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MÓDULO: NASCIMENTO, CRESCIMENTO E SAÚDE DA MULHER PROBLEMA 4 – FECHAMENTO 1 E 2 ABRIL - 2022 Monitor: Guilherme gomes CLIMATÉRIO CLIMATÉRIO e menopausa OUTRAS DEFINIÇÕES Pré-menopausa: período de vida fértil da mulher (anterior à menopausa), sendo frequentemente utilizada a expressão para se referir ao período de tempo que ocorre entre a diminuição da função ovárica e a menopausa. Perimenopausa: período "ao redor da menopausa", ou seja, é o período que compreende os anos que precedem a menopausa, já na presença de distúrbios da duração do ciclo menstrual, até a confirmação definitiva da interrupção das menstruações. OBS: Pode preceder a última menstruação em 2 a 8 anos. Menopausa: evento fisiológico e inevitável que ocorre devido ao envelhecimento ovariano e a sua consequente perda progressiva de função. Geralmente, ocorre de forma natural entre os 40 e 50 anos, com variações. Diagnóstico clínico e retrospectivo. OBS: Insuficiência Ovariana Prematura (antes dos 40 anos) ou Tardia (após os 52 a 55 anos). Pós-Menopausa: é o período que se inicia 12 meses após a última menstruação. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO NÃO HORMONAL TERAPIAS NÃO FARMACOLÓGICAS TERAPIAS FARMACOLÓGICAS Antidepressivos (ISRS e ISRSN): alívio dos sintomas vasomotores (1ª opção em pacientes COM contraindicação aos métodos hormonais). Anticonvulsivante (Gabapentina): alívio dos sintomas vasomotores (2ª opção). São terapias adjuvante no tratamento. Terapias comportamentais (mudanças no estilo de vida, perda de peso, cessação do tabagismo, atividade física). Técnicas psicocorporais (controle da mente, respiração e estratégias comportamentais). Acupuntura. Lubrificantes vaginais e hidratantes. TRATAMENTO HORMONAL TERAPIA DE RESPOSIÇÃO HORMONAL (TRH) Decisão em conjunto (riscos e benefícios). 1ª opção para o tratamento dos sintomas vasomotores e da atrofia vulvovaginal. TRH com estrogênio isolado: indicado para mulheres histerectomizadas. TRH com estrogênio e progesterona: indicado para mulheres com útero (proteção endometrial). TRATAMENTO HORMONAL BENEFÍCIOS Tratamento dos sintomas vasomotores e da atrofia vulvovaginal. Prevenção de osteoporose e fraturas. Melhora da função sexual. Impacto positivo sobre o humor. Melhora da qualidade e vida. Diminuição do risco de DCV (peri e pós-menopausa inicial – “janela de oportunidade). RISCOS Aumento do risco de eventos tromboembólicos. Aumento do risco de CA de mama em 3 a 5 anos (terapia estroprogestativa) – 0,1% ao ano. Aumento do risco de DCV (pós-menopausa há mais de 10 anos) TRATAMENTO HORMONAL INDICAÇÕES Mulheres sintomáticas com < 60 anos. Estejam no período da perimenopausa ou com < 10 anos de menopausa. Não apresentem contraindicações para seu uso. CONTRAINDICAÇÕES CA de mama e endométrio. Sangramento vaginal de causa desconhecida. Doenças coronarianas e cerebrovasculares. Doença tromboembólica ou tromboembólica venosa. Porfiria. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). Doença hepática descompensada. Meningioma (apenas para progestogênio). QUESTÃO 01 Uma mulher de 49 anos queixa -se de irregularidade menstrual nos últimos seis meses, sensação de fraqueza, ressecamento vaginal, dificuldade de dormir e episódios de calor e sudorese durante a noite. Ao exame, a PA é 120 /68 mmHg, a FC, 90 bpm e a temperatura, 37,2 ° C. A tireoide é normal à palpação. O exame cardiopulmonar não apresenta alterações. As mamas são simétricas, sem massas ou secreção. O exame da genitália externa não revela qualquer massa. Qual o provável diagnóstico? Qual o tratamento mais adequado? QUESTÃO 01 Uma mulher de 49 anos queixa-se de irregularidade menstrual nos últimos seis meses, sensação de fraqueza, ressecamento vaginal, dificuldade de dormir e episódios de calor e sudorese durante a noite. Ao exame, a PA é 120 /68 mmHg, a FC, 90 bpm e a temperatura, 37,2 ° C. A tireoide é normal