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11/09/2020
1
ELETROLIFTING
Profa. Flávia Pirola
2
Esquema mostrando pele normal (A) e pele com estrias (B)
BA
(Adaptado AZULAY e AZULAY, 2004)
3
ELETRO-LIFTING
↓
“Levantamento”
� Envelhecimento
� Rugas
� Estrias
(Soriano, 2000)
4
DEFINIÇÃO
� É uma técnica em que se utilizam
microcorrentes polarizadas de baixa frequência,
com eletrodo ativo em forma de agulha, utilizado
com a finalidade de produzir um levantamento
dos estratos mais superficiais e prevenir desta
forma o envelhecimento cutâneo e estrias.