de fevereiro, em março.
• c) Caio poderá utilizar o valor da contribuição de 
janeiro, em junho.
• d) Caio poderá agrupar os valores recolhidos em 
janeiro e março, e utilizar no mês de maio.
• e) O mês de junho não poderá ser considerado para 
a contagem de tempo de contribuição, mesmo se 
houver complementação.
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491
Receitas das contribuições 
sociais dos Empregadores 
Domésticos
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 51
492
Receitas do Empregador 
Doméstico
• (Lei 8212/91) Art. 24. A contribuição do empregador 
doméstico incidente sobre o salário de 
contribuição do empregado doméstico a seu 
serviço é de:
• I - 8% (oito por cento); e
• II - 0,8% (oito décimos por cento) para o 
financiamento do seguro contra acidentes de 
trabalho.
489 490
491 492
124
493
Receitas do Empregador 
Doméstico
• (Lei 8212/91) Art. 24.
• Parágrafo único. Presentes os elementos da 
relação de emprego doméstico, o empregador 
domésticonão poderá contratar 
microempreendedor individual de que trata 
o art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 14 
de dezembro de 2006, sob pena de ficar sujeito 
a todas as obrigações dela decorrentes, 
inclusive trabalhistas, tributárias e 
previdenciárias. 494
Receitas do Empregador 
Doméstico
• O recolhimento deve ser feito até dia 07 do 
mês seguinte ao da prestação, pelo 
empregador doméstico.
495
Receitas do Empregador Doméstico
• Uma empregada doméstica foi contratada, com 
salário de R$ 1000,00.
• A parte patronal será: 
• 1000 x 8% = R$ 80,00
• 1000 x 0,8% = R$ 8,00
• A parte do segurado descontada será: 1000 x 
7,5% = R$75,00.
• Total recolhido de contribuição previdenciária: 
• R$ 88,00 + R$ 75,00 = R$ 163,00
496
QUESTÃO
• (TRT-SP – Juiz do Trabalho – adaptada) A 
contribuição do empregador doméstico incidente 
sobre o salário de contribuição do empregado 
doméstico a seu serviço é de oito por cento e oito 
décimos por cento para o financiamento do seguro 
contra acidentes de trabalho
493 494
495 496
125
497
QUESTÃO
• (FCC – Procurador Autárquico – adaptada) Considere as seguintes hipóteses: I.Segurado 
especial. II. Microempreendedor individual – MEI, de que trata a LC 123/2006, que optou 
plano simplificado de inclusão previdenciária. III. Segurado facultativo sem renda própria que 
se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência, desde que 
pertencente à família de baixa renda. IV. Empregador doméstico. As alíquotas de 
contribuição e a base de cálculo para o custeio e financiamento da seguridade social em 
relação as hipóteses citadas acima são correta e respectivamente: 
• a) I – 1,2% sobre a receita bruta proveniente da comercialização da sua produção. II – 5% 
sobre o limite mínimo mensal do salário de contribuição. III – 5% sobre o limite mínimo 
mensal do salário de contribuição. IV – 8,8% sobre o salário de contribuição do empregado. 
b) I – 2% sobre a receita líquida proveniente da comercialização da sua produção. II – 5% 
sobre o limite mínimo mensal do salário de contribuição. III – 2% sobre o limite mínimo 
mensal do salário de contribuição. IV – 20% sobre o salário de contribuição do empregado. 
• c) I – 1,2% (sendo 0,1% a título de SAT) sobre a receita líquida proveniente da 
comercialização da sua produção. II – 5% sobre o limite mínimo mensal do salário de 
contribuição. III – 2% sobre o limite mínimo mensal do salário de contribuição. IV – 12% 
sobre o salário de contribuição do empregado. 
• d) I – 2,1% (sendo 0,1% a título de SAT) sobre o salário de contribuição. II – 11% sobre o 
limite mínimo mensal do salário de contribuição. III – 5% sobre o limite mínimo mensal do 
salário de contribuição. IV – 12% sobre o salário de contribuição do empregado.
• e) I – 2% sobre a receita bruta proveniente da comercialização da sua produção. II – 5% 
sobre o limite mínimo mensal do salário de contribuição. III – 5% sobre o limite mínimo 
mensal do salário de contribuição. IV – 20% sobre o salário de contribuição do empregado. 498
QUESTÃO
• (FCC – Procurador Autárquico – adaptada) 
Considere as seguintes hipóteses: I.Segurado 
especial. II. Microempreendedor individual – MEI, de 
que trata a LC 123/2006, que optou pelo plano 
simplificado de inclusão previdenciária. III. Segurado 
facultativo sem renda própria que se dedique 
exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de 
sua residência, desde que pertencente à família de 
baixa renda. IV. Empregador doméstico. As alíquotas 
de contribuição e a base de cálculo para o custeio e 
financiamento da seguridade social em relação as 
hipóteses citadas acima são correta e 
respectivamente:
499
QUESTÃO
• a) I – 1,2% sobre a receita bruta proveniente da 
comercialização da sua produção. II – 5% sobre o 
limite mínimo mensal do salário de contribuição. III –
5% sobre o limite mínimo mensal do salário de 
contribuição. IV – 8,8% sobre o salário de 
contribuição do empregado. 
• b) I – 2% sobre a receita líquida proveniente da 
comercialização da sua produção. II – 5% sobre o 
limite mínimo mensal do salário de contribuição. III –
2% sobre o limite mínimo mensal do salário de 
contribuição. IV – 20% sobre o salário de 
contribuição do empregado. 
500
QUESTÃO
• c) I – 1,2% (sendo 0,1% a título de SAT) sobre a 
receita líquida proveniente da comercialização da 
sua produção. II – 5% sobre o limite mínimo mensal 
do salário de contribuição. III – 2% sobre o limite 
mínimo mensal do salário de contribuição. IV – 12% 
sobre o salário de contribuição do empregado. 
• d) I – 2,1% (sendo 0,1% a título de SAT) sobre o 
salário de contribuição. II – 11% sobre o limite 
mínimo mensal do salário de contribuição. III – 5% 
sobre o limite mínimo mensal do salário de 
contribuição. IV – 12% sobre o salário de 
contribuição do empregado.
497 498
499 500
126
501
QUESTÃO
• e) I – 2% sobre a receita bruta proveniente da 
comercialização da sua produção. II – 5% sobre o 
limite mínimo mensal do salário de contribuição. III –
5% sobre o limite mínimo mensal do salário de 
contribuição. IV – 20% sobre o salário de 
contribuição do empregado.
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503
Receitas das contribuições 
sociais da EMPRESAS
(parte 1)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 52
504
Receitas das Empresas
• (Decreto 3.048/99) Art. 201. A contribuição a cargo da 
empresa, destinada à seguridade social, é de: 
• I - 20% sobre o total das remunerações pagas, 
devidas ou creditadas, a qualquer título, no decorrer 
do mês, aos segurados empregado e trabalhador 
avulso, além das contribuições previstas nos arts. 202 
(GILRAT - grau de incidência de incapacidade 
laborativa decorrente dos riscos ambientais do 
trabalho) e 204 (contribuições provenientes do 
faturamento e do lucro – COFINS e CSLL) ; 
501 502
503 504
127
505
Receitas das Empresas
• Por exemplo: Um empregado que recebe
R$10.000,00, lhe será descontado sobre o
teto da Previdência, como estudamos na aula
passada.
• Já, a parte da empresa não se limita a este
valor. Portanto esta recolherá: R$ 10.000,00 x
20% = R$ 2.000,00.
506
Receitas das Empresas
• Podemos, didaticamente, dividir as
contribuições das empresas em:
• A- Incidentes sobre remunerações de
contribuintes individuais.
• B- Incidentes sobre remunerações de
empregados e segurados avulsos.
• C- Substitutivas, em relação à parte patronal
da regra geral de custeio.
507
Receitas das Empresas
• A- Incidentes sobre remunerações de
contribuintes individuais.
• A cota patronal da empresa que toma serviço
de contribuinte individual, da mesma forma
que dos empregados, é de 20%.
• Lembrando que, neste caso, a empresa é
responsável pelo desconto e recolhimento de
11% do contribuinte individual.
508
Transportadores Autônomos
• A- Incidentes sobre remunerações de contribuintes
individuais.
• Na contratação de serviços de transporte 
rodoviário de carga ou de passageiro, de serviços 
prestados com a utilização de trator, máquina de 
terraplenagem, colheitadeira e assemelhados, a 
base de cálculo da contribuição da empresa 
corresponde a 20% (vinte por cento) do valor da nota 
fiscal, fatura ou recibo, quando esses serviços forem 
prestados por condutor autônomo de veículo 
rodoviário, auxiliar de condutor autônomo de veículo 
rodoviário, bem como por operador de máquinas.
(Lei 8.212/91, art. 22, §15, incluído pela Lei 
13.137/15).
505 506
507 508
128
509
Transportadores Autônomos
• A- Incidentes sobre remunerações de contribuintes
individuais.
• Por exemplo, o caminhoneiro recebeu R$ 1.000,00 
pelo frete, a base de cálculo para efeitos de 
contribuição previdenciária será de: R$ 1.000,00 x 
20% = R$ 200,00. E, a contribuição da empresa será 
de: R$ 200,00 x 20% = R$ 40,00.
• Da mesma forma, no nosso exemplo, esta base de 
cálculo (R$ 200,00) será utilizada para empresa 
fazer o desconto e recolhimento da parte deste 
segurado contribuinte individual: R$ 200,00x 11% = 
R$ 22,00.
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511
Receitas das contribuições 
sociais da EMPRESAS
(parte 2)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 53
512
Cooperativas de 
Produção
• Cooperativas de Produção
• Considera-se cooperativa de produção aquela em
que seus associados contribuem com serviços
laborativos ou profissionais para a produção em
comum de bens, quando a cooperativa detenha por
qualquer forma os meios de produção.
509 510
511 512
129
513
Cooperativas de 
Produção
• Cooperativas de Produção
• Sendo assim, a cooperativa de produção equipara-
se a empresa, devendo recolher os 20%, (cota
patronal), sobre a remuneração paga ou creditada
aos cooperados (que são contribuintes individuais),
como toda empresa o faz.
514
Cooperativas de 
Produção
• Adicional das Cooperativas de Produção
• Entretanto, será devida contribuição adicional de
doze, nove ou seis pontos percentuais, a cargo da
cooperativa de produção, incidente sobre a
remuneração paga, devida ou creditada ao
cooperado filiado, na hipótese de exercício de
atividade que autorize a concessão de
aposentadoria especial após quinze, vinte ou vinte
e cinco anos de contribuição, respectivamente.
515
Adicional – Cooperativa de 
Produção
Aposentadoria 
Especial
Alíquota 
normal
Adicional TOTAL 
adicionado
15 anos de 
contribuição.
20% 12% 32%
20 anos de 
contribuição.
20% 9% 29%
25 anos de 
contribuição.
20% 6% 26%
516
QUESTÃO
• (Elaborada pelo Prof. Eduardo Tanaka) O
adicional de cooperativa de produção sobre
atividade que enseja aposentadoria especial
aos 20 anos de contribuição é de 8% sobre o
salário de contribuição de todos os
cooperados, que nessa qualidade lhe
prestam serviços.
513 514
515 516
130
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Contribuição das Empresas
Cooperativa de Trabalho
Prof. Eduardo Tanaka
Direto Previdenciário
Aula 54 518
Cooperativa de Trabalho
• Exemplo: COORPS – Cooperativa de Trabalho 
Riograndense de Prestadores de Serviços.
519
Cooperativa de Trabalho
• Exemplo: COORPS – Cooperativa de Trabalho 
Riograndense de Prestadores de Serviços
• Esta semana o jornal A Folha entrevistou o presidente da 
COORPS – Cooperativa de Trabalho Riograndense de 
Prestadores de Serviços LTDA, Fábio da Rosa Monteiro. 
Segundo ele, os trabalhos tiveram início em novembro de 
2004, um grupo de pessoas reuniram-se para o melhor 
desenvolvimento de renda e sustentabilidade. Na época o 
foco era apenas reciclagem e construção civil, com o 
passar dos anos, foi-se aprimorando e dando o novo perfil 
que atuam hoje.
• Hoje em dia a empresa atua desde serviços de 
jardinagem, passando por copa e cozinha, limpeza em 
escolas e condomínios e residências. 520
517 518
519 520
131
Cooperativa de Trabalho
• RESOLUÇÃO Nº 10, DE 2016
• O Senado Federal resolve:
• Art. 1º É suspensa, nos termos do art. 52, 
inciso X, da Constituição Federal, a execução 
do inciso IV do art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de 
julho de 1991, declarado inconstitucional por 
decisão definitiva proferida pelo Supremo 
Tribunal Federal nos autos do Recurso 
Extraordinário nº 595.838.
521
Cooperativa de Trabalho
• ATO DECLARATÓRIO INTERPRETATIVO 
RFB Nº 5, DE 25 DE MAIO DE 2015
• Art. 1º A alíquota da contribuição previdenciária 
devida pelo contribuinte individual que presta serviço 
a empresa ou a pessoa física por intermédio de 
cooperativa de trabalho é de 20% sobre o salário de 
contribuição definido pelo inciso III ou sobre a 
remuneração apurada na forma prevista no § 11, 
ambos do art. 28 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 
1991. (Redação dada pelo(a) Ato Declaratório 
Interpretativo RFB nº 1, de 23 de janeiro de 2017)
522
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524
Receitas das contribuições 
sociais da EMPRESAS
(parte 3)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 55
521 522
523 524
132
525
Receitas das Empresas – sobre 
remunerações de empregados e 
avulsos
• A contribuição a cargo da empresa, destinada
à seguridade social, é de 20% (vinte por
cento) sobre o total das remunerações pagas,
devidas ou creditadas, a qualquer título, no
decorrer do mês, aos segurados empregado e
trabalhador avulso, além das contribuições
previstas nos arts. 202 (Gilrat)e 204 (Cofins e
CSLL).
526
Adicional das Instituições 
Financeiras
• Adicional das Instituições Financeiras
• A Lei 8.212/91, art. 22, parágrafo 1o, determina que, no caso
de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de
desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito,
financiamento e investimento, sociedades de crédito
imobiliário, sociedades corretoras, distribuidoras de títulos e
valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil,
cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de
capitalização, agentes autônomos de seguros privados e de
crédito e entidades de previdência privada abertas e fechadas,
além das contribuições sociais básicas, é devida a contribuição
adicional de 2,5% (dois vírgula cinco por cento) sobre a base
de cálculo dos segurados empregados, avulsos e contribuintes
individuais que prestarem serviços a estas instituições
financeiras.
527
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• A Contribuição decorrente do: Grau de
Incidência de Incapacidade Laborativa
Decorrente dos Riscos Ambientais do
Trabalho – GILRAT.
528
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• GILRAT.
• É chamado por alguns autores como Seguro
de Acidentes no Trabalho – SAT.
• Porém, o termo técnico atual que está
presente na Lei 8.212/91 é o Grau de
Incidência de Incapacidade Laborativa
Decorrente dos Riscos Ambientais do
Trabalho – GILRAT.
525 526
527 528
133
529
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• GILRAT.
• Termo utilizado nas GFIPs é:
• RAT – Risco ambiental do trabalho.
530
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• (Decreto 3.048/99) A contribuição da empresa, 
destinada ao financiamento da aposentadoria 
especial e dos benefícios concedidos em 
razão do grau de incidência de incapacidade 
laborativa decorrente dos riscos ambientais do 
trabalho (GILRAT) corresponde à aplicação 
dos seguintes percentuais, incidentes sobre o 
total da remuneração paga, devida ou 
creditada a qualquer título, no decorrer do 
mês, ao segurado empregado e trabalhador 
avulso:
531
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• I - 1% - para a empresa em cuja atividade 
preponderante o risco de acidente do trabalho 
seja considerado leve; 
• II - 2% - para a empresa em cuja atividade 
preponderante o risco de acidente do trabalho 
seja considerado médio; ou 
• III - 3% - para a empresa em cuja atividade 
preponderante o risco de acidente do trabalho 
seja considerado grave.
• Considera-se preponderante a atividade que 
ocupa, na empresa, o maior número de 
segurados empregados e trabalhadores 
avulsos.
532
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• O enquadramento no correspondente grau 
de risco é de responsabilidade da 
empresa, observada a sua atividade 
econômica preponderante e será feito 
mensalmente, cabendo à RFB rever o 
auto-enquadramento em qualquer tempo.
529 530
531 532
134
533
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• RESUMINDO;
• A parte patronal sobre a folha de 
pagamentos será de:
• 20% + GILRAT (1%, 2% ou 3%)
• Não há limites (teto) para o pagamento da 
cota patronal.
534
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos RiscosAmbientais do Trabalho
• Por exemplo: Uma empresa metalúrgica 
possui 1000 empregados. Destes, 900 
trabalham na linha de produção, cuja 
atividade enquadra-se como grave (3%). 
Outros 100 empregados trabalham no 
escritório da empresa, em local seguro, 
sem contato com a linha de produção, e 
cuja atividade ensejaria risco “leve” (1%). 
535
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• Por exemplo: 
• Como a atividade preponderante desta 
empresa, levando em conta o maior 
número de empregados, considera-se 
como “risco de acidentes de trabalho 
grave”, esta empresa deverá recolher 3% 
(risco grave) sobre TODOS seus 
empregados, inclusive sobre aqueles que 
trabalham no escritório.
536
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• EXEMPLO
• Uma empresa, cuja atividade preponderante o 
risco de acidente do trabalho seja considerado 
médio , possui 3 empregados. 
• João e José, trabalham operando máquina, 
recebem remuneração de R$1.000,00 cada, e 
Antônio, que trabalha no escritório, recebe R$ 
10.000,00. Qual será o valor da cota patronal da 
contribuição social devida à previdência? E qual 
será o valor descontado de cada empregado à 
previdência? 
533 534
535 536
135
537
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• RESPOSTA:
• João e José:
• cota patronal: 20% + 2% (GILRAT)=22%
• 1.000,00 x 22% = R$ 220,00
• Desconto do segurado: 7,5% (conforme tabela)
• 1.000,00 x 7,5% = R$ 75,00 
• Antônio: 
• cota patronal: 20% + 2% (GILRAT)=22%
• 10.000 x 22% = R$ 2.200,00
• Desconto do segurado: (conforme tabela)
• R$ 6.101,06 = R$ 713,09
538
QUESTÃO
• (FCC – TRT-BA – Analista Judiciário) Considerando que 
as empresas Todos-os-Santos Indústria e Comércio, 
Soteropolitano Hotel de Turismo e o Banco MMC, que 
atuam como indústria de transformação, hotelaria e 
banco comercial, com graus de risco grave, médio e leve, 
respectivamente, é certo dizer que sua contribuição para 
Seguridade Social e para financiamento do benefício da 
aposentadoria especial, previstas no artigo 22, I e II, da 
Lei no 8.212/91 (somente em relação aos segurados 
empregados), será, respectivamente, de 
• a) 20% + 3%; 20% + 2%; e 20% + 2,5% + 1%.
• b) 20%; 20%; 22,5%.
• c) 15% + 3%; 15% + 2,5% + 1%; e 15% + 1%.
• d) 20%; 21%; 22,5%.
• e) 20% + 1%; 20% + 2%; 20% + 2,5%.
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540
Receitas das contribuições 
sociais da EMPRESAS
Adicional de GILRAT
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 56
537 538
539 540
136
541
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• A fim de estimular investimentos destinados a 
diminuir os riscos ambientais no trabalho, a 
RFB poderá alterar o enquadramento de 
empresa que demonstre a melhoria das 
condições do trabalho, com redução dos 
agravos à saúde do trabalhador, obtida através 
de investimentos em prevenção e em sistemas 
gerenciais de risco.
• A alteração do enquadramento estará 
condicionada à inexistência de débitos em 
relação às contribuições sociais. 542
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• (Lei 10.666/03) Art. 10. A alíquota de contribuição de um, 
dois ou três por cento, destinada ao financiamento do 
benefício de aposentadoria especial ou daqueles 
concedidos em razão do grau de incidência de 
incapacidade laborativa decorrente dos riscos 
ambientais do trabalho, poderá ser reduzida, em até 
cinqüenta por cento, ou aumentada, em até cem por 
cento, conforme dispuser o regulamento, em razão do 
desempenho da empresa em relação à respectiva 
atividade econômica, apurado em conformidade com 
os resultados obtidos a partir dos índices de 
freqüência, gravidade e custo, calculados segundo 
metodologia aprovada pelo Conselho Nacional de 
Previdência Social. 
543
Alíquotas GILRAT – Fator 
Acidentário de Prevenção - FAP
Máxima redução 
alíquota GILRAT 
(50%)
Alíquota 
normal 
GILRAT
Máximo acréscimo 
alíquota GILRAT 
(100%)
0,5% 1% 2%
1% 2% 4%
1,5% 3% 6%
544
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• As alíquotas referentes ao GILRAT serão 
acrescidas de 12, 9 ou 6 pontos percentuais, 
respectivamente, se a atividade exercida pelo 
segurado a serviço da empresa ensejar a 
concessão de aposentadoria especial após 15, 
20 ou 25 anos de contribuição.
• Este acréscimo incide exclusivamente sobre a 
remuneração do segurado sujeito às condições 
especiais que prejudiquem a saúde ou a 
integridade física.
541 542
543 544
137
545
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
APOSENTADORIA 
ESPECIAL APÓS
ACRÉSCIMOS 
PERCENTUAIS GILRAT
15 a 12%
20 a 9%
25 a 6%
546
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• Este acréscimo (12, 9, 6%) incide 
exclusivamente sobre a remuneração do 
segurado sujeito às condições especiais
que prejudiquem a saúde ou a integridade 
física.
547
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• Por exemplo: numa empresa com 100 empregados,
5 trabalham em contato habitual e contínuo com
substâncias tóxicas que ensejam aposentadoria
especial aos 20 anos de contribuição. A maioria dos
trabalhadores desta empresa exercem atividades
que se enquadram como risco grave (3%).
• Nesta situação, a empresa recolherá 3% sobre as
remunerações de todos os empregados.
• SOMENTE, sobre as remunerações daqueles 5
empregados é que serão recolhidos os adicionais
de 9%. Num total de 9 + 3 = 12%.
548
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• EXEMPLO
• José, trabalha com atividade que prejudica a 
saúde e enseja aposentadoria especial, após 20 
anos de trabalho (contribuição), em uma 
empresa, cuja atividade preponderante o risco 
de acidente do trabalho seja considerado grave. 
• Ele recebe remuneração mensal de R$1.000,00. 
Qual será o valor da cota patronal da 
contribuição social devida à previdência? E qual 
será o valor descontado de José à previdência? 
545 546
547 548
138
549
Grau de Incidência de Incapacidade 
Laborativa Decorrente dos Riscos 
Ambientais do Trabalho
• Resposta:
• Cota patronal: 20% + 3% (GILRAT) + 9% 
(adicional do GILRAT) = 32%
• 1.000 x 32% = R$ 320,00
• Desconto do José: 7,5% (conforme tabela)
• 1.000 x 7,5% = R$ 75,00
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551
Contribuições Substitutivas
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 57
552
Contribuições Substitutivas 
das Empresas
• Acabamos de ver as contribuições das
empresas em geral: os 20% sobre a folha de
pagamento e o GILRAT (1%, 2% ou 3%).
• Estas contribuições sociais, referentes à
parte patronal da regra geral de custeio, são
obrigatoriamente substituídas em situações
especiais previstas em lei.
549 550
551 552
139
553
Contribuições Substitutivas 
das Empresas
• As contribuições substitutivas são:
• A- do Clube de Futebol Profissional;
• B- do Produtor Rural.
554
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Dec. 3.048/99 - Art. 205. A contribuição empresarial da 
associação desportiva que mantém equipe de futebol 
profissional, destinada à seguridade social, em 
substituição às previstas no inciso I do caput do art. 
201 e no art. 202 (contribuição patronal sobre 
empregados e avulsos e o GILRAT), corresponde a 
5% da receita bruta decorrente dos espetáculos 
desportivos de que participe em todo território 
nacional, em qualquer modalidade desportiva, 
inclusive jogos internacionais, e de qualquer forma de 
patrocínio, licenciamento de uso de marcas e 
símbolos, publicidade, propagandae transmissão de 
espetáculos desportivos. 
555
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Dec. 3.048/99 - Art. 205. 
• § 2º Cabe à associação desportiva que 
mantém equipe de futebol profissional 
informar à entidade promotora do 
espetáculo desportivo todas as receitas 
auferidas no evento, discriminando-as 
detalhadamente.
556
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Dec. 3.048/99 - Art. 205. 
• § 1º Cabe à entidade promotora do 
espetáculo a responsabilidade de efetuar 
o desconto de cinco por cento da receita 
bruta decorrente dos espetáculos 
desportivos e o respectivo recolhimento 
ao Instituto Nacional do Seguro Social, no 
prazo de até dois dias úteis após a 
realização do evento.
553 554
555 556
140
557
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Dec. 3.048/99 - Art. 205. 
• § 3º Cabe à empresa ou entidade que repassar 
recursos a associação desportiva que mantém 
equipe de futebol profissional, a título de 
patrocínio, licenciamento de uso de marcas e 
símbolos, publicidade, propaganda e 
transmissão de espetáculos, a responsabilidade 
de reter e recolher, no prazo estabelecido na 
alínea "b" do inciso I do art. 216 (dia 20 do mês 
seguinte) , o percentual de 5% da receita bruta, 
inadmitida qualquer dedução.
558
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Vamos supor que o “melhor time do mundo”, o 
glorioso Palmeiras, jogue pelo campeonato paulista, 
cuja entidade promotora seja a Federação Paulista de 
Futebol. 
• Neste caso, ela deve descontar e recolher os 5% 
sobre a receita bruta do “espetáculo”. Assim como, o 
Palmeiras deverá informar à Federação Paulista de 
Futebol, todas as receitas auferidas no evento, 
discriminando-as detalhadamente, visando a habilitar 
a entidade promotora a efetuar a retenção 
corretamente. 
559
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• E se o Palmeiras receber da Rede Globo pela 
transmissão do espetáculo, caberá à Rede 
Globo a responsabilidade pela retenção e 
recolhimento dos 5% da receita bruta 
decorrente desta transmissão.
560
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Suponha que o Palmeiras tenha os seguintes 
empregados:
• Jogador de futebol - salário R$ 100.000,00
• Jogador de voleibol – salário R$ 1.500,00
• Secretária – salário R$ 600,00
557 558
559 560
141
561
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Neste caso, apenas descontará a parcela referente ao 
segurado, pois a cota patronal será paga 
substitutivamente, conforme estudamos (5% sobre 
renda do espetáculo, etc).
562
Associações Desportivas 
que mantêm equipe de 
Futebol Profissional
• Como vimos neste exemplo, a cota patronal de 
TODA folha de pagamento, referente a 
empregados (e trabalhadores avulsos, se fosse 
o caso), do clube de futebol profissional é 
substituída (não somente dos jogadores de 
futebol)
563
QUESTÃO
• (CESPE – TCE-ES – AUDITOR) A contribuição 
social das associações desportivas que não 
possuem equipe profissional de futebol, 
equiparadas a empresas no que se refere à 
contribuição para a seguridade social, incide 
sobre o montante de sua folha de salário.
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561 562
563 564
142
565
Contribuições Substitutivas
Produtor Rural Pessoa 
Física
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 58
566
Contribuição Substitutiva 
do PRODUTOR RURAL
• Além do segurado especial (que não será 
aqui tratado) tem-se três outras espécies 
de produtores rurais:
• Produtor Rural Pessoa Física (PRPF)
• Produtor Rural Pessoa Jurídica (PRPJ)
• Agroindústria.
567
Contribuição Substitutiva 
do PRODUTOR RURAL
• Os Produtores Rurais, por possuírem 
empregados, contribuem com sua cota 
patronal, na condição de empresa, de 
modo diferenciado.
• A base de cálculo da cota patronal será a 
comercialização da produção rural.
568
Contribuição Substitutiva 
do PRODUTOR RURAL
• A composição da base de cálculo da 
contribuição e a responsabilidade pelo 
recolhimento da contribuição sobre a produção, 
seguem a mesma regra para o segurado 
especial.
565 566
567 568
143
569
Produtor Rural Pessoa 
Física
• A contribuição do produtor rural pessoa física, 
na condição de equiparado à empresa (cota 
patronal) é de:
• 1,2% + 0,1% (GILRAT) = 1,3% da receita bruta 
proveniente da comercialização da sua 
produção.
570
Produtor Rural Pessoa 
Física
• A contribuição substitutiva do produtor rural 
pessoa física será recolhida:
• I - pela empresa adquirente, consumidora ou 
consignatária ou a cooperativa, que ficam sub-
rogadas no cumprimento das obrigações do 
produtor rural pessoa física, 
independentemente de as operações de venda 
ou consignação terem sido realizadas 
diretamente com estes ou com intermediário 
pessoa física, exceto nos casos do inciso III 
(abaixo);
571
Produtor Rural Pessoa 
Física
• A contribuição substitutiva do produtor rural pessoa 
física será recolhida:
• II - pela pessoa física não produtor rural, que fica 
sub-rogada no cumprimento das obrigações do 
produtor rural pessoa física, quando adquire 
produção para venda, no varejo, a consumidor 
pessoa física; ou 
• III – pelo próprio produtor rural pessoa física caso 
comercialize sua produção com adquirente 
domiciliado no exterior, diretamente, no varejo, a 
consumidor pessoa física, a outro produtor rural 
pessoa física ou a outro segurado especial.
572
Produtor Rural Pessoa 
Física
• Exemplo: Suponha que um produtor rural 
pessoa física tenha um empregado cujo 
salário é de R$ 1.000,00. 
• O empregador deverá descontar do 
empregado e recolher o valor de R$ 1.000,00 
x 7,5% = R$ 75,00. 
569 570
571 572
144
573
Produtor Rural Pessoa 
Física
• Exemplo: Suponha que um produtor rural pessoa 
física tenha um empregado cujo salário é de R$ 
1.000,00. 
• Já a parte patronal não será de 20% sobre o salário 
de seu empregado, como nas empresas em geral. 
Será de 1,3% sobre a comercialização de sua 
produção rural. Se o produtor rural vendeu, naquele 
mês, R$ 2.000,00 de sua produção ao mercado da 
cidade, então este mercado deverá reter do produtor 
rural e recolher o valor de R$ 2.000,00 x 1,3% = R$ 
26,00. 
574
Produtor Rural Pessoa 
Física
• Vamos supor que naquele mês não houve 
comercialização da produção rural, então, 
consequentemente, não haverá o 
recolhimento dos 1,3%. Neste caso, somente 
a parte descontada do empregado deverá ser 
recolhida normalmente (pois esta não é 
contribuição patronal).
575
Produtor Rural Pessoa Física
• Lei 8212/91, art. 25, § 12. Não integra a base de 
cálculo da contribuição de que trata o caput deste 
artigo a produção rural destinada ao plantio ou 
reflorestamento, nem o produto animal destinado à 
reprodução ou criação pecuária ou granjeira e à 
utilização como cobaia para fins de pesquisas 
científicas, quando vendido pelo próprio produtor e 
por quem a utilize diretamente com essas finalidades 
e, no caso de produto vegetal, por pessoa ou 
entidade registrada no Ministério da Agricultura, 
Pecuária e Abastecimento que se dedique ao 
comércio de sementes e mudas no País.
