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FACULDADE ICESP GUARÁ Maria Eduarda Barros Pinto RESENHA CRÍTICA Nosso Futuro Comum Brasília - DF 2021 SUMÁRIO 1. SOBRE A ORIGEM DA OBRA ............................................................................. 3 2. RESUMO DA OBRA ................................................................................................ 3 3. ANÁLISE CRÍTICA ................................................................................................. 4 1. SOBRE A ORIGEM DA OBRA: Tendo sua apresentação em 1987, criado pela Assembleia Geral da ONU e também conhecido como Relatório Brundtland. Coordenado pela primeira-ministra Gro Harlem Brundtland ( por isso, também damos o nome “Relatorio Brundtland”). 2. RESUMO DA OBRA: A busca da sociedade mais sustentável: O conceito de sustentabilidade é aquele que atende as necessidades do agora sem afetar as gerações futuras. Contendo dois conceitos principais: a necessidade e a noção de limitação. Esse desenvolvimento vem sem junto com a economia de forma progressiva. Satisfazendo as necessidades da humanidade é o principal objetivo desse desenvolvimento. Em países que estão em processo de desenvolvimento, mantimentos básicos não são atendidos para boa parte das pessoas, logo, falar de sustentabilidade é um grande desafio. Com isso, concluímos que para acontecer um avanço sustentável de alguma forma precisamos atender primeiramente necessidades básicas e dar uma vida melhor para as pessoas. A sustentabilidade e a economia devem crescer de forma progressiva. Onde isso acontece, ele é compatível com o crescimento econômico, desde que reflita o crescimento da sustentabilidade e não da exploração. 4. ANÁLISE CRÍTICA: Como dito anteriormente, é de extrema dificuldade quando relacionamos países menos desenvolvidos ao futuro sustentável. No Brasil a narrativa não é bem diferente. Mesmo com isso, é de extrema importância os que podem fazer pelo menos um pouco. Além disso, a conscientização em escolas é muito importante. Agora em países desenvolvidos sinto uma preocupação maior, o motivo é justamente por esses países serem os maiores responsáveis por explorações no mundo a fora sem o mínimo de cuidado. Por isso me pergunto se estamos fazendo o que o documento tanto clama. E a resposta para a minha pergunta é claramente não. Infelizmente o rumo das coisas é muito preocupante e assustador. Prova disso é que no dia 27 de julho saiu uma das matérias mais preocupantes que vi nesse ano, a reportagem em questão dizia que os recursos naturais previstos para o ano de 2021 já foram esgotados. Sendo assim, definitivamente não estamos fazendo a tarefa principal do documento que é atender nossas necessidades sem atrapalhar as gerações futuras. Com isso, ou começamos o mais rápido possível agir com responsabilidade perante o planeta e a sustentabilidade ou o que nos resta é aproveitar o pouco tempo que teremos com a vida humana. De certo, é um texto pessimista, porém não tem como não falar dessas problemáticas nesse assunto. Desde o documento estamos falando dessa pauta, mas hora fazemos pequenos projetos de sustentabilidade e hora massacramos o meio ambiente sem equilíbrio algum. Além disso quando falamos dos países em desenvolvimento e da sua dificuldade dentro da pauta, contamos que a economia cresça para atender necessidades básicas para assim podermos falar de sustentabilidade de forma justa. Todavia o pobre vem ficando mais pobre e com menos do básico. Mais uma prova da nossa falha continua com o documento. Não fico incrédula com o nosso potencial de reverter as coisas, nós temos forças e queremos que isso aconteça. O grande problema é se os países grandes estão querendo que isso realmente funcione de forma transparente sem se importar com sua própria economia ou eles vão continuar com o mesmo teatro de sustentabilidade liberal que vai se resolver apenas tirando canudos do povo. Porque, sabemos que isso não vai ser o suficiente. 1 1 1