à palpação. O exame cardiopulmonar não apresenta alterações. As mamas são simétricas, sem massas ou secreção. O exame da genitália externa não revela qualquer massa. Qual o provável diagnóstico? Resposta: Climatério (perimenopausa). Qual o tratamento mais adequado? Resposta: TRH combinada. Mulher ainda com útero (proteção endometrial) e sem contraindicações para seu uso. QUESTÃO 02 Na pós-menopausa, sabidamente, há mudanças hormonais importantes no organismo da mulher. Por exemplo, o estado de hipoestrogenismo, nessa fase, aumenta os riscos de: Câncer de mama e Osteoporose. Hiperplasia do endométrio e Atrofia urogenital. Osteoporose e Displasia cervical. Atrofia urogenital e Osteoporose. QUESTÃO 02 Na pós-menopausa, sabidamente, há mudanças hormonais importantes no organismo da mulher. Por exemplo, o estado de hipoestrogenismo, nessa fase, aumenta os riscos de: Câncer de mama e Osteoporose. Incorreto. Câncer de mama é "alimentado" por estrógenos, tendo seu risco DIMINUÍDO. Hiperplasia do endométrio e Atrofia urogenital. Incorreto. Do mesmo modo, hiperplasia endometrial é estrógeno-dependente. Osteoporose e Displasia cervical. Incorreto. Displasia cervical não é hormônio-dependente. Atrofia urogenital e Osteoporose. Correto. Estrógenos auxiliam na deposição óssea pelo estímulo a osteoblastos e inibição de osteoclastos; do mesmo modo, geram atrofia urogenital com sintomas de secura e dispareunia à penetração. QUESTÃO 03 Qual condição abaixo NÃO está presente no climatério? Ondas de calor (fogacho). Insônia e mudança de humor. Diminuição do risco de coronariopatas. Possibilidade de evolução para osteoporose. QUESTÃO 03 Qual condição abaixo NÃO está presente no climatério? Ondas de calor (fogacho). Correta. Insônia e mudança de humor. Correta. Diminuição do risco de coronariopatas. Incorreta. Ocorre a diminuição da produção de estrogênio, o qual exerce efeito protetor. Possibilidade de evolução para osteoporose. Correta. QUESTÃO 04 A menor incidência de fogachos na pós menopausa está relacionada a qual morbidade? HAS. Obesidade. DM. Osteoporose. QUESTÃO 04 A menor incidência de fogachos na pós menopausa está relacionada a qual morbidade? HAS. Incorreto. Obesidade. Correto. Os sintomas climatéricos são decorrentes do hipoestrogenismo; mulheres obesas apresentam elevada conversão periférica de andrógenos em estrógenos, atenuando a sintomatologia. DM. Incorreto. Osteoporose. Incorreto. QUESTÃO 05 A terapia hormonal na menopausa está indicada quando a mulher apresenta sintomas vasomotores moderados a intensos, risco aumentado para desenvolver osteoporose, Síndrome geniturinária do climatério (atrofia genital) e menopausa precoce (antes dos 40 anos). Consideram-se contraindicações para o uso de terapia hormonal no climatério, EXCETO. História pessoal de tromboembolismo. História pessoal de CA de mama. História pessoal de IAM. História pessoal de AVC. Historia pessoal de CA de cólon. QUESTÃO 05 A terapia hormonal na menopausa está indicada quando a mulher apresenta sintomas vasomotores moderados a intensos, risco aumentado para desenvolver osteoporose, Síndrome geniturinária do climatério (atrofia genital) e menopausa precoce (antes dos 40 anos). Consideram-se contraindicações para o uso de terapia hormonal no climatério, EXCETO. História pessoal de tromboembolismo. História pessoal de CA de mama. História pessoal de IAM. História pessoal de AVC. Historia pessoal de CA de cólon. Resposta: o uso de hormônios sexuais em mulheres, seja para planejamento familiar ou tratamento de síndrome de climatério, sempre leva em consideração o risco de eventos tromboembólicos e de neoplasias hormônio-dependentes; dentre as alternativas citadas, somente a letra E (câncer de cólon) não se enquadra nestas categorias. DOR PÉLVICA CRÔNICA DOR PÉLVICA CRÔNICA Definição: dor em andar inferior do abdome, com duração igual ou superior a seis meses, não causada pela gravidez e sem associação