576
Produtor Rural Pessoa Física
• Lei 8212/91, art. 25, § 13. O produtor rural 
pessoa física poderá optar por contribuir na 
forma prevista no caput deste artigo 
(substitutiva) ou na forma dos incisos I e II 
do caput do art. 22 desta Lei (sobre folha de 
pagamento), manifestando sua opção mediante 
o pagamento da contribuição incidente sobre a 
folha de salários relativa a janeiro de cada ano, 
ou à primeira competência subsequente ao 
início da atividade rural, e será irretratável para 
todo o ano-calendário. (Incluído pela Lei nº 13.606, de 
2018)
573 574
575 576
145
577
Produtor Rural Pessoa 
Física
• (CESPE – CNJ – Analista Judiciário -
atualizada) A contribuição previdenciária do 
empregador ruralé sempre de 20% sobre o 
salário de contribuição, mais a contribuição de 
terceiros e o fator acidentário de prevenção.
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579
Contribuições Substitutivas
Produtor Rural Pessoa 
Jurídica e Agroindústria
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 59
580
Produtor Rural Pessoa 
Jurídica
• É a empresa legalmente constituída que se
dedica à atividade agropecuária, pesqueira ou
silvicultural, em área urbana ou rural, bem
como a extração de produtos primários,
vegetais ou animais.
577 578
579 580
146
581
Produtor Rural Pessoa 
Jurídica
• A contribuição do produtor rural pessoa 
jurídica, em substituição à contribuição patronal 
sobre a remuneração dos trabalhadores 
empregados e avulsos, é de:
• 1,7% + 0,1% (GILRAT) = 1,8% da receita bruta 
proveniente da comercialização da sua 
produção.
582
Produtor Rural Pessoa 
Jurídica
• Para o PRPJ, a responsabilidade pelo 
recolhimento das contribuições é sempre do 
próprio, não cabendo qualquer ônus ao 
adquirente (como ocorre no PRPF).
583
Produtor Rural Pessoa 
Jurídica
• Assim como no PRPF, esta contribuição 
substitui somente a parte patronal incidente 
sobre a remuneração dos segurados 
empregados e avulsos e o GILRAT (ou SAT), 
inclusive seu adicional. Estão excluídas desta, 
as contribuições sobre a remuneração de 
contribuintes individuais.
584
Agroindústria
• A agroindústria é o produtor rural pessoa 
jurídica, cuja atividade econômica é a 
industrialização de produção própria ou de 
produção própria e adquirida de terceiros.
581 582
583 584
147
585
Agroindústria
• A contribuição da Agroindústria é semelhante 
ao do produtor rural pessoa jurídica:
• 2,5% + 0,1% (GILRAT) = 2,6% da receita bruta 
proveniente da comercialização da sua 
produção.
586
Agroindústria
• Também, na Agroindústria, esta contribuição 
substitui somente a parte patronal incidente 
sobre a remuneração dos segurados 
empregados e avulsos e o GILRAT (ou SAT), 
inclusive seu adicional. Estão excluídas desta, 
as contribuições sobre a remuneração de 
contribuintes individuais.
587
Agroindústria
• Esta forma de contribuição não se aplica às 
operações relativas à prestação de serviços a 
terceiros, cujas contribuições previdenciárias 
continuam sendo devidas na forma comum.
• Caso isto ocorra, a receita bruta 
correspondente aos serviços prestados a 
terceiros será excluída da base de cálculo 
deste tipo de contribuição substitutiva.
588
Agroindústria
• São excluídas desta forma de contribuição as 
agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, 
suinocultura e avicultura.
• Também, não se aplica na agroindústria que 
dedique-se apenas ao florestamento e ao 
reflorestamento como fonte de matéria-prima 
para industrialização própria mediante a 
utilização de processo industrial que modifique 
a natureza química da madeira ou a transforme 
em pasta celulósica. 
585 586
587 588
148
589
QUESTÃO
• (ESAF – Ministério da Fazenda - Assistente Técnico 
Administrativo – 2009) A respeito da base de cálculo 
e contribuintes das contribuições sociais, analise as 
assertivas abaixo, assinalando a incorreta.
• a) Remuneração paga, devida ou creditada aos 
segurados e demais pessoas físicas a seu serviço, 
mesmo sem vínculo empregatício - EMPRESA.
• b) Receita bruta decorrente dos espetáculos 
desportivos de que participem em todo território 
nacional - PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA.
590
QUESTÃO
• c) Incidentes sobre a receita bruta proveniente da 
comercialização da produção rural - SEGURADO 
ESPECIAL.
• d) Salário de contribuição dos empregados 
domésticos a seu serviço - EMPREGADORES 
DOMÉSTICOS.
• e) Incidentes sobre seu salário de contribuição -
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592
Lei 12.546/11
CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA 
SOBRE A RECEITA BRUTA
(CPRB)
DESONERAÇÃO DA FOLHA DE 
PAGAMENTOS
Aula 59-A
589 590
591 592
149
593
Lei 12.546/11
• As Alíquotas Patronais dos:
• empregados, 
• trabalhadores avulsos e 
• contribuintes individuais
• São substituídas por tributo incidente sobre o 
faturamento.
594
Lei 12.546/11
• Assim, será cobrada uma contribuição previdenciária 
sobre a receita bruta (descontando as receitas de 
exportação).
• Art. 7o-A. A alíquota da contribuição sobre a receita 
bruta prevista no art. 7o será de 4,5% (quatro inteiros 
e cinco décimos por cento), exceto para as empresas 
de call center referidas no inciso I, que contribuirão à 
alíquota de 3% (três por cento), e para as empresas 
identificadas nos incisos III, V e VI, todos do caput do 
art. 7o, que contribuirão à alíquota de 2% (dois por 
cento). (Redação dada pela Lei nº 13.202, de 
2015)
595
Lei 12.546/11
• Somente são dispensadas as contribuições 
patronais sobre a remuneração de 
empregados, avulsos e contribuintes 
individuais. A contribuição do GILRAT (1, 2, ou 
3%) ainda permanece.
• Os valores devidos aos terceiros (SESC, 
SEBRAE, SENAI) são devidos da forma 
convencional.
596
Lei 12.546/11
• A contribuição dos empregados em tais 
atividades não é alterada. Somente a cota 
patronal que é dispensada. 
• A retenção e recolhimento as contribuições 
previdenciárias de seus empregados, 
trabalhadores avulsos e contribuintes 
individuais continuam a ser feitas da forma 
convencional.
• As obrigações acessórias previdenciárias 
também permanecem na totalidade
593 594
595 596
150
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598
Concurso de Prognóstico
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Aula 60
599
Concursos de 
Prognósticos
• Decreto 3.048/99 - Art. 212. Constitui receita da 
seguridade social a renda líquida dos 
concursos de prognósticos, excetuando-se os 
valores destinados ao Programa de Crédito 
Educativo.
600
Concursos de 
Prognósticos
• Decreto 3.048/99 - Art. 212. 
• § 1º Consideram-se concurso de prognósticos 
todo e qualquer concurso de sorteio de 
números ou quaisquer outros símbolos, loterias 
e apostas de qualquer natureza no âmbito 
federal, estadual, do Distrito Federal ou 
municipal, promovidos por órgãos do Poder 
Público ou por sociedades comerciais ou civis.
597 598
599 600
151
601
Concursos de 
Prognósticos
• Entende-se por renda líquida o total da 
arrecadação, deduzidos os valores destinados 
ao pagamento de prêmios, de impostos e de 
despesas com a administração, conforme 
fixado em lei, que inclusive estipulará o valor 
dos direitos a serem pagos às entidades 
desportivas pelo uso de suas denominações e 
símbolos.
602
Concursos de 
Prognósticos
• Decreto 3.048/99 - Art. 212. 
• § 2º A contribuição de que trata este artigo 
constitui-se de:
• I - renda líquida dos concursos de prognósticos 
realizados pelos órgãos do Poder Público 
destinada à seguridade social de sua esfera de 
governo;
603
Concursos de 
Prognósticos
• Decreto 3.048/99 - Art. 212. 
• § 2º A contribuição de que trata este artigo 
constitui-se de:
• II - cinco por cento sobre o movimento global 
de apostas em prado de corridas; 
604
Concursos de 
Prognósticos
• Decreto 3.048/99 - Art. 212. 
• § 2º A contribuição de que trata este artigo 
constitui-se de:
• III - cinco por cento sobre o movimento global 
de sorteio de números ou de quaisquer 
modalidades de símbolos.
601 602
603 604
152
605
QUESTÃO
• (FCC – TCE-CE – Auditor) Sobre o sistema de custeio e financiamento da 
Seguridade Social no Brasil, nos termos da doutrina e da legislação 
pertinente, é INCORRETO afirmar:
• a) O financiamento direto se dá mediante contribuições e o indireto 
mediante receitas orçamentárias da União, dos Estados, do Distrito Federal 
e dos Municípios.
• b) A receita dos concursos de prognósticos faz parte das contribuições 
sociais que custeiam a Seguridade Social.
• c) Nenhum benefício ou serviçoserá criado, majorado ou estendido sem a 
correspondente fonte de custeio total.
• d) Não há previsão para contribuição social para o importador de bens ou 
serviços do exterior, mas apenas para o exportador.
• e) O pescador artesanal que exerce atividade em regime de economia 
familiar, sem empregados permanentes, contribuirá mediante aplicação de 
uma alíquota sobre a comercialização da produção.
606
QUESTÃO
• (FCC – TCE-CE – Auditor) Sobre o sistema de 
custeio e financiamento da Seguridade Social 
no Brasil, nos termos da doutrina e da 
legislação pertinente, é INCORRETO afirmar:
• a) O financiamento direto se dá mediante 
contribuições e o indireto mediante receitas 
orçamentárias da União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Municípios.
• b) A receita dos concursos de prognósticos faz 
parte das contribuições sociais que custeiam a 
Seguridade Social.
607
QUESTÃO
• c) Nenhum benefício ou serviço será criado, 
majorado ou estendido sem a correspondente 
fonte de custeio total.
• d) Não há previsão para contribuição social 
para o importador de bens ou serviços do 
exterior, mas apenas para o exportador.
• e) O pescador artesanal que exerce atividade 
em regime de economia familiar, sem 
empregados permanentes, contribuirá 
mediante aplicação de uma alíquota sobre a 
comercialização da produção.
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605 606
607 608
153
609
Receitas de Outras Fontes
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Aula 61
610
Receitas de Outras 
Fontes
• Lei 8.212/91
• Art. 27. Constituem outras receitas da 
seguridade social: 
• I - as multas, a atualização monetária e os 
juros moratórios;
611
Receitas de Outras 
Fontes
• II - a remuneração recebida por serviços de 
arrecadação, fiscalização e cobrança prestados a 
terceiros.
• Hoje, a Receita Federal do Brasil é quem arrecada e 
fiscaliza as contribuições ditas de “terceiros”, são 
estes, aqueles participantes do sistema “S”, quais 
sejam: Sesi, Senac, Sesc, Senai, Senar, etc. 
• Este inciso está tacitamente revogado pela Lei 
11.457/07, art. 3o, parágrafo 4o. Por este serviço 
prestado, é a Receita Federal do Brasil quem recebe 
3,5% do montante arrecadado, que será creditado ao 
“Fundo Especial de Desenvolvimento e 
Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização”. 612
Receitas de Outras 
Fontes
• III - as receitas provenientes de prestação 
de outros serviços e de fornecimento ou 
arrendamento de bens;
• IV - as demais receitas patrimoniais, 
industriais e financeiras;
• V- as doações, legados, subvenções e 
outras receitas eventuais;
609 610
611 612
154
613
Receitas de Outras 
Fontes
• VI - 50% da receita obtida na forma do 
parágrafo único do art. 243 da 
Constituição Federal (apreensão de todo e 
qualquer bem de valor econômico 
proveniente do tráfico de entorpecentes), 
repassados pelo Instituto Nacional do 
Seguro Social aos órgãos responsáveis 
pelas ações de proteção à saúde e a ser 
aplicada no tratamento e recuperação de 
viciados em entorpecentes e drogas afins; 614
Receitas de Outras 
Fontes
• VII - 40% do resultado dos leilões dos 
bens apreendidos pela Secretaria da 
Receita Federal; e
• VIII - outras receitas previstas em 
legislação específica.
615
Receitas de Outras 
Fontes
• As companhias seguradoras que mantêm o 
seguro obrigatório de danos pessoais causados 
por veículos automotores de vias terrestres, de 
que trata a Lei nº 6.194, de dezembro de 1974, 
deverão repassar à Seguridade Social 50% 
(cinqüenta por cento) do valor total do prêmio 
recolhido e destinado ao Sistema Único de 
Saúde-SUS, para custeio da assistência 
médico-hospitalar dos segurados vitimados em 
acidentes de trânsito.
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613 614
615 616
155
617
Salário de 
Contribuição
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 62
618
Salário-de-Contribuição
• Conceito:
• Salário-de-contribuição é a denominação da 
base de cálculo da contribuição a ser recolhida 
pelos segurados empregados, avulsos, 
empregados domésticos, contribuintes 
individuais e facultativos.
• Além de ser utilizado para a obtenção da 
contribuição devida, é parâmetro para cálculo 
do salário-de-benefício.
619
Salário-de-Contribuição
• Decreto 3.048/99 - Art. 214. Entende-se 
por salário-de-contribuição:
• II - para o empregado doméstico: a 
remuneração registrada na Carteira de 
Trabalho e Previdência Social (...)
620
Salário-de-Contribuição
• FACULTATIVO
• Entende-se por salário-de-contribuição 
para o segurado facultativo: o valor por ele 
declarado, observado o limite mínimo de 
um salário mínimo e o máximo.
617 618
619 620
156
621
Salário-de-Contribuição
• SEGURADO ESPECIAL
• Este segurado recolhe sobre sua 
comercialização de produtos rurais. Por 
isso, nesse caso, não há que se falar em 
salário-de-contribuição.
• Porém, quando ele recolhe 
facultativamente como contribuinte 
individual, seu salário de contribuição será 
o valor por ele declarado.
622
Salário-de-Contribuição
• Decreto 3.048/99 - Art. 214. Entende-se 
por salário-de-contribuição:
• III - para o contribuinte individual: a 
remuneração auferida em uma ou mais 
empresas ou pelo exercício de sua 
atividade por conta própria, durante o 
mês, observado o limite máximo e 
mínimo(...)
623
Salário-de-Contribuição
• Para o ministro de confissão religiosa, membros de 
instituto de vida consagrada, de congregação ou de 
ordem religiosa, não se considera remuneração direta 
ou indireta os valores despendidos pelas entidades 
religiosas e instituições de ensino vocacional com 
ministro de confissão religiosa, membros de instituto 
de vida consagrada, de congregação ou de ordem 
religiosa em face do seu mister religioso ou para sua 
subsistência, desde que fornecidos em condições que 
independam da natureza e da quantidade do trabalho 
executado. (art. 22, § 13, Lei 8212/91)
624
Salário-de-Contribuição
• Por exemplo, se um padre, segurado 
contribuinte individual, receber um valor 
fixo por casamento celebrado ou um 
percentual sobre os donativos 
arrecadados na missa, serão estes 
considerados salário-de-contribuição.
621 622
623 624
157
625
Salário-de-Contribuição
• Lei 8212/91, art. 22, § 14. Para efeito de 
interpretação do § 13 deste artigo: (Incluído 
pela Lei nº 13.137, de 2015)
• II - os valores despendidos, ainda que pagos 
de forma e montante diferenciados, em pecúnia 
ou a título de ajuda de custo de moradia, 
transporte, formação educacional, vinculados 
exclusivamente à atividade religiosa não 
configuram remuneração direta ou indireta.
626
Salário-de-Contribuição
• Lei 8212/91, art. 22, § 14. Para efeito de 
interpretação do § 13 deste artigo: (Incluído 
pela Lei nº 13.137, de 2015)
• I - os critérios informadores dos valores 
despendidos pelas entidades religiosas e 
instituições de ensino vocacional aos ministros 
de confissão religiosa, membros de vida 
consagrada, de congregação ou de ordem 
religiosa não são taxativos e sim 
exemplificativos;
627
Salário-de-Contribuição 
– Empregado e Avulso
• Entende-se por salário-de-contribuição para o 
empregado e trabalhador avulso: a 
remuneração auferida em uma ou mais 
empresas, assim entendida a totalidade dos 
rendimentos pagos, devidos ou creditados a 
qualquer título, durante o mês, destinados a 
retribuir o trabalho, (continua...)
628
Salário-de-Contribuição 
– Empregado e Avulso
• (... continua) qualquer que seja a sua forma, 
inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a 
forma de utilidades e os adiantamentos 
decorrentes de reajuste salarial, quer pelos 
serviços efetivamente prestados, quer pelo 
tempo à disposição do empregador ou tomador 
de serviços nos termos da lei ou do contrato 
ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de 
trabalho ou sentença normativa.
625 626
627 628
158
629
Salário-de-Contribuição
• Limite Mínimo
•§ 3º O limite mínimo do salário-de-contribuição 
corresponde
• I - para os segurados contribuinte individual e 
facultativo, ao salário mínimo; e
• II - para os segurados empregado, inclusive o 
doméstico, e trabalhador avulso, ao piso salarial legal 
ou normativo da categoria ou, inexistindo este, ao 
salário mínimo, tomado no seu valor mensal, diário ou 
horário, conforme o ajustado e o tempo de trabalho 
efetivo durante o mês. 
630
Salário-de-Contribuição
• Limite Máximo
• O valor do limite máximo do salário-de-
contribuição será publicado mediante portaria 
do Ministério da Previdência Social, sempre 
que ocorrer alteração do valor dos benefícios.
631
QUESTÃO
• (FUNRIO – Analista do Seguro Social – INSS) Com relação ao salário de contribuição, nos 
termos da Lei nº 8.212/91, apresentam-se quatro situações: 
• I.para o empregado e trabalhador avulso: a remuneração auferida em uma ou mais 
empresas, assim entendida a totalidade dos rendimentos pagos, devidos ou creditados a 
qualquer título, durante o mês, destinados a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua 
forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os 
adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, 
quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços nos termos da lei ou do 
contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa; 
• II. para o empregado doméstico: a remuneração registrada na Carteira de Trabalho e 
Previdência Social, observadas as normas a serem estabelecidas em regulamento para 
comprovação do vínculo empregatício e do valor da remuneração; 
• III. para o contribuinte individual: a remuneração auferida em uma ou mais empresas ou pelo 
exercício de sua atividade por conta própria, durante o mês, observado o limite máximo a que 
se refere o § 5º; 
• IV. para o segurado facultativo: o valor por ele declarado, observado o limite máximo fixado 
em Lei. Quantas dessas situações são procedentes? 
• a) Somente I e III estão corretas. 
• b) Somente II e IV estão corretas. 
• c) Somente I e II estão corretas. 
• d) Todas estão corretas. 
• e) Somente III e IV estão corretas. 632
QUESTÃO
• (FUNRIO – Analista do Seguro Social – INSS) Com relação 
ao salário de contribuição, nos termos da Lei nº 8.212/91, 
apresentam-se quatro situações: 
• I.para o empregado e trabalhador avulso: a remuneração 
auferida em uma ou mais empresas, assim entendida a 
totalidade dos rendimentos pagos, devidos ou creditados a 
qualquer título, durante o mês, destinados a retribuir o 
trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, 
os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os 
adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos 
serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à 
disposição do empregador ou tomador de serviços nos termos 
da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo 
coletivo de trabalho ou sentença normativa; 
629 630
631 632
159
633
QUESTÃO
• II. para o empregado doméstico: a remuneração 
registrada na Carteira de Trabalho e Previdência 
Social, observadas as normas a serem estabelecidas 
em regulamento para comprovação do vínculo 
empregatício e do valor da remuneração; 
• III. para o contribuinte individual: a remuneração 
auferida em uma ou mais empresas ou pelo exercício 
de sua atividade por conta própria, durante o mês, 
observado o limite máximo a que se refere o § 5º; 
• IV. para o segurado facultativo: o valor por ele 
declarado, observado o limite máximo fixado em Lei. 
634
QUESTÃO
• Quantas dessas situações são procedentes? 
• a) Somente I e III estão corretas. 
• b) Somente II e IV estão corretas. 
• c) Somente I e II estão corretas. 
• d) Todas estão corretas. 
• e) Somente III e IV estão corretas.
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636
Salário de Contribuição
Parcelas Integrantes
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 63
633 634
635 636
160
637
Salário-de-Contribuição
Parcelas Integrantes
• CF, Art. 201, 
• § 11. Os ganhos habituais do empregado, 
a qualquer título, serão incorporados ao 
salário para efeito de contribuição 
previdenciária e consequente repercussão 
em benefícios, nos casos e na forma da 
lei.
638
Salário-de-Contribuição
Parcelas Integrantes
• Genericamente, a lei determina que o 
salário-de-contribuição seja composto 
pela remuneração do segurado (exceto o 
segurado especial).
• As parcelas meramente ressarcitórias e 
indenizatórias são excluídas desta base
639
Salário-de-Contribuição
Parcelas Integrantes
• Não há listagem de parcelas integrantes 
do salário-de-contribuição, pois quaisquer 
valores dotados de natureza 
remuneratória, em regra, integrarão o 
salário-de-contribuição.
• Algumas parcelas, contudo, devido às 
constantes dúvidas que provocam, são 
expressamente previstas na legislação.
640
Salário-de-Contribuição
Parcelas Integrantes
• Art. 214 (Decreto 3.048/99)
• O salário-maternidade é considerado 
salário-de-contribuição. 
637 638
639 640
161
641
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS – 2008) 
Maria, segurada empregada da previdência social, 
encontra-se afastada de suas atividades 
profissionais devido ao nascimento de seu filho, mas 
recebe salário-maternidade. Nessa situação, apesar 
de ser um benefício previdenciário, o salário-
maternidade que Maria recebe é considerado salário 
de contribuição para efeito de incidência.
642
Salário-de-Contribuição
Parcelas Integrantes
• Art. 214 (Decreto 3.048/99)
• A gratificação natalina - décimo terceiro 
salário - integra o salário-de-contribuição, 
exceto para o cálculo do salário-de-benefício, 
sendo devida a contribuição quando do 
pagamento ou crédito da última parcela ou na 
rescisão do contrato de trabalho.
• "É legítima a incidência da contribuição 
previdenciária sobre o 13º salário." (SÚM. 688 -
STF)
643
Salário-de-Contribuição
Parcelas Integrantes
• Estas parcelas, que acabamos de ver, 
constam do texto legal de modo meramente 
exemplificativo. Qualquer outro valor pago 
com habitualidade, ou destinado a retribuir o 
trabalho, deve integrar-se ao salário-de-
contribuição.
• Como por exemplo: comissões e 
porcentagens, adicionais (hora extra, 
noturno, insalubridade, periculosidade)
644
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS – 2008) 
Claudionor recebe da empresa onde trabalha alguns 
valores a título de décimo terceiro salário. Nessa 
situação, os valores recebidos por Claudionor não 
são considerados para efeito do cálculo do salário de 
benefício, integrando-se apenas o cálculo do salário 
de contribuição.
641 642
643 644
162
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646
Salário de Contribuição
Parcelas Não Integrantes
parte 1
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 64
647
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• Da mesma forma que o item anterior, o 
legislador achou por bem explicitar 
algumas rubricas que não se incluem no 
salário-de-contribuição, em geral devido à 
ausência de natureza remuneratória.
• Evidentemente, seria impossível a 
previsão da legislação de todas as 
parcelas excluídas do salário-de-
contribuição. Sendo, este rol, apenas 
exemplificativo. 648
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• Decreto 3.048/99 - Art 214
• § 9º Não integram o salário-de-
contribuição, exclusivamente:
• I - os benefícios da previdência social, nos 
termos e limites legais, ressalvado o 
disposto no § 2º (salário maternidade);
645 646
647 648
163
649
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• II - a ajuda de custo e o adicional mensal 
recebidos pelo aeronauta, nos termos da Lei 
nº 5.929, de 30 de outubro de 1973;
• Transferência provisória (deslocamento = ou 
< 28 dias): adicional nunca inferior a 25% do 
salário base
• Transferênciapermanente: mínimo 4 meses 
de salário.
650
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• III - a parcela in natura recebida de 
acordo com programa de alimentação 
aprovado pelo Ministério do Trabalho e 
Emprego (PAT), nos termos da Lei nº 
6.321, de 14 de abril de 1976; 
• IN RFB 971/09 - Art. 58, III – a parcela in 
natura do auxílio alimentação.
651
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• Jurisprudência: O STJ entende que o 
pagamento “in natura” do auxílio-alimentação, 
esteja o empregador inscrito ou não no PAT, 
não sofre incidência de contribuição 
previdenciária.
• “Por outro lado, quando for pago em espécie ou 
creditado em conta corrente, em caráter 
habitual, assume feição salarial e, desse modo, 
integra a base de cálculo de contribuição 
previdenciária.” (Parecer PGFN/CRJ/Nº 
2117/2011) 
652
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• IV - as importâncias recebidas a título de 
férias indenizadas e respectivo adicional 
constitucional, inclusive o valor 
correspondente à dobra da remuneração 
de férias de que trata o art. 137 da 
Consolidação das Leis do Trabalho;
649 650
651 652
164
653
QUESTÃO
• (FCC – Técnico do Seguro Social – INSS) José 
exerce a atividade de garçom, na qualidade de 
empregado do Restaurante X, e recebeu no mês de 
dezembro, além do salário mensal, o décimo terceiro 
salário, gorjetas, vale-refeição, de acordo com o 
programa do Ministério do Trabalho, horas extras, 
vale-transporte, na forma da legislação própria, férias 
indenizadas e respectivo adicional constitucional. 
Nessa situação, integram o salário de contribuição de 
José 
654
QUESTÃO
• a) o salário mensal, o décimo terceiro salário, as 
gorjetas e as horas extras. 
• b) o salário mensal, o vale-transporte, o décimo 
terceiro salário e o vale-refeição. 
• c) o salário mensal, as férias indenizadas e respectivo 
adicional e o vale-refeição. 
• d) o salário mensal, o décimo terceiro salário, as 
gorjetas e o vale-refeição. 
• e) o décimo terceiro salário, as gorjetas, o vale-
refeição, as férias indenizadas e o respectivo 
adicional.
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656
Salário de Contribuição
Parcelas Não Integrantes
parte 2
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 65
653 654
655 656
165
657
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• V - as importâncias recebidas a título de:
• a) indenização compensatória de quarenta por 
cento do montante depositado no Fundo de 
Garantia do Tempo de Serviço, como proteção 
à relação de emprego contra despedida 
arbitrária ou sem justa causa, conforme 
disposto no inciso I do art. 10 do Ato das 
Disposições Constitucionais Transitórias;
• b) indenização por tempo de serviço, anterior 
a 5 de outubro de 1988, do empregado não 
optante pelo Fundo de Garantia do Tempo de 
Serviço; 658
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• V - as importâncias recebidas a título de:
• c) indenização por despedida sem justa causa 
do empregado nos contratos por prazo 
determinado, conforme estabelecido no art. 
479 da Consolidação das Leis do Trabalho;
• d) indenização do tempo de serviço do 
safrista, quando da expiração normal do 
contrato, conforme disposto no art. 14 da Lei 
n° 5.889, de 8 de junho de 1973;
• e) incentivo à demissão;
659
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• V - as importâncias recebidas a título de:
• f) indenização por dispensa sem justa causa 
no período de trinta dias que antecede a 
correção salarial a que se refere o art. 9º da 
Lei nº 7.238, de 29 de outubro de 1984;
• g) indenizações previstas nos arts. 496 e 
497 da Consolidação das Leis do Trabalho 
(indenização do empregado “estável”) ;
660
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• V - as importâncias recebidas a título de:
• h) abono de férias na forma dos arts. 143 
(conversão de 1/3 do período de férias) e 
144 (não excedente a 20 dias do salário) da 
Consolidação das Leis do Trabalho;
• i) ganhos eventuais e abonos 
expressamente desvinculados do salário por 
força de lei; 
• j) licença-prêmio indenizada; e
• l) outras indenizações, desde que 
expressamente previstas em lei;
657 658
659 660
166
661
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• VI - a parcela recebida a título de vale-
transporte, na forma da legislação própria;
• O STF (RE 478410) decidiu que é 
inconstitucional a incidência de 
contribuição previdenciária sobre vale-
transporte pago em dinheiro (pecúnia). 
662
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• Solução de Consulta COSIT (RFB) nº 143, de 
27/09/2016:
• Não incide contribuição previdenciária sobre os 
valores pagos em dinheiro a título de vale-
transporte.
• A não incidência da contribuição está limitada 
ao valor pago em dinheiro estritamente 
necessário para o custeio do deslocamento 
residência-trabalho e vice-versa, em transporte 
coletivo, conforme prevê o art. 1º da Lei 7418, 
de 1985.
663
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• VII - a ajuda de custo, em parcela única, 
recebida exclusivamente em decorrência 
de mudança de local de trabalho do 
empregado, na forma do art. 470 da 
Consolidação das Leis do Trabalho;
664
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• VIII - as diárias para viagens;
661 662
663 664
167
665
QUESTÕES
• (FCC – Juiz do Trabalho – TRT 1ª Região – adaptada) A respeito 
do salário de contribuição, conforme estabelecido pela Lei nº 
8.212/1991, é correto afirmar: 
• a) Não integram o salário de contribuição os benefícios da 
previdência social, nos termos e limites legais, salvo o salário-
maternidade. 
• b) Integram o salário de contribuição, pelo seu valor total, as 
diárias pagas, quando o montante exceder a 50% da 
remuneração mensal. 
• c) Integram o salário de contribuição as importâncias recebidas a 
título de incentivo à demissão. 
• d) O décimo terceiro salário (gratificação natalina) integra o salário 
de contribuição, inclusive para o cálculo de benefício. 
• e) Integram o salário de contribuição as importâncias recebidas a 
título de férias indenizadas e respectivo adicional constitucional.
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667
Salário de Contribuição
Parcelas Não Integrantes
parte 3
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Aula 66
668
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• IX - a importância recebida a título de 
bolsa de complementação educacional de 
estagiário, quando paga nos termos da Lei 
nº 6.494, de 1977;
665 666
667 668
168
669
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• X - a participação do empregado nos lucros ou 
resultados da empresa, quando paga ou 
creditada de acordo com lei específica;
• Lei 10.101/00 - § 2o É vedado o pagamento de 
qualquer antecipação ou distribuição de valores 
a título de participação nos lucros ou resultados 
da empresa em periodicidade inferior a um 
semestre civil, ou mais de duas vezes no 
mesmo ano civil.
670
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS –
2008) A empresa em que Maurício trabalha 
paga a ele, a cada mês, um valor referente à 
participação nos lucros, que é apurado 
mensalmente. Nessa situação, incide 
contribuição previdenciária sobre o valor 
recebido mensalmente por Maurício a título de 
participação nos lucros.
