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MANUAL PRÁTICO 
Clinica integrada 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Sumário: 
Anestesiologia ........................................................................................................................ 3 
Cálculo anestésico: ......................................................................................... 3 
Técnicas Anestésicas Maxilares ..................................................................... 3 
Técnicas Anestésicas Mandibulares ............................................................... 7 
CIRURGIA ORAL MENOR ...................................................................................................... 11 
Classificação das técnicas ............................................................................ 11 
Tempos cirúrgicos ......................................................................................... 13 
Planejamento cirurgico .................................................................................. 14 
Dentistica .............................................................................................................................. 17 
Passo a passo restauração: .......................................................................... 17 
Capeamento indireto: .................................................................................... 18 
Capeamento direto: ....................................................................................... 18 
Periodontia .......................................................................................................................... 20 
Curetas para raspagem: ................................................................................ 20 
Sextantes ...................................................................................................... 21 
Periograma .................................................................................................... 21 
Radiologia ........................................................................................................................... 22 
Técnica da Bissetriz ...................................................................................... 22 
Tomadas radiográficas .................................................................................. 23 
Endodontia .......................................................................................................................... 24 
Ponto de eleição:........................................................................................... 24 
Odontometria: ............................................................................................... 24 
Tipos de movimentos da lima: ....................................................................... 25 
Medicação intra-canal: .................................................................................. 26 
Diagnostico: .................................................................................................. 26 
Protocolo clinico: ........................................................................................... 27 
 
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Anestesiologia 
Cálculo anestésico: 
 EX: 
 
Técnicas Anestésicas Maxilares 
Anestesia terminal infiltrativa supraperiostal 
Indicação: Para anestesia de qualquer dente maxilar; 
Ponto de Punção: Fundo de saco adjacente ao elemento; 
Região Anestesiada: Mucosa vestibular e elemento em questão; 
Como realizar: Penetrar a agulha até que sua ponta esteja próxima ao ápice 
do elemento, próximo ao periósteo, porém sem tocá-lo; Inserção da agulha 
próxima o longo eixo do dente, bisel voltado para o osso, depositar a 
solução anestésica próximo ao ápice do elemento; 
Quantidade de anestésico: ½ a ¾ do tubete; 
 
 
 
 
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Anestesia terminal infiltrativa subperiosta 
Indicação: Para anestesia de qualquer dente maxilar; muito utilizada para 
anestesiar raiz palatina de molares maxilares; 
Ponto de punção: Fundo desaco adjacente ao elemento; 
Região anestesiada: Mucosa vestibular e elemento em questão; 
Como realizar: Penetrar a agulha até que sua ponta esteja próxima ao ápice do 
elemento, sob o periósteo. Inserção da agulha próxima o longo eixo do dente, 
inclinar a seringa carpule em 45° para a vestibular, bisel voltado para o osso, 
depositar a solução junto ao ápice do elemento. 
Quantidade de anestésico: ¼ a ½ tubete; 
 
Bloqueio regional do nervo alveolar superior posterior 
Ponto de punção: Fundo de saco entre 1° e 2° molar; 
Nervo anestesiado: Alveolar posterior superior; 
Dentes anestesiados: 1°, 2° e 3° molares superiores; Frequentemente a raiz 
mesio-vestibular não é anestesiada; 
Como realizar: Inserção da agulha longa em 45° ao longo do eixo do dente 
para, para trás e para dentro, bisel voltado para o osso. Inserir cerca de ¾ da 
agulha; 
Quantidade de anestésico: cerca de 1 tubete. 
 
 
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Bloqueio regional do nervo alveolar superior anterior 
Ponto de punção: Fundo de saco entre o 1° e o 2° pré molar maxilar; 
Nervos anestesiados: Alveolar superior anterior e médio; 
Dentes anestesiados: Incisivos, caninos, e pré-molares do lado abordado; 
Como realizar: Inserção da agulha ao longo eixo dos dentes, cerca de 16mm, 
bisel voltado para o forame infraorbitário – uso de agulha longa; Hemostasia 
deficiente; risco de anestesia dos nervos motores do olho; 
Quantidade de anestésico: ¾ a 1 tubete. 
 