exclusiva com o coito. A dor é suficientemente intensa a ponto de impossibilitar atividades diárias e/ou de necessitar de tratamento médico. Uma das principaiscausas de encaminhamento de mulheres aos serviços de saúde (corresponde por 10% a 20% das consultas ginecológicas). Não se trata de uma doença, mas de um quadro clínico que pode ser desencadeado por diferentes afecções (natureza multifatorial). CAUSAS DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP) DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA (DIP) Conjunto de processos inflamatórios da região pélvica devido à ascensão e proliferação de microrganismos do trato genital inferior, de maneira espontânea ou manipulada, para o trator genital superior, comprometendo o endométrio, tubas uterinas, anexos uterinos e/ou estruturas contiguas. Manifesta-se, habitualmente, com um padrão clínico subagudo, oligossintomático e dor em intensidade variável. Mais comum em mulheres jovens. É uma infecção sexualmente transmissível (IST). NÃO é de notificação obrigatória. Etiologia: polimicrobiana. Principais agentes: Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae. Fatores de risco Condições socioeconômicas desfavoráveis: baixa escolaridade e baixa renda familiar. Atividade sexual na adolescência: fatores biológico e comportamentais (risco 3x maior). Comportamento sexual: múltiplos parceiros e início precoce das atividades sexuais. Tabagismo, alcoolismo e uso de drogas ilícitas: cofatores imunossupressivos. Vaginites e vaginoses recorrentes. História passada ou atual de IST. Infecções do trato urinário inferior. DIP prévia. *Uso de DIU (maior risco nos primeiros 20 dias). *Uso de tampões e duchas vaginais. DIAGNÓSTICO (MS) 3 critérios maiores (mínimos) + 1 critério menor (adicional). ou 1 critério elaborado (definitivo). DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS Gravidez ectópica. Tumor. Rotura de cisto ovariano. Endometriose. Adenomiose. Leiomioma uterino. Nefrolitíase, Pielonefrite e Cistite. Litíase urinária. Apendicite aguda. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO (MS) Tratamento do parceiro: Ceftriaxona 500 mg IM + Azitromicina 1g VO, ambos em dose única. OBS: Abstinência sexual até a cura clinica, sorologia para outras IST’s e enfatizar o uso de métodos de barreira. Critérios tratamento hospitalar: TRATAMENTO CIRÚRGICO PRINCIPAIS INDICAÇÕES Falha do tratamento clínico. Presença de massa pélvica que persiste ou aumenta, apesar do tratamento clínico. Suspeita de rotura de abscesso tubo-ovariano. Hemoperitônio. Abscesso de fundo de saco de Douglas. OPÇÕES CIRÚRGICAS Laparoscopia: recomendada nos casos de dúvida diagnóstica (DIP, apendicite e gravidez ectópica) e na ausência de resposta à terapia parenteral após 72 horas. Laparotomia: reservada para casos de emergência que cursam com instabilidade hemodinâmica, como rotura de abscesso tubo-ovariano. COMPLICAÇÕES PRECOCES Abscesso tubo-ovariano. Fase aguda da síndrome de Fitz-Hugh-Curtis (dor em hipocôndrio direito devido às aderências peri-hepáticas em "corda de violino“). Morte. TARDIAS Infertilidade. Gravidez ectópica. Dor pélvica crônica. Dispareunia. Recorrência da DIP. Fase crônica da síndrome de Fitz-Hugh-Curtis. QUESTÃO 01 L.G.M, 33 anos, apresenta quadro de dor pélvica, principalmente em fossa ilíaca direita há 1 mês. No exame físico apresentava dor à mobilização do colo do útero e à palpação de anexos. Realizou ultrassonografia transvaginal que evidenciou moderada quantidade de líquido livre em fundo de saco vaginal, sem outros achados. Seu hemograma era infeccioso (leucocitose com desvio à esquerda). O provável diagnóstico e possível tratamento são: Endometriose – Dienogest. Doença Inflamatória Pélvica – Ceftriaxona, Doxiciclina e Metronidazol. Varizes Pélvicas - Embolização de varizes. Doença Inflamatória Pélvica – Anti-inflamatórios. QUESTÃO 01 L.G.M, 33 anos, apresenta quadro de dor pélvica, principalmente