671
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XI - o abono do Programa de Integração 
Social/Programa de Assistência ao 
Servidor Público;
672
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XII - os valores correspondentes a transporte, 
alimentação e habitação fornecidos pela 
empresa ao empregado contratado para 
trabalhar em localidade distante da de sua 
residência, em canteiro de obras ou local que, 
por força da atividade, exija deslocamento e 
estada, observadas as normas de proteção 
estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e 
Emprego;669 670
671 672
169
673
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XIII - a importância paga ao empregado a 
título de complementação ao valor do 
auxílio-doença (auxílio por incapacidade 
temporária) desde que este direito seja 
extensivo à totalidade dos empregados da 
empresa;
674
QUESTÃO
• (ESAF – Receita Federal – Auditor Fiscal da Receita Federal) Sobre as verbas que não 
integram o salário-de-contribuição, analise os itens a seguir, classificando-os como corretos ou 
incorretos, para, a seguir, assinalar a assertiva que corresponda à sua opção.
I. A ajuda de custo, em parcela única, recebida exclusivamente em decorrência de mudança de 
local de trabalho do empregado.
II. A importância recebida a título de bolsa de complementação educacional de estagiário 
quando paga nos termos da Lei n. 6.494/77.
III. A participação nos lucros ou resultados da empresa, quando paga ou creditada de acordo e 
nos limites de lei específica.
IV. O abono do Programa de Integração Social-PIS e do Programa de Assistência ao Servidor 
Público-PASEP.
V. A importância paga ao empregado a título de complementação ao valor do auxílio-doença, 
desde que este direito seja extensivo aos demais empregados da empresa.
Estão corretos apenas os itens:
• a) I, II e IV.
• b) II, IV e V.
• c) II e V.
• d) I e V.
• e) Todos os itens estão corretos.
675
QUESTÃO
• (ESAF – Receita Federal – Auditor Fiscal da Receita 
Federal) Sobre as verbas que não integram o salário-
de-contribuição, analise os itens a seguir, 
classificando-os como corretos ou incorretos, para, a 
seguir, assinalar a assertiva que corresponda à sua 
opção.
• I. A ajuda de custo, em parcela única, recebida 
exclusivamente em decorrência de mudança de local 
de trabalho do empregado.
II. A importância recebida a título de bolsa de 
complementação educacional de estagiário quando 
paga nos termos da Lei n. 6.494/77. 676
QUESTÃO
• III. A participação nos lucros ou resultados da 
empresa, quando paga ou creditada de acordo e nos 
limites de lei específica.
• IV. O abono do Programa de Integração Social-PIS e 
do Programa de Assistência ao Servidor Público-
PASEP.
• V. A importância paga ao empregado a título de 
complementação ao valor do auxílio-doença, desde 
que este direito seja extensivo aos demais 
empregados da empresa.
673 674
675 676
170
677
QUESTÃO
• Estão corretos apenas os itens:
• a) I, II e IV.
• b) II, IV e V.
• c) II e V.
• d) I e V.
• e) Todos os itens estão corretos.
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679
Salário de Contribuição
Parcelas Não Integrantes
parte 4
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 67
680
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XIV - as parcelas destinadas à assistência 
ao trabalhador da agroindústria canavieira 
de que trata o art. 36 da Lei nº 4.870, de 
1º de dezembro de 1965;
677 678
679 680
171
681
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XV - o valor das contribuições efetivamente 
pago pela pessoa jurídica relativo a programa 
de previdência complementar privada, aberta 
ou fechada, desde que disponível à totalidade 
de seus empregados e dirigentes, 
observados, no que couber, os arts. 9º e 468 
da Consolidação das Leis do Trabalho;
682
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS 
– 2008) Luís é vendedor em uma grande 
empresa que comercializa eletrodomésticos. 
A título de incentivo, essa empresa oferece 
aos empregados do setor de vendas um 
plano de previdência privada. Nessa situação, 
incide contribuição previdenciária sobre os 
valores pagos, pela empresa, a título de 
contribuição para a previdência privada, a 
Luís.
683
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XVI - o valor relativo à assistência 
prestada por serviço médico ou 
odontológico, próprio da empresa ou com 
ela conveniado, inclusive o reembolso de 
despesas com medicamentos, óculos, 
aparelhos ortopédicos, despesas médico-
hospitalares e outras similares, desde que 
a cobertura abranja a totalidade dos 
empregados e dirigentes da empresa;
684
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XVII - o valor correspondente a vestuários, 
equipamentos e outros acessórios 
fornecidos ao empregado e utilizados no 
local do trabalho para prestação dos 
respectivos serviços;
681 682
683 684
172
685
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XVIII - o ressarcimento de despesas pelo 
uso de veículo do empregado, quando 
devidamente comprovadas; 
686
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XIX - o valor relativo a plano educacional, ou 
bolsa de estudo, que vise à educação básica 
de empregados e seus dependentes e, desde 
que vinculada às atividades desenvolvidas 
pela empresa, à educação profissional e 
tecnológica de empregados, nos termos da Lei 
nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e:
687
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• 1. não seja utilizado em substituição de 
parcela salarial; e
• 2. o valor mensal do plano educacional ou 
bolsa de estudo, considerado individualmente, 
não ultrapasse 5% (cinco por cento) da 
remuneração do segurado a que se destina ou 
o valor correspondente a uma vez e meia o 
valor do limite mínimo mensal do salário-de-
contribuição, o que for maior.
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685 686
687 688
173
689
Salário de Contribuição
Parcelas Não Integrantes
parte 5
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 68
690
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXI - os valores recebidos em decorrência 
da cessão de direitos autorais; e
691
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXII - o valor da multa paga ao 
empregado em decorrência da mora no 
pagamento das parcelas constantes do 
instrumento de rescisão do contrato de 
trabalho, conforme previsto no § 8º do art. 
477 da Consolidação das Leis do 
Trabalho.
692
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXIII - o reembolso creche pago em 
conformidade com a legislação trabalhista, 
observado o limite máximo de seis anos 
de idade da criança, quando devidamente 
comprovadas as despesas; 
689 690
691 692
174
693
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXIV - o reembolso babá, limitado ao menor 
salário-de-contribuição mensal e condicionado 
à comprovação do registro na Carteira de 
Trabalho e Previdência Social da empregada, 
do pagamento da remuneração e do 
recolhimento da contribuição previdenciária, 
pago em conformidade com a legislação 
trabalhista, observado o limite máximo de seis 
anos de idade da criança; e
694
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXV - o valor das contribuições 
efetivamente pago pela pessoa jurídica 
relativo a prêmio de seguro de vida em 
grupo, desde que previsto em acordo ou 
convenção coletiva de trabalho e 
disponível à totalidade de seus 
empregados e dirigentes, observados, no 
que couber, os arts. 9o e 468 da 
Consolidação das Leis do Trabalho.
695
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXVI - valor correspondente ao vale 
cultura.
696
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXVI - os prêmios e os abonos. 
693 694
695 696
175
697
Salário-de-Contribuição
Parcelas NÃO Integrantes
• XXVII - os valores recebidos a título de 
bolsa-atleta, em conformidade com a Lei 
nº 10.891, de 9 de julho de 2004.
• (Incluído pela Lei nº 13.756, de 2018)
698
QUESTÃO
• (FCC – TRT-RJ – Juiz do Trabalho) Integra o salário-de-
contribuição, devendo incidir as contribuições previdenciárias:
• a) As importâncias recebidas a título de férias indenizadas e 
respectivo adicional constitucional.
• b) A participação nos lucros ou resultados da empresa, quando 
paga ou creditada de acordo com lei específica.
• c) O valor das contribuições vertidas pelo empregador a plano 
de previdência complementar, aberto ou fechado, quandotal 
direito não seja disponível à totalidade dos empregados.
• d) O valor correspondente ao vale-cultura.
• e) O valor correspondente a vestuários, equipamentos e outros 
acessórios fornecidos ao empregado e utilizados no local do 
trabalho para prestação dos respectivos serviços.
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700
Proporcionalidade
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Aula 69
697 698
699 700
176
701
PROPORCIONALIDADE
• Decreto 3.048/99 - Art. 214. 
• § 1º Quando a admissão, a dispensa, o afastamento 
ou a falta do empregado, inclusive o doméstico, 
ocorrer no curso do mês, o salário-de-contribuição 
será proporcional ao número de dias efetivamente 
trabalhados, observadas as normas estabelecidas 
pelo Instituto Nacional do Seguro Social.
• Neste caso, o salário-de-contribuição será a 
remuneração efetivamente paga, devida ou 
creditada.
702
QUESTÃO
• (CESPE/CEBRASPE – MPS – Agente 
Administrativo – Adaptada) Se um empregado 
contribuiu com R$ 75,00 no mês de julho de 
2020, então a alíquota incidente sobre seu 
salário de contribuição foi de 14%.
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704
Reajustamento
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 70
701 702
703 704
177
705
REAJUSTAMENTO
• Segundo o art. 20, § 1o, da Lei no 8.212/1991: 
“Os valores do salário de contribuição serão 
reajustados, a partir da data de entrada em 
vigor desta Lei, na mesma época e com os 
mesmos índices que os do reajustamento dos 
benefícios de prestação continuada da 
Previdência Social.”
706
REAJUSTAMENTO
• art. 40 do RPS:
• É assegurado o reajustamento dos benefícios para 
preservar-lhes, em caráter permanente, o valor real 
da data de sua concessão. 
• § 1o Os valores dos benefícios em manutenção serão 
reajustados, anualmente, na mesma data do reajuste 
do salário mínimo, pro rata, de acordo com suas 
respectivas datas de início ou do último 
reajustamento, com base no Índice Nacional de 
Preços ao Consumidor – INPC, apurado pela 
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística – IBGE.
707
QUESTÃO
• (FUNRIO – Analista do Seguro Social – INSS – 2013) Com relação ao reajuste do valor dos 
benefícios, na forma como determinado pela Lei nº 8.213/91, está correta a seguinte 
afirmação: 
• a) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, anualmente, na mesma data do 
reajuste do salário mínimo, pro rata, de acordo com suas respectivas datas de início ou do 
último reajustamento, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, apurado 
pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. 
• b) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, semestralmente, na mesma data do 
reajuste do salário mínimo, pro rata, de acordo com suas respectivas datas de início ou do 
último reajustamento, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, apurado 
pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. 
• c) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, anualmente, em data diversa do 
reajuste do salário mínimo, pro rata, de acordo com suas respectivas datas de início ou do 
último reajustamento, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, apurado 
pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. 
• d) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, semestralmente, em data diversa 
do reajuste do salário mínimo, pro rata, de acordo com suas respectivas datas de início ou do 
último reajustamento, com base no Índice Geral de Preços – IGP, apurado pela Fundação 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. 
• e) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, anualmente, na mesma data do 
reajuste do salário mínimo, pro rata, de acordo com suas respectivas datas de início ou do 
último reajustamento, com base no Índice Geral de Preços – IGP, apurado pela Fundação 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
708
QUESTÃO
• (FUNRIO – Analista do Seguro Social – INSS – 2013) 
Com relação ao reajuste do valor dos benefícios, na 
forma como determinado pela Lei nº 8.213/91, está 
correta a seguinte afirmação: 
• a) O valor dos benefícios em manutenção será 
reajustado, anualmente, na mesma data do reajuste 
do salário mínimo, pro rata, de acordo com suas 
respectivas datas de início ou do último 
reajustamento, com base no Índice Nacional de 
Preços ao Consumidor – INPC, apurado pela 
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística – IBGE. 
705 706
707 708
178
709
QUESTÃO
• b) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, 
semestralmente, na mesma data do reajuste do salário 
mínimo, pro rata, de acordo com suas respectivas datas de 
início ou do último reajustamento, com base no Índice Nacional 
de Preços ao Consumidor – INPC, apurado pela Fundação 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. 
• c) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, 
anualmente, em data diversa do reajuste do salário mínimo, 
pro rata, de acordo com suas respectivas datas de início ou do 
último reajustamento, com base no Índice Nacional de Preços 
ao Consumidor – INPC, apurado pela Fundação Instituto 
Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. 
710
QUESTÃO
• d) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, 
semestralmente, em data diversa do reajuste do salário 
mínimo, pro rata, de acordo com suas respectivas datas de 
início ou do último reajustamento, com base no Índice Geral de 
Preços – IGP, apurado pela Fundação Instituto Brasileiro de 
Geografia e Estatística – IBGE. 
• e) O valor dos benefícios em manutenção será reajustado, 
anualmente, na mesma data do reajuste do salário mínimo, pro 
rata, de acordo com suas respectivas datas de início ou do 
último reajustamento, com base no Índice Geral de Preços –
IGP, apurado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e 
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712
Arrecadação e 
Recolhimento das 
contribuições 
destinadas à 
Seguridade Social
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 71
709 710
711 712
179
713
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• A Secretaria da Receita Federal do Brasil, 
subordinada ao Ministério da Fazenda, é o 
sujeito ativo das contribuições 
previdenciárias.
• O INSS é o gestor dos recursos provenientes 
das contribuições previdenciárias, tendo em 
vista o pagamento dos benefícios.
714
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Portanto, a arrecadação, fiscalização e 
normatização das contribuições sociais 
ficam por conta da Secretaria da Receita 
Federal do Brasil.
715
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 8212/91; Art. 30. A arrecadação e o 
recolhimento das contribuições ou de 
outras importâncias devidas à Seguridade 
Social obedecem às seguintes normas:
716
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• RPS; Art. 216. 
• I - a empresa é obrigada a:
• a) arrecadar a contribuição do segurado 
empregado, do trabalhador avulso e do 
contribuinte individual a seu serviço, 
descontando-a da respectiva remuneração.
• Presume-se que tais contribuições foram 
retidas e recolhidas
713 714
715 716
180
717
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Regra do Prazo p/ empresa: até dia 20 do mês 
seguinte ao da competência a que se referir, 
antecipando-se o vencimento para o dia útil 
imediatamente anterior quando não houver 
expediente bancário no dia 20.
718
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 10.666/2003. 
• Art. 4o Fica a empresa obrigada a arrecadar a 
contribuição do segurado contribuinte individuala seu serviço, descontando-a da respectiva 
remuneração, e a recolher o valor arrecadado 
juntamente com a contribuição a seu cargo até 
o dia 20 do mês seguinte ao da competência.
• a partir de abril/2003
719
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• RPS, art. 216, inc XII
• A empresa que remunera contribuinte individual 
é obrigada a fornecer a este comprovante do 
pagamento do serviço prestado consignando, 
além dos valores da remuneração e do 
desconto feito, o número da inscrição do 
segurado no Instituto Nacional do Seguro 
Social.
720
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 8212/91; Art. 30. 
• I - a empresa é obrigada a:
• b) recolher o produto arrecadado na forma da 
alínea anterior, a contribuição a que se refere o inciso 
IV do art. 22 (15% - cooperativa de trabalho), assim 
como as contribuições a seu cargo incidentes sobre 
as remunerações pagas, devidas ou creditadas, a 
qualquer título, aos segurados empregados, 
trabalhadores avulsos e contribuintes individuais a 
seu serviço (cota patronal), até o dia 20 do mês 
seguinte ao da competência. 
717 718
719 720
181
721
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 8212/91; Art. 30. 
• II - os segurados contribuinte individual 
(quando exercer atividade econômica por conta 
própria ou prestar serviço a pessoa física ou a outro 
contribuinte individual, produtor rural pessoa física, 
missão diplomática ou repartição consular de carreira 
estrangeiras, ou quando tratar-se de brasileiro civil 
que trabalha no exterior para organismo oficial 
internacional do qual o Brasil seja membro efetivo) e 
facultativo estão obrigados a recolher sua 
contribuição por iniciativa própria, até o dia 15 do 
mês seguinte ao da competência. 
722
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Regra Prazo de recolhimento do Contribuinte 
Individual, Facultativo: até dia 15 do mês seguinte 
àquele a que as contribuições se referirem, 
prorrogando-se o vencimento para o dia útil 
subseqüente quando não houver expediente 
bancário no dia quinze.
• Já o empregador doméstico: até dia 7 do mês 
seguinte ao da competência a que se referir, 
antecipando-se o vencimento para o dia útil 
imediatamente anterior quando não houver 
expediente bancário no dia 7. 
QUESTÃO
• (ESAF – Analista Tributário da RFB) Avalie as afirmações abaixo e marque 
a opção correspondente: 
• I. a empresa é desobrigada a arrecadar a contribuição do contribuinte 
individual; 
• II. a empresa é obrigada a arrecadar a contribuição do segurado empregado 
e do trabalhador avulso; 
• III. contribuinte individual, quando exercer atividade econômica por conta 
própria é obrigado a recolher sua contribuição, por iniciativa própria, até o 
dia quinze do mês seguinte àquele a que as contribuições se referirem. 
• a) As duas primeiras afirmações são corretas, e errada a outra. 
• b) A primeira afirmação é correta, sendo erradas as demais. 
• c) As três afirmações são corretas. 
• d) A primeira afirmação é errada, sendo corretas as demais. 
• e) As três afirmações são erradas.
723
QUESTÃO
• (ESAF – Analista Tributário da RFB) Avalie as 
afirmações abaixo e marque a opção correspondente: 
• I. a empresa é desobrigada a arrecadar a contribuição 
do contribuinte individual; 
• II. a empresa é obrigada a arrecadar a contribuição do 
segurado empregado e do trabalhador avulso; 
• III. contribuinte individual, quando exercer atividade 
econômica por conta própria é obrigado a recolher 
sua contribuição, por iniciativa própria, até o dia 
quinze do mês seguinte àquele a que as contribuições 
se referirem. 
724
721 722
723 724
182
QUESTÃO
• a) As duas primeiras afirmações são corretas, e 
errada a outra. 
• b) A primeira afirmação é correta, sendo erradas as 
demais. 
• c) As três afirmações são corretas. 
• d) A primeira afirmação é errada, sendo corretas as 
demais. 
• e) As três afirmações são erradas.
725
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727
Arrecadação e 
Recolhimento das 
contribuições 
destinadas à 
Seguridade Social
parte 2
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 72
728
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 8212/91; Art. 30. 
• III - a empresa adquirente, consumidora ou 
consignatária ou a cooperativa são obrigadas a 
recolher a contribuição de que trata o art. 25 
(produtor rural pessoa física e segurado 
especial) , até o dia 20 do mês subseqüente ao 
da operação de venda ou consignação da 
produção, independentemente de estas 
operações terem sido realizadas diretamente 
com o produtor ou com intermediário pessoa 
física, na forma estabelecida em regulamento 
725 726
727 728
183
729
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 8212/91; Art. 30. 
• O empregador doméstico está obrigado a 
arrecadar a contribuição do segurado 
empregado a seu serviço e a recolhê-la, assim 
como a parcela a seu cargo, até dia 07 do mês 
seguinte ao da competência.
730
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 8212/91; Art. 30. 
• O produtor rural pessoa física e o segurado especial 
são obrigados a recolher a contribuição sobre sua 
produção rural até dia 20 do mês subseqüente ao da 
operação de venda, caso comercializem a sua 
produção:
• a) no exterior;
• b) diretamente, no varejo, ao consumidor pessoa 
física;
• c) ao produtor rural pessoa física;
• d) ao segurado especial; 
731
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Lei 8212/91; Art. 30. 
• É facultado aos segurados contribuinte individual e 
facultativo, cujos salários-de-contribuição sejam 
iguais ao valor de um salário mínimo, optarem pelo 
recolhimento trimestral das contribuições 
previdenciárias, com vencimento no dia quinze do 
mês seguinte ao de cada trimestre civil, prorrogando-
se o vencimento para o dia útil subseqüente quando 
não houver expediente bancário no dia quinze. 
732
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Gratificação natalina (13o salário)
• Deverá ser calculada e recolhida até dia 
20 de dezembro (se não houver 
expediente bancário neste dia, antecipa-
se para o dia útil imediatamente anterior)
729 730
731 732
184
733
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• RPS; Art. 216, parágrafo 25. 
• Relativamente aos que recebem salário 
variável, o recolhimento da contribuição 
decorrente de eventual diferença da 
gratificação natalina (13º salário) deverá 
ser efetuado juntamente com a 
competência dezembro do mesmo ano
734
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Licença Maternidade
• O empregador deverá recolher a parcela 
da contribuição a seu cargo, observando 
os prazos das empresas em geral e o 
prazo para o empregador doméstico.
735
Obrigações da Empresa 
e Demais Contribuintes 
e Prazo de Recolhimento
• Dec 3048/99; art 216, § 5º O desconto da 
contribuição e da consignação legalmente 
determinado sempre se presumirá feito, 
oportuna e regularmente, pela empresa, pelo 
empregador doméstico, pelo adquirente, 
consignatário e cooperativa a isso obrigados, 
não lhes sendo lícito alegarem qualquer 
omissão para se eximirem do recolhimento, 
ficando os mesmos diretamente responsáveis 
pelas importâncias que deixarem de descontar 
ou tiverem descontado em desacordo com este 
Regulamento. 736
Prazo do Recolhimento
Resumindo:
Recolhimentos da: Prazo, até dia:
Empresas em geral (inclusive 
cooperativa de produção) (a coop.de 
trabalho refere-se a não cooperados)
20
Produtor rural PJ 20
Prod rural PF e Seg Especial 20
Cooperativas de Trabalho e 
Produção
20
Contrib individual e facultativo 15
Empregador doméstico 07
733 734
735 736
185
737
QUESTÃO
• (Auditor Fiscal da RFB – ESAF – 2012)Nos termos 
da legislação previdenciária em vigor, constituem 
obrigações da empresa, exceto,
• a) a arrecadação, mediante desconto, e o 
recolhimento da contribuição do produtor rural 
pessoa física e do segurado especial incidente sobre 
a comercialização da produção, quando adquirir ou 
comercializar o produto rural recebido em 
consignação, somente nos casos em que essas 
operações tiverem sido realizadas diretamente com o 
produtor.
738
QUESTÃO
• b) a arrecadação, mediante desconto no respectivo 
salário de contribuição, e o recolhimento da 
contribuição ao SEST e ao SENAT, devida pelo 
segurado contribuinte individual transportador 
autônomo de veículo rodoviário (inclusive o taxista) 
que lhe presta serviços.
• c) o recolhimento das contribuições incidentes sobre 
a remuneração dos segurados empregados, 
trabalhadores avulsos e contribuintes individuais.
739
QUESTÃO
• d) a arrecadação, mediante desconto, e o 
recolhimento da contribuição incidente sobre a 
receita bruta decorrente de qualquer forma de 
patrocínio, de licenciamento de uso de marcas e 
símbolos, de publicidade, de propaganda e 
transmissão de espetáculos desportivos, devida pela 
associação desportiva que mantém equipe de futebol 
profissional.
• e) a arrecadação, mediante desconto, e o 
recolhimento da contribuição incidente sobre a 
receita bruta da realização de evento desportivo, 
devida pela associação desportiva que mantém 
equipe de futebol profissional, quando se tratar de 
entidade promotora de espetáculo desportivo.
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739 740
186
741
Recolhimento
Fora do Prazo
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 73
742
Recolhimento fora do 
prazo
• Dec. 3.048/99; Art. 239. As contribuições 
sociais e outras importâncias arrecadadas pela 
SRFB incluídas ou não em notificação fiscal de 
lançamento, pagas com atraso, objeto ou não 
de parcelamento, ficam sujeitas a:
• I - atualização monetária, quando exigida pela 
legislação de regência
• II - juros de mora, 
• III - multa
743
Recolhimento fora do 
prazo
• I - atualização monetária, quando exigida pela 
legislação de regência.
• Tem como função a atualização da expressão 
monetária, ou seja, manter o poder de compra.
744
Recolhimento fora do 
prazo
• I - atualização monetária, quando exigida pela 
legislação de regência.
• Foi extinta a partir de janeiro de 1995 (Lei 
8.981/95), porém ainda aplicável para 
contribuições em atraso, referentes a 
competências anteriores a esta data.
741 742
743 744
187
745
Recolhimento fora do 
prazo
• II - juros de mora 
• Os juros constituem verdadeira indenização a 
ser paga pelo sujeito passivo, em virtude da 
disponibilidade financeira indevida, obtida pela 
empresa, ao não recolher o devido em época 
própria.
• O juros não possuem caráter punitivo; nada 
mais são do que a remuneração do capital. 
746
Recolhimento fora do 
prazo
• II - juros de mora 
• Incidem para fatos geradores ocorridos a partir 
de janeiro de 1995, não pagos nos prazos 
previstos na legislação.
747
Recolhimento fora do 
prazo
• II - Incidirão juros de mora, calculados à taxa 
referencial do Sistema Especial de Liquidação 
e de Custódia – SELIC, a partir do primeiro dia 
do mês subseqüente ao vencimento do prazo 
até o mês anterior ao do pagamento e de um 
por cento no mês de pagamento.
748
Recolhimento fora do 
prazo
• II - JUROS. Resumindo:
• - Mês de vencimento – não há juros.
• - Meses intermediários (a partir do 1º dia 
do mês subseqüente ao prazo) – taxa SELIC
• - Mês do pagamento – 1%. 
745 746
747 748
188
749
Recolhimento fora do 
prazo
• III - multa 
• Multa possui caráter punitivo.
750
Recolhimento fora do 
prazo
• III - A multa, no caso de pagamento 
voluntário, a ser aplicada, será de 0,33% 
por dia de atraso. Esta multa será 
calculada a partir do primeiro dia 
subseqüente ao do vencimento do prazo 
previsto para o pagamento do tributo ou 
da contribuição até o dia em que ocorrer o 
seu pagamento. O percentual máximo a 
ser aplicado neste caso é de 20%
751
Recolhimento fora do prazo
• Lei 8212/91, Art. 37. Constatado o não-recolhimento 
total ou parcial das contribuições tratadas nesta Lei, 
não declaradas na forma do art. 32 desta Lei, a falta 
de pagamento de benefício reembolsado ou o 
descumprimento de obrigação acessória, será 
lavrado auto de infração ou notificação de 
lançamento. 
752
QUESTÃO
• (ESAF – Técnico da Receita Federal – 2006 –
adaptada) Leia cada um dos assertos abaixo e 
assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso. 
Depois, marque a opção que contenha a exata 
sequência.
• ( ) Para fatos geradores a partir de janeiro de 1995 
não há atualização monetária. 
• ( ) A multa, no caso de pagamento voluntário, a ser 
aplicada, será de 0,33% por dia de atraso, limitada ao 
percentual máximo de 20%.
• ( ) A taxa de juros aplicada às contribuições sociais 
não recolhidas em época própria não poderá ser 
inferior a um por cento ao mês ou fração.
749 750
751 752
189
753
QUESTÃO
• a) V V V.
• b) F F F.
• c) F V V.
• d) V V F.
• e) F F V.
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755
Recolhimento
Fora do Prazo
(parte 2)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 74
756
Recolhimento fora do prazo
• Dec. 3.048/99; Art. 348.
• § 1º Para comprovar o exercício de atividade 
remunerada, com vistas à concessão de 
benefícios, será exigido do contribuinte 
individual, a qualquer tempo, o recolhimento 
das correspondentes contribuições, 
observado o disposto nos §§ 7º a 14 do art. 
216. 
753 754
755 756
190
757
Recolhimento fora do prazo
• Dec. 3.048/99; Art. 216.
• § 7º Para apuração e constituição dos créditos a 
que se refere o § 1º do art. 348, a seguridade social 
utilizará como base de incidência o valor da média 
aritmética simples dos maiores salários de 
contribuição correspondentes a oitenta por cento de 
todo o período contributivo decorrido desde a 
competência julho de 1994, corrigidos mês a mês 
pelos mesmos índices utilizados para a obtenção do 
salário de benefício, observado o limite máximo a 
que se refere o § 5º do art. 214. (Redação dada 
pelo Decreto nº 10.410, de 2020). 
758
Recolhimento fora do prazo
• Dec. 3.048/99; Art. 127. O tempo de contribuição de 
que trata este Capítulo será contado de acordo com 
a legislação pertinente, observadas as seguintes 
normas:
• IV - o tempo de contribuição anterior ou posterior à 
obrigatoriedade de filiação à previdência social só 
será contado por meio de indenização da 
contribuição correspondente ao período respectivo, 
com acréscimo de juros moratórios de cinco décimos 
por cento ao mês, capitalizados anualmente, e multa 
de dez por cento, observado o disposto nos § 8º e §
8º-A do art. 239; (Redação dada pelo Decreto nº 
10.410, de 2020)
759
Recolhimento fora do prazo
• Dec. 3.048/99; Art. 239. 
• § 8º Sobre as contribuições devidas e 
apuradas com fundamento no inciso IV 
do caput do art. 127 e no § 1º do art. 348 
incidirão juros moratórios de cinco décimos 
por cento ao mês, capitalizados anualmente, 
limitados ao percentual máximo de cinquenta 
por cento, e multa de dez por cento.
760
Recolhimento fora do prazo
• Dec. 3.048/99; Art. 239. 
• § 8º-A A incidência de juros moratórios e multa 
de que trata o § 8º será estabelecida para fatos 
geradores ocorridos a partir de 14 de outubro 
de 1996.
757 758
759 760
191
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762
Obrigações Acessórias
Folha de Pagamento
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 75
763
Obrigações Acessórias
• Obrigações acessórias são as prestações 
positivas ou negativas no interesse da 
fiscalização e arrecadação, que não envolvam 
pagamento.
764
Obrigações Acessórias
• As obrigações acessórias,na maioria, são 
ligadas à área contábil, ou seja, lançamentos 
de pagamentos na contabilidade, elaboração 
de folhas de pagamento, escrituração dos livros 
contábeis, etc.
761 762
763 764
192
765
Obrigações Acessórias
• O art. 225 do Decreto nr. 3.048/99 define as 
obrigações acessórias das empresas, conforme 
veremos a seguir:
766
Obrigações Acessórias
Folha de Pagamento
• A empresa é obrigada a:
• I - preparar folha de pagamento da 
remuneração paga, devida ou creditada a todos 
os segurados a seu serviço, devendo manter, 
em cada estabelecimento, uma via da 
respectiva folha e recibos de pagamentos 
767
Obrigações Acessórias
Folha de Pagamento
• A folha de pagamento, elaborada mensalmente, de 
forma coletiva por estabelecimento da empresa, por 
obra de construção civil e por tomador de serviços, 
com a correspondente totalização, deverá:
• I - discriminar o nome dos segurados, indicando 
cargo, função ou serviço prestado;
• II - agrupar os segurados por categoria, assim 
entendido: segurado empregado, trabalhador 
avulso, contribuinte individual; 
768
Obrigações Acessórias
Folha de Pagamento
• A folha de pagamento, elaborada mensalmente, de 
forma coletiva por estabelecimento da empresa, por 
obra de construção civil e por tomador de serviços, 
com a correspondente totalização, deverá:
• III - destacar o nome das seguradas em gozo de 
salário-maternidade;
• IV - destacar as parcelas integrantes e não 
integrantes da remuneração e os descontos legais; 
e
• V - indicar o número de quotas de salário-família 
atribuídas a cada segurado empregado ou 
trabalhador avulso.
765 766
767 768
193
769
Obrigações Acessórias
Folha de Pagamento
• No que se refere ao trabalhador portuário avulso, o 
órgão gestor de mão-de-obra elaborará a folha de 
pagamento por navio, mantendo-a disponível para 
uso da fiscalização da RFB, indicando o operador 
portuário e os trabalhadores que participaram da 
operação, detalhando, com relação aos últimos:
• I - os correspondentes números de registro ou 
cadastro no órgão gestor de mão-de-obra;
• II - o cargo, função ou serviço prestado;
• III - os turnos em que trabalharam; e
• IV - as remunerações pagas, devidas ou creditadas a 
cada um dos trabalhadores e a correspondente 
totalização.