 
 
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Bloqueio regional do nervo nasopalatino 
Indicação: Em abordagens da região palatina anterior maxilar; 
Ponto de punção: Papila incisiva; 
Nervo anestesiado: Nervos nasopalatinos; 
Região anestesiada: Mucosa palatina da região anterior; 
Como realizar: Inserção da agulha paralela ao longo eixo dos incisivos 
centrais, penetração cerca de 4mm, bisel voltado para o forame; Depositar a 
solução anestésica na entrada do forame; 
Quantidade de anestésico: ¼ do tubete; 
 
 
 
Bloqueio regional do nervo palatino maior 
Indicação: Região posterior de maxila; 
Ponto de punção: 1cm acima do último molar erupcionado, 
mesialmente ao forame palatino maior; 
Nervos anestesiados: Palatino maior e menor; 
Como realizar: Inserção da agulha em 90° ao longo eixo do dente, cerca de 
1mm, bisel voltado para o forame. 
 
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Quantidade de anestésico: ¼ do tubete. 
 
 
Técnicas Anestésicas Mandibulares 
Bloqueio regional dos nervos alveolar inferior, bucal e lingual 
Técnica direta: 
Ponto de punção: Depressão entre alinha oblíqua externa e ligamento 
pterigomandibular 1cm acima do plano oclusal; 
Nervos anestesiados: Alveolar inferior; 
Região anestesiada: Dentes da hemiarcada abordada, muscosa vestibular e 
lingual; 
Como fazer: Inserir agulha longa, com gentileza, até tocar o osso. Recuar 
1mm e depositar a solução anestésica, 
MODIFICAÇÃO DA TECNICA: 
Retroceder a agulha até 1mm ainda dentro dos tecidos, injetar cerca de ¼ 
do tubete, isso visa a anestesia do nervo lingual; 
Quantidade anestésica: de ½ a ¾ do tubete;@blogdeodontoo 
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Técnica indireta: 
Possui 3 tempos sendo o 3° igual a técnica direta; 
Ponto de punção: Depressão entre alinha oblíqua externa e ligamento 
pterigomandibular 1cm acima do plano oclusal; 
Nervos anestesiados: Alveolar inferior, bucal e lingual; 
Região anestesiada: Dentes da hemiarcada abordada, muscosa 
vestibular e lingual, língua, assoalho de boca, comissura labial, podendo se 
estender até o lábio inferior e mucosa jugal; 
Quantidade anestésica: ¼ de tubete do 1° tempo, ¼ no 2° tempo e ½ no 3°; 
PASSO A PASSO: 
1) A agulha penetra inicialmente 5mm atingindo o nervo bucal onde 
depositamos o anestésico. 
 
2) Após introduzimos mais 5 mm (10mm no total) injetamos anestésico, 
bloqueando o nervo lingual. 
 
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3) Retiramos a agulha de modo a deixar apenas a ponta nointerior dos 
tecidos; giramos o conjunto até a área de pré molares; reintroduzimos até tocar 
o osso e recuamos 1 mm e depositamos o anestésico. 
 
Bloqueio do nervo mentoniano; 
Indicação: Intervenções de 1° prémolar e incisivos centrais. 
Ponto de punção: Fundo de saco entre pré-molares; 
Nervos anestesiados: Mentoniano e incisivo; 
Região anestesiada: Dentes entre 1° pré-molar e incisivo, muscosa 
vestibular e lingual; 
Como fazer: Inserção da agulhar paralela ao longo eixo do dente, entre 
pré-molares, bisel voltado para o osso; 
Quantidade anestésica: 1/4 do tubete; 
 
 
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Infiltrativa intra pulpar 
Indicação: Para endodontia (biopulpotomias e biopulpectomias). 
Técnica: Introduz a ponta da agulha dentro da polpa dentária exposta, se 
possível penetrar dentro do canal radicular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CIRURGIA ORAL MENOR 
Classificação das técnicas 
Técnica primeira: Fórceps. 
 
 
 
 
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Técnica segunda: Alavancas. 
Objetivos do uso do fórceps: Expansão do alvéolo ósseo com o uso das pontas 
ativas em forma de cunha e dos movimentos do próprio dente com o fórceps; 
 
 
 
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Técnica terceira: Osteotomia e/ou odontosecção 
Osteotomia: desgaste ósseo. 
Ostectomia: remoção de fragmento ósseo. 
 