em fossa ilíaca direita há 1 mês. No exame físico apresentava dor à mobilização do colo do útero e à palpação de anexos. Realizou ultrassonografia transvaginal que evidenciou moderada quantidade de líquido livre em fundo de saco vaginal, sem outros achados. Seu hemograma era infeccioso (leucocitose com desvio à esquerda). O provável diagnóstico e possível tratamento são: Endometriose – Dienogest. Doença Inflamatória Pélvica – Ceftriaxona, Doxiciclina e Metronidazol. Varizes Pélvicas - Embolização de varizes. Doença Inflamatória Pélvica – Anti-inflamatórios. QUESTÃO 02 A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma síndrome que atinge inúmeras mulheres no mundo, podendo evoluir para quadros de infertilidade e gerando custos significativos para os sistemas de saúde. Em relação à DIP, entre as afirmativas abaixo, a única CORRETA é: Os principais critérios de diagnóstico são clínicos (anamnese e exame físico).. Para fechar diagnóstico e estabelecer tratamento são necessários hemograma e exame de imagem (US, TC ou RM). Se a mulher for usuária de dispositivo intrauterino (DIU), é consenso estabelecer a sua retirada imediata. São critérios que indicam hospitalização: o diagnóstico incerto, quadro clínico grave e ser usuária de DIU. QUESTÃO 02 A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma síndrome que atinge inúmeras mulheres no mundo, podendo evoluir para quadros de infertilidade e gerando custos significativos para os sistemas de saúde. Em relação à DIP, entre as afirmativas abaixo, a única CORRETA é: Os principais critérios de diagnóstico são clínicos (anamnese e exame físico). Correta. Para fechar diagnóstico e estabelecer tratamento são necessários hemograma e exame de imagem (US, TC ou RM). Incorreta. Para fechar o diagnóstico basta a regra descrita acima (3 maiores + 1 menor ou 1 elaborado). Se a mulher for usuária de dispositivo intrauterino (DIU), é consenso estabelecer a sua retirada imediata. Incorreta. De acordo com o CDC, no diagnóstico de DIP em uma paciente usuária de DIU, o dispositivo não precisa ser retirado de rotina, porém na ausência de melhora clínica em 48-72horas de tratamento, está autorizada a retirada do DIU. São critérios que indicam hospitalização: o diagnóstico incerto, quadro clínico grave e ser usuária de DIU. Incorreta. Critérios para indicar hospitalização: quando emergências cirúrgicas não podem ser excluídas; abscesso tubo-ovariano; quadro grave; DIP em gestante, em paciente imunodepremida ou em pacientes em uso de imunossupressores; ausência de melhora com 72 horas de tratamento ambulatorial e baixa adesão ao tratamento. QUESTÃO 03 São fatores de risco para Doença Inflamatória Pélvica, EXCETO: Estado civil casada. Início da atividade sexual na adolescência. Múltiplos parceiros. IST prévia ou atual. QUESTÃO 03 São fatores de risco para Doença Inflamatória Pélvica, EXCETO: Estado civil casada. Início da atividade sexual na adolescência. Múltiplos parceiros. IST prévia ou atual. DISMENORREIA DISMENORREIA Definição: dor pélvica que ocorre antes ou durante o fluxo menstrual. Tem alta prevalência e atinge maiores índices em mulheres com menos de 20 anos. A intensidade da dor é variável, e 10% das pacientes tornam-se incapazes de desenvolver suas atividades habituais em decorrência da dor. É importante causa de absenteísmo escolar e do trabalho e compromete a qualidade de vida e o bem-estar geral de suas portadoras. Etiopatogenia: mecanismo da dor na dismenorreia primária está relacionado à liberação de grandes quantidades de prostaglandinas (PGs), já a secundária, está associada às alterações do sistema reprodutivo. CLASSIFICAÇÃO Em relação à intensidade: leve, moderada e grave. Em relação à etiologia: primária (funcional) e secundária (orgânica). Causas secundárias: DIAGNÓSTICO História clínica + exame físico. Informações sobre a localização, a duração e características da dor, além de fatores de melhora