770
Obrigações Acessórias
Folha de Pagamento
• O órgão gestor de mão-de-obra 
consolidará as folhas de pagamento 
relativas às operações concluídas no mês 
anterior por operador portuário e por 
trabalhador portuário avulso, indicando, 
com relação a estes, os respectivos 
números de registro ou cadastro, as datas 
dos turnos trabalhados, as importâncias 
pagas e os valores das contribuições 
previdenciárias retidas. 
771
QUESTÃO
• (ESAF – Analista Tributário da Receita Federal 
do Brasil – 2009) Além do pagamento das 
contribuições sociais, as empresas tem outras 
obrigações para com o fisco. Antônio José, 
empresário contribuinte individual, desejando 
cumprir com todas as suas obrigações fiscais, 
pede ao contador que seja elaborada a folha de 
pagamento das remunerações pagas ou 
creditadas por sua empresa.
De acordo com a situação-problema 
apresentada acima e das obrigações 
acessórias da empresa, é correto afirmar que: 772
QUESTÃO
• a) a referida folha de pagamento deve incluir todas as 
remunerações pagas ou creditadas a todos os 
segurados a serviço da empresa.
• b) a referida folha de pagamento deve incluir só os 
empregados da empresa.
• c) a referida folha de pagamento pode ser feita com 
qualquer padrão.
• d) a referida folha de pagamento deve incluir só os 
sócios da empresa.
• e) não há necessidade de elaboração de folha de 
pagamento, sendo necessário somente os depósitos 
bancários realizados no Livro de Caixa da empresa.
769 770
771 772
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Obrigações Acessórias
GFIP e GPS
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 76
775
Obrigações Acessórias
Elaborar GFIP
• GFIP = Guia de Recolhimento do Fundo 
de Garantia do Tempo de Serviço e 
Informações à Previdência Social.
• A GFIP foi criada com o objetivo principal 
de abastecer o Cadastro Nacional de 
Informações Sociais (CNIS) com 
informações relativas aos segurados e 
empregadores.
776
Obrigações Acessórias
Elaborar GFIP
• A empresa é obrigada a declarar à 
Secretaria da Receita Federal do Brasil e 
ao Conselho Curador do Fundo de 
Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, na 
forma, prazo e condições estabelecidos 
por esses órgãos, dados relacionados a 
fatos geradores, base de cálculo e valores 
devidos da contribuição previdenciária e 
outras informações de interesse do INSS 
ou do Conselho Curador do FGTS.
773 774
775 776
195
777
Obrigações Acessórias
Elaborar GFIP
• As informações prestadas na Guia de 
Recolhimento do Fundo de Garantia do 
Tempo de Serviço e Informações à 
Previdência Social (GFIP) servirão como 
base de cálculo das contribuições 
arrecadadas pela RFB, comporão a base 
de dados para fins de cálculo e concessão 
dos benefícios previdenciários, bem como 
constituir-se-ão em termo de confissão de 
dívida, na hipótese do não-recolhimento. 778
Obrigações Acessórias
Elaborar GFIP
• A entrega da GFIP deverá ser efetuada na 
rede bancária, conforme estabelecido pelo 
Ministério da Previdência e Assistência 
Social, até o dia 7 do mês seguinte àquele 
a que se referirem as informações.
• Caso não haja expediente bancário no dia 
7, a entrega deverá ser antecipada para o 
dia de expediente bancário imediatamente 
anterior. 
779
Obrigações Acessórias
Elaborar GFIP
• A GFIP é exigida relativamente a fatos 
geradores ocorridos a partir de janeiro de 
1999.
780
Obrigações Acessórias
Elaborar GFIP
• O preenchimento, as informações 
prestadas e a entrega da GFIP são de 
inteira responsabilidade da empresa.
777 778
779 780
196
781
Obrigações Acessórias
Quanto à GPS
• GPS = Guia da Previdência Social
• É através desta guia que se efetua o 
recolhimento das contribuições previdenciárias.
782
Obrigações Acessórias
Quanto à GPS
• A empresa é obrigada a afixar cópia da Guia da 
Previdência Social, relativamente à 
competência anterior, durante o período de um 
mês, no quadro de horário da empresa.
783
QUESTÕES
• (CETRO – ANVISA – Analista Administrativo) De acordo com a 
legislação, a Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do 
Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) 
deverá ser entregue/recolhida até o dia _______________ em 
que a remuneração foi paga, creditada ou se tornou devida ao 
trabalhador e/ou tenha ocorrido outro fato gerador de 
contribuição à Previdência Social. Caso não haja expediente 
bancário nesse dia, a entrega deverá ser feita no dia de 
expediente bancário imediatamente _______________.
• a) 7 do mês seguinte àquele/ posterior
• b) 5 do mês seguinte àquele/ anterior
• c) 30 do mesmo mês/ anterior
• d) 7 do mês seguinte àquele/ anterior
• e) 5 do mês seguinte àquele/ posterior
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781 782
783 784
197
785
Obrigações Acessórias
eSocial, EFD-Reinf e 
DCTFWeb
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Aula 77
786
eSocial
• eSocial - Sistema de Escrituração Digital das 
Obrigações Fiscais, Previdenciárias e 
Trabalhistas.
• É projeto do Governo Federal. 
787
eSocial – Decreto 8373/14
• Decreto 8373/14, Art. 2º O eSocial é o 
instrumento de unificação da prestação das 
informações referentes à escrituração das 
obrigações fiscais, previdenciárias e 
trabalhistas e tem por finalidade padronizar sua 
transmissão, validação, armazenamento e 
distribuição, constituindo ambiente nacional 
composto por: ...
788
eSocial – Decreto 8373/14
• ...
• I - escrituração digital, contendo informações 
fiscais, previdenciárias e trabalhistas;
• II - aplicação para preenchimento, geração, 
transmissão, recepção, validação e distribuição 
da escrituração;e
• III - repositório nacional, contendo o 
armazenamento da escrituração.
785 786
787 788
198
789
eSocial – Decreto 8373/14
• Art. 2º, § 1º A prestação das informações ao 
eSocial substituirá, na forma disciplinada pelos 
órgãos ou entidades partícipes, a obrigação de 
entrega das mesmas informações em outros 
formulários e declarações a que estão sujeitos:
• I - o empregador, inclusive o doméstico, a 
empresa e os que forem a eles equiparados em 
lei;
• II - o segurado especial, inclusive em relação a 
trabalhadores que lhe prestem serviço;...
790
eSocial – Decreto 8373/14
• ...
• III - as pessoas jurídicas de direito público da 
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios; e
• IV - as demais pessoas jurídicas e físicas que 
pagarem ou creditarem por si rendimentos 
sobre os quais tenha incidido retenção do 
Imposto sobre a Renda Retido na Fonte -
IRRF, ainda que em um único mês do ano-
calendário.
791
eSocial – Decreto 8373/14
• Art. 2º, § 3º As informações prestadas por 
meio do eSocial substituirão as constantes na 
Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia 
por Tempo de Serviço e Informações à 
Previdência Social - GFIP, na forma 
disciplinada no Manual de Orientação do 
eSocial.
Formas de transmissão GFIP x eSocial
SITUAÇÃO ATUAL
Software da 
empresa
Empresa
GFIP
PGD – Programa 
Gerador de 
Declaração
Transmissão da 
declaração - GFIP
789 790
791 792
199
Arquivo XML de 
retorno
Arquivo XML 
transmitido
Eventos XML via 
Internet
Software da 
empresa 
adaptado ao 
eSocial
eSocial via WebService
ou
Empresa via Certificado Digital
Empregador via código de acesso
Empregador conectado a Internet no 
portal www.esocial.gov.br
eSocial via portal web
www.esocial.gov.br
DCTF
EFD – REINF
Retenções e 
Informações
Relações de 
trabalho
eSocial
DARF
Sistemas RFB 
(PER/DCOMP, 
Parcelamentos, 
etc)
Antes do eSocial
GFIP 
DIRF
RFB-Tributos
Implantação do eSocial
796
EFD-REINF – IN RFB 1701/17
• Art. 1º Fica instituída a Escrituração Fiscal 
Digital de Retenções e Outras Informações 
Fiscais (EFD-Reinf).
• Parágrafo único. A EFD-Reinf deverá ser 
transmitida ao Sistema Público de Escrituração 
Digital (Sped) e será considerada válida após a 
confirmação de recebimento e validação do 
conteúdo dos arquivos que a contém.
793 794
795 796
200
797
EFD-REINF – IN RFB 1701/17
• Art. 3º A EFD-Reinf será transmitida ao Sped 
mensalmente até o dia 15 do mês subsequente 
ao que se refira a escrituração (...). 
DCTF
EFD – REINF
Retenções e 
Informações
Relações de 
trabalho
eSocial
DARF
Sistemas RFB 
(PER/DCOMP, 
Parcelamentos, 
etc)
Antes do eSocial
GFIP 
DIRF
RFB-Tributos
Implantação do eSocial
DCTFWeb
Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos
DCTFWeb
• Declaração cuja transmissão substituirá a entrega da 
GFIP e que será gerada a partir do eSocial e EFD-
Reinf, com apuração automática dos débitos e, 
quando for o caso, dos créditos.
• Constitui confissão de dívida.
• Emissão eletrônica de DARF (Documento de Arrecadação 
de Receitas Federais). 
797 798
799 800
201
Modelo de DAE
Este modelo também 
será adotado, com 
alguns ajustes, para 
substituir o leiaute do 
DARF numerado.
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803
Demais
Obrigações Acessórias
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 78
804
Obrigações Acessórias
Órgão Gestor de Mão-de-
Obra
• O órgão gestor de mão-de-obra deverá, 
quando exigido pela fiscalização da 
SRFB, exibir as listas de escalação diária 
dos trabalhadores portuários avulsos, por 
operador portuário e por navio.
• Caberá exclusivamente ao órgão gestor 
de mão-de-obra a responsabilidade pela 
exatidão dos dados lançados nas listas 
diárias referidas no parágrafo anterior.
801 802
803 804
202
805
Obrigações Acessórias
Inscrição
• A cooperativa de trabalho e a pessoa jurídica 
são obrigadas a efetuar a inscrição no 
Instituto Nacional do Seguro Social dos seus 
cooperados e contratados, respectivamente, 
como contribuintes individuais, se ainda não 
inscritos.
806
Obrigações Acessórias
Sucursal no Exterior
• A empresa, agência ou sucursal 
estabelecida no exterior deverá apresentar 
os documentos comprobatórios do 
cumprimento das obrigações acessórias à 
sua congênere no Brasil, observada a 
solidariedade.
• As empresas que integram grupo econômico 
de qualquer natureza respondem entre si, 
solidariamente, pelas obrigações tributárias.
807
Obrigações Acessórias
Município
• O Município, por intermédio do órgão 
competente, fornecerá à RFB, para fins de 
fiscalização, mensalmente, relação de 
todos os alvarás para construção civil e 
documentos de "habite-se" concedidos.
808
Obrigações Acessórias
• Informar, anualmente, à Secretaria da Receita 
Federal do Brasil, na forma por ela estabelecida, o 
nome, o número de inscrição na previdência social 
e o endereço completo dos segurados 
contribuintes individuais na qualidade de 
comerciante ambulante, por ela utilizados no 
período, a qualquer título, para distribuição ou 
comercialização de seus produtos, sejam eles de 
fabricação própria ou de terceiros, sempre que se 
tratar de empresa que realize vendas diretas. 
(Incluído pelo Decreto 6.722/08).
805 806
807 808
203
809
Obrigações Acessórias
• A empresa ou cooperativa adquirente, 
consumidora ou consignatária da produção 
fica obrigada a fornecer ao segurado 
especial cópia do documento fiscal de 
entrada da mercadoria, onde conste, além 
do registro da operação realizada, o valor da 
respectiva contribuição previdenciária. 
(Incluído pela Lei 11.718/08).
810
Obrigações Acessórias
perfil profissiográfico 
previdenciário
• A empresa deverá elaborar e manter 
atualizado perfil profissiográfico 
previdenciário, abrangendo as 
atividades desenvolvidas pelo 
trabalhador e fornecer a este, quando 
da rescisão do contrato de trabalho 
ou do desligamento do cooperado, 
cópia autêntica deste documento, sob 
pena da multa. 
811
Obrigações Acessórias
• A empresa é obrigada a comunicar, 
mensalmente, aos empregados, por 
intermédio de documento a ser 
definido em regulamento, os valores 
recolhidos sobre o total de sua 
remuneração ao INSS.
812
QUESTÕES
• (ESAF – Assistente Técnico Administrativo do 
Ministério da Fazenda – 2009) Assinale a assertiva 
que não contém uma obrigação acessória das 
contribuições destinadas à Seguridade Social.
• a) Elaboração da folha de pagamento.
• b) Dever de prestar informações.
• c) Lançamento dos fatos geradores das 
contribuições.
• d) Pagamento da contribuição social.
• e) Dever do Cartório de comunicar óbitos.
809 810
811 812
204
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814
Demais
Obrigações Acessórias
parte 2
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 79
815
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 225. A empresa é 
também obrigada a:
• VIII - comunicar, mensalmente, os empregados 
a respeito dos valores descontados de sua 
contribuição previdenciária e, quando for o 
caso, dos valores da contribuição do 
empregador incidentes sobre a remuneração 
do mês de competência por meio de 
contracheque, recibo de pagamento ou 
documento equivalente. (Incluído pelo Decreto 
nº 10.410, de 2020) 816
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 225. A empresa é também 
obrigada a:
• § 5º A empresa manterá arquivados os documentos 
comprobatórios do cumprimento das obrigações de 
que trata este artigo e os documentos comprobatórios 
do pagamento de benefícios previdenciários 
reembolsados até que ocorra a prescrição relativa aos 
créditos decorrentes das operações a que os 
documentos se refiram, observados o disposto no §
22 e nas normas estabelecidas pela Secretaria 
Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da 
Economia e pelo Conselho Curador do Fundo de 
Garantiado Tempo de Serviço. (Incluído pelo Decreto 
nº 10.410, de 2020)
813 814
815 816
205
817
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 225. A empresa é também 
obrigada a:
• § 22. A empresa que utiliza sistema de 
processamento eletrônico de dados para o registro de 
negócios e atividades econômicas, escrituração de 
livros ou produção de documentos de natureza 
contábil, fiscal, trabalhista e previdenciária fica 
obrigada a arquivar e conservar, devidamente 
certificados, os sistemas e os arquivos, em meio 
eletrônico ou assemelhado, durante o prazo 
decadencial de que trata o art. 348, os quais ficarão à 
disposição da fiscalização. (Incluído pelo Decreto nº 
10.410, de 2020)
818
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• O titular do Cartório de Registro Civil de 
Pessoas Naturais remeterá ao INSS, no prazo 
de um dia útil, pelo Sistema Nacional de 
Informações de Registro Civil, ou pelo sistema 
que venha a substituí-lo, a relação dos 
nascimentos, dos natimortos, dos casamentos, 
dos óbitos, das averbações, das anotações e 
das retificações registradas na 
serventia. (Redação dada pelo Decreto nº 
10.410, de 2020)
819
Obrigações Acessórias
• Averbação – quando há qualquer ato ou fato 
que modifique o conteúdo de um registro. 
Exemplo: reconhecimento de filiação, alteração 
de nome, divórcio.
820
Obrigações Acessórias
• Anotação – diferentemente da averbação, a 
anotação dispensa a necessidade de 
solicitação da parte e é feita sempre que há um 
registro subsequente ao registro anterior, como 
forma de atualização da vida civil do cidadão. 
• Exemplo: anotação do casamento no registro 
de nascimento.
817 818
819 820
206
821
Obrigações Acessórias
• Retificação: ato de corrigir algum erro presente 
no registro, como erros de grafia.
822
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• O titular do Cartório de Registro Civil de 
Pessoas Naturais remeterá ao INSS, no prazo 
de um dia útil, pelo Sistema Nacional de 
Informações de Registro Civil, ou pelo sistema 
que venha a substituí-lo, a relação dos 
nascimentos, dos natimortos, dos casamentos, 
dos óbitos, das averbações, das anotações e 
das retificações registradas na 
serventia. (Redação dada pelo Decreto nº 
10.410, de 2020)
823
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• §1º Para os Municípios que não dispõem de 
provedor de conexão à internet ou de qualquer 
meio de acesso à internet, fica autorizada a 
remessa da relação no prazo de cinco dias 
úteis, conforme critérios definidos pelo INSS. 
(Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
824
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• § 2º Os registros de nascimento e de 
natimorto conterão, obrigatoriamente, as 
seguintes informações do registrado e da 
filiação:
• I - nome completo;
• II - número de inscrição no CPF;
• III - sexo; e
• IV - data e local de nascimento.
(Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
821 822
823 824
207
825
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• § 3º Os registros de casamento e de óbito 
conterão, obrigatoriamente, as seguintes 
informações do registrado:
• I - nome completo;
• II - número de inscrição no CPF;
• III - sexo; e
• IV - data e local de nascimento do registrado.
(Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
826
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• § 4º Além das informações a que se refere o § 3º, constarão 
dos registros de casamento e de óbito, caso estejam 
disponíveis, os seguintes dados:
• I - número de inscrição no PIS ou no Pasep;
• II - NIT;
• III - número de benefício previdenciário ou assistencial, se o 
falecido for titular de qualquer benefício pago pelo INSS;
• IV - número de registro da carteira de identidade e órgão 
emissor;
• V - número do título de eleitor; e
• VI - número de registro e série da Carteira de Trabalho e 
Previdência Social.
(Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
827
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• § 5º Na hipótese de não haver sido registrado 
nascimento, natimorto, casamento, óbito ou 
averbação, anotação e retificação no mês, o 
titular do Cartório de Registro Civil de Pessoas 
Naturais comunicará este fato ao INSS até o 
quinto dia útil do mês subsequente, na forma 
estabelecida pelo INSS (Incluído pelo Decreto nº 
10.410, de 2020)
828
Obrigações Acessórias
• Decreto 3.048/99; Art. 228. 
• § 6º O descumprimento de obrigação imposta 
por este artigo e o fornecimento de informação 
inexata sujeitarão o titular do Cartório de 
Registro Civil de Pessoas Naturais, além de 
outras penalidades, à penalidade prevista na 
alínea “e” do inciso I do caput do art. 283 e a 
ação regressiva, na forma estabelecida pelo 
INSS.(Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
825 826
827 828
208
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830
EXAME DA 
CONTABILIDADE
parte 1
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 80
831
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• É prerrogativa da Secretaria da Receita Federal 
de Brasil o exame da contabilidade da 
empresa, não prevalecendo para esse efeito o 
disposto nos arts. 17 e 18 do Código Comercial 
(inviolabilidade da escrita empresarial) , ficando 
obrigados a empresa e o segurado a prestarem 
todos os esclarecimentos e informações 
solicitados.
832
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• A empresa, o servidor de órgão público da 
administração direta e indireta, o segurado da 
previdência social, o serventuário da Justiça, o 
síndico ou seu representante legal, o 
comissário e o liquidante de empresa em 
liquidação judicial ou extrajudicial são 
obrigados a exibir todos os documentos e livros 
relacionados com as contribuições sociais.
829 830
831 832
209
833
QUESTÃO
• (Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil –
2009 – ESAF) Nos termos da legislação de custeio, 
quem não é obrigado a exibir todos os documentos e 
livros relacionados com as contribuições previstas na 
Lei n. 8.212/91:
• a) o síndico.
• b) o liquidante de empresa em liquidação extrajudicial.
• c) o segurado da Previdência Social.
• d) o liquidante de empresa em liquidação judicial.
• e) o dependente da Previdência Social.
834
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Ocorrendo recusa ou sonegação de qualquer 
documento ou informação, ou sua 
apresentação deficiente, a Secretaria da 
Receita Federal podem, sem prejuízo da 
penalidade cabível nas esferas de sua 
competência, lançar de ofício importância que 
reputarem devida.
835
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Considera-se deficiente o documento ou 
informação apresentada que não preencha as 
formalidades legais, bem como aquele que 
contenha informação diversa da realidade, ou, 
ainda, que omita informação verdadeira. 
836
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Decreto 3048/99, Art. 235. Se, no exame da 
escrituração contábil e de qualquer outro 
documento da empresa, a fiscalização 
constatar que a contabilidade não registra o 
movimento real da remuneração dos segurados 
a seu serviço, da receita ou do faturamento e 
do lucro, esta será desconsiderada, sendo 
apuradas e lançadas de ofício as contribuições 
devidas, cabendo à empresa o ônus da prova 
em contrário.
833 834
835 836
210
837
EXAME DA CONTABILIDADE
• Na falta de prova regular e formalizada, o 
montante dos salários pagos pela execução de 
obra de construção civil pode ser obtido 
mediante cálculo da mão-de-obra empregada, 
proporcional à área construída e ao padrão de 
execução da obra, de acordo com critérios 
estabelecidos pela SRFB, cabendo ao 
proprietário, dono da obra, incorporador, 
condômino da unidade imobiliária ou empresa 
co-responsável o ônus da prova em contrário.
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839
EXAME DA 
CONTABILIDADE
parte 2
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 81
840
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• A empresa é obrigada a prestar à Secretaria da 
Receita Federal doBrasil todas as informações 
cadastrais, financeiras e contábeis de seu 
interesse, na forma por ela estabelecida, bem 
como os esclarecimentos necessários à 
fiscalização. 
837 838
839 840
211
841
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• A empresa é obrigada a:
• lançar mensalmente em títulos próprios de 
sua contabilidade, de forma discriminada, 
os fatos geradores de todas as 
contribuições, o montante das quantias 
descontadas, as contribuições da 
empresa e os totais recolhidos 
842
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Lei 8212/91, Art. 32-B. Os órgãos da administração 
direta, as autarquias, as fundações e as empresas 
públicas da União, dos Estados, do Distrito Federal e 
dos Municípios, cujas Normas Gerais de Direito 
Financeiro para elaboração e controle dos 
orçamentos estão definidas pela Lei no 4.320, de 17 
de março de 1964, e pela Lei Complementar no 101, 
de 4 de maio de 2000, ficam obrigados, na forma 
estabelecida pela Secretaria da Receita Federal do 
Brasil do Ministério da Fazenda, a apresentar: 
(Incluído pela Lei nº 12.810, de 2013)
843
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Lei 8212/91, Art. 32-B. 
• I - a contabilidade entregue ao Tribunal de 
Controle Externo; e
• II - a folha de pagamento.
• Parágrafo único. As informações de que trata o 
caput deverão ser apresentadas até o dia 30 de 
abril do ano seguinte ao encerramento do 
exercício.
844
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Decreto 3048/99, Art. 236. Deverá ser dado 
tratamento especial ao exame da 
documentação que envolva operações ou 
assuntos de caráter sigiloso, ficando o fiscal 
responsável obrigado à guarda da informação e 
à sua utilização exclusivamente nos 
documentos elaborados em decorrência do 
exercício de suas atividades.
841 842
843 844
212
845
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Decreto 3048/99, Art. 237. A autoridade 
policial prestará à fiscalização, mediante 
solicitação, o auxílio necessário ao regular 
desempenho dessa atividade.
846
EXAME DA 
CONTABILIDADE
• Em relação aos créditos tributários, os 
documentos comprobatórios do cumprimento 
das obrigações acessórias devem ficar 
arquivados na empresa até que ocorra a 
prescrição relativa aos créditos decorrentes das 
operações a que se refiram. 
847
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil –
2012) Constituem obrigações acessórias das 
empresas, de acordo com o Regulamento da 
Previdência Social, exceto,
• a) preparar folha de pagamento da remuneração 
paga, devida ou creditada a todos os segurados a seu 
serviço, devendo manter, em cada estabelecimento, 
uma via da respectiva folha e recibos de pagamento.
848
QUESTÃO
• b) lançar, mensalmente, em títulos próprios de sua 
contabilidade, de forma discriminada, os fatos 
geradores de todas as contribuições, o montante das 
quantias descontadas dos empregados, dos 
contribuintes individuais e das empresas prestadoras 
de serviços, as contribuições da empresa e os totais 
recolhidos.
845 846
847 848
213
849
QUESTÃO
• c) fornecer ao contribuinte individual que lhe presta 
serviços comprovante do pagamento de 
remuneração, com a identificação completa da 
empresa, o valor da remuneração paga, o desconto 
da contribuição efetuado, o número de inscrição do 
segurado no INSS e o compromisso de que a 
remuneração paga será informada na GFIP, bem 
como de que a contribuição correspondente será 
recolhida.
850
QUESTÃO
• d) prestar à Receita Federal do Brasil todas as 
informações cadastrais, financeiras e contábeis de 
interesse desta, na forma por esta estabelecida, bem 
como os esclarecimentos necessários à fiscalização.
• e) exibir à fiscalização da RFB, quando intimada para 
tal, todos os documentos e livros com as formalidades 
legais intrínsecas e extrínsecas, relacionados com as 
contribuições sociais, salvo na hipótese em que, 
justificadamente, tais documentos e livros estejam 
fora da sede da empresa.
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852
Retenção de 
Contribuição 
Previdenciária
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 82
849 850
851 852
214
853
RETENÇÃO
• A empresa contratante (tomador) de serviços 
executados mediante cessão ou empreitada de 
mão-de-obra, inclusive em regime de trabalho 
temporário, deverá reter 11% do valor bruto da 
nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de 
serviços e recolher a importância retida em 
nome da empresa contratada (prestadora).
854
RETENÇÃO
• A retenção é mera antecipação compensável, 
visando somente a garantir a arrecadação 
previdenciária, obrigando o tomador de 
serviços a reter 11% sobre o documento fiscal 
e recolhê-lo em nome da prestadora de serviço. 
855
RETENÇÃO
• Entende-se como cessão de mão-de-obra a 
colocação à disposição do contratante, em 
suas dependências ou nas de terceiros, de 
segurados que realizem serviços contínuos, 
relacionados ou não com a atividade fim da 
empresa, independentemente da natureza e da 
forma de contratação, inclusive por meio de 
trabalho temporário. 
• Não pode ser realizada nas dependências da 
contratada.
856
RETENÇÃO
• A empreitada é a contratação na qual as partes 
visam a uma tarefa ou obra em sentido amplo.
• Ex.: serviço de digitação.
853 854
855 856
215
857
RETENÇÃO
• O Regulamento da Previdência Social 
(Decreto 3.048/99) apresenta um rol 
exaustivo dos serviços sujeitos à 
retenção.
• Todos sofrem retenção quando 
contratados mediante cessão de mão-de-
obra.
• Somente os 5 primeiros sofrem retenção 
quando contratados sob empreitada.
• São eles:
858
RETENÇÃO
• Serviços sujeitos à retenção dos 11% 
contratados sob empreitada e cessão de 
mão-de-obra:
• I - limpeza, conservação e zeladoria;
• II - vigilância e segurança;
• III - construção civil;
• IV - serviços rurais;
• V - digitação e preparação de dados para 
processamento;
859
RETENÇÃO
• Serviços sujeitos à retenção dos 11% 
contratados somente sob regime de 
cessão de mão-de-obra:
• VI - acabamento, embalagem e 
acondicionamento de produtos; 
• VII - cobrança;
• VIII - coleta e reciclagem de lixo e 
resíduos;
• IX - copa e hotelaria;
• X - corte e ligação de serviços públicos; 860
RETENÇÃO
• Serviços sujeitos à retenção dos 11% 
contratados somente sob regime de 
cessão de mão-de-obra:
• XI - distribuição; 
• XII - treinamento e ensino;
• XIII - entrega de contas e documentos;
• XIV - ligação e leitura de medidores;
857 858
859 860
216
861
RETENÇÃO
• Serviços sujeitos à retenção dos 11% 
contratados somente sob regime de 
cessão de mão-de-obra:
• XV - manutenção de instalações, de 
máquinas e de equipamentos;
• XVI - montagem;
• XVII - operação de máquinas, 
equipamentos e veículos;
862
RETENÇÃO
• Serviços sujeitos à retenção dos 11% 
contratados somente sob regime de 
cessão de mão-de-obra:
• XVIII - operação de pedágio e de 
terminais de transporte;
• XIX - operação de transporte de 
passageiros, inclusive nos casos de 
concessão ou sub-concessão; 
• XX - portaria, recepção e ascensorista;
863
RETENÇÃO
• Serviços sujeitos à retenção dos 11% 
contratados somente sob regime de 
cessão de mão-de-obra:
• XXI - recepção, triagem e movimentação 
de materiais; 
• XXII - promoção de vendas e eventos;
• XXIII - secretaria e expediente;
• XXIV - saúde; e
• XXV - telefonia, inclusive telemarketing. 864
QUESTÃO
• (Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil –
ESAF) A empresa contratante de serviços 
executados mediante cessão ou empreitada de mão-
de-obra, inclusive em regime de trabalho temporário, 
deverá reter determinado valor e recolher a 
importância retida. Assinale a assertiva correta com 
relação a qual o valor a ser retido e em nome de 
quem será recolhido.
• a) Onze por cento do valor líquido da nota fiscal ou 
fatura de prestação de serviço; em nome da empresa 
cedente da mão-de-obra.
861 862
863 864
217
865
QUESTÃO
• b) Onze por cento do valor bruto dos salários pagos 
aos autônomos ou fatura de prestação de serviço; 
em nome do INSS.
• c) Onze porcento do valor líquido da nota fiscal ou 
fatura de prestação de serviço; em nome da empresa 
contratada.
• d) Onze por cento do valor bruto dos salários pagos 
aos autônomos ou fatura de prestação de serviço; 
em nome da empresa contratante.
• e) Onze por cento do valor bruto da nota fiscal ou 
fatura de prestação de serviço; em nome da empresa 
cedente da mão-de-obra.
866
Retenção de 
Contribuição 
Previdenciária
parte 2
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 83
867
RETENÇÃO
• Nos serviços prestados, cuja atividade 
permita concessão de aposentadoria 
especial após 15, 20 ou 25 anos, a 
alíquota de retenção (11%) será acrescida 
de 4, 3, ou 2 pontos percentuais, 
respectivamente.
868
RETENÇÃO
APOSENTADORIA 
ESPECIAL
ADICIONAL sobre retenção 
de 11%
15 anos 4%
20 anos 3%
25 anos 2%
865 866
867 868
218
869
RETENÇÃO
• Empresas prestadoras que sofreram 
desoneração na folha de pagamento.
• No caso de contratação de empresas que 
sofreram desoneração na folha de pagamento 
para execução de serviços mediante cessão de 
mão de obra, na forma definida pelo art. 31 da 
Lei nº 8.212, de 1991, a empresa contratante 
deverá reter 3,5% do valor bruto da nota fiscal 
ou fatura de prestação de serviços. (ao invés 
dos 11%)
870
RETENÇÃO
• Na contratação de serviços em que a 
contratada se obriga a fornecer material 
ou dispor de equipamentos, fica facultada 
ao contratado a discriminação, na nota 
fiscal, fatura ou recibo, do valor 
correspondente ao material ou 
equipamentos, que será excluído da 
retenção, desde que contratualmente 
previsto e devidamente comprovado. 
871
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil –
2014) No tocante à responsabilidade pelo 
recolhimento das Contribuições Sociais 
Previdenciárias, pode-se afirmar que as empresas 
são responsáveis, exceto:
• a) pela arrecadação, mediante desconto na 
remuneração paga, devida ou creditada, e pelo 
recolhimento da contribuição dos segurados, 
empregado e trabalhador avulso a seu serviço, 
observado o limite máximo do salário de contribuição.