 
Tempos cirúrgicos 
Diérese: 
Incisão: Corte do tecido. 
Requisitos básicos de uma incisão: Traço único em 45° (Distal para mesial – 
Apical para cervical). 
Apoio em tecido ósseo sadio. 
Amplitude, possibilitando visibilidade ao campo operatório e menor trauma 
tecidual no afastamento. 
Divulsão: 
Separação sem corte. 
Afastamento: 
·Os afastadores devem sempre estar apoiados em osso. 
·O retalho não deve estar tencionado e/ou isquêmico. 
·Quanto menor o trauma aos tecidos gengivais melhor é a reparação tecidual. 
 
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Exérese: 
Acessar o dente. 
·Remoção do dente, através de fórceps ou alavancas. 
 
Hemostasia: 
·A hemostasia é o mecanismo defensivo cuja finalidade consiste em obstruir 
voluntariamente as lesões vasculares para evitar a perda de sangue. 
Síntese: 
·Sutura da cavidade. 
 
Planejamento cirurgico 
Como deve ser feito? 
EXEMPLO: 
PLANEJAMENTO CIRÚRGICO EXODONTIA DO ELEMENTO 45. 
Nome: Prontuário: Gênero: Idade: 
Cirurgia agendada para o dia 05/05/2021. 
 
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Anestesia: 
-Técnica Infiltrativa da mucosa superficial; 
- Técnica de bloqueio do nervo mentual. 
- Técnica Infiltrativa submucosa da região cribiforme; 
-Técnica de bloqueio do nervo lingual 45, 43. 
-Isquêmica: 
 Sal anestésico: Mepivacaína 2% com Epinefrina 1:100.000 
 Nervos anestesiados: Nervo Mentoniano, Nervo Lingual, 
 Nervo Bucal, Nervo Incisivo, Nervo bucal, Ramificações 
 dos nervos da cadeia supra-hioidea. 
Conduta cirúrgica: 
- Assepsia do box, proteção do equipo e da cadeira odontológica com campo 
cirúrgico, montagem da mesa cirúrgica. 
- Receituários de medicamentos e orientações pós-operatórios devidamente 
prescritos para posterior entrega ao paciente, acompanhado de esclarecimento 
verbal. 
- Aferição dos sinais vitais. - Antissepsia extra e intra oral (clorexidina gel e 
solução). 
- Preparo do paciente. 
- Anestesia da região dos elementos. 
- Descolamento do periósteo do tecido ósseo com Descolador de Molt ou 
sindesmótomo. 
- Afastar bochecha e periósteo com afastador Minnesota. 
Hemostasia: compressão com gazes o Luxação: 
- Realizar a ténica escolhida: 1, 2 ou3. 
- Preparo da cavidade: Irrigação com soro fisiológico e alisar o tecido ósseo 
remanescente com alveolótomo. 
- Deixa coagulo sanguíneo. 
- Sutura com fio nylon 5-0 já com agulha. 
 
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- Nó cirúrgico 2:1 com sutura simples 
Medicamentos de escolha: 
Pré-operatórios: Benzodiazepínico: Diazepam 5mg – 1 hora 
 antes da consulta 
 Anti-inflamatório Esteroidal: Decadron 
 (dexametasona) 8mg, 1 hora antes da consulta. 
 Antibiótico: Amoxicilina 1 grama- 1 hora antes 
 procedimento. 
Pós-operatórios: Analgésico: Dipirona 500mg. Paciente deve 
 tomar 1 comprimido até 3x ao dia em caso de dor. 
 Anti-inflamatório: Ibuprofeno 600mg. Paciente 
 deve tomar 1 comprimido, 2x ao dia, por um 
 período de 3 dias. 
 Antibiótico: Amoxicilina 500mg. Paciente deve 
 tomar 1 comprimido 12/12 horas por 5 dias. 
RECOMENDAÇÕES PÓS-CIRÚRGICAS 
 1. Repouso. Manter a cabeça mais elevada ao deitar-se, utilizando um 
travesseiro alto. Não pratique atividade física por 15 dias. 
2. Aplique SOMENTE NAS PRIMEIRAS 24 h APÓS A CIRURGIA bolsa de gelo 
na face. Recomenda-se proteger a pele com vaselina ou cremes hidratantes, 
antes da aplicação da bolsa de gelo, para evitar queimaduras. O objetivo é 
manter a área RESFRIADA. Intercale o seu uso. 
3. Aconselha-se não cuspir ou fazer bochechos vigorosos; isso estimula o 
sangramento nas primeiras horas após a cirurgia. 
 
