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Teorias do Currículo

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(Ano: 2021 Banca: Alternative Concursos Órgão: Prefeitura de Esperança do Sul - RS Provas: Alternative Concursos - 2021 - Prefeitura de Esperança do Sul - RS - Professor de Ciências) A obra Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo, de Tomaz Tadeu da Silva, tem como perspectiva a construção de uma análise acerca das teorias do currículo, abordando diferentes aspectos que envolvem os conceitos tradicionais, críticos e pós-críticos.
Segundo Tomaz Tadeu, são características das teorias pós-críticas do currículo:
I. Identidade, alteridade e diferença
II. Subjetividade
III. Significação e discurso
IV. Poder hegemônico
V. Representação
VI. Cultura
VII. Gênero, raça, etnia e sexualidade
VIII. Monoculturalismo
I e VIII estão incorretas.
VII está incorreta.
IV e VIII estão incorretas.
V está incorreta.
II e V estão incorretas.

Uma teoria crítica de currículo identifica-o enquanto espaço de poder, com o conhecimento imbricado das relações sociais de poder. São características dessa perspectiva em que o currículo seleciona o conhecimento.
Isso é explícito nos itens abaixo:
I - O currículo envolve relações de poder centradas na raça, gênero, sexualidade.
II - O currículo é um aparelho ideológico do Estado capitalista.
III - O currículo reproduz as estruturas sociais.
IV - O currículo reproduz a ideologia dominante.
V - O currículo é uma construção social.
I, III, IV e V.
II, III, IV e V.
I, II, III e IV.
I, II, IV e V.
III, IV e V.

(Prefeitura de Vertentes / 2019) De acordo com Silva (2013), os primeiros estudos e pesquisas acerca do currículo escolar surgiram provavelmente nos anos vinte (EUA), durante o processo de industrialização e massificação da escolarização.
Nesse contexto, o currículo foi contemplado enquanto
Um espaço de luta política e controle das atividades intelectuais da população.
Um processo de racionalização de resultados educacionais, criteriosamente especificados e medidos, assim como no modelo de uma fábrica.
Um campo de disputas e perspectivas multiculturais, voltado para atender às camadas menos favorecidas.
Um meio para humanizar os sujeitos promovendo a formação integral.
Um instrumento de luta pela democratização e qualidade da educação básica, pautado numa perspectiva crítica.

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(Ano: 2021 Banca: Alternative Concursos Órgão: Prefeitura de Esperança do Sul - RS Provas: Alternative Concursos - 2021 - Prefeitura de Esperança do Sul - RS - Professor de Ciências) A obra Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo, de Tomaz Tadeu da Silva, tem como perspectiva a construção de uma análise acerca das teorias do currículo, abordando diferentes aspectos que envolvem os conceitos tradicionais, críticos e pós-críticos.
Segundo Tomaz Tadeu, são características das teorias pós-críticas do currículo:
I. Identidade, alteridade e diferença
II. Subjetividade
III. Significação e discurso
IV. Poder hegemônico
V. Representação
VI. Cultura
VII. Gênero, raça, etnia e sexualidade
VIII. Monoculturalismo
I e VIII estão incorretas.
VII está incorreta.
IV e VIII estão incorretas.
V está incorreta.
II e V estão incorretas.

Uma teoria crítica de currículo identifica-o enquanto espaço de poder, com o conhecimento imbricado das relações sociais de poder. São características dessa perspectiva em que o currículo seleciona o conhecimento.
Isso é explícito nos itens abaixo:
I - O currículo envolve relações de poder centradas na raça, gênero, sexualidade.
II - O currículo é um aparelho ideológico do Estado capitalista.
III - O currículo reproduz as estruturas sociais.
IV - O currículo reproduz a ideologia dominante.
V - O currículo é uma construção social.
I, III, IV e V.
II, III, IV e V.
I, II, III e IV.
I, II, IV e V.
III, IV e V.

(Prefeitura de Vertentes / 2019) De acordo com Silva (2013), os primeiros estudos e pesquisas acerca do currículo escolar surgiram provavelmente nos anos vinte (EUA), durante o processo de industrialização e massificação da escolarização.
Nesse contexto, o currículo foi contemplado enquanto
Um espaço de luta política e controle das atividades intelectuais da população.
Um processo de racionalização de resultados educacionais, criteriosamente especificados e medidos, assim como no modelo de uma fábrica.
Um campo de disputas e perspectivas multiculturais, voltado para atender às camadas menos favorecidas.
Um meio para humanizar os sujeitos promovendo a formação integral.
Um instrumento de luta pela democratização e qualidade da educação básica, pautado numa perspectiva crítica.

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Disc.: CURRÍCULO ESCOLAR   
	Aluno(a): JOSIANE DA SILVA
	202002355077
	Acertos: 10,0 de 10,0
	31/03/2022
		1a
          Questão
	Acerto: 1,0  / 1,0
	
	A abordagem pós-estrutural se difere de visões tradicionais ou críticas ao não trabalhar com a defesa de que determinado conhecimento tem um significado específico e, portanto, deve ser ensinado ou excluído na escola. Ao contrário, pode nos ajudar a compreender as relações de poder que levam a que conteúdo definidos por um documento curricular, por exemplo, sejam ressignificados de formas distintas em diferentes contextos, sendo relacionados a outros temas, questionamentos ou discussões imprevistas. Podemos exemplificar como visões pós-estruturais:
		
	
	Sexualidade.
	