872
QUESTÃO
• b) pela arrecadação, mediante desconto, e pelo 
recolhimento da contribuição do produtor rural 
pessoa física e do segurado especial incidente sobre 
a comercialização da produção, quando adquirir ou 
comercializar o produto rural recebido em 
consignação, independentemente dessas operações 
terem sido realizadas diretamente com o produtor ou 
com o intermediário pessoa física.
• c) pela retenção de 11% (onze por cento) sobre o 
valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de 
prestação de serviços executados mediante cessão 
de mão de obra ou empreitada, excetuada a hipótese 
de empregados em regime de trabalho temporário.
869 870
871 872
219
873
QUESTÃO
• d) pela arrecadação, mediante desconto, e pelo 
recolhimento da contribuição incidente sobre a 
receita bruta da realização de evento desportivo, 
devida pela associação desportiva que mantém 
equipe de futebol profissional, quando se tratar de 
entidade promotora de espetáculo desportivo.
• e) pela arrecadação, mediante desconto, e pelo 
recolhimento da contribuição incidente sobre a 
receita bruta decorrente de qualquer forma de 
patrocínio, de licenciamento de uso de marcas e 
símbolos, de publicidade, de propaganda e 
transmissão de espetáculos desportivos, devida pela 
associação desportiva que mantém equipe de futebol 
profissional. 874
Responsabilidade 
Solidária
parte 1
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 84
875
Responsabilidade 
Solidária
• A responsabilidade solidária tem como objetivo 
garantir a arrecadação, transferindo o ônus do 
pagamento a terceiro vinculado ao sujeito 
passivo direto, aquele que realizou, com sua 
conduta, fato gerador de tributo.
876
Responsabilidade 
Solidária
• A responsabilidade solidária não comporta 
benefício de ordem.
873 874
875 876
220
877
Responsabilidade 
Solidária
• A responsabilidade solidária é 
amplamente utilizada, sendo atualmente 
aplicável na:
• Construção Civil
• Entre OGMO e operador portuário
• Administradores e dirigentes públicos
• Grupos econômicos, etc.
878
SOLIDARIEDADE
CONSTRUÇÃO CIVIL
• No caso de empreitada total, a construção 
civil será excluída da retenção, na qual a 
empresa construtora assume 
responsabilidade solidária.
879
SOLIDARIEDADE
CONSTRUÇÃO CIVIL
• O proprietário, o incorporador, o dono da obra ou 
condômino da unidade imobiliária cuja contratação 
da construção, reforma ou acréscimo não envolva 
cessão de mão-de-obra, são solidários com o 
construtor, e este e aqueles com a subempreiteira, 
pelo cumprimento das obrigações para com a 
seguridade social, ressalvado o seu direito 
regressivo contra o executor ou contratante da obra 
e admitida a retenção de importância a este devida 
para garantia do cumprimento dessas obrigações, 
não se aplicando, em qualquer hipótese, o benefício 
de ordem. (Empreitada Total)
880
SOLIDARIEDADE
CONSTRUÇÃO CIVIL
• O executor da obra deverá elaborar, 
distintamente para cada estabelecimento ou 
obra de construção civil da empresa 
contratante, folha de pagamento, Guia de 
Recolhimento do Fundo de Garantia do 
Tempo de Serviço e Informações à 
Previdência Social (GFIP) e Guia da 
Previdência Social (GPS), cujas cópias 
deverão ser exigidas pela empresa contratante 
quando da quitação da nota fiscal ou fatura, 
juntamente com o comprovante de entrega 
daquela Guia. 
877 878
879 880
221
881
SOLIDARIEDADE
CONSTRUÇÃO CIVIL
• Nenhuma contribuição à seguridade social 
é devida se a construção residencial 
unifamiliar, destinada ao uso próprio, de 
tipo econômico, for executada sem mão-
de-obra assalariada, observadas as 
exigências do regulamento e não superior 
a 70 m2. 
882
SOLIDARIEDADE
CONSTRUÇÃO CIVIL
• Exclui-se da responsabilidade solidária 
perante a seguridade social o adquirente 
de prédio ou unidade imobiliária que 
realize a operação com empresa de 
comercialização ou com incorporador de 
imóveis, ficando estes solidariamente 
responsáveis com o construtor.
883
SOLIDARIEDADE
CONSTRUÇÃO CIVIL
• Na falta de prova regular e formalizada, o 
montante dos salários pagos pela execução 
de obra de construção civil pode ser obtido 
mediante cálculo da mão de obra 
empregada, proporcional à área construída, 
de acordo com critérios estabelecidos pela 
Secretaria da Receita Federal do Brasil, 
cabendo ao proprietário, dono da obra, 
condômino da unidade imobiliária ou 
empresa corresponsável o ônus da prova em 
contrário. 884
QUESTÃO
• (ESAF – Analista Tributário da Receita Federal do Brasil) Na 
busca da efetiva arrecadação da contribuição social, a 
legislação previdenciária de custeio dispõe sobre a 
responsabilidade solidária. Sabendo que a solidariedade 
nunca é presumida, resultando da lei ou da vontade das 
partes, assinale a assertiva incorreta com relação às pessoas 
solidárias pelo cumprimento das obrigações para com a 
Seguridade Social decorrentes de obra.
• a) O proprietário.
• b) O incorporador.
• c) O fiscal de obras da prefeitura.
• d) A empresa de comercialização de imóveis.
• e) O construtor.
881 882
883 884
222
885
Responsabilidade 
Solidária
parte 2
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 85
886
SOLIDARIEDADE
GRUPO ECONÔMICO
• Grupo econômico é um agrupamento de 
empresas, juridicamente independentes e 
economicamente sujeitas à direção única. 
887
SOLIDARIEDADE
GRUPO ECONÔMICO
• As empresas que integram grupo 
econômico de qualquer natureza 
respondem entre si, solidariamente, pelas 
obrigações previdenciárias.
• Assim, caso uma empresa não cumpra 
suas obrigações previdenciárias, a 
previdência social poderá exigir o 
pagamento de qualquer outra do grupo.
888
Consórcio Simplificado de 
Produtores Rurais
• O consórcio simplificado de produtores rurais é 
formado pela união de produtores rurais 
pessoas físicas, que outorgar a um deles 
poderes para contratar, gerir e demitir 
trabalhadores rurais, na condição de 
empregados, para prestação de serviços, 
exclusivamente, aos seus integrantes, mediante 
documento registradoem cartório de títulos e 
documentos. 
• Neste caso, os produtores rurais pessoas 
físicas, também, respondem entre si, 
solidariamente, pelas obrigações 
previdenciárias.
885 886
887 888
223
889
SOLIDARIEDADE
ADMINISTRADORES PÚBLICOS
• Os administradores de autarquias e 
fundações públicas, criadas ou mantidas 
pelo Poder Público, de empresas públicas 
e de sociedades de economia mista 
sujeitas ao controle da União, dos 
Estados, do Distrito Federal ou dos 
Municípios, que se encontrarem em mora 
por mais de 30 dias, no recolhimento das 
contribuições previstas, tornam-se 
solidariamente responsáveis pelo 
respectivo pagamento. 890
SOLIDARIEDADE
Operador Portuário e OGMO
• O operador portuário e o órgão gestor de 
mão-de-obra são solidariamente 
responsáveis pelo pagamento das 
contribuições previdenciárias e demais 
obrigações, inclusive acessórias, devidas 
à seguridade social, arrecadadas pela 
SRFB, relativamente à requisição de mão-
de-obra de trabalhador avulso, vedada a 
invocação do benefício de ordem.
891
SOLIDARIEDADE
Dos contratantes e do oficial 
que lavrar ou registrar o 
instrumento
• A prática de ato sem a exigência de prova de 
inexistência de débito, quando esta estiver 
prevista em lei, acarretará a responsabilidade 
solidária dos contratantes e do oficial que lavrar 
ou registrar o instrumento, sendo nulo o ato 
para todos os efeitos.
892
QUESTÃO
• (FCC – Procurador Autárquico ) Considere: 
• I. A empresa é obrigada a arrecadar a contribuição do segurado empregado, descontando-a da respectiva 
remuneração, não tendo a mesma obrigação em relação ao trabalhador avulso e ao contribuinte individual a 
seu serviço. 
• II. O empregador doméstico está obrigado a arrecadar a contribuição do segurado empregado a seu serviço 
e a recolhê-la, assim como a parcela a seu cargo, até o dia sete do mês seguinte ao da competência. 
• III. Nenhuma contribuição à seguridade social é devida se a construção residencial uni-familiar, destinada 
ao uso próprio, de tipo econômico, for executada sem mão de obra assalariada, observadas as exigências 
do regulamento. 
• IV. Os administradores de autarquias e fundações públicas, criadas e mantidas pelo Poder Público, de 
empresas públicas e de sociedades de economia mista sujeitas ao controle da União, dos Estados, do 
Distrito Federal ou dos Municípios, que se encontrarem em mora, por mais de 90 dias, no recolhimento das 
contribuições previstas nesta Lei, tornam-se subsidiariamente responsáveis pelo respectivo pagamento.
• V. As empresas que integram grupo econômico de qualquer natureza respondem entre si, solidariamente, 
pelas obrigações previdenciárias decorrentes da Lei nº 8.212/91. 
• Está correto o que se afirma APENAS em 
• III, IV e V. 
• I, II e V. 
• I, II e IV. 
• I, III e IV. 
• II, III e V. 
889 890
891 892
224
893
QUESTÃO
• (FCC – Procurador Autárquico ) Considere: 
• I. A empresa é obrigada a arrecadar a contribuição do 
segurado empregado, descontando-a da respectiva 
remuneração, não tendo a mesma obrigação em relação ao 
trabalhador avulso e ao contribuinte individual a seu serviço. 
• II. O empregador doméstico está obrigado a arrecadar a 
contribuição do segurado empregado a seu serviço e a 
recolhê-la, assim como a parcela a seu cargo, até o dia sete 
do mês seguinte ao da competência. 
• III. Nenhuma contribuição à seguridade social é devida se a 
construção residencial uni-familiar, destinada ao uso próprio, 
de tipo econômico, for executada sem mão de obra 
assalariada, observadas as exigências do regulamento. 
894
QUESTÃO
• IV. Os administradores de autarquias e fundações 
públicas, criadas e mantidas pelo Poder Público, de 
empresas públicas e de sociedades de economia 
mista sujeitas ao controle da União, dos Estados, do 
Distrito Federal ou dos Municípios, que se 
encontrarem em mora, por mais de 90 dias, no 
recolhimento das contribuições previstas nesta Lei, 
tornam-se subsidiariamente responsáveis pelo 
respectivo pagamento.
• V. As empresas que integram grupo econômico de 
qualquer natureza respondem entre si, 
solidariamente, pelas obrigações previdenciárias 
decorrentes da Lei nº 8.212/91. 
895
QUESTÃO
• Está correto o que se afirma APENAS em 
• a) III, IV e V. 
• b) I, II e V. 
• c) I, II e IV. 
• d) I, III e IV. 
• e) II, III e V.
896
Responsabilidade 
Solidária
parte 3
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 86
893 894
895 896
225
897
Não Solidariedade da
Administração Pública
• Decreto 3048; Art. 221-A.
• O instituto da responsabilidade solidária não 
se aplica à administração pública direta, 
autárquica e fundacional, quando contratante 
de serviços, inclusive de obra de construção 
civil, reforma ou acréscimo, 
independentemente da forma de 
contratação. (Incluído pelo Decreto nº 
10.410, de 2020)
. 898
Não Solidariedade da
Administração Pública
• Decreto 3048; Art. 221-A.
• Parágrafo único. A administração pública 
contratante de serviços, inclusive de 
construção civil executados por meio de 
cessão de mão de obra ou empreitada 
parcial, efetuará a retenção prevista no art. 
219. (Incluído pelo Decreto nº 10.410, de 
2020)
899
Solidariedade Consórcio
• Consórcio empresarial – une diversas 
empresas com a finalidade de realizar um 
empreendimento ou participar de 
negociações.
900
Solidariedade Consórcio
• Decreto 3048; Art. 222-A.
• As empresas integrantes de consórcio 
constituído nos termos do disposto nos art. 
278 e art. 279 da Lei nº 6.404, de 15 de 
dezembro de 1976, respondem pelas 
contribuições devidas, em relação às 
operações praticadas pelo consórcio, na 
proporção de sua participação no 
empreendimento. (Incluído pelo Decreto nº 
10.410, de 2020)
.
897 898
899 900
226
901
Solidariedade Consórcio
• Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976
• Art. 278. As companhias e quaisquer outras sociedades, sob 
o mesmo controle ou não, podem constituir consórcio para 
executar determinado empreendimento, observado o 
disposto neste Capítulo.
• § 1º O consórcio não tem personalidade jurídica e as 
consorciadas somente se obrigam nas condições previstas 
no respectivo contrato, respondendo cada uma por suas 
obrigações, sem presunção de solidariedade.
• § 2º A falência de uma consorciada não se estende às 
demais, subsistindo o consórcio com as outras contratantes; 
os créditos que porventura tiver a falida serão apurados e 
pagos na forma prevista no contrato de consórcio.
902
Solidariedade Consórcio
• Decreto 3048; Art. 222-A.
• § 1º O consórcio que realizar a contratação, 
em nome próprio, de pessoas jurídicas e 
físicas, com ou sem vínculo empregatício, 
poderá efetuar a retenção das contribuições e 
cumprir as respectivas obrigações acessórias, 
hipótese em que as empresas consorciadas 
serão solidariamente responsáveis. (Incluído 
pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
.
903
Solidariedade Consórcio
• Decreto 3048; Art. 222-A.
• § 2º Na hipótese de a retenção das 
contribuições ou o cumprimento das 
obrigações acessórias relativas ao consórcio 
ser realizado por sua empresa líder, as 
empresas consorciadas também serão 
solidariamente responsáveis. (Incluído pelo 
Decreto nº 10.410, de 2020)
.
904
Solidariedade Consórcio
• Decreto 3048; Art. 222-A.
• § 3º O disposto neste artigo abrange as 
contribuições destinadas a outras entidades e 
fundos, além da multa por atraso no 
cumprimento das obrigações 
acessórias. (Incluído pelo Decreto nº 10.410, 
de 2020)
901 902
903 904
227
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906
DECADÊNCIA E 
PRESCRIÇÃO
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 87
907
DECADÊNCIA - Custeio
• A decadência é a extinção do direito pela 
RFB de apurar e constituir o crédito 
previdenciário, em decorrência do 
transcurso de um intervalo de tempo 
previsto em lei.
• O prazo decadencial, ao contrário do 
prescricional, não pode ser interrompido, 
nem suspenso; é contínuo até se esgotar, 
sem ter sido efetuada a constituiçãodo 
crédito previdenciário.
908
DECADÊNCIA - Custeio
• O prazo decadencial das contribuições sociais é de 5 
anos e está previsto no artigo 173 do Código 
Tributário Nacional:
• O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito
tributário extingue-se após 5 (cinco) anos, contados:
• I - do primeiro dia do exercício seguinte àquele
em que o lançamento poderia ter sido efetuado;
• II - da data em que se tornar definitiva a decisão
que houver anulado, por vício formal, o lançamento
anteriormente efetuado.
905 906
907 908
228
909
DECADÊNCIA - Custeio
• Decreto 3.048/99:
• Art. 348. O direito da seguridade social de apurar e
constituir seus créditos extingue-se no prazo de
cinco anos, contado: (Redação dada pelo Decreto
nº 10.410, de 2020)
• I - do primeiro dia do exercício seguinte àquele em
que o crédito poderia ter sido constituído; ou
• II - da data em que se tornar definitiva a decisão
que houver anulado, por vício formal, a constituição
de crédito anteriormente efetuado.
910
DECADÊNCIA - Custeio
• Art. 150. O lançamento por homologação, que ocorre
quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito
passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio
exame da autoridade administrativa, opera-se pelo
ato em que a referida autoridade, tomando
conhecimento da atividade assim exercida pelo
obrigado, expressamente a homologa.
• § 4º Se a lei não fixar prazo a homologação, será ele
de 5 anos, a contar da ocorrência do fato gerador;
expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se
tenha pronunciado, considera-se homologado o
lançamento e definitivamente extinto o crédito, salvo
se comprovada a ocorrência de dolo, fraude ou
simulação.
911
PRESCRIÇÃO -
CUSTEIO
• Prescrição é a perda do direito, pela Fazenda 
Nacional, de executar judicialmente o crédito 
previdenciário já constituído, em virtude de não 
tê-lo exercido dentro do prazo definido em lei.
912
PRESCRIÇÃO - Custeio
• O prazo prescricional das contribuições sociais 
é de 5 anos e está previsto no artigo 174 do 
Código Tributário Nacional:
•
• “A ação para a cobrança do crédito tributário 
prescreve em 5 anos, contados da data da sua 
constituição definitiva.”
909 910
911 912
229
913
PRESCRIÇÃO - Custeio
• Decreto 3.048/99
• Art. 349. O direito da seguridade social de 
cobrar seus créditos, constituídos na forma 
prevista no art. 348, prescreverá no prazo de 
cinco anos, contado da data de sua 
constituição definitiva, observado o disposto 
nos art. 151 e art. 174 da Lei nº 5.172, de 25 de 
outubro de 1966 - Código Tributário 
Nacional. (Redação dada pelo Decreto nº 
10.410, de 2020) 914
DECADÊNCIA -
Restituição
• Restituição ou compensação:
• O direito de pleitear restituição ou de realizar 
compensação de contribuições ou de outras 
importâncias extingue-se em 5 anos, contados 
da data:
• I - do pagamento ou recolhimento indevido; ou
• II - em que se tornar definitiva a decisão 
administrativa ou passar em julgado a sentença 
judicial que tenha reformado, anulado ou 
revogado a decisão condenatória.
915
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil) A arrecadação e o 
recolhimento das contribuições destinadas à seguridade social constituem 
uma das principais tarefas de gestão tributária. Sobre elas o tempo 
decorrido mostra-se importante, considerando a jurisprudência dos 
Tribunais Superiores sobre a legislação previdenciária de custeio. 
• Entre as assertivas a seguir indicadas, assinale a correta.
• a) Prazos de prescrição e decadência podem ser definidos em lei ordinária.
• b) O prazo decadencial das contribuições da seguridade social é de 5 
anos.
• c) A arrecadação e o recolhimento das contribuições podem ser feitos em 
qualquer momento.
• d) Valores recolhidos pelo fisco antes do julgamento de recursos 
extraordinários que discutiam o prazo de prescrição deverão ser devolvidos 
se forem superiores ao prazo de 5 anos do lançamento.
• e) A ação de cobrança do crédito tributário oriundo de contribuição social 
pode ser impetrada em qualquer momento.
916
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil) 
A arrecadação e o recolhimento das contribuições 
destinadas à seguridade social constituem uma das 
principais tarefas de gestão tributária. Sobre elas o 
tempo decorrido mostra-se importante, considerando 
a jurisprudência dos Tribunais Superiores sobre a 
legislação previdenciária de custeio. 
• Entre as assertivas a seguir indicadas, assinale a 
correta.
• a) Prazos de prescrição e decadência podem ser 
definidos em lei ordinária.
• b) O prazo decadencial das contribuições da 
seguridade social é de 5 anos.
913 914
915 916
230
917
QUESTÃO
• c) A arrecadação e o recolhimento das contribuições 
podem ser feitos em qualquer momento.
• d) Valores recolhidos pelo fisco antes do julgamento 
de recursos extraordinários que discutiam o prazo de 
prescrição deverão ser devolvidos se forem 
superiores ao prazo de 5 anos do lançamento.
• e) A ação de cobrança do crédito tributário oriundo 
de contribuição social pode ser impetrada em 
qualquer momento.
918
DECADÊNCIA E 
PRESCRIÇÃO
Benefícios
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 88
919
DECADÊNCIA - Benefício
• Revisão do ato de concessão de benefício
• Lei 8213/91, com redação dada pela Lei 
13846/2019:
• Art. 103. O prazo de decadência do direito 
ou da ação do segurado ou beneficiário para 
a revisão do ato de concessão, 
indeferimento, cancelamento ou cessação de 
benefício e do ato de deferimento, 
indeferimento ou não concessão de revisão 
de benefício é de 10 (dez) anos, contado:
920
DECADÊNCIA - Benefício
• Revisão do ato de concessão de benefício
• Lei 8213/91, com redação dada pela Lei 
13846/2019, art. 103,
• I - do dia primeiro do mês subsequente ao do 
recebimento da primeira prestação ou da 
data em que a prestação deveria ter sido 
paga com o valor revisto; ou
917 918
919 920
231
921
DECADÊNCIA - Benefício
• Revisão do ato de concessão de benefício
• Lei 8213/91, com redação dada pela Lei 
13846/2019, art. 103,
• II - do dia em que o segurado tomar 
conhecimento da decisão de indeferimento, 
cancelamento ou cessação do seu pedido de 
benefício ou da decisão de deferimento ou 
indeferimento de revisão de benefício, no 
âmbito administrativo.
922
PRESCRIÇÃO -
Benefício
• Prestações ou restituições
• Lei 8213/91, art. 103, parágrafo único:
• Prescreve em 5 anos, a contar da data em que 
deveriam ter sido pagas, toda e qualquer ação 
para haver prestações vencidas ou quaisquer 
restituições ou diferenças devidas pela 
previdência social, salvo o direito dos menores, 
incapazes e ausentes, na forma do Código 
Civil. 
923
PRESCRIÇÃO -
Benefício
• Obs.: Código Civil
• Art. 3 o São absolutamente incapazes de 
exercer pessoalmente os atos da vida civil os 
menores de 16 (dezesseis) anos.
924
PRESCRIÇÃO -
Benefício
• Ações relativas a acidente de trabalho:
• As ações referentes às prestações decorrentes do 
acidente de trabalho prescrevem em 5 anos, contados 
da data:
• I - do acidente, quando dele resultar a morte ou a 
incapacidade temporária, verificada esta em perícia 
médica a cargo da previdência social; ou
• II - em que for reconhecida pela previdência social a 
incapacidade permanente ou o agravamento das 
seqüelas do acidente.
921 922
923 924
232
925
DECADÊNCIA -
Benefício
• Anular atos administrativos:
• O direito da previdência social de anular 
os atos administrativos de que decorram 
efeitos favoráveis para os seus 
beneficiários decai em 10 anos, contados 
da data em que foram praticados, salvo 
comprovada má-fé. No caso de efeitos 
patrimoniais contínuos, o prazo 
decadencial contar-se-á da percepção do 
primeiro pagamento. 
926
QUESTÃO
• (FCC – Técnico do Seguro Social – INSS - 2012) José pleiteou 
aposentadoria por tempo de contribuição perante o INSS, que 
foi deferida pela autarquia e pretende a revisão do ato de 
concessão do benefício para alterar o valor da renda mensal 
inicial. O prazo decadencial para o pedido de José é de
• a)dez anos contados a partir do primeiro dia do mês seguinte 
ao do recebimento da primeira prestação.
• b) cinco anos contados a partir do primeiro dia do mês seguinte 
ao do recebimento daprimeira prestação.
• c) três anos contados a partir do primeiro dia do mês seguinte 
ao do recebimento da primeira prestação.
• d) cinco anos contados da ciência da decisão que deferiu o 
benefício.
• e) dez anos contados da ciência da decisão que deferiu o 
benefício.
927
CRIMES CONTRA A 
SEGURIDADE SOCIAL
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 89
928
Crimes contra a 
Previdência Social
• Com o objetivo claro de coagir as empresas a 
efetuarem suas contribuições corretamente, o 
legislador ordinário instituiu tipos penais, 
visando àqueles que não cumprem as 
obrigações previdenciárias.
925 926
927 928
233
929
Crimes contra a 
Previdência Social
• Naturalmente, a tipificação penal visa às 
pessoas físicas encarregadas pelo 
adimplemento das obrigações previdenciárias, 
e não a empresa.
930
Crimes contra a Previdência Social
Apropriação indébita previdenciária
• C.P. art. 168-A - Deixar de repassar à 
previdência social as contribuições recolhidas 
dos contribuintes, no prazo e forma legal ou 
convencional:
• Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e 
multa.
931
Crime de
Apropriação indébita 
previdenciária
• C.P. art. 168-A - § 1o Nas mesmas penas 
incorre quem deixar de:
• I – recolher, no prazo legal, contribuição ou 
outra importância destinada à previdência 
social que tenha sido descontada de 
pagamento efetuado a segurados, a terceiros 
ou arrecadada do público;
932
Crime de
Apropriação indébita 
previdenciária
• C.P. art. 168-A - § 1o Nas mesmas penas 
incorre quem deixar de:
• II - recolher contribuições devidas à previdência 
social que tenham integrado despesas 
contábeis ou custos relativos à venda de 
produtos ou à prestação de serviços;
929 930
931 932
234
933
Crime de
Apropriação indébita 
previdenciária
• C.P. art. 168-A - § 1o Nas mesmas penas 
incorre quem deixar de:
• III - pagar benefício devido a segurado, quando 
as respectivas cotas ou valores já tiverem sido 
reembolsados à empresa pela previdência 
social.
934
Crime de
Apropriação indébita 
previdenciária
• C.P. art. 168-A 
• § 2o É extinta a punibilidade se o agente, 
espontaneamente, declara, confessa e efetua o 
pagamento das contribuições, importâncias ou 
valores e presta as informações devidas à 
previdência social, na forma definida em lei ou 
regulamento, antes do início da ação fiscal.
935
Crime de
Apropriação indébita 
previdenciária
• C.P. art. 168-A 
• § 3o É facultado ao juiz deixar de aplicar a 
pena ou aplicar somente a de multa se o 
agente for primário e de bons 
antecedentes, desde que:
• I - tenha promovido, após o início da ação 
fiscal e antes de oferecida a denúncia, o 
pagamento da contribuição social 
previdenciária, inclusive acessórios; ou
936
Crime de
Apropriação indébita 
previdenciária
• C.P. art. 168-A 
• § 3o É facultado ao juiz deixar de aplicar a pena 
ou aplicar somente a de multa se o agente for 
primário e de bons antecedentes, desde que:
• II - o valor das contribuições devidas, inclusive 
acessórios, seja igual ou inferior àquele 
estabelecido pela previdência social, 
administrativamente, como sendo o mínimo 
para o ajuizamento de suas execuções fiscais.
933 934
935 936
235
937
QUESTÃO
• (CESPE – Analista – INSS) Uma das condutas 
típicas do crime de apropriação indébita 
previdenciária é deixar de recolher, no prazo legal, 
contribuição ou outra importância destinada à 
previdência que tenha sido descontada de 
pagamento efetuado a segurados, a terceiros ou 
arrecadada do público, sendo passível de aplicação 
de pena de reclusão e multa. Todavia, a punibilidade 
poderá ser extinta se o agente, espontaneamente, 
declarar, confessar e efetuar o pagamento de 
contribuições, importâncias ou valores e prestar as 
informações devidas à previdência social, na forma 
definida em lei ou regulamento, até o recebimento da 
denúncia pelo juiz. 938
CRIMES CONTRA A 
SEGURIDADE SOCIAL
Sonegação de Contribuição 
Previdenciária
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 90
939
Crime – Sonegação de Contribuição 
Previdenciária
• C.P. art. Art. 337-A. Suprimir ou reduzir 
contribuição social previdenciária e 
qualquer acessório, mediante as 
seguintes condutas:
• I - omitir de folha de pagamento da 
empresa ou de documento de 
informações previsto pela legislação 
previdenciária segurados empregado, 
empresário, trabalhador avulso ou 
trabalhador autônomo ou a este 
equiparado que lhe prestem serviços; 940
Crime – Sonegação de Contribuição 
Previdenciária
• C.P. art. Art. 337-A. Suprimir ou reduzir 
contribuição social previdenciária e 
qualquer acessório, mediante as 
seguintes condutas:
• II - deixar de lançar mensalmente nos 
títulos próprios da contabilidade da 
empresa as quantias descontadas dos 
segurados ou as devidas pelo empregador 
ou pelo tomador de serviços; 
937 938
939 940
236
941
Crime – Sonegação de Contribuição 
Previdenciária
• C.P. art. Art. 337-A. Suprimir ou reduzir 
contribuição social previdenciária e 
qualquer acessório, mediante as 
seguintes condutas:
• III - omitir, total ou parcialmente, receitas 
ou lucros auferidos, remunerações pagas 
ou creditadas e demais fatos geradores de 
contribuições sociais previdenciárias:
• Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) 
anos, e multa. 
942
Crime – Sonegação de Contribuição 
Previdenciária
• C.P. art. Art. 337-A. 
• § 1o É extinta a punibilidade se o agente, 
espontaneamente, declara e confessa as 
contribuições, importâncias ou valores e 
presta as informações devidas à 
previdência social, na forma definida em 
lei ou regulamento, antes do início da 
ação fiscal. 
943
Crime – Sonegação de Contribuição 
Previdenciária
• C.P. art. Art. 337-A. 
• § 2o É facultado ao juiz deixar de aplicar a pena 
ou aplicar somente a de multa se o agente for 
primário e de bons antecedentes, desde que:
• II - o valor das contribuições devidas, inclusive 
acessórios, seja igual ou inferior àquele 
estabelecido pela previdência social, 
administrativamente, como sendo o mínimo 
para o ajuizamento de suas execuções fiscais.
944
Crime – Sonegação de Contribuição 
Previdenciária
• C.P. art. Art. 337-A. 
• § 3o Se o empregador não é pessoa jurídica e 
sua folha de pagamento mensal não ultrapassa 
R$ 1.510,00 (hoje: R$ 5.679,82), o juiz poderá 
reduzir a pena de um terço até a metade ou 
aplicar apenas a de multa. 
• § 4o O valor a que se refere o parágrafo anterior 
será reajustado nas mesmas datas e nos 
mesmos índices do reajuste dos benefícios da 
previdência social. 
941 942
943 944
237
945
QUESTÃO
• (CESPE – Delegado da Polícia Federal) João 
mantinha uma pequena granja em chácara de sua 
propriedade e contava com o auxílio de dois 
empregados, que percebiam remuneração mensal 
equivalente a um salário mínimo. Por exercer o 
negócio por conta própria e informalmente, João 
nunca efetuou os registros devidos nas carteiras de 
trabalho de seus empregados, tampouco recolheu as 
contribuições previdenciárias correspondentes. Nessa 
situação, se for flagrado pela fiscalização, João 
responderá pelo crime de sonegação de contribuição 
previdenciária, podendo o juiz restringir a pena de 
reclusão prevista (de um terço até a metade) ou 
apenas aplicar a pena de multa. 946
Para saber mais:
• Art. 95, § 2º, da Lei 8212/90
• Código Penal:
• Art. 297 – falsificação de documento público
• Art. 313-A – inserção de dados falsos em sistema 
de informações
• Art. 313-B – modificação ou alteração não 
autorizada de sistema de informações
• Art. 153 – divulgação de segredo
• Art. 325 – violação de sigilo funcional.