 
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Dentistica 
 
Passo a passo restauração: 
 
1- Anestesia 
2- Seleção de cor 
3- Isolamento absoluto 
4- Remoção do tecido cariado 
5- Lavagem e secagem da cavidade 
6- Ataque ácido durante 15seg dentina/ 30seg esmalte 
7- Lavagem 
8- Secagem com papel absorvente 
 
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9- 1º camada de adesivo 
10- Fotopolimerização por 20seg 
11- 2º camada de adesivo 
12- Fotopolimerizacao por 20seg13- Inserção de resina composta pela técnica de incremento 
14- Fotopolimerizacao por 10seg a cada incremento 
15- Fotopolimerizacao final com gel hidrossolúvel durante 40seg 
16- Checagem oclusal com papel carbono 
17- Acabamento e polimento 
 
Capeamento indireto: 
1-Remocao de todo tecido cariado 
2-Aplicacao de clorexidina 
3-Ionomero de vidro 
4-Sistema adesivo 
5-Restauracao com resina composta 
 
Capeamento direto: 
1-Remocao de todo tecido cariado 
2-Irrigacao com soro fisiológico até total hemostasia 
3-Irrigacao com clorexidina 2% 
4-Papel absorvente 
5-Hidroxido de cálcio Pa na área com porta amalgama infantil 
6-Hidroxido de cálcio pasta fotopolimerizavel sobre a area recoberta com Pa 
7-Ionomero de vidro 
9-Restauracao com resina 
 
 
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Anatomia dentaria: 
 
 Grampos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Periodontia 
Curetas para raspagem: 
Curetas Gracey 
 
• 1-2: Todas as superfícies dos dentes anteriores 
• 7-8: Faces vestibular e palatina dos dentes pré-molares e molares 
• 11-12: Superfícies mesiais dos molares (e aplicação universal) 
• 13-14: Superfícies distais dos molares 
• 13-14: Todas as faces dos dentes anteriores 
• 17-18:Todas as faces dos dentes posteriores 
 
• 0-0: Interproximais 
• Curetas McCall (Universais) 
 
 
 
 
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Sextantes 
 1 2 3 
 
 6 5 4 
Periograma 
Índice de placa 
Cálculo: Nº faces acometidas por placa X 100 
Nº total de faces 
EX: Nº total de faces: Paciente com 25 elementos. 
25x 5 (5 corresponde as 5 faces que um elemento possui). 
20x5 = 125 
Nº total de faces:125. 
Nº faces acometidas por placa: Visualizar e conferir quantas faces coradas 
após a aplicação do evidenciador de placa. 
Digamos que 40 faces estão acometidas, então. 
Nº faces acometidas por placa: 40. 
Cálculo: 
40 x 100= 4.000 
4.000 ÷ 125= 32 
Índice de placa 32% 
 
 
 
 
 
 
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Radiologia 
 Técnica da Bissetriz 
 
Maxila: 
Incisivos: + 45º a 55º 
Canino: + 40º a 50º 
Pré-molares: + 30º a 40º 
Molares: + 20º a 30º 
Mandíbula: 
Incisivos: - 15º a 25º 
Canino: - 10º a 20º 
Pré-molares: - 5º a 10º 
Molares: 0º a – 5º 
 
Revelação 
1- Revelador durante cerca de 30 segundos 
2- Lavagem com água 
3- Fixador durante o dobro do tempo do revelador 
4- Lavagem com água 
5- Secagem 
 
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Tomadas radiográficas 
 
 
 
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Endodontia 
 Ponto de eleição: 
 