e de piora, são dados essenciais a serem abordados. TRATAMENTO A abordagem terapêutica adequada deve considerar o manejo durante a crise e medidas profiláticas nos intervalos. Medidas higienodietéticas (atividades físicas, mudanças para hábitos de vida saudáveis e alterações dietéticas). Analgésicos simples. Anti-inflamatórios não esteroidais (AINES). Contraceptivos hormonais(avaliar critérios de elegibilidade). Análogos no GnRh. Cirúrgico (reservada para os casos de refratariedade ao tratamento clínico). QUESTÃO 01 J.H.F., 15 anos, vai a consulta ginecológica com queixa de cólicas menstruais fortes e cefaleia, que surgem poucos dias antes no inicio da menstruação. Refere também cefaleia nesse período. Menarca aos 13 anos. Não refere doenças pregressas e não faz uso de nenhum medicamento continua. Paciente afirma melhora da dor com uso de analgésicos. Classifique a dismenorreia da paciente e justifique a resposta. Descreva o tratamento adequado. QUESTÃO 01 J.H.F., 15 anos, vai a consulta ginecológica com queixa de cólicas menstruais fortes e cefaleia, que surgem poucos dias antes no inicio da menstruação. Refere também cefaleia nesse período. Menarca aos 13 anos. Não refere doenças pregressas e não faz uso de nenhum medicamento continua. Paciente afirma melhora da dor com uso de analgésicos. Classifique a dismenorreia da paciente e justifique a resposta. Resposta: A paciente apresenta um típico quadro de Dismenorreia primária. Trata-se de uma paciente jovem, com 2 anos de historia menstrual, referindo cólica próximo ao período menstrual, sendo de característica cíclica pela liberação de prostaglandinas fisiológica, associada ainda a cefaleia, sem outras alterações ao exame. Além disso, o uso de analgésicos é capaz de cessar a dor. Descreva o tratamento adequado. Resposta: Há uma série de opções para essa paciente, como uso de AINES, uso de contracepção hormonal esteroide. Além disso, orienta-se sobre o tratamento não farmacológico, alimentação balanceada, exercício físico e bolsas quentes na região. QUESTÃO 02 Em relação à Dismenorreia, analise as afirmativas abaixo: I. A dismenorreia é um dos problemas ginecológicos mais prevalentes entre adolescentes e adultas jovens, na qual a condição é usualmente secundária, derivada de alguma patologia. II. A dismenorreia primária é caracterizada clinicamente como uma dor em cólica na região inferior do abdome no início da menstruação, podendo continuar por alguns dias, na ausência de qualquer patologia pélvica. III. A inibição na produção das prostaglandinas no endométrio, com a utilização de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), apresenta-se como tratamento efetivo e racional da dismenorreia primária. Após a realização da análise, pode-se afirmar que encontra-se correta (as) a (as) seguinte (es) afirmativa (as): Apenas I e II. Apenas II e III. Apenas I. I, II e III. QUESTÃO 02 Em relação à Dismenorreia, analise as afirmativas abaixo: I. A dismenorreia é um dos problemas ginecológicos mais prevalentes entre adolescentes e adultas jovens, na qual a condição é usualmente secundária, derivada de alguma patologia. Incorreta. II. A dismenorreia primária é caracterizada clinicamente como uma dor em cólica na região inferior do abdome no início da menstruação, podendo continuar por alguns dias, na ausência de qualquer patologia pélvica. Correta. III. A inibição na produção das prostaglandinas no endométrio, com a utilização de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), apresenta-se como tratamento efetivo e racional da dismenorreia primária. Correta. Após a realização da análise, pode-se afirmar que encontra-se correta (as) a (as) seguinte (es) afirmativa (as): Apenas I e II. Apenas II e III. Apenas I. I, II e III. referências BRASIL. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Brasília – DF. 2020. FREITAS, Fernando e et al. Rotinas em Ginecologia. Artmed. 7ª Edição. 2017. OBRIGADO!