947
Princípios da 
Previdência Social
Lei 8.213/91
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 91
948
Previdência Social –
Princípios – Lei 8213/91
• Art. 2º A Previdência Social rege-se pelos seguintes 
princípios e objetivos:
• I - universalidade de participação nos planos 
previdenciários;• II - uniformidade e equivalência dos benefícios e 
serviços às populações urbanas e rurais;
• III - seletividade e distributividade na prestação 
dos benefícios;
• IV - cálculo dos benefícios considerando-se os 
salários-de-contribuição corrigidos monetariamente;
• V - irredutibilidade do valor dos benefícios de 
forma a preservar-lhes o poder aquisitivo;
945 946
947 948
238
949
Previdência Social –
Princípios – Lei 8213/91
• Art. 2º A Previdência Social rege-se pelos seguintes 
princípios e objetivos:
• VI - valor da renda mensal dos benefícios substitutos 
do salário-de-contribuição ou do rendimento do 
trabalho do segurado não inferior ao do salário 
mínimo;
• VII - previdência complementar facultativa, custeada 
por contribuição adicional;
950
Previdência Social –
Princípios – Lei 8213/91
• Art. 2º A Previdência Social rege-se pelos seguintes 
princípios e objetivos:
• VIII - caráter democrático e descentralizado da 
gestão administrativa, com a participação do governo 
e da comunidade, em especial de trabalhadores em 
atividade, empregadores e aposentados.
• Parágrafo único. A participação referida no inciso 
VIII deste artigo será efetivada a nível federal, 
estadual e municipal.
951
QUESTÃO
• (FCC – Prefeitura de Recife- Procurador) A Previdência Social rege-se 
pelos seguintes princípios e objetivos:
I. Uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações 
urbanas e rurais.
II. Caráter democrático e descentralizado da gestão administrativa, com a 
participação do governo e da comunidade, em especial de trabalhadores 
em atividade, empregadores e aposentados.
III. Cálculo dos benefícios considerando-se os salários-de-contribuição 
corrigidos monetariamente.
IV. Irredutibilidade do valor dos benefícios de forma a preservar-lhes o 
poder real.
Está correto o que consta APENAS em
• a) III.
• b) II e III.
• c) I, II e III.
• d) II e IV.
• e) I e IV. 952
QUESTÃO
• (FCC – Prefeitura de Recife- Procurador) A 
Previdência Social rege-se pelos seguintes princípios 
e objetivos:
I. Uniformidade e equivalência dos benefícios e 
serviços às populações urbanas e rurais.
II. Caráter democrático e descentralizado da gestão 
administrativa, com a participação do governo e da 
comunidade, em especial de trabalhadores em 
atividade, empregadores e aposentados.
III. Cálculo dos benefícios considerando-se os 
salários- de-contribuição corrigidos monetariamente.
IV. Irredutibilidade do valor dos benefícios de forma a 
preservar-lhes o poder real.
949 950
951 952
239
953
QUESTÃO
• Está correto o que consta APENAS em
• a) III.
• b) II e III.
• c) I, II e III.
• d) II e IV.
• e) I e IV.
954
Previdência Social e a 
Constituição Federal
Art. 201
parte 1
Prof. Eduardo Tanaka
955
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201. A previdência social será organizada 
sob a forma do Regime Geral de Previdência 
Social, de caráter contributivo e de filiação 
obrigatória, observados critérios que preservem 
o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, na 
forma da lei, a: 
• (Redação dada pela Emenda Constitucional 
nº 103, de 2019)
956
Previdência Social –
Constituição Federal
• I - cobertura dos eventos de incapacidade temporária 
ou permanente para o trabalho e idade avançada;
• II - proteção à maternidade, especialmente à 
gestante; 
• III - proteção ao trabalhador em situação de 
desemprego involuntário; 
• IV - salário-família e auxílio-reclusão para os 
dependentes dos segurados de baixa renda; 
• V - pensão por morte do segurado, homem ou mulher, 
ao cônjuge ou companheiro e dependentes, 
observado o disposto no § 2º. 
953 954
955 956
240
957
Previdência Social –
Constituição Federal
• § 1º É vedada a adoção de requisitos ou 
critérios diferenciados para concessão de 
benefícios, ressalvada, nos termos de lei 
complementar, a possibilidade de previsão de 
idade e tempo de contribuição distintos da 
regra geral para concessão de aposentadoria 
exclusivamente em favor dos 
segurados: (Redação dada pela 
Emenda Constitucional nº 103, de 2019)
958
Previdência Social – Constituição 
Federal
• § 1º, I - com deficiência, previamente submetidos a 
avaliação biopsicossocial realizada por equipe 
multiprofissional e interdisciplinar; (Incluído 
pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019)
• II - cujas atividades sejam exercidas com efetiva 
exposição a agentes químicos, físicos e biológicos 
prejudiciais à saúde, ou associação desses agentes, 
vedada a caracterização por categoria profissional ou 
ocupação. (Incluído pela Emenda Constitucional 
nº 103, de 2019)
959
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201. § 2º Nenhum benefício que substitua 
o salário de contribuição ou o rendimento do 
trabalho do segurado terá valor mensal inferior 
ao salário mínimo. 
960
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 3º Todos os salários de contribuição 
considerados para o cálculo de benefício serão 
devidamente atualizados, na forma da lei. 
957 958
959 960
241
961
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 4º É assegurado o reajustamento 
dos benefícios para preservar-lhes, em caráter 
permanente, o valor real, conforme critérios 
definidos em lei. 
962
QUESTÃO
• (CESPE – SERPRO – ANALISTA) A norma 
constitucional estabelece que os benefícios do 
RGPS devem ser reajustados para preservar-
lhes, em caráter permanente, o valor real. Em 
consonância com essa norma, o legislador 
ordinário estabeleceu que esses benefícios 
devem ser reajustados anualmente utilizando-
se o mesmo índice de reajuste do salário 
mínimo.
963
Previdência Social e a 
Constituição Federal
Art. 201
parte 2
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 93
964
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 5º É vedada a filiação ao regime
geral de previdência social, na qualidade de
segurado facultativo, de pessoa participante de
regime próprio de previdência.
961 962
963 964
242
965
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 6º A gratificação natalina dos
aposentados e pensionistas terá por base o
valor dos proventos do mês de dezembro de
cada ano.
966
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 7º É assegurada aposentadoria no regime
geral de previdência social, nos termos da lei,
obedecidas as seguintes condições:
• I - 65 (sessenta e cinco) anos de idade, se homem, e 
62 (sessenta e dois) anos de idade, se mulher, 
observado tempo mínimo de 
contribuição; (Redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 103, de 2019)
967
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 7º É assegurada aposentadoria no regime
geral de previdência social, nos termos da lei,
obedecidas as seguintes condições:
• II - 60 (sessenta) anos de idade, se homem, e 55 
(cinquenta e cinco) anos de idade, se mulher, para os 
trabalhadores rurais e para os que exerçam suas 
atividades em regime de economia familiar, nestes 
incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o pescador 
artesanal. (Redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 103, de 2019)
968
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 8º O requisito de idade a que se
refere o inciso I do § 7º será reduzido em 5
(cinco) anos, para o professor que comprove
tempo de efetivo exercício das funções de
magistério na educação infantil e no ensino
fundamental e médio fixado em lei
complementar. (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 103, de 2019)
965 966
967 968
243
969
QUESTÃO
• (VUNESP – Advogado – Câmara Municipal de Itatiba) Conforme as 
normas contidas na Constituição Federal a respeito da previdência social, 
é correto afirmar que
• a) será organizada sob a forma de regime geral de previdência social, de 
caráter contributivo e de filiação obrigatória.
• b) deve prover, nos termos da lei, salário-família e auxílio-reclusão para os 
dependentes de todos os segurados.
• c) prevê filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de 
segurado facultativo, de pessoa participante de regimepróprio de 
previdência.
• d) prevê o regime de previdência privada, de caráter complementar, e 
organizado de forma vinculada em relação ao regime geral de previdência 
social.
• e) assegura aposentadoria no regime geral de previdência social aos trinta 
anos de contribuição, se homem, e vinte e cinco anos de contribuição, se 
mulher.
970
Previdência Social e a 
Constituição Federal
Art. 201
parte 3
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 94
971
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 9º Para fins de aposentadoria, será
assegurada a contagem recíproca do tempo
de contribuição entre o Regime Geral de
Previdência Social e os regimes próprios de
previdência social, e destes entre si,
observada a compensação financeira, de
acordo com os critérios estabelecidos em
lei. (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 103, de 2019)
972
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 9º-A. O tempo de serviço militar exercido
nas atividades de que tratam os arts. 42, 142 e 143
e o tempo de contribuição ao Regime Geral de
Previdência Social ou a regime próprio de
previdência social terão contagem recíproca para
fins de inativação militar ou aposentadoria, e a
compensação financeira será devida entre as
receitas de contribuição referentes aos militares e as
receitas de contribuição aos demais
regimes. (Incluído pela Emenda Constitucional
nº 103, de 2019)
969 970
971 972
244
973
Previdência Social –
Constituição Federal
• § Art. 201, 10. Lei complementar poderá
disciplinar a cobertura de benefícios não
programados, inclusive os decorrentes de
acidente do trabalho, a ser atendida
concorrentemente pelo Regime Geral de
Previdência Social e pelo setor
privado. (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 103, de 2019)
974
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 11. Os ganhos habituais do
empregado, a qualquer título, serão
incorporados ao salário para efeito de
contribuição previdenciária e conseqüente
repercussão em benefícios, nos casos e na
forma da lei.
975
Previdência Social e a 
Constituição Federal
Art. 201
parte 4
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 95
976
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 12. Lei instituirá sistema especial de 
inclusão previdenciária, com alíquotas 
diferenciadas, para atender aos trabalhadores 
de baixa renda, inclusive os que se encontram 
em situação de informalidade, e àqueles sem 
renda própria que se dediquem 
exclusivamente ao trabalho doméstico no 
âmbito de sua residência, desde que 
pertencentes a famílias de baixa 
renda. (Redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 103, de 2019)
973 974
975 976
245
977
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 13. A aposentadoria concedida ao 
segurado de que trata o § 12 terá valor de 1 
(um) salário-mínimo. (Redação dada pela 
Emenda Constitucional nº 103, de 2019)
978
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 14. É vedada a contagem de tempo 
de contribuição fictício para efeito de 
concessão dos benefícios previdenciários e de 
contagem recíproca. (Incluído pela 
Emenda Constitucional nº 103, de 2019)
979
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 15. Lei complementar estabelecerá 
vedações, regras e condições para a 
acumulação de benefícios 
previdenciários. (Incluído pela Emenda 
Constitucional nº 103, de 2019)
980
Previdência Social –
Constituição Federal
• Art. 201, § 16. Os empregados dos consórcios 
públicos, das empresas públicas, das 
sociedades de economia mista e das suas 
subsidiárias serão aposentados 
compulsoriamente, observado o cumprimento 
do tempo mínimo de contribuição, ao atingir a 
idade máxima de que trata o inciso II do § 1º 
do art. 40, na forma estabelecida em 
lei. (Incluído pela Emenda Constitucional 
nº 103, de 2019)
977 978
979 980
246
981
Previdência Social –
Constituição Federal
• Inciso II do § 1º do art. 40
• § 1º O servidor abrangido por regime próprio 
de previdência social será aposentado:
• II - compulsoriamente, com proventos 
proporcionais ao tempo de contribuição, aos 
70 (setenta) anos de idade, ou aos 75 (setenta 
e cinco) anos de idade, na forma de lei 
complementar;
982
QUESTÃO
• (Elaborada pelo Prof. Tanaka) João, 
empregado público do Banco do Brasil 
(sociedade de economia mista), caso queira 
poderá trabalhar nesta empresa até atingir 80 
anos.
983
Plano de Benefícios da 
Previdência Social:
Espécies de Prestações
(parte 1) 
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 96
984
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente;
981 982
983 984
247
985
Espécies de 
Prestações
• II - quanto ao dependente:
• a) pensão por morte; 
• b) auxílio-reclusão
986
Espécies de 
Prestações
• III - quanto ao segurado e dependente:
• a) serviço social; 
• b) reabilitação profissional.
987
QUESTÕES
• (ESAF – Auditor Fiscal da Previdência Social -
atualizada) Com relação às espécies de prestações e 
aos beneficiários correspondentes, assinale a opção 
incorreta. 
• a) Aposentadoria por incapacidade permanente –
segurado.
• b) Pensão por morte – dependente.
• c) Salário-família – segurado.
• d) Auxílio-acidente – dependente.
• e) Auxílio por incapacidade temporária – segurado.
988
QUESTÕES
• (ESAF – Técnico da Receita Federal -
atualizada) A seguinte prestação (benefício) 
somente é concedida aos dependentes, não ao 
segurado: 
• a) salário-família;
• b) auxílio-reclusão;
• c) salário-maternidade;
• d) auxílio-acidente;
• e) aposentadoria por incapacidade temporária.
985 986
987 988
248
989
QUESTÕES
• (ESAF – Auditor Fiscal do Trabalho -
atualizada) Assinale a opção correta, entre as 
assertivas abaixo, relacionada aos benefícios 
que os dependentes da Previdência Social têm 
direito à luz da legislação.
• a) Aposentadoria programada.
• b) Auxílio por incapacidade temporária.
• c) Auxílio-acidente.
• d) Aposentadoria por incapacidade 
permanente.
• e) Pensão por morte. 990
Plano de Benefícios da 
Previdência Social:
Espécies de Prestações
(parte 2) 
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 97
991
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente; 992
Aposentadoria por Incapacidade 
Permanente 
• A aposentadoria por incapacidade permanente, 
uma vez cumprido o período de carência 
exigido, quando for o caso, será devida ao 
segurado que, em gozo ou não de auxílio por 
incapacidade temporária, for considerado 
incapaz para o trabalho e insuscetível de 
reabilitação para o exercício de atividade que 
lhe garanta a subsistência, que lhe será paga 
enquanto permanecer nessa condição. 
989 990
991 992
249
993
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente; 994
Aposentadoria Programada
• (Aposentadoria Por Idade e Tempo de Contribuição) 
Decreto 3048, Art. 51. A aposentadoria programada, 
uma vez cumprido o período de carênciaexigido, será 
devida ao segurado que cumprir, cumulativamente, os 
seguintes requisitos:
• I – 62 anos de idade, se mulher, e 65 anos de idade, 
se homem; e
• II - 15 anos de tempo de contribuição, se mulher, e 20 
anos de tempo de contribuição, se homem.
995
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente; 996
Aposentadoria por Idade do 
Trabalhador Rural 
• RPS, Art. 56. A aposentadoria por idade do 
trabalhador rural, uma vez cumprido o período de 
carência exigido, será devida aos segurados a que se 
referem a alínea “a” do inciso I, a alínea “j” do inciso V 
e os incisos VI e VII do caput do art. 9º e aos 
segurados garimpeiros que trabalhem, 
comprovadamente, em regime de economia familiar, 
conforme definido no § 5º do art. 9º, quando 
completarem 55 anos de idade, se mulher, e 60 anos 
de idade, se homem. (Redação dada pelo Decreto 
nº 10.410, de 2020).
993 994
995 996
250
997
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente; 998
Aposentadoria Especial 
• Decreto 3048, Art. 64. A aposentadoria especial, uma 
vez cumprido o período de carência exigido, será 
devida ao segurado empregado, trabalhador avulso e 
contribuinte individual, este último somente quando 
cooperado filiado a cooperativa de trabalho ou de 
produção, que comprove o exercício de atividades 
com efetiva exposição a agentes químicos, físicos e 
biológicos prejudiciais à saúde, ou a associação 
desses agentes, de forma permanente, não ocasional 
nem intermitente, vedada a caracterização por 
categoria profissional ou ocupação, durante, no 
mínimo, 15, 20 ou 25 anos, e que cumprir os 
seguintes requisitos: (...)
999
Aposentadoria Especial 
• Decreto 3048, Art. 64.
• I – 55 anos de idade, quando se tratar de 
atividade especial de 15 anos de 
contribuição;
• II – 58 anos de idade, quando se tratar de 
atividade especial de 20 anos de contribuição; 
ou
• III - 60 anos de idade, quando se tratar de 
atividade especial de 25 anos de contribuição.
1000
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente;
997 998
999 1000
251
1001
Auxílio por Incapacidade 
Temporária 
• (auxílio-doença) será devido ao segurado que, 
uma vez cumprido, quando for o caso, o 
período de carência exigido, ficar incapacitado 
para o seu trabalho ou para a sua atividade 
habitual por mais de 15 dias consecutivos, 
conforme definido em avaliação médico-
pericial.
1002
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente;
1003
Salário-Família 
• Decreto 3.048; Art. 81. O salário-família é devido, 
mensalmente, ao segurado empregado, inclusive o 
doméstico, e ao trabalhador avulso considerado de 
baixa renda, na proporção do respectivo número de 
filhos ou de enteados e de menores tutelados, desde 
que comprovada a dependência econômica dos dois 
últimos nos termos do disposto no art. 16, observado 
o disposto no art. 83.
1004
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente;
1001 1002
1003 1004
252
1005
Salário-Maternidade 
• O salário-maternidade é devido à segurada da 
Previdência Social, durante 120 (cento e vinte) 
dias, com início no período entre 28 (vinte e 
oito) dias antes do parto e a data de ocorrência 
deste, observadas as situações e condições 
previstas na legislação no que concerne à 
proteção à maternidade. 
1006
Espécies de 
Prestações 
• I - quanto ao segurado:
• a) aposentadoria por incapacidade permanente (antiga 
aposentadoria por invalidez);
• b) aposentadoria programada (antigas aposentadorias por 
idade e por tempo de contribuição);
• c) aposentadoria por idade do trabalhador rural;
• d) aposentadoria especial;
• e) auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-
doença);
• f) salário-família;
• g) salário-maternidade; e
• h) auxílio-acidente;
1007
Auxílio-Acidente 
• O auxílio-acidente será concedido, como 
indenização, ao segurado quando, após 
consolidação das lesões decorrentes de 
acidente de qualquer natureza, resultarem 
seqüelas que impliquem redução da 
capacidade para o trabalho que habitualmente 
exercia. 
1008
Espécies de 
Prestações
• II - quanto ao dependente:
• a) pensão por morte; 
• b) auxílio-reclusão
1005 1006
1007 1008
253
1009
Pensão por Morte 
• A pensão por morte será devida ao conjunto 
dos dependentes do segurado que falecer, 
aposentado ou não.
1010
Espécies de 
Prestações
• II - quanto ao dependente:
• a) pensão por morte; 
• b) auxílio-reclusão
1011
Auxílio-Reclusão 
• É o benefício devido aos dependentes do 
segurado de baixa renda, recolhido à prisão.
1012
Espécies de 
Prestações
• III - quanto ao segurado e dependente:
• a) serviço social; 
• b) reabilitação profissional.
1009 1010
1011 1012
254
1013
Serviço Social 
• Compete ao Serviço Social esclarecer junto 
aos beneficiários seus direitos sociais e os 
meios de exercê-los e estabelecer 
conjuntamente com eles o processo de solução 
dos problemas que emergirem da sua relação 
com a Previdência Social, tanto no âmbito 
interno da instituição como na dinâmica da 
sociedade. 
1014
Espécies de 
Prestações
• III - quanto ao segurado e dependente:
• a) serviço social; 
• b) reabilitação profissional.
1015
Habilitação e Reabilitação 
Profissional 
• A habilitação e a reabilitação profissional e 
social deverão proporcionar ao beneficiário 
incapacitado parcial ou totalmente para o 
trabalho, e às pessoas portadoras de 
deficiência, os meios para a (re)educação e de 
(re)adaptação profissional e social indicados 
para participar do mercado de trabalho e do 
contexto em que vive. 
1016
Beneficiários - Dependentes
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 98
1013 1014
1015 1016
255
1017
Beneficiários
• Os beneficiários são todos aqueles que 
recebem ou possam vir a receber os 
benefícios ou serviços do RGPS. 
• Podemos classificá-los em: segurados 
(obrigatórios ou facultativos) e seus 
dependentes.
Beneficiários
1018
1019
QUESTÃO
• (ESAF – Auditor Fiscal do Trabalho) Considerando a 
teoria geral dos benefícios e serviços da Previdência 
Social na Lei nº8.213/91, julgue os itens abaixo 
relativos aos beneficiários da Previdência Social:
• I. só são beneficiários da Previdência Social os 
segurados que contribuem para o caixa 
previdenciário.
• II. dona de casa não pode ser beneficiária da 
Previdência Social.
• III. pessoa jurídica pode ser beneficiária do sistema de 
Previdência Social.
• IV. só os dependentes que contribuem podem ser 
beneficiários da Previdência Social. 1020
QUESTÃO
• a) I e II estão corretos.
• b) Somente I está incorreto.
• c) II e IV estão corretos.
• d) Todos estão incorretos.
• e) III e IV estão corretos.
1017 1018
1019 1020
256
1021
Beneficiários - Dependentes
• Os dependentes fazem jus aos seguintes 
benefícios:
• Pensão por Morte
• Auxílio-Reclusão
• E aos serviços: reabilitação profissional e 
serviço social.
1022
Beneficiários - Dependentes
• A inscrição dos dependentes dar-se-á 
somente quando da solicitação do 
benefício ou serviço.
1023
Beneficiários – Dependentes
Classificação
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 99
DEPENDENTES
1
• Classe I - o cônjuge, a companheira, o 
companheiro e o filho não emancipado, de 
qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) 
anos ou inválido ou que tenha deficiência 
intelectual, mental ou deficiência grave;
2 • Classe II - os pais;
3
• Classe III - o irmão não emancipado, de 
qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) 
anos ou inválido ou que tenha deficiência 
intelectual, mental ou deficiência grave.
1024
1021 1022
1023 1024
257
1025
Exemplo 1:
• Carlos é casado com Patricia e tem dois filhos, 
João, com vinte e três anos, e José, com oito 
anos de idade. Carlos sofre um acidente fatal. 
Quem terá direito à pensão por morte?
1026
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS) Célio, 
segurado empregado da previdência social, tem um 
filho, com 28 anos de idade, que sofre de doença 
degenerativa em estágio avançado, sendo, portanto, 
inválido. Nessa condição, o filho de Célio é 
considerado seu dependente, mesmo tendo idade 
superior a dezoito anos.
A existência de dependente(s) de hierarquia superior 
exclui o direito dos dependentes das classes seguintes
1
• I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o 
filho não emancipado, de qualquer condição, 
menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou 
que tenha deficiência intelectual, mental ou 
deficiência grave;
2 • II - os pais;
3
• III - o irmão não emancipado, de qualquer 
condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou 
inválido ou que tenha deficiência intelectual, 
mental ou deficiência grave.
1027 1028
Exemplo 2:
• Pablo, solteiro e sem filhos, falece, deixando 
pensão por morte. Quem terá direito: seu irmão 
Fabrício ou seus pais, Ricardo e Ângela?
1025 1026
1027 1028
258
1029
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS) Paulo é, 
de forma comprovada, dependente economicamente 
de seu filho, Juliano, que, em viagem a trabalho, 
sofreu um acidente e veio a falecer. Juliano à época 
do acidente era casado com Raquel. Nessa situação, 
Paulo e Raquel poderão requerer o benefício de 
pensão por morte, que deverá ser rateado entre 
ambos.
1030
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS) César, 
segurado da previdência social, vive com seus pais e 
com seu irmão, Getúlio, de 15 anos de idade. Nessa 
situação, o falecimento de César somente determina 
o pagamento de benefícios previdenciários a seus 
pais e a seu irmão se estes comprovarem 
dependência econômica com relação a César.
Os dependentes de uma mesma classe concorrem 
em igualdade de condições.
1
• I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o 
filho não emancipado, de qualquer condição, 
menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou 
que tenha deficiência intelectual, mental ou 
deficiência grave;
2 • II - os pais;
3
• III - o irmão não emancipado, de qualquer 
condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou 
inválido ou que tenha deficiência intelectual, 
mental ou deficiência grave.
1031
Após o falecimento de dependente superior, o benefício não 
se transfere para os dependentes inferiores, só para os de 
mesma hierarquia.
1
• I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o 
filho não emancipado, de qualquer condição, 
menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou 
que tenha deficiência intelectual, mental ou 
deficiência grave;
2 • II - os pais;
3
• III - o irmão não emancipado, de qualquer 
condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou 
inválido ou que tenha deficiência intelectual, 
mental ou deficiência grave.
1032
1029 1030
1031 1032
259
Tendo sido concedido um benefício aos dependentes de 
uma determinada classe, no caso de perda da qualidade de 
dependente, este benefício não é transferido para as classes 
subseqüentes.
1
• I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o 
filho não emancipado, de qualquer condição, 
menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou 
que tenha deficiência intelectual, mental ou 
deficiência grave;
2 • II - os pais;
3
• III - o irmão não emancipado, de qualquer 
condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou 
inválido ou que tenha deficiência intelectual, 
mental ou deficiência grave.
1033 1034
QUESTÃO
• (FCC – Técnico do Seguro Social – INSS) João fora 
casado com Maria, com quem teve dois filhos, Artur e 
Lia de 6 e 8 anos respectivamente, na data do óbito 
de João, ocorrido em 2011. Maria já fora casada com 
Márcio, de quem teve uma filha, Rosa, de 10 anos, 
que era mantida por João, porque Márcio não tivera 
condições de prover seu sustento. O falecido ajudava 
financeiramente, também, sua mãe, Sebastiana e seu 
irmão, Antônio que era inválido. Nessa situação, a 
pensão por morte de João será concedida a:
1035
QUESTÃO
• a) Artur, Lia, Maria e Rosa.
• b) Artur, Lia, Maria, Rosa e Sebastiana.
• c) Artur, Lia, Rosa e Sebastiana.
• d) Artur, Lia e Sebastiana.
• e) Artur, Lia, Sebastiana e Antônio.
1036
Beneficiários – Dependentes
Regras
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 100
1033 1034
1035 1036
260
Considera-se companheira ou companheiro a pessoa que 
mantenha união estável com o segurado ou segurada.
1
• I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o 
filho não emancipado, de qualquer condição, 
menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou 
que tenha deficiência intelectual, mental ou 
deficiência grave;
2 • II - os pais;
3
• III - o irmão não emancipado, de qualquer 
condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou 
inválido ou que tenha deficiência intelectual, 
mental ou deficiência grave.
1037 1038
QUESTÃO
• (CESPE – Auditor Fiscal do Trabalho) O 
companheiro e a companheira, desde que 
comprovem a existência de união estável, 
integram o rol de dependentes da primeira 
classe, o que lhes permite receber pensão por 
morte ou auxílio-reclusão, conforme o caso.
1039
Dependentes
• O INSS reconhece a união homossexual.
• O companheiro ou a companheira do mesmo 
sexo de segurado inscrito no RGPS integra o 
rol dos dependentes e, desde que comprovada 
a união estável, concorre, para fins de pensão 
por morte e de auxílio-reclusão, com os 
dependentes preferenciais da Classe 1, para 
óbito ou reclusão ocorrido a partir de 5 de abril 
de 1991. (art. 130, IN INSS/PRES nº 77/2015) 
O menor enteado e o menor tutelado.
1
• I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o 
filho não emancipado, de qualquer condição, 
menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou 
que tenha deficiência intelectual, mental ou 
deficiência grave;
2 • II - os pais;
3
• III - o irmão não emancipado, de qualquer 
condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou 
inválido ou que tenha deficiência intelectual, 
mental ou deficiência grave.
1040
1037 1038
1039 1040
261
1041
Dependentes
• O menor enteado e o menor tutelado.
• Equiparam-se a filho, para fins de recebimento da 
pensão por morte, exclusivamente o enteado e o 
menor tutelado, desde que comprovada a 
dependência econômica. 
• No caso de equiparado a filho, a inscrição será feita 
mediante a comprovação da equiparação por 
documento escrito do segurado falecido manifestando 
essa intenção, dadependência econômica e da 
declaração de que não tenha sido emancipado.
1042
Dependentes
• O menor enteado e o menor tutelado.
• Os dependentes da classe “1” têm dependência 
econômica presumida, exceto o menor tutelado e o 
enteado, que assim como os das demais classes, 
devem comprovar dependência econômica para 
receberem o benefício previdenciário.
1043
QUESTÃO
• (CESPE – Defensor Público Federal – DPU) A lei de 
benefícios previdenciários prevê expressamente que 
o menor sob guarda do segurado filiado ao RGPS é 
seu dependente, havendo discussão jurisprudencial a 
respeito do tema, dada a existência de normas 
contrárias no ordenamento jurídico nacional.
1044
QUESTÃO
• (CESPE – Defensor Público Federal – DPU) A lei de 
benefícios previdenciários prevê expressamente que 
o menor sob guarda do segurado filiado ao RGPS é 
seu dependente, havendo discussão jurisprudencial a 
respeito do tema, dada a existência de normas 
contrárias no ordenamento jurídico nacional.
• Resposta: Errado. Não está previsto expressamente 
que o menor sob guarda seja considerado 
dependente no RGPS, apesar de existir discussão 
jurisprudencial.
1041 1042
1043 1044
262
1045
Dependentes
• STJ – Recurso Especial – Resp – 1141788/RS:
• Ao menor sob guarda deve ser assegurado o direito 
ao benefício da pensão por morte mesmo se o 
falecimento se deu após a modificação legislativa 
promovida pela Lei n. 9.528/97 na Lei n. 8.213/90.
(REsp 1141788/RS, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE 
NORONHA, CORTE ESPECIAL, julgado em 07/12/2016, 
DJe 16/12/2016)
1046
Beneficiários – Dependentes
Comprovação da 
Dependência
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 101
1047
Dependentes
• Para comprovação do vínculo e da dependência 
econômica, conforme o caso, deverão ser apresentados, 
no mínimo, 2 documentos e poderão ser aceitos, dentre 
outros:
1048
Para comprovação do vínculo e da dependência econômica, 
conforme o caso, deverão ser apresentados, no mínimo 2 
documentos e poderão ser aceitos dentre outros:
• I - certidão de nascimento de filho havido em comum;
• II- certidão de casamento religioso;
• III - declaração do imposto de renda do segurado, em 
que conste o interessado como seu dependente;
• IV - disposições testamentárias;
• V - (Revogado);
• VI - declaração especial feita perante tabelião;
1045 1046
1047 1048
263
1049
Para comprovação do vínculo e da dependência econômica, 
conforme o caso, deverão ser apresentados, no mínimo 2 
documentos e poderão ser aceitos dentre outros:
• VII - prova de mesmo domicílio;
• VIII - prova de encargos domésticos evidentes e 
existência de sociedade ou comunhão nos atos da 
vida civil;
• IX - procuração ou fiança reciprocamente outorgada;
• X - conta bancária conjunta;
• XI - registro em associação de qualquer natureza, 
onde conste o interessado como dependente do 
segurado;
• XII - anotação constante de ficha ou livro de registro 
de empregados;
1050
Para comprovação do vínculo e da dependência econômica, 
conforme o caso, deverão ser apresentados, no mínimo 2 
documentos e poderão ser aceitos dentre outros:
• XIII - apólice de seguro da qual conste o segurado 
como instituidor do seguro e a pessoa interessada 
como sua beneficiária;
• XIV - ficha de tratamento em instituição de assistência 
médica, da qual conste o segurado como 
responsável;
• XV - escritura de compra e venda de imóvel pelo 
segurado em nome de dependente;
• XVI - declaração de não emancipação do dependente 
menor de vinte e um anos; ou
• XVII - quaisquer outros que possam levar à convicção 
do fato a comprovar.