Incisivos superiores: Abaixo do cíngulo 
Incisivos inferiores: Acima do cíngulo 
Caninos superiores: Abaixo do cíngulo 
Caninos inferiores: Acima do cíngulo 
Pré-molares: Fosseta central 
Molares: Fosseta central 
Odontometria: 
CAD: comprimento aparente do dente (Medida da radiografia) 
CRI: comprimento real do instrumento =CAD – 3mm 
CRD: comprimento real do dente = CRI + X 
CRT: comprimento real de trabalho: CRD - 1 
X: comprimento da ponta do instrumento ao vértice radiográfico. 
TÉCNICA DE INGLE (mais usada) 
1.Obter a radiografia de diagnóstico (também chamada de radiografia inicial); 
2. Medir o dente na radiografia de diagnóstico (CAD), desde a borda incisal (ou 
ponta da cúspide) até o ápice; 
3. Diminuir 3 mm desta medida e transferir este comprimento para uma lima (ex: 
#15),marcando com um cursor de silicone stop). Este é o CRI; 
4. Colocar o instrumento no interior do canal radicular, de modo que o cursor 
toque a borda incisal ou a cúspide do dente. Não utilize limas Kerr; 
5. Realizar uma nova tomada radiográfica; 
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6. Na radiografia, medir a diferença entre a ponta do instrumento e o ápice 
radicular (x); 
7. Somar o CRI com a medida da ponta do instrumento ao ápice da raiz. Desta 
forma, será obtido o CRD; 
 8. Diminua 1 milímetro do CRD e transfira a nova medida para o instrumento; 
9. Este é o CRT; 
 10. Realizar nova tomada radiográfica. Caso o instrumento na segunda 
radiografia de odontometria não estiver no CRT, volte ao item 6; 
 Ao determinar corretamente o CRT, anote a medida de cada canal na ficha do 
paciente, pois estes dados serão usados posteriormente. 
OBSERVAÇÃO: Na odontometria o limite apical 
pode variar de acordo com a condição do 
Periápice: 
Sem lesão: 1 mm 
Com lesão:0,5 mm 
Com lesão e reabsorção:0,0 mm 
 
 
 
Tipos de movimentos da lima: 
Limagem: Introduzir e remover a lima, sem rotação, esfregando na parede do 
canal radicular. 
Alargamento: Promover voltas completas no sentido horário da lima. 
Corte ou remoção: 1⁄4 de volta no sentido horário e remoção da lima do canal. 
Cateterismo e oscilação:1⁄4 volta no sentido horário e 1⁄4 de volta no sentido 
anti-horário com introdução da lima no sentido apical. 
Escalonamento regressivo: Após a escolha da lima inicial, instrumentar ate 3 
limas mais calibrosas, e a partir dessa ultima lima com recuo programado de 
1mm do CRT a cada lima. 
Exemplo: 
1) 30-----------21mm (lima inicial). 
2) 35----------21mm 
3) 40----------21mm 
4) 45----------21mm (lima memória) 
5) 50----------20mm 
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6) 55----------19mm 
7) 60-----------18mm (lima final) 
Medicação intra-canal: 
Polpa viva: otosporin ou ndp 
Polpa morta: formocresol, paramonoclorofenol canfôrado, prp, clorexidina gel 
2%, hipoclorito de cálcio, CAOH + veículo(ex: soro fisiológico). 
 
Diagnostico: 
Exame Clínico Inspeção: 
Exploração: Exame do tato ou pressão leve. 
Percussão: Avaliar dor a mastigação (morde o plástico do sugador). 
Percussão vertical: relacionada a inflamação periapical.. 
Percussão horizontal: pode estar relacionado a alterações periodontais. 
Mobilidade: 
Mobilidade grau 1: O primeiro sinal perceptível de movimento acima do normal 
Mobilidade grau 2: Movimento do dente em sentido horizontal menor que 1mm 
Mobilidade grau 3: Movimento horizontal do dente maior que 1mm 
 