	Políticas públicas.
	 
	Queer.
	
	Currículo.
	
	História da África.
	Respondido em 31/03/2022 19:20:05
	
	Explicação:
A resposta correta é: Queer.
	
		2a
          Questão
	Acerto: 1,0  / 1,0
	
	(FGV 2017 - Analista Técnico - Área Pedagogia - Ministério Público da Bahia - BA) Para Lopes e Macedo (2011), o currículo é uma prática discursiva. Isso quer dizer que ele se constitui em uma prática de significação, portanto é uma prática de poder. Por meio de tais práticas a realidade é construída, sujeitos e comportamentos são orientados, identidade são produzidas. (LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Teorias de Currículo. São Paulo: Cortez, 2011).
A partir da visão pós-estruturalista das práticas curriculares de poder e significação, podemos afirmar que o currículo:
		
	
	Possui independência das decisões políticas, na medida em que é construído no interior das escolas.
	
	Se constrói na dialética, a partir de imposições e resistências, tendo como atores principais os alunos.
	
	Oculto é a parte intangível do currículo, na medida em que não está colocada nos textos e não é partilhada por todos.
	
	É um recorte implacável, em que há um processo avassalador de imposições por meio do arbitrário cultural dominante.
	 
	Torna inócuas distinções como currículo formal, oculto, vivido, na medida em que tudo isso é parte inalienável das práticas curriculares.
	Respondido em 03/04/2022 16:19:34
	
	Explicação:
A resposta correta é: torna inócuas distinções como currículo formal, oculto, vivido, na medida em que tudo isso é parte inalienável das práticas curriculares.
	
		3a
          Questão
	Acerto: 1,0  / 1,0
	
	(Ano: 2021 Banca: Alternative Concursos Órgão: Prefeitura de Esperança do Sul - RS Provas: Alternative Concursos - 2021 - Prefeitura de Esperança do Sul - RS - Professor de Ciências)  A obra Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo, de Tomaz Tadeu da Silva, tem como perspectiva a construção de uma análise acerca das teorias do currículo, abordando diferentes aspectos que envolvem os conceitos tradicionais, críticos e pós-críticos. Segundo Tomaz Tadeu, são características das teorias pós-críticas do currículo:
I. Identidade, alteridade e diferença
II. Subjetividade
III. Significação e discurso
IV. Poder hegemônico
V. Representação
VI. Cultura
VII. Gênero, raça, etnia e sexualidade
VIII. Monoculturalismo
		
	
	II e V estão incorretas.
	
	V está incorreta.
	 
	IV e VIII estão incorretas.
	
	I e VIII estão incorretas.
	
	VII está incorreta.
	Respondido em 03/04/2022 16:20:43
	
	Explicação:
A resposta correta é: IV e VIII estão incorretas.
	
		4a
          Questão
	Acerto: 1,0  / 1,0
	
	Uma teoria crítica de currículo identifica-o enquanto espaço de poder, com o conhecimento imbricado das relações sociais de poder. São características dessa perspectiva em que o currículo seleciona o conhecimento. Isso é explícito nos itens abaixo:
I - O currículo envolve relações de poder centradas na raça, gênero, sexualidade.
II - O currículo é um aparelho ideológico do Estado capitalista.
III - O currículo reproduz as estruturas sociais.
IV - O currículo reproduz a ideologia dominante.
V - O currículo é uma construção social.
 
Estão corretas:
		
	
	I, III, IV e V.
	
	II, III, IV e V.
	 
	I, II, III e IV.
	
	I, II, IV e V.
	
	III, IV e V.
	Respondido em 03/04/2022 16:21:50
	
	Explicação:
Gabarito: I, II, III e IV.
Justificativa: Essa é a perspectiva do currículo hegemônico, de viés eurocêntrico e que o papel é levar uma verdade aos alunos. A única que tentar relativizar, a V acaba fazendo que as alternativas que constem sobre esse processo de construção não estejam corretas.
	
		5a
          Questão
	Acerto: 1,0  / 1,0
	
	(Prefeitura de Vertentes / 2019) De acordo com Silva (2013), os primeiros estudos e pesquisas acerca do currículo escolar surgiram provavelmente nos anos vinte (EUA), durante o processo de industrialização e massificação da escolarização. Nesse contexto, o currículo foi contemplado enquanto
		
	
	Um instrumento de luta pela democratização e qualidade da educação básica, pautado numa perspectiva crítica.
	 
	Um processo de racionalização de resultados educacionais, criteriosamente especificados e medidos, assim como no modelo de uma fábrica.
	
	Um meio para humanizar os sujeitos promovendo a formação integral.
	
	Um espaço de luta política e controle das atividades intelectuais da população.
	
	Um campo de disputas e perspectivas multiculturais, voltado para atender às camadas menos favorecidas.
	Respondido em 03/04/2022 16:22:40
	
	Explicação:
Gabarito: Um processo de racionalização de resultados educacionais, criteriosamente especificados e medidos, assim como no modelo de uma fábrica.
Justificativa: Essa é a perspectiva do currículo hegemônico, tradicional de viés eurocêntrico. Assim como uma fábrica gera um produto controlável, a educação também deveria fazê-lo. Essa visão dialoga com a cultura do momento, contexto esse que deve ser lembrado pelo aluno como chave, como pista. As demais alternativas trabalham com olhares críticos que só despontam a partir da década de 1960.

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