1051
Dependentes
• RPS, Art. 22, § 14. Caso o dependente só 
possua um dos documentos a que se refere o § 3º 
produzido em período não superior a vinte e quatro 
meses anteriores à data do óbito ou do recolhimento à 
prisão, a comprovação de vínculo ou de dependência 
econômica para esse período poderá ser suprida por 
justificação administrativa, processada na forma 
prevista nos art. 142 ao art. 151. (Incluído pelo 
Decreto nº 10.410, de 2020)
1052
Dependentes
• RPS, art. 142. A justificação administrativa constitui meio 
para suprir a falta ou a insuficiência de documento ou 
para produzir prova de fato ou circunstância de interesse 
dos beneficiários perante a previdência social.
• RPS, art. 145. Para o processamento de justificação 
administrativa, o interessado deverá apresentar 
requerimento no qual exponha, clara e minuciosamente, 
os pontos que pretende justificar, além de indicar 
testemunhas idôneas, em número não inferior a dois 
nem superior a seis, cujos depoimentos possam levar à 
convicção da veracidade do que se pretende comprovar.
1049 1050
1051 1052
264
1053
Dependentes
• As provas de união estável e de 
dependência econômica exigem início de prova 
material contemporânea dos fatos, produzido 
em período não superior a 24 meses anteriores 
à data do óbito ou do recolhimento à prisão do 
segurado, não admitida a prova exclusivamente 
testemunhal, exceto na ocorrência de motivo 
de força maior ou caso fortuito, conforme 
disposto no regulamento.
1054
Dependentes
• Não há na legislação o conceito preciso de “início de prova 
material”. Porém, segundo jurisprudência da Turma Nacional 
de Uniformização dos Juizados Especiais Federais “o início de 
prova material não é senão ponto de partida indispensável à 
comprovação dos fatos, objetivos a ser atingido sobretudo 
mediante a produção de prova testemunhal em ações com 
idênticos elementos objetivos à ação presente” (Processo 
200384130006662, Rel. Juiz Federal Osni Cardoso Filho). 
• Dessa forma, é possível citar como exemplo de início de prova 
material, qualquer prova não testemunhal (que não está 
previsto expressamente no rol dos documentos aceitos), 
podendo ser escrito, como um extrato bancário, ou não escrito, 
como uma foto, uma gravação ou uma filmagem.
1055
Dependentes
• No caso de dependente inválido, para fins de 
inscrição e concessão de benefício, a invalidez será 
comprovada mediante exame médico-pericial a cargo 
do Instituto Nacional do Seguro Social.
• Para o dependente inválido ou com deficiência 
intelectual, mental ou grave, a condição de deficiente 
pode ser reconhecida previamente ao óbito do 
segurado, por meio de avaliação biopsicossocial 
realizada por equipe multiprofissional e 
interdisciplinar, observada revisão periódica na forma 
da legislação.
1056
QUESTÃO
• (INSS – Técnico Previdenciário - CESGRANRIO – 2005 - atualizada) A 
inscrição do(a) companheiro(a) do segurado no Regime Geral da 
Previdência Social será promovida, na qualidade de dependente, quando 
do requerimento do benefício a que tiver direito. Para a comprovação do 
vínculo e da dependência econômica do(a) companheiro(a), é suficiente a 
apresentação de:
• a) certidão de nascimento de filho havido em comum.
• b) prova testemunhal de que o segurado e o dependente mantêm ou 
mantiveram união estável.
• c) prova de mesmo domicílio e conta bancária conjunta.
• d) declaração do(a) companheiro(a) de que viveu uma relação de 
companheirismo com o segurado, mesmo que esta tenha terminado anos 
antes do ato de inscrição.
• e) sentença homologatória em procedimento judicial de justificação que se 
presta a colher prova testemunhal, em juízo, da existência da união estável.
1053 1054
1055 1056
265
1057
QUESTÃO
• (INSS – Técnico Previdenciário - CESGRANRIO –
2005 - atualizada) A inscrição do(a) companheiro(a) 
do segurado no Regime Geral da Previdência Social 
será promovida, na qualidade de dependente, 
quando do requerimento do benefício a que tiver 
direito. Para a comprovação do vínculo e da 
dependência econômica do(a) companheiro(a), é 
suficiente a apresentação de:
• a) certidão de nascimento de filho havido em comum.
• b) prova testemunhal de que o segurado e o 
dependente mantêm ou mantiveram união estável.
1058
QUESTÃO
• c) prova de mesmo domicílio e conta bancária 
conjunta.
• d) declaração do(a) companheiro(a) de que viveu 
uma relação de companheirismo com o segurado, 
mesmoque esta tenha terminado anos antes do ato 
de inscrição.
• e) sentença homologatória em procedimento judicial 
de justificação que se presta a colher prova 
testemunhal, em juízo, da existência da união estável.
1059
Beneficiários – Dependentes
Cônjuge Separado
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 102
DEPENDENTES
1
• Classe I - o cônjuge, a companheira, o 
companheiro e o filho não emancipado, de 
qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) 
anos ou inválido ou que tenha deficiência 
intelectual, mental ou deficiência grave;
2 • Classe II - os pais;
3
• Classe III - o irmão não emancipado, de 
qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) 
anos ou inválido ou que tenha deficiência 
intelectual, mental ou deficiência grave.
1060
1057 1058
1059 1060
266
1061
Dependentes
• O cônjuge divorciado ou separado 
judicialmente ou de fato que recebia pensão 
de alimentos concorrerá em igualdade de 
condições com os dependentes da classe 1.
1062
Exemplo:
• Rodrigo separou-se de Daisy, com quem teve 
um filho, Fernando, que possui dez anos de 
idade, e passou a viver com Camila, numa 
união estável. Todo mês, entretanto, Rodrigo 
pagava a pensão alimentícia a Daisy, por 
determinação judicial. Rodrigo faleceu. Quem 
terá direito à pensão por morte deixada por 
Rodrigo?
1063
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS) 
Fernanda foi casada com Lucas, ambos segurados da 
previdência social. Há muito tempo separados, 
resolveram formalizar o divórcio e, pelo fato de ambos 
trabalharem, não foi necessária a prestação de 
alimentos entre eles. Nessa situação, Fernanda e 
Lucas, após o divórcio, deixarão de ser dependentes 
um do outro junto à previdência social.
1064
QUESTÃO
• (FCC – Técnico do Seguro Social – INSS – 2012) 
João fora casado com Maria, com quem teve três 
filhos, João Junior, de 22 anos e universitário; Marília, 
com 18 anos e Renato com 16 anos, na data do óbito 
de João, ocorrido em dezembro de 2011. João se 
divorciara de Maria que renunciou ao direito a 
alimentos para si. Posteriormente, João veio a contrair 
novas núpcias com Norma, com quem manteve união 
estável até a data de seu óbito.
• Norma possui uma filha, Miriam, que mora com a mãe 
e foi por João sustentada. Nessa situação, são 
dependentes de João, segundo a legislação 
previdenciária:
1061 1062
1063 1064
267
1065
QUESTÃO
• a) João Junior, Marília e Renato.
• b) João Junior, Maria, Marília, Renato e Norma.
• c) Marília, Renato, Miriam e Norma.
• d) Maria, João Junior, Marília, Renato e Norma.
• e) João Junior, Marília, Renato, Maria, Norma e 
Miriam.
1066
QUESTÃO
• (Cesgranrio – Técnico – INSS – 2005) Caio, em maio 
de 2000, separou-se, judicialmente, de Maria. Na 
referida separação, acordou-se, judicialmente, que 
Caio não iria pagar pensão alimentícia à ex-esposa e 
que só iria pagar tal encargo para Ana, filha do casal, 
de 19 anos. Em agosto de 2002, Caio conhece 
Teresa, com a qual vem a morar e manter união 
estável. Em agosto de 2004, Caio falece. Quem tem 
direito à pensão por morte, na qualidade de 
dependente de Caio?
1067
QUESTÃO
• a) Maria, Ana e Teresa.
• b) Maria e Ana.
• c) Ana e Teresa.
• d) Ana.
• e) Teresa.
1068
Dependentes
• O cônjuge ausente não exclui do direito à 
pensão por morte o companheiro ou a 
companheira, que somente fará jus ao 
benefício a partir da data de sua habilitação e 
mediante prova de dependência econômica.
1065 1066
1067 1068
268
1069
Dependentes
• O fato superveniente que importe em exclusão 
ou inclusão de dependente deve ser 
comunicado ao Instituto Nacional do Seguro 
Social, com as provas cabíveis.
• Os dependentes excluídos de tal condição em 
razão de lei têm suas inscrições tornadas nulas 
de pleno direito
1070
Beneficiários 
Perda da Qualidade de 
Dependente
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 103
1071
Perda da Qualidade de Dependente
• O direito à percepção de cada cota individual cessará:
• I – pela morte do pensionista;
• II - para filho, pessoa a ele equiparada ou irmão, de 
ambos os sexos, ao completar 21 anos de idade, 
salvo se for inválido ou com deficiência;
• III – para filho ou irmão inválido, pela cessação da 
invalidez;
• IV – pelo decurso do prazo de recebimento de pensão 
pelo cônjuge, companheiro ou companheira.
1072
Perda da Qualidade de Dependente
• A perda da qualidade de dependente ocorre ao 
completar 21 anos de idade, para o filho, o 
irmão, o enteado ou o menor tutelado, ou nas 
seguintes hipóteses, se ocorridas 
anteriormente a essa idade:
• a) casamento; 
• b) início do exercício de emprego público 
efetivo;
1069 1070
1071 1072
269
1073
Perda da Qualidade de Dependente
• A perda da qualidade de dependente ocorre ao 
completar 21 anos de idade, para o filho, o irmão, o 
enteado ou o menor tutelado, ou nas seguintes 
hipóteses, se ocorridas anteriormente a essa idade:
• c) constituição de estabelecimento civil ou 
comercial ou pela existência de relação de 
emprego, desde que, em função deles, o 
menor com dezesseis anos completos tenha 
economia própria; ou
1074
Perda da Qualidade de Dependente
• A perda da qualidade de dependente ocorre ao 
completar 21 anos de idade, para o filho, o irmão, o 
enteado ou o menor tutelado, ou nas seguintes 
hipóteses, se ocorridas anteriormente a essa idade:
• d) concessão de emancipação, pelos pais, ou por um 
deles na falta do outro, por meio de instrumento 
público, independentemente de homologação judicial, 
ou por sentença judicial, ouvido o tutor, se o menor 
tiver dezesseis anos completos.
1075
Perda da Qualidade de Dependente
• O menor de 21 anos no período de serviço militar não 
perde a qualidade de dependente.
• O filho, o irmão, o enteado e o menor tutelado, desde 
que comprovada a dependência econômica dos três 
últimos, se inválidos ou se tiverem deficiência 
intelectual, mental ou grave, não perderão a 
qualidade de dependentes desde que a invalidez ou a 
deficiência intelectual, mental ou grave tenha ocorrido 
antes de completar 21 anos ou das hipóteses nas 
letras “a” a “d” acima (ex.: casamento).
1076
Beneficiários 
Perda da Qualidade de 
Dependente
Cônjuge ou Companheiro
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 104
1073 1074
1075 1076
270
1077
Perda da Qualidade de Dependente
• O direito à percepção de cada cota individual 
cessará para cônjuge ou companheiro:
• a) se inválido ou com deficiência, pela cessação da 
invalidez ou pelo afastamento da deficiência, 
respeitados os períodos mínimos decorrentes da 
aplicação das letras “b” e “c” a seguir.
1078
Perda da Qualidade de Dependente
• O direito à percepção de cada cota individual 
cessará para cônjuge ou companheiro:
• b) em 4 (quatro) meses, se o óbito ocorrer sem que o 
segurado tenha vertido 18 (dezoito) contribuições 
mensais ou se o casamento ou a união estável 
tiverem sido iniciados em menos de 2 (dois) anos 
antes do óbito do segurado;
1079
Perda da Qualidade de Dependente
• O direito à percepção de cada cota individual 
cessará para cônjuge ou companheiro:
• c) transcorridos os seguintes períodos, estabelecidos 
de acordo com a idade do beneficiário na data de 
óbito do segurado, se o óbito ocorrer depois de 
vertidas 18 (dezoito) contribuições mensais e pelo 
menos 2 (dois) anos após o início do casamento ou 
da união estável:
1080
Perda da Qualidade de Dependente
• O direito à percepção de cada cota individual 
cessará para cônjuge ou companheiro:
• 1) 3 anos, com menos de 22 anos de idade;
• 2) 6 anos, entre 22 e 27 anos de idade;
• 3) 10 anos, entre 28 e 30 anos de idade;
• 4) 15 anos, entre 31 e 41 anos de idade;
• 5) 20 anos, entre 42 e 44 anos de idade;
• 6) vitalícia, com 45 ou mais anos de idade.
1077 1078
1079 1080
271
1081
Perda da Qualidade de Dependente
Tempo de duração Idade
3 anos Menor que 22 anos
6 anos 22 a 27 anos
10 anos 28 a 30 anos
15 anos 31 a 41 anos
20 anos 42 a 44 anos
Vitalícia (por toda vida) 45 anos ou mais 1082
Perda da Qualidade de 
Dependente -
Cônjuge e Companheiro(a)Prof. Eduardo Tanaka
Aula 105
1083
Perda da Qualidade de Dependente
• Acidente / Doença profissional ou do trabalho
• Serão aplicados, conforme o caso, a regra contida na
alínea “a” ou os prazos previstos na alínea “c”, ambas
do inciso V do § 2o, se o óbito do segurado decorrer
de acidente de qualquer natureza ou de doença
profissional ou do trabalho, independentemente do
recolhimento de 18 (dezoito) contribuições mensais
ou da comprovação de 2 (dois) anos de casamento ou
de união estável.
• (art. 77, § 2o-A, da Lei no 8.213/1991) 1084
Perda da Qualidade de Dependente
• Na hipótese de o segurado falecido estar, na data de
seu falecimento, obrigado por determinação judicial a
pagar alimentos temporários a ex-cônjuge, ex-
companheiro ou ex-companheira, a pensão por morte
será devida pelo prazo remanescente na data do
óbito, caso não incida outra hipótese de cancelamento
anterior do benefício.
• (Conforme o § 3º, do art. 76, da Lei 8.213/91, com redação dada pela Lei
13.846/19)
1081 1082
1083 1084
272
1085
Perda da Qualidade de Dependente
• Simulação ou fraude
• Perde o direito à pensão por morte o cônjuge, o 
companheiro ou a companheira se comprovada, a 
qualquer tempo, simulação ou fraude no casamento 
ou na união estável, ou a formalização destes com o 
fim exclusivo de constituir benefício previdenciário, 
apuradas em processo judicial no qual será 
assegurado o direito ao contraditório e à ampla 
defesa.
1086
Perda da Qualidade de Dependente
• Homicídio contra a pessoa do segurado
• Perde o direito à pensão por morte o condenado 
criminalmente por sentença com trânsito em julgado, 
como autor, coautor ou partícipe de homicídio doloso, 
ou de tentativa desse crime, cometido contra a 
pessoa do segurado, ressalvados os absolutamente 
incapazes e os inimputáveis.
1087
Beneficiários 
Ação de Reconhecimento de 
Dependente
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 106
1088
Ação de Reconhecimento de 
Dependente
• Ajuizada a ação judicial para reconhecimento da 
condição de dependente, este poderá requerer a sua 
habilitação provisória ao benefício de pensão por 
morte, exclusivamente para fins de rateio dos valores 
com outros dependentes, vedado o pagamento da 
respectiva cota até o trânsito em julgado da respectiva 
ação, ressalvada a existência de decisão judicial em 
contrário.
1085 1086
1087 1088
273
1089
Ação de Reconhecimento de 
Dependente
• Nas ações em que o INSS for parte, este poderá 
proceder de ofício à habilitação excepcional da 
referida pensão, apenas para efeitos de rateio, 
descontando-se os valores referentes a esta 
habilitação das demais cotas, vedado o pagamento 
da respectiva cota até o trânsito em julgado da 
respectiva ação, ressalvada a existência de decisão 
judicial em contrário. 
1090
Ação de Reconhecimento de 
Dependente
• Julgada improcedente a ação prevista nesses 
parágrafos anteriores, o valor retido será corrigido 
pelos índices legais de reajustamento e será pago de 
forma proporcional aos demais dependentes, de 
acordo com as suas cotas e o tempo de duração de 
seus benefícios.
1091
Ação de Reconhecimento de 
Dependente
• Em qualquer caso, fica assegurada ao INSS a 
cobrança dos valores indevidamente pagos em 
função de nova habilitação.
(Conforme §§ 3º ao 5º, do art. 74, da Lei 8.213/91, incluidos pela recente Lei 13.846/19)
1092
Súmula 336 do STJ
• Deixemos registrado que a Súmula 336 do STJ, de 
07.05.2007, diz: “A mulher que renunciou aos 
alimentos na separação judicial tem direito à pensão 
previdenciária por morte do ex-marido, comprovada a 
necessidade econômica superveniente”. 
1089 1090
1091 1092
274
1093
QUESTÃO
• (2019 - FCC – SPPrev – Analista) Além dos segurados, a lei prevê os dependentes 
como beneficiários da Previdência Social. Os dependentes do segurado são os 
enumerados nos incisos I a III do art. 16 da Lei n° 8.213/1991, definindo 3 classes (I 
a III). Nesse tema,
• a) os dependentes da classe I são preferenciais, afastando em caso de concurso os 
da classe II e III. 
• b) a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão 
previdenciária por morte do ex-marido, presumindo-se a necessidade econômica 
superveniente.
• c) o parceiro homoafetivo é considerado dependente de segurado(a), pois se trata 
de relação capaz de criar a instituição familiar. Deverá, todavia, demonstrar a 
dependência econômica.
• d) o benefício recebido por dependente preferencial (classe I), uma vez cessado, 
será transferido aos eventuais dependentes das classes inferiores (II e III).
• e) para fins de pensão previdenciária, a dependência econômica dos genitores em 
relação aos filhos necessita ser exclusiva.
1094
Manutenção da 
Qualidade de Segurado
(parte 1)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 107
1095
Manutenção da Qualidade de Segurado
• Estudaremos neste tópico as situações em que
uma pessoa filiada à previdência social
mantém a sua qualidade de segurado, mesmo
não efetuando o recolhimento de contribuições,
bem como em quais circunstâncias dar-se-á a
perda desta qualidade.
1096
Manutenção da Qualidade de Segurado
• A lei prevê determinado lapso temporal em
que o segurado mantém esta condição com
cobertura plena, mesmo após a interrupção da
atividade remunerada – é o conhecido
período de graça.
1093 1094
1095 1096
275
1097
Manutenção da Qualidade de Segurado
• O período de graça não conta para carência,
nem como tempo de contribuição.
• É mera extensão da rede protetiva por tempo
maior, a fim de dar oportunidade ao trabalhador
de obter nova atividade em certo tempo.
1098
Manutenção da Qualidade de Segurado
• Durante o período de graça, o segurado
conserva os seus direitos frente à previdência
social, podendo solicitar benefícios, à exceção
do salário-família.
1099
Manutenção da Qualidade de Segurado
• 1ª situação: GOZO DE BENEFÍCIO
• Sem limite de prazo, quem está em gozo de 
benefício, exceto do auxílio-acidente.
1100
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS -
atualizada) Ronaldo, afastado de suas atividades 
laborais, tem recebido auxílio por incapacidade 
temporária (auxílio-doença). Nessa situação, a 
condição de segurado de Ronaldo será mantida sem 
limite de prazo, enquanto estiver no gozo do 
benefício, independentemente de contribuição para a 
previdência social.
1097 1098
1099 1100
276
1101
Manutenção da Qualidade de Segurado
• 2ª situação: DESEMPREGO, CESSAÇÃO DE 
BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE, SUSPENSÃO OU 
LICENCIAMENTO SEM REMUNERAÇÃO.
• II - até 12 meses após a cessação de 
benefício por incapacidade ou das 
contribuições, observado o disposto nos § 7º 
(ajuste de complementação) e § 8º e no art. 19-
E; (art. 13, II, Decreto 3048/99)
1102
Manutenção da Qualidade de 
Segurado
• O segurado que receber remuneração inferior 
ao limite mínimo mensal do salário de 
contribuição somente manterá a qualidade de 
segurado se efetuar os ajustes de 
complementação, utilização e agrupamento.
1103
Manutenção da Qualidade de Segurado
• 2ª situação: DESEMPREGO, CESSAÇÃO DE 
BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE, SUSPENSÃO OU 
LICENCIAMENTO SEM REMUNERAÇÃO.
• até 12 (doze) meses após a cessação das 
contribuições, o segurado que deixar de 
exercer atividade remunerada abrangida pela 
Previdência Social ou estiver suspenso ou 
licenciado sem remuneração (art. 15, II, Lei 
8213/91) 1104
Manutenção da Qualidade de Segurado
• 2ª situação: DESEMPREGO, CESSAÇÃO DE 
BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE, 
SUSPENSÃO OU LICENCIAMENTO SEM 
REMUNERAÇÃO.
• Tendo pago mais de cento e vinte contribuições 
mensais sem interrupção que acarrete a perda 
da qualidade de segurado, este prazo será 
dilatado para 24 meses.
1101 1102
1103 1104
277
1105
Manutenção da Qualidade de Segurado
• 2ª situação: DESEMPREGO, CESSAÇÃO DE 
BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE, 
SUSPENSÃO OU LICENCIAMENTO SEM 
REMUNERAÇÃO.
• Estando o segurado em situação de 
desemprego, desde que comprovada essa 
situação pelo registro no órgão próprio do 
Ministériodo Trabalho e Emprego, se tiver mais 
de cento e vinte contribuições, o prazo de vinte 
e quatro meses será aumentado em mais doze 
meses, totalizando 36 meses. 1106
Manutenção da Qualidade de 
Segurado
• 2ª situação: DESEMPREGO, CESSAÇÃO DE 
BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE, 
SUSPENSÃO OU LICENCIAMENTO SEM 
REMUNERAÇÃO.
• Entretanto, caso tenha menos de cento e vinte 
contribuições, o prazo inicial de doze meses 
será adicionado em mais doze meses, 
totalizando 24 meses.
1107
2ª situação: DESEMPREGO, CESSAÇÃO DE 
BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE, SUSPENSÃO OU 
LICENCIAMENTO SEM REMUNERAÇÃO.
Regra: 12 meses
Menos 120 contribuições: 12 meses Mais 120 contribuições: 24 meses
Desempregado: 36 mesesDesempregado: 24 meses
1108
Manutenção da Qualidade de 
Segurado
• 2ª situação: DESEMPREGO, CESSAÇÃO DE 
BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE, 
SUSPENSÃO OU LICENCIAMENTO SEM 
REMUNERAÇÃO.
• Essa situação aplica-se, em sua totalidade, a 
um segurado que se desvincular de regime 
próprio de previdência social.
• Por exemplo, um servidor ocupante de cargo 
efetivo que perde o seu emprego, seja por 
exoneração, seja por demissão.
1105 1106
1107 1108
278
1109
QUESTÃO
• (FCC – Técnico do Seguro Social – INSS – 2012) 
Maria trabalhou de 02 de janeiro de 1990 até 02 de 
fevereiro de 2005 como empregada de uma empresa, 
desligando-se do emprego para montar um salão de 
beleza.
• Apesar de ter passado à categoria de contribuinte 
individual, deixou de recolher contribuições para a 
Previdência Social durante dois anos, até fevereiro de 
2007. Nessa situação, o período de graça de Maria é 
de
1110
QUESTÃO
• a) 12 (doze) meses.
• b) 24 (vinte e quatro) meses.
• c) 36 (trinta e seis) meses.
• d) 48 (quarenta e oito) meses.
• e) 60 (sessenta) meses.
1111
Manutenção da 
Qualidade de Segurado
(parte 2)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 108
1112
Manutenção da Qualidade de 
Segurado
• 3ª situação: SEGREGAÇÃO COMPULSÓRIA
• até 12 meses após cessar a segregação, o 
segurado acometido de doença de segregação 
compulsória.
• Nota: Doença de segregação compulsória é o 
tipo de doença epidemiológica para qual a 
vigilância sanitária obriga o isolamento, a fim 
de evitar o contágio.
1109 1110
1111 1112
279
1113
Manutenção da Qualidade de 
Segurado
• 4ª situação: DETENÇÃO
• até 12 meses após o livramento, o segurado 
retido (detido) ou recluso.
1114
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS) 
Osvaldo cumpriu pena de reclusão devido à 
prática de crime de fraude contra a empresa 
em que trabalhava. No período em que esteve 
na empresa, Osvaldo era segurado da 
previdência social. Nessa situação, Osvaldo 
tem direito de continuar como segurado da 
previdência social por até dezoito meses após 
o seu livramento.
1115
Manutenção da Qualidade de 
Segurado
• 5ª situação: FORÇAS ARMADAS
• até 3 meses após o licenciamento, o segurado 
incorporado às Forças Armadas para prestar 
serviço militar.
1116
Manutenção da Qualidade de 
Segurado
• 6ª situação: SEGURADO FACULTATIVO
• até 6 meses após a cessação das 
contribuições, o segurado facultativo.
1113 1114
1115 1116
280
1117
Manutenção da Qualidade de 
Segurado 
• 6ª situação: SEGURADO FACULTATIVO
• Após a inscrição, o segurado facultativo 
somente poderá recolher contribuições em 
atraso, quando não tiver ocorrido perda da 
qualidade de segurado.
1118
QUESTÃO
• (CESPE – Defensor Público Federal – DPU –
2015) Em regra, mantêm a qualidade de 
segurado por até doze meses, 
independentemente de contribuições, o 
segurado empregado, o avulso, o doméstico e 
o facultativo.
1119
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS – 2008) 
Alzira, estudante, filiou-se facultativamente ao regime 
geral de previdência social, passando a contribuir 
regularmente. Em razão de dificuldades financeiras, 
Alzira deixou de efetuar esse recolhimento por oito 
meses. Nessa situação, Alzira não deixou de ser 
segurada, uma vez que a condição de segurado 
permanece por até doze meses após a cessação das 
contribuições.
1120
Perda da 
Qualidade de Segurado
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 109
1117 1118
1119 1120
281
1121
PERDA DA QUALIDADE DE 
SEGURADO
• A perda da qualidade de segurado importa em 
caducidade dos direitos inerentes a essa 
qualidade. 
• Entretanto, essa perda não prejudica o direito à 
aposentadoria, para cuja concessão tenham 
sido preenchidos todos os requisitos, segundo 
a legislação em vigor à época em que estes 
requisitos foram atendidos.
1122
PERDA DA QUALIDADE DE 
SEGURADO
• Aposentadoria programada e especial: nesses 
casos, cumpridos os requisitos para a 
concessão dos benefícios, em nenhuma 
hipótese será considerada a perda da 
qualidade de segurado 
1123
PERDA DA QUALIDADE DE 
SEGURADO
• Não será concedida pensão por morte aos 
dependentes do segurado que falecer após a 
perda desta qualidade, salvo se preenchidos os 
requisitos para obtenção de aposentadoria.
1124
PERDA DA QUALIDADE DE 
SEGURADO
• O reconhecimento da perda da qualidade de 
segurado ocorrerá no dia seguinte ao do 
vencimento da contribuição do contribuinte 
individual relativa ao mês imediatamente 
posterior ao término daqueles prazos. 
1121 1122
1123 1124
282
1125
PERDA DA QUALIDADE DE 
SEGURADO
• Assim, na prática, ocorre um acréscimo de 1 mês e 15 
dias, conforme veremos no exemplo a seguir:
• Pergunta-se: quando ocorre a perda da qualidade de 
segurado facultativo que parou de contribuir a partir 
do mês de janeiro?
1126
PERDA DA QUALIDADE DE 
SEGURADO
• Primeiramente, vimos que esse segurado tem um 
período de graça de 6 meses. Assim, o mês do 
término do prazo é junho e, consequentemente, o 
mês posterior é julho. O vencimento da contribuição 
do contribuinte individual relativa a esse mês ocorre 
em 15 de agosto, podendo ser prorrogado para o dia 
útil imediatamente posterior, caso não haja 
expediente bancário no dia 15. Portanto, se até o dia 
15 de agosto não houver pagamento de contribuição, 
no dia 16 de agosto ocorrerá a perda da qualidade de 
segurado.
1127
RESTABELECIMENTO DA 
QUALIDADE DE SEGURADO
• Nem o RPS, nem a Lei 8.213/91 trazem qualquer 
referência direta a este tópico (Restabelecimento da 
Qualidade de Segurado). Entretanto, pode estar 
presente em alguns editais, dentre eles, do INSS. 
• Assim, a pessoa que perdeu a qualidade de 
segurado, tem restabelecida quando volta a obter sua 
filiação à previdência social.
• Dessa forma, sugiro revisar o tópico “Filiação”. 
1128
Períodos de Carência
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 110
1125 1126
1127 1128
283
1129
PERÍODO DE CARÊNCIA
• Período de carência é o tempo correspondente ao 
número mínimo de contribuições mensais 
indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao 
benefício, consideradas as competências cujo salário 
de contribuição seja igual ou superior ao seu limite 
mínimo mensal. 
• (Art. 26 do RPS, alterado pelo Decreto 10.410/2020)
1130
PERÍODO DE CARÊNCIA
• Para o segurado especial, considera-se 
período de carência o tempo mínimo de efetivo 
exercício de atividade rural, ainda que de forma 
descontínua, igual ao número de meses 
necessário à concessão do benefício requerido.
1131
PERÍODO DE CARÊNCIA 
• O período de carência varia, a depender do 
beneficio a ser requerido e, no caso do salário-
maternidade, depende ainda do tipo de 
segurado, conforme veremos a seguir.
1132
PERÍODO DE CARÊNCIA 
• 12 contribuições mensais: 
• Auxílio por incapacidade temporária(comum)
• Aposentadoria por incapacidade permanente 
(Comum) 
1129 1130
1131 1132
284
1133
PERÍODO DE CARÊNCIA 
• 180 contribuições mensais: 
• Aposentadoria programada: 
• Aposentadoria por idade do trabalhador rural:
• Aposentadoria especial:
1134
PERÍODO DE CARÊNCIA 
• 10 contribuições mensais:
• Salário-maternidade para:
• • contribuinte individual;
• • segurada especial;
• • facultativa. 
• Em caso de parto antecipado, o período de 
carência será reduzido em número de 
contribuições equivalente ao número de meses 
em que o parto foi antecipado.1135
PERÍODO DE CARÊNCIA 
• 24 contribuições mensais:
• Auxílio-reclusão
1136
Benefícios que independem de 
carência:
• pensão por morte; 
• auxilio-acidente;
• salário-família;
• salário-maternidade da segurada empregada, 
doméstica e trabalhadora avulsa;
1133 1134
1135 1136
285
1137
Benefícios que independem de 
carência:
• auxílio por incapacidade temporária
(acidentário); aposentadoria por incapacidade 
permanente (acidentária)
• nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa 
e de doença profissional ou do trabalho e nos casos 
de segurado que, após filiar-se ao RGPS, seja 
acometido de alguma das doenças ou afecções 
especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da 
Saúde e da Economia, atualizada a cada três anos, 
de acordo com os critérios de estigma, deformação, 
mutilação, deficiência ou outro fator que lhe confira 
especificidade e gravidade que mereçam tratamento 
particularizado.