Teste de vitalidade pulpar: Com gazes refrigerantes 
Orientar o paciente para apoiar a mão esquerda no descanso do braço da 
cadeira, após o estimulo térmico (frio ou calor) levantando-a assim que surgir a 
crise álgica e abaixando gradativamente na medida em que a dor declina e 
desaparece. 
Intensidade da dor: + suave, ++ moderada e +++ severa 
Variações no declínio: Tempo para abaixar a mão: 
Declínio rápido (aproximadamente 5") orientado pela a mão do paciente, 
conotando normalidade pulpar. 
Declínio lento (superior à 5") orientado pela a mão do paciente, conotando 
comprometimento pulpar - inflamação pulpar com diferentes níveis de 
comprometimento. 
Sem resposta: polpa morta 
 
 
 
 
 
 
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Protocolo clinico: 
 PASSO A PASSO DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO. 
Como realizar o acesso? 
Exposiçãoda câmara pulpar: Este passo é também denominado de 
trepanação (exposição da câmara pulpar) ou abordagem da câmara pulpar. A 
penetração da broca através da dentina deve ser realizada com movimentos 
circulares pequenos. A abordagem à câmara pulpar é percebida facilmente porque, 
quando tal acontece, sentimos que a broca“cair num vazio”. 
 
Forma de contorno: Remoção de todo o teto da câmara pulpar COM Brocas 
esféricas. 
Forma de conveniência: Utilizando Broca Endo Z ou brocas cônicas, Gates 
Glidden. 
Fase da Ampliação Cervical- ampliação dos 2/3 do canal radicular. 
Verificar (calcular) a medida dos 2/3 do canal: Verificar e medir o CAD pela 
radiografia de diagnóstico. Medir com uma régua o comprimento do dente na 
radiografia da coroa até o vértice radiográfico = CAD. 
Obtem-se uma medida provisória para que seja realizado um desgaste 
(instrumentação) das paredes do canal a nível cervical e médio (parte reta do canal) 
que se faz da seguinte forma: Cálculo dos 2/3 = (CAD X 2): 3, aproximado. Você terá 
uma medida em que irá iniciar a ampliação do terço cervical e médio. 
Exploração Inicial do canal - Iniciar fazendo o Cateterismo 
Para dentes necrosados (polpa Morta): Iniciar a Penetração Desinfectante- 
lima #10 ou # 15- penetrando de 2mm em 2mm sempre irrigando até a medida dos 
2 /3. 
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Para dentes com Polpa viva: Pode se tentar extirpar a polpa - movimento de 
divulsão com as limas H (lima hedstroen- #10 o u #15 com movimento de remoção) 
ou colocar a lima direto na medida dos 2/3. 
 
Feito isto você poderá Realizar a Ampliação Cervical e Média com as 
brocas de Largo e Gates Glidden. 
Realizar o preparo: (degaste ou a instrumentação) com as Brocas de Largo 2 
ou 3 (na em bocadura do canal). 
LEMBRE -SE cuidado com canais atrésicos: usar a largo somente em dentes 
amplos. 
Em seguida usar a Gates Glidden- GG3 e depois a GG2, caso o canal seja 
atrésico realizar o alargamento inicial (mov. de limagem) primeiramente com limas e 
depois com as brocas de GG. 
 
 Importante: Lembre-se sempre de irrigando. 
 Cuidado: não trabalhar em lateralidade. 
Fase da Odontometria-Técnica de Ingle (modificada). 
 
 
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1. Medir o comprimento do dente: radiografia de diagnóstico (CAD). 
2. Diminuir 2 a 3 mm da medida obtida devido a distorção da Radiografia CRI ou CPT 
= comprimento provisório de trabalho. 
3. Pegar uma lima que se ajusta no canal, NO TERÇO APICAL SEM PRESSÃO E 
SEM FORÇAR. Se você quiser pode colocar a # 15 para realizar a ODM, mesmo ela 
estando folgada. 
4. Sugestão: Canais Atrésicos: #10 a #15, Canais Médios: #15 a #25 e Canais 
Largos: # 30 a #40. 
Atenção: IMPORTANTÍSSIMO: 
Para dentes necrosados (polpa Morta): Re alizar Novamente a Penetração 
Desinfectante - lima #10 ou # 15 - penetrando de 2mm em 2m m sempre irrigando 
até a medida do CPT – para não empurrar as bactérias e restos necróticos para o 
ápice. 
Para dentes com Polpa viva: pode colocar a medida do CPT. 
5. Ajustar a medida com a régua ajustando o Cursor: delimitando a medida do CPT 
(Que é provisório). 
6. Introduzir instrumento no interior do canal sem pressão. 
7. Ajustar o cursor (stop) no ponto d e referência e verificar se o cursor está no ponto 
de referência. 
8. Realizar a radiografia de Odontometria para você saber qual será a medida que 
você irá realizar toda a instrumentação apical. 
 9. Medir novamente a lima inicial com a régua para se certificar da medida antes de 
retirá-la do canal. 
10. Verificar o comprimento obtido = 1,0 mm aquém ápice radiográfico 
11. Se o CDT não estiver 1,0 mm aquém-ápice radiográfico, ajustar a medida até que 
fique 1mm aquém, RX novamente. CONFIRMAR (CDT) 
12. Agora você obteve o COMPRIMENTO DE TRABALHO – CDT - essa medida será 
a das limas que instrumentarão o terço apical. 
13. Anotar essa medida para que ela seja o COMPRIMENTO DE TRABALHO 
(CDT)ou seja, o comprimento para a realização da instrumentação do canal. 
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Exemplo: CAD= 23mm 23mm -3mm= 20 mm, colocar uma lima inicial com 20 mm 
e realizar o RX =Confirmar a medida =CDT. Ajustar se necessário. 
Fase da Instrumentação Apical 
Pulpectomia (Biopulpectomia): polpa viva. 
Penetração Desinfetante (Necropulpectomia): polpa morta. 
Antes de Iniciar instrumentação Apical deve-se Identificar a lima inicial. 
Com a definição do comprimento de trabalho ( CDT= 1 mm aquém do ápice) e a 
definição da LIMA INICIAL (LI), prossiga a instrumentação apical com mais 3 a 
4 limas acima da lima inicial até que o canal esteja preparado no CDT. Desta 
forma será estabelecendo o BATENTE APICAL OU PARADA APICAL. 
Todas as limas na medida confirmada na ODM-(CDT). 
Após a definição do batente, o seja, a determinação da LIMA MEMORIA, o próximo 
passo é a realização do Recuo Progressivo (Step Back) para dar mais 
conicidade ao preparo do canal. Instrumentar mais 3 a 4 limas acima da lima 
Memória reduzindo em 1mm a cada lima. 
Exemplo: Lima Inicial K 25 com CDT= 22 mm 
IMPORTANTE IDENTIFICAR: Lima de Patência (trabalhada no comprimento real 
do dente, ou seja, até o forame apical) = K10 OU K15= 23M M. 
Como você vai realizar a Instrumentação Apical? 
Instrumentação Apical- 
A) Realização do Batente Apical 
1. Lima Inicial K 25 = 22mm 
Patência= K10= 23mm + IRRIGAÇÃO 2ml a cada troca de lima 
2. K 30 = 22mm 
Patência= K10= 23mm + IRRIGAÇÃO 
3. K35 = 22mm 
Patência= K10= 23mm + IRRIGAÇÃO 
4. K 40 = 22mm = LIMA MEMORIA 
Patência= K10= 23mm + IRRIGAÇÃO 
B) Realização do Recuo Progressivo ou Step Back 
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Lima Mestra K 40 = 22mm 
1.K 45 = 21mm + IRRIGAÇÃO 
Recapitul. K 40 = 22mm 
2.K 50 = 20mm + IRRIGAÇÃO 
Recapitul. K 40 = 22mm 
3.K 55 = 19mm + IRRIGAÇÃO 
Recapitul. K 40 = 22mm 
Patência= K10= 23mm + IRRIGAÇÃO 
 Obturação do canal 
Após a instrumentação total do canal, realizar a CONOMETRIA (provar o cone 
principal) e a OBTURAÇÃO. 
1. Prova do cone principal: Selecionar um cone principal de diâmetro igual a 
lima mestra. Medi-lo com a Régua milimetrada com a medida do CDT. 
Desinfetar o cone. 
 
Teste Visual Radiográfico: Prosseguir com a escolha do cone principal 
conferindo o comprimento real de trabalho - CDT, utilizando a pinça clínica e régua 
endodôntica milimetrada. Em seguida levar o cone em posição e através do teste 
visual verificamos se o cone chega ao CT visualizando-o na referência oclusal ou 
incisal, o qual não deve ultrapassá-la mesmo quando forçado em direção apical. 
Caso o cone principal esteja ultrapassando o CDT, restabelecer novamente a 
odontometria, novo batente apical aumentando lima mestra e reinstrumentação, 
depois nova prova do cone. 
Caso o cone principal não esteja no CT, verificar se houve impactação de 
dentina checar o batente apical com lima mestra, repetindo o recuo progressivo e 
provar novamente o cone principal. 
Realizar a tomada radiográfica do cone. 
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2. Secagem do canal: Temos preferência pelos cones de papel absorvente. 
3. Obturação: Para a manipulação do cimento endodôntico EndoFill ou Sealer 26 
utilizar placa de vidro estéril e espátula 24. No momento da obturação,os cones 
principais e secundários devem estar secos com gaze, antes de ser aplicado o 
cimento obturador. 
 
4. Inserção do cimento: O cone principal ou a lima mestra deve ser utilizada para 
levar o cimento para o interior do conduto. 
Um pouco de cimento, é levado na ponta do cone, ao interior do canal radicular, 
pincelando as paredes do conduto de apical para cervical. 
Posicionar o cone principal na medida do CDT. 
 
5. Condensação lateral: Iniciar a condensação lateral após a inserção do cone 
principal. 
Após inserção do primeiro cone secundário envolto por cimento, nova condensação. 
Introduzir o cone secundário envolto com cimento rapidamente após remoção do 
espaçador. 
Repetir a condensação e introdução de mais cones secundários. 
 
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6. Cortes dos cones e Condensação Vertical: Selecionar o condensador de Paiva 
de tamanho compatível à entrada do canal. 
Aquecer ao rubro o condensador de Paiva, utilizando a lamparina, e em seguida 
cortando os cones, aproximadamente 2 mm abaixo do colo clínico, ou seja no limite 
amelo-cementário nos dentes anteriores e pré-molares e ao nível do assoalho da 
câmara pulpar no s molares. 
Calcadores frios e de menor calibre do que a entrada do canal, realizar a manobra 
de condensação vertical. 
 
7. Limpeza da Cavidade: Limpar o excesso de cimento da câmara pulpar com 
bolinhas de algodão embebidas em álcool. 
 
8. Radiografia final: Organizar as Radiografias. 
Passo a Passo simplificado 
1-Radiografia inicial 
2-Bochecho com clorexidina 0,12%. 
3-Anestesia. 
4-Isolamento absoluto. 
5-Antissepsia do campo operatório. 
6-Cirurgia de acesso (com broca esférica). 
7-Irrigação da câmara pulpar com solução- hipoclorito (irrigação abundante). 
8-Remoção da polpa coronária com cureta de diâmetro proporcional ao da 
câmara... 
9-Irrigação e aspiração. 
10-Exploração do canal ou cateterismo. 
11-Irrigação e aspiração. 
12-Preparo do cervical e médio com brocas Gates e largo. 
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13-Irrigação e aspiração. 
15-Odontometria 
16-Completa-se pulpectomia no CT estabelecido. 
17-Irrigação e aspiração. 
18-Preparo químico cirúrgico do canal (PQC). 
19- Irrigação e aspiração. 
20-Preenchimento de EDTA 17%-3 minutos. 
21-Irrigação final com solução de hipoclorito. 
22-Secagem do canal-cone de papel estéril ate o CT. 
23-Seleção do cone principal. 
24-Teste radiográfico prova do cone. 
25-Obturação do canal radicular. 
26-Radiografia da qualidade da obturação 
27-Corte dos cones a 1mm abaixo da entrada do canal. 
28-Limpeza da cavidade com bolinha de algodão e álcool. 
29-Selamento provisório resina ou ionômero de vidro. 
30-Remoção do isolamento. 
31-Radiografia final. 
NECROPULPECTOMIA I: Sem vitalidade pulpar, sem lesão periapical visível 
radiograficamente e PENETRAÇÃO desinfetante com NaOCI 1%. 
NECROPULPECTOMIA II: Sem. Vitalidade pulpar, presença de lesão visível 
radiograficamente e PENETRAÇÃO Desinfetante com NaOCI 2,5%.