1138
Os serviços independem de 
carência:
• O art. 151 da Lei nº 8.213/91 traz as doenças que isentam 
os segurados de carência:
• tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, esclerose
múltipla, hepatopatia grave, neoplasia maligna, cegueira,
paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença
de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave,
estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante),
síndrome da deficiência imunológica adquirida (aids) ou
contaminação por radiação, com base em conclusão da
medicina especializada.
1139
Benefícios que independem de 
carência:
• aposentadoria por idade ou por 
incapacidade permanente, auxílio por 
incapacidade temporária, auxílio-reclusão ou 
pensão por morte aos segurados especiais, 
desde que comprovem o exercício de atividade 
rural no período imediatamente anterior ao 
requerimento do benefício, ainda que de forma 
descontínua, igual ao número de meses 
correspondente à carência do benefício 
requerido. (Art. 30, IV, do RPS)
1140
Os serviços independem de 
carência:
• reabilitação profissional;
• serviço social.
1137 1138
1139 1140
286
1141
QUESTÃO
• (CESPE – Defensor Público Federal – DPU -
adaptado) Acerca da carência, dos períodos de graça 
e da condição de segurado, julgue o item a seguir.
• O salário-maternidade pago à segurada empregada, à 
segurada doméstica e à segurada avulsa e o salário-
família prescindem de carência.
•
1142
QUESTÃO
• (CESPE – Auditor Fiscal do Trabalho - atualizada) 
Para a concessão dos benefícios de aposentadoria 
por invalidez e auxílio por incapacidade temporária 
em decorrência de acidente do trabalho, a legislação 
de regência do RGPS dispensa o cumprimento do 
período de carência, dado que se trata de evento não 
programável.
•
1143
QUESTÃO
• (FCC – Auditor – TCM-RJ – atualizada) O período de carência 
visa a garantir o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema. Para 
os segurados que ingressaram no sistema após a vigência da 
Lei nº 8.213/1991, em relação aos benefícios de aposentadoria 
especial, aposentadoria por incapacidade permanente 
acidentária e salário-família, a carência, em número de 
contribuições mensais, será respectivamente de
• a) 180, nenhuma, nenhuma.
• b) 180, 12, nenhuma.
• c) 120, 12, 10.
• d) 120, nenhuma, 10.
• e) 180, 120, 12.
•
1144
Período de Carência
Contagem
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 111
1141 1142
1143 1144
287
1145
CARÊNCIA
• A data inicial para a contagem do período de 
carência depende do tipo de segurado, 
conforme veremos a seguir:
1146
CARÊNCIA
• Empregado, Empregado Doméstico e 
Trabalhador avulso:
• Data de filiação ao Regime Geral de 
Previdência Social. 
1147
CARÊNCIA
• Contribuinte individual; facultativo e segurado 
especial (este, contribuindo como contribuinte 
individual ):
• Da data do efetivo recolhimento da primeira 
contribuição sem atraso, não sendo 
consideradas, para esse fim, as contribuições 
recolhidas com atraso, referentes a 
competências anteriores. 
1148
CARÊNCIA
• Segurado especial:
• O período de carência é contado a partir do 
efetivo exercício da atividade rural, mediante 
comprovação. 
1145 1146
1147 1148
288
1149
CARÊNCIA
• O art. 24 da Lei no 8.213/1991 conceitua: “Período de 
carência é o número mínimo de contribuições 
mensais indispensáveis para que o beneficiário faça 
jus ao benefício, consideradas a partir do transcurso 
do primeiro dia dos meses de suas competências”.
• Assim, a carência começa a contar sempre do 
primeiro dia do mês, independentemente do dia em 
que o segurado iniciou sua atividade. 
• Por exemplo, se um segurado começou a trabalhar no 
dia 1º ou no dia 30, o mês inteiro será contado para 
efeito de carência.
1150
QUESTÃO
• (Técnico – INSS – 2005 – adaptada) Período de carência é o número 
de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça 
jus ao benefício. O dia de início da contagem do período de carência 
é o(a):
• a) primeiro dia do mês do efetivo pagamento ao Regime Geral de 
Previdência Social, para o trabalhador avulso;
• b) primeiro dia do mês de filiação ao Regime Geral da Previdência 
Social, para todos os segurados, obrigatórios ou facultativos;
• c) primeiro dia do mês em que se iniciou a execução de atividade 
remunerada, como segurado empregado, sendo presumida a 
contribuição;
• d) data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, 
para o trabalhador avulso;
• e) data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, 
para todos os segurados, obrigatórios ou facultativos.
1151
Carência:
Presunção de Recolhimento
e
Regra da Metade
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 112
1152
CARÊNCIA
• Presunção de Recolhimento
• Para efeito de carência, considera-se 
presumido o recolhimento das contribuições do 
segurado empregado, do trabalhador avulso e, 
relativamente ao contribuinte individual, a partir 
da competência abril de 2003, as contribuições 
dele descontadas pela empresa.
1149 1150
1151 1152
289
1153
CARÊNCIA
• Presunção de Recolhimento
• Para fins de carência, no caso de segurado 
empregado doméstico, considera-se presumido o 
recolhimento das contribuições dele descontadas pelo 
empregador doméstico, a partir da competência junho 
de 2015. 
• Assim, consequentemente, para o segurado 
empregado doméstico filiado ao RGPS nessa 
condição até 31 de maio de 2015, o período de 
carência será contado a partir da data do efetivo 
recolhimento da primeira contribuição sem atraso.
1154
CARÊNCIA
• PRESUNÇÃO DE RECOLHIMENTO
• Isto significa dizer que, por exemplo, se a empresa 
que possui segurados empregados a seu serviço 
deixar de recolher as contribuições previdenciárias 
descontadas desses segurados, ainda assim eles 
terão seus direitos salvaguardados perante a 
previdência social e, dessa forma, gozarão dos 
benefícios previdenciários, bastando apenas 
comprovar o tempo de serviço. 
1155
Perda da Qualidade de Segurado
• Regra da metade ou 50%
• Na hipótese de perda da qualidade de segurado, 
para fins da concessão dos benefícios de auxílio por 
incapacidade temporária, de aposentadoria por 
incapacidade permanente, de salário-maternidade e 
de auxílio-reclusão, as contribuições anteriores à 
perda somente serão computadas para fins de 
carência depois que o segurado contar, a partir da 
nova filiação ao RGPS, com metade do número de 
contribuições exigidas para o cumprimento do período 
de carência. 
1156
Perda da Qualidade de Segurado
• Regra da metade ou 50%
• Por exemplo, o auxílio por incapacidade
temporária (auxílio-doença) não acidentário tem o
período de carência de 12 contribuições mensais.
• Se aquele que perdeu a qualidade de segurado, e
que já tinha anteriormente 12 contribuições
mensais, voltar à atividade como empregado, este
deverá cumprir, no mínimo, mais 6 contribuições
(1/2 de 12 contribuições) para que aquelas
contribuições anteriores sejam computadas para
efeito de carência do auxílio-doença.
1153 1154
1155 1156
290
1157
CARÊNCIA
• O segurado oriundo de regime próprio de
previdência social poderátrazer seu tempo de
contribuição para o RGPS. Tal tempo será
considerado para todos os efeitos, inclusive de
carência.
1158
QUESTÃO
• (UERR - 2018 - IPERON - RO – Auditor) Augusto contribuiu 
para a previdência por alguns anos e, posteriormente, perdeu a 
qualidade de segurado. Para que essa contribuição anterior 
seja contada para efeito de carência é necessário que, a partir 
da nova filiação, Augusto conte com, no mínimo:
• a) 10 meses de contribuições consecutivas. 
• b) metade do número de contribuições exigidas para a carência 
do benefício requerido. 
• c) 14 meses de contribuições consecutivas ou intercaladas. 
• d) um terço do número de contribuições exigidas para a 
carência do benefício requerido. 
• e) três quartos do número de contribuições exigidas para a 
carência do benefício requerido. 
1159
Salário-de-Benefício
Regras Gerais
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 113
1160
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O valor básico utilizado para cálculo da renda 
mensal dos benefícios de prestação 
continuada, inclusive os regidos por normas 
especiais, exceto:
• o salário-família; 
• a pensão por morte; 
• o salário-maternidade; 
• o auxílio reclusão; e 
• os demais benefícios da legislação especial.
1157 1158
1159 1160
291
1161
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O valor do salário-de-benefício está sujeito a 
limites mínimo e máximo que são, 
respectivamente, o valor do salário-mínimo e o 
limite máximo do salário-de-contribuição.
• Os benefícios salário-família e auxílio-acidente 
poderão ter valores inferiores ao salário-
mínimo.
1162
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• Serão considerados para o cálculo do salário 
de benefício os ganhos habituais do segurado 
empregado, a qualquer título, sob forma de 
moeda corrente ou de utilidades, sobre os 
quais tenha incidido contribuição 
previdenciária, exceto o décimo terceiro salário.
1163
Fonte de Informações
• O INSS utilizará, para fins de cálculo do salário de 
benefício, as informações constantes no Cadastro 
Nacional de Informações Sociais – CNIS sobre as 
remunerações dos segurados. 
• O segurado tem o direito de obter informações, a 
respeito de sua pessoa, que constem nesse cadastro. 
1164
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• A partir de 13 de novembro de 2019, para fins 
de aquisição e manutenção da qualidade de 
segurado, de carência, de tempo de 
contribuição e de cálculo do salário de 
benefício exigidos para o reconhecimento do 
direito aos benefícios do RGPS e para fins de 
contagem recíproca, somente serão 
consideradas as competências cujo salário de 
contribuição seja igual ou superior ao limite 
mínimo mensal do salário de contribuição 
(art. 19-E do RPS).
1161 1162
1163 1164
292
1165
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O salário de benefício consiste na média 
aritmética simples dos salários de contribuição, 
atualizados monetariamente, correspondentes 
a 100% do período contributivo desde a 
competência julho de 1994 ou desde o início 
da contribuição, se posterior àquela 
competência.
1166
Contribuições Valor do salário de contribuição (atualizado)
1 2.500
2 2.000
3 2.000
4 4.000
5 3.500
6 4.500
7 2.500
8 2.500
9 5.000
10 1.500
SOMA = 30.000
1167
Exemplo:
• Para fazer esta média aritmética, basta pegar o 
resultado da soma, neste exemplo R$30.000,00 e 
dividir pelo número de contribuições, neste exemplo 
10. 
• Dessa forma, a média aritmética será de R$3.000,00. 
Esse valor é considerado o salário de benefício, que 
servirá de base de cálculo para a renda mensal de 
benefício. 
1168
QUESTÃO
• (CESPE – Técnico do Seguro Social – INSS –
adaptada) Mário, segurado inscrito na previdência 
social desde 1972, requereu sua aposentadoria por 
tempo de contribuição. Nessa situação, a renda 
inicial da aposentadoria de Mário corresponderá à 
média aritmética simples dos salários de contribuição 
desde 1972.
1165 1166
1167 1168
293
1169
Salário de Benefício 
do
Segurado Especial
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 114
1170
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O salário de benefício do segurado especial 
consiste no valor equivalente ao salário 
mínimo.
1171
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O art. 39 da Lei no 8.213/1991, a seguir, regra os 
benefícios a que os segurados especiais fazem jus:
• Para os segurados especiais, referidos no inciso VII
do art. 11 desta Lei, fica garantida a concessão:
1172
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O art. 39 da Lei no 8.213/1991 (para os segurados 
especiais):
• I – de aposentadoria por idade ou por invalidez, de
auxílio-doença, de auxílio-reclusão ou de pensão, no
valor de 1 (um) salário mínimo, e de auxílio-acidente,
conforme disposto no art. 86, desde que comprove o
exercício de atividade rural, ainda que de forma
descontínua, no período, imediatamente anterior ao
requerimento do benefício, igual ao número de meses
correspondentes à carência do benefício requerido; ou
1169 1170
1171 1172
294
1173
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O art. 39 da Lei no 8.213/1991 (para os segurados 
especiais):
• Parágrafo único. Para a segurada especial fica
garantida a concessão do salário-maternidade no
valor de 1 (um) salário mínimo, desde que comprove
o exercício atividade rural, ainda que de forma
descontínua, nos 12 (doze) meses imediatamente
anteriores ao do início do benefício.
1174
Comprovação atividade rural
• Primeiramente, para comprovar o exercício da 
atividade rural, o segurado especial deverá estar 
inscrito na Previdência Social. 
• Consequentemente, sua atividade rural deve ser 
informada no Cadastro Nacional de Informações 
Sociais - CNIS - mantido pelo Ministério da Economia. 
Sendo que, este Ministério poderá firmar acordo de 
cooperação com o Ministério da Agricultura, Pecuária 
e Abastecimento e com outros órgãos da 
administração pública federal, estadual, distrital e 
municipal para a manutenção e a gestão do sistema 
de cadastro. 
1175
Comprovação atividade rural
• Esse sistema preverá a manutenção e a atualização anual do 
cadastro e conterá as informações necessárias à 
caracterização da condição de segurado especial. Sendo que, 
essa atualização anual deve ser feita até 30 de junho do ano 
subsequente e deve ser feita em no máximo 5 anos contado 
dessa data.
• Porém, passado esse prazo, de até 30 de junho do ano 
subsequente, o segurado especial só poderá computar o 
período de trabalho rural se efetuado em época própria o 
recolhimento sobre a comercialização de sua produção.
1176
Comprovação atividade rural
• Para fins de comprovação do exercício da atividade e da 
condição do segurado especial e do respectivo grupo familiar, 
o INSS utilizará as informações constantes do Cadastro 
Nacional de Informações Sociais - CNIS. Sendo que, a 
comprovação da condição e do exercício da atividade rural do 
segurado especial ocorrerá exclusivamente pelas informações 
constantes nesse cadastro, a partir da data em que o Cadastro 
Nacional de Informações Sociais – CNIS atingir a cobertura 
mínima de cinquenta por cento dos segurados especiais, 
apurada conforme quantitativo da Pesquisa Nacional por 
Amostra de Domicílios Contínua – PNAD. 
1173 1174
1175 1176
295
1177
Comprovação atividade rural
• E para o período anterior, o segurado especial 
comprovará o tempo de exercício da atividade rural 
por meio de autodeclaração ratificada por entidades 
públicas credenciadas e por outros órgãos públicos, 
na forma prevista no Regulamento.
• Além do mais, na hipótese de haver divergência de 
informações, para fins de reconhecimento de direito 
com vistas à concessão de benefício, o INSS poderá 
exigir a apresentação dos documentos referidos no 
art. 106, da Lei 8.213/91.
1178
Comprovação atividade rural
• Lei 8213/91, Art. 106. A comprovação do exercício de 
atividade rural será feita, complementarmente à 
autodeclaração de que trata o § 2º e ao cadastro de 
que trata o § 1º, ambos do art. 38-B desta Lei, por 
meio de, entre outros: 
• I – contrato individual de trabalho ou Carteira de 
Trabalho e Previdência Social;
• II – contrato de arrendamento, parceria ou comodatorural;
• III – (Revogado pela Lei 13.846/2019);
1179
Comprovação atividade rural
• IV – Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de 
Fortalecimento da Agricultura Familiar, de que trata o inciso II 
do caput do art. 2º da Lei nº 12.188, de 11 de janeiro de 2010, 
ou por documento que a substitua; (Redação dada pela Lei 
13.846/2019)
• V – bloco de notas do produtor rural;
• VI – notas fiscais de entrada de mercadorias, de que trata o §
7o do art. 30 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, emitidas 
pela empresa adquirente da produção, com indicação do nome 
do segurado como vendedor;
1180
Comprovação atividade rural
• VII – documentos fiscais relativos a entrega de produção rural 
à cooperativa agrícola, entreposto de pescado ou outros, com 
indicação do segurado como vendedor ou consignante;
• VIII – comprovantes de recolhimento de contribuição à 
Previdência Social decorrentes da comercialização da 
produção;
• IX – cópia da declaração de imposto de renda, com indicação 
de renda proveniente da comercialização de produção rural; ou
• X – licença de ocupação ou permissão outorgada pelo Incra.
1177 1178
1179 1180
296
1181
Salário-de-Benefício
Regras Específicas
(parte 1)
Prof. Eduardo Tanaka
1182
SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO
• O art. 39 da Lei no 8.213/1991 (para os segurados 
especiais):
• Parágrafo único. Para a segurada especial fica
garantida a concessão do salário-maternidade no
valor de 1 (um) salário mínimo, desde que comprove
o exercício atividade rural, ainda que de forma
descontínua, nos 12 (doze) meses imediatamente
anteriores ao do início do benefício.
1183
PERÍODO DE CARÊNCIA
Segurado Especial
• Para o segurado especial, considera-se 
período de carência o tempo mínimo de efetivo 
exercício de atividade rural, ainda que de forma 
descontínua, igual ao número de meses 
necessário à concessão do benefício requerido.
1184
Salário-de-Benefício
• Se, no período básico de cálculo, o segurado 
tiver recebido benefício por incapacidade, 
considerar-se-á como salário de contribuição, 
no período, o salário de benefício que serviu de 
base para o cálculo da renda mensal, 
reajustado nas mesmas épocas e nas mesmas 
bases dos benefícios em geral, não podendo 
ser inferior ao salário mínimo nem superior ao 
limite máximo do salário de contribuição. 
1181 1182
1183 1184
297
1185
Salário-de-Benefício
• Exceto para o salário-família e o auxílio-
acidente, será pago o valor mínimo de 
benefício para as prestações que não 
precisam de carência, quando não houver 
salário de contribuição no período básico de 
cálculo. 
1186
Salário-de-Benefício
• Correção no cálculo.
• Todos os salários de contribuição utilizados no 
cálculo do salário de benefício serão corrigidos, mês 
a mês, de acordo com a variação integral do Índice 
Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, referente 
ao período decorrido a partir da primeira competência 
do salário de contribuição que compõe o período 
básico de cálculo até o mês anterior ao do início do 
benefício, de modo a preservar o seu valor real.
• (Art. 33 do Decreto 3.048/1999.)
1187
Salário-de-Benefício
• Aposentadoria precedida de auxílio-acidente.
• Para fins de apuração do salário de benefício 
de qualquer aposentadoria precedida de 
auxílio-acidente, o valor mensal deste será 
somado ao salário de contribuição antes da 
aplicação da correção referida no parágrafo 
anterior, não podendo o total apurado ser 
superior ao limite máximo do salário de 
contribuição. 
1188
Salário-de-Benefício
• Aposentadoria para aqueles que optarem por permanecer em 
atividade
• Se mais vantajoso, fica assegurado o direito à aposentadoria, 
nas condições legalmente previstas na data do cumprimento 
de todos os requisitos ao segurado que tiver optado por 
permanecer em atividade. 
• Nesse caso, o valor inicial da aposentadoria, apurado 
conforme as regras vigentes na data em que todos os 
requisitos tiverem sido cumpridos, será comparado com o 
valor da aposentadoria calculada na data de entrada do 
requerimento, hipótese em que será mantido o benefício mais 
vantajoso e será considerada como data de início do benefício 
a data de entrada do requerimento. 
1185 1186
1187 1188
298
1189
Salário-de-Benefício
• Aposentadoria para aqueles que optarem por permanecer em 
atividade
• Caso seja mais vantajoso considerar como período 
básico de cálculo os meses de contribuição 
imediatamente anteriores ao mês em que o segurado 
completou o tempo de contribuição, a renda mensal 
inicial será reajustada pelos índices de reajustamento 
aplicados aos benefícios, até a data da entrada do 
requerimento, não sendo devido qualquer pagamento 
relativamente ao período anterior a essa data.
1190
Salário-de-Benefício
Regras Específicas
(parte 2)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 116
1191
Salário-de-Benefício
• Contribuinte individual e facultativo optantes pelo 
recolhimento trimestral 
• Para os segurados contribuinte individual e 
facultativo optantes pelo recolhimento trimestral, que 
tenham solicitado qualquer benefício previdenciário, 
o salário de benefício consistirá na média aritmética 
simples de todos os salários de contribuição 
integrantes da contribuição trimestral, desde que 
efetivamente recolhidos.
1192
Salário-de-Benefício
• Comprovação de regularidade das deduções do contribuinte 
individual
• Na hipótese de o contribuinte individual prestar serviço a outro 
contribuinte individual equiparado à empresa ou a produtor 
rural pessoa física ou a missão diplomática e repartição 
consular de carreira estrangeiras, poderá deduzir, da sua 
contribuição mensal, 45% da contribuição patronal do 
contratante, efetivamente recolhida ou declarada, incidente 
sobre a remuneração que este lhe tenha pagado ou creditado, 
no respectivo mês, limitada a 9% do respectivo salário de 
contribuição. Assim, como estudamos em custeio, na prática, 
esse contribuinte individual recolherá 11% sobre seu salário 
de contribuição.
1189 1190
1191 1192
299
1193
Salário-de-Benefício
• Comprovação de regularidade das deduções do contribuinte 
individual
• Dessa forma, o contribuinte individual deverá comprovar a 
regularidade das deduções; caso contrário, terá glosado o 
valor indevidamente deduzido, devendo complementar as 
contribuições com os acréscimos legais devidos. 
• Sendo assim, enquanto as contribuições não forem 
completadas, o salário de contribuição será computado, para 
efeito de benefício, proporcionalmente à contribuição 
efetivamente recolhida. E caso resulte dessa aplicação da 
proporcionalidade um valor de salário de contribuição abaixo 
do salário mínimo, este não será considerado como tempo de 
contribuição, para fim de concessão do benefício 
previdenciário. 1194
Salário-de-Benefício
• Comprovação de regularidade das deduções do contribuinte 
individual
• Por exemplo, o contribuinte individual tem salário de 
contribuição de R$ 1.800,00 e sua contribuição devida é 
de (20%) R$ 360,00. Como prestou serviços 
exclusivamente a contribuinte individual equiparado à 
empresa ou a produtor rural pessoa física ou a missão 
diplomática e repartição consular de carreira estrangeiras, 
utilizou-se da dedução prevista em lei e recolheu somente 
(11%) R$ 198,00. (continua...)
1195
Salário-de-Benefício
• Comprovação de regularidade das deduções do contribuinte 
individual
• (...continuação) Se por algum motivo a dedução foi 
indevida, o INSS considerará, nesta competência, que o 
valor da base de cálculo utilizada foi de R$ 990,00. Isso 
porque, R$ 198,00 é 20% de R$ 990,00. E, ainda, como 
esse valor é um recolhimento inferior ao limite mínimo, 
essa competência não seria considerada como tempo de 
contribuição, até que ele complete, com o valor devido, 
para que seja considerado como salário de contribuição, 
referente ao valor mínimo.
1196
Salário-de-Benefício
• Segurado oriundo de regime próprio de Previdência 
Social
• No cálculo do salário de benefício serão 
considerados os salários de contribuição vertidospara regime próprio de Previdência Social de 
segurado oriundo desse regime, após a sua filiação 
ao Regime Geral de Previdência Social.
1193 1194
1195 1196
300
1197
Salário-de-Benefício
• Atividades concomitantes
• O salário de benefício do segurado que contribuir em 
razão de atividades concomitantes será calculado 
com base na soma dos salários de contribuição das 
atividades exercidas na data do requerimento ou do 
óbito ou no período básico de cálculo.
• É o caso, por exemplo, de um analista de sistemas 
que trabalhe de dia em um banco e à noite dá aulas 
como professor de informática em uma escola. 
Sendo assim, a regra é simples, basta somar os 
salários de contribuição de cada competência, para 
se calcular o salário de benefício.
•
1198
RENDA MENSAL DO 
BENEFÍCIO
Introdução
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 117
1199
Renda Mensal de Benefício
• Renda Mensal de Benefício refere-se ao valor 
real recebido pelos segurados em virtude dos 
benefícios. 
1200
Renda Mensal de 
Benefício
• A renda mensal do benefício de prestação 
continuada que substituir o salário-de-
contribuição ou o rendimento do trabalho do 
segurado está sujeita aos seguintes limites:
• Limite mínimo = Salário Mínimo
• Limite máximo = Limite máximo do salário-de-
contribuição. 
1197 1198
1199 1200
301
1201
Renda Mensal de 
Benefício
• O auxílio-acidente e o salário-família não são
substitutos de rendimento do trabalho do
segurado, podendo, portanto, ser inferiores ao
salário mínimo.
1202
Renda Mensal de 
Benefício
• O valor da aposentadoria por incapacidade
permanente que necessitar da assistência
permanente de outra pessoa será acrescido de
25%, podendo superar o limite máximo do
salário-de-contribuição.
1203
Renda Mensal de 
Benefício
• O valor do salário-maternidade da segurada
empregada/avulsa não obedece ao limite
máximo do salário-de-contribuição. Entretanto,
o art. 248 da nossa Carta Magna impõe que os
benefícios pagos, a qualquer título, pelo órgão
responsável pelo Regime Geral de Previdência
Social, ainda que à conta do Tesouro Nacional,
e os não-sujeitos ao limite máximo de valor
fixado para os benefícios concedidos por esse
regime observarão os limites fixados no art. 37,
XI (subsídio mensal, em espécie, dos Ministros
do STF).
1204
Renda Mensal de 
Benefício
• Os benefícios por totalização, concedidos com
base em acordos internacionais da previdência
social, podem ter valor inferior ao do salário
mínimo.
1201 1202
1203 1204
302
1205
Renda Mensal de Benefício
• Lei 8213/91, Art. 34. No cálculo do valor da
Renda Mensal de Benefício serão computados:
• I – para o segurado empregado, o
empregado doméstico e o trabalhador avulso,
os salários de contribuição referentes aos
meses de contribuições devidas, ainda que não
recolhidas pela empresa ou pelo empregador
doméstico, sem prejuízo da respectiva
cobrança e da aplicação das penalidades
cabíveis; (presunção de desconto).
1206
Renda Mensal de Benefício
• Ao segurado empregado, inclusive o doméstico, e ao
trabalhador avulso que tenham cumprido todas as
condições para a concessão do benefício pleiteado,
mas não possam comprovar o valor de seus salários
de contribuição no período básico de cálculo, será
concedido o benefício de valor mínimo, devendo essa
renda ser recalculada quando da apresentação de
prova dos salários de contribuição.
1207
Renda Mensal de Benefício
• Nesse caso, a renda mensal inicial recalculada
deve ser reajustada como a dos benefícios
correspondentes com igual data de início e
substituirá, a partir da data do requerimento de
revisão do valor do benefício, a renda mensal
que prevalecia até então.
1208
Renda Mensal de Benefício
• Lei 8213/91, Art. 34. No cálculo do valor da
Renda Mensal de Benefício serão computados:
• II – para o segurado empregado, inclusive o
doméstico, o trabalhador avulso e o segurado
especial, o valor mensal do auxílio-acidente,
considerado como salário de contribuição para fins de
concessão de qualquer aposentadoria;
1205 1206
1207 1208
303
1209
Renda Mensal de Benefício
• Para o segurado especial que não contribui 
facultativamente, soma-se ao valor da aposentadoria 
a renda mensal do auxílio-acidente vigente na data de 
início da referida aposentadoria, não sendo, neste 
caso, aplicada a limitação de um salário mínimo.
1210
Renda Mensal de Benefício
• Lei 8213/91, Art. 34. No cálculo do valor da
Renda Mensal de Benefício serão computados:
•
• III – para os demais segurados, os salários de 
contribuição referentes aos meses de contribuições 
efetivamente recolhidas.
1211
Renda Mensal de Benefício
• A renda mensal inicial da aposentadoria por 
incapacidade permanente concedida por 
transformação de auxílio-doença será de 100% do 
salário de benefício que serviu de base para o cálculo 
da renda mensal inicial do auxílio-doença, reajustado 
pelos mesmos índices de correção dos benefícios em 
geral.
1212
Renda Mensal do Benefício
Percentuais
(parte 1)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 118
1209 1210
1211 1212
304
1213
CÁLCULO DA RENDA MENSAL DO 
BENEFÍCIO
• Auxílio por incapacidade temporária:
• 91% do salário-de-benefício
• O auxílio por incapacidade temporária não 
poderá exceder a média aritmética simples dos 
últimos 12 salários de contribuição, inclusive 
em caso de remuneração variável, ou, se não 
alcançado o número de 12, a média aritmética 
simples dos salários de contribuição 
existentes. 1214
CÁLCULO DA RENDA MENSAL DO 
BENEFÍCIO
• Auxílio por incapacidade temporária:
• 91% do salário-de-benefício
• Após a cessação do auxílio por incapacidade temporária 
decorrente de acidente de qualquer natureza ou causa, 
independentemente de o segurado ter retornado ou não 
ao trabalho, se houver agravamento ou sequela que 
resulte na reabertura do benefício, a renda mensal será 
igual a 91% do valor do salário de benefício do auxílio por 
incapacidade temporária cessado, corrigido até o mês 
anterior ao da reabertura do benefício pelos mesmos 
índices de correção empregados no cálculo dos 
benefícios em geral. 
1215
CÁLCULO DA RENDA 
MENSAL DO BENEFÍCIO
• Aposentadoria por incapacidade 
permanente (acidentária): 
• 100% do salário-de-benefício
1216
CÁLCULO DA RENDA MENSAL DO 
BENEFÍCIO
• Aposentadoria programada e 
• Aposentadoria por incapacidade permanente 
(não acidentária): 
• 60% do salário de benefício, mais 2% para cada ano 
de contribuição que exceder o tempo de 20 anos de 
contribuição, se homem, e 15 anos de contribuição, 
se mulher.
1213 1214
1215 1216
305
1217
CÁLCULO DA RENDA MENSAL DO 
BENEFÍCIO
• Aposentadoria especial: 
• 60% do salário de benefício, mais 2% para cada 
ano de contribuição que exceder o tempo de 20 
anos de contribuição, se homem, e 15 anos de 
contribuição, se mulher ou segurado com direito a 
aposentadoria especial aos 15 anos de 
contribuição.
1218
QUESTÃO
• (FCC – Analista Judiciário – TRT 2ª Região – adaptado) A 
renda mensal inicial do auxílio por incapacidade temporária, no 
regime geral, consistirá num percentual, aplicado sobre o 
salário de benefício do segurado, correspondente a
• a) 80%.
• b) 50%.
• c) 100%, menos o valor da alíquota cabível de contribuição 
previdenciária.
• d) 91%.
• e) 60% do salário de benefício, mais 2% para cada ano de 
contribuição que exceder o tempo de 20 anos de contribuição.
1219
Renda Mensal de Benefício
Percentuais
(parte 2)
Prof. Eduardo Tanaka
Aula 119
1220
CÁLCULO DA RENDA MENSAL DO 
BENEFÍCIO
• Aposentadoria por idade do trabalhador 
rural: 
• 70% do salário de benefício, com 
acréscimo de 1% para cada ano de 
contribuição
1217 1218
1219 1220
306
1221
CÁLCULO DA RENDA MENSAL DO 
BENEFÍCIO
• Auxílio-acidente: 
• 50% do salário-de-benefício que deu 
origem ao auxílio por incapacidade 
temporária do segurado, corrigido até o 
mês anterior ao do início do auxílio-
acidente e será devido até a véspera de 
início de qualquer aposentadoria ou até a 
data do óbito do segurado.
1222
CÁLCULO DA RENDA 
MENSAL DO BENEFÍCIO
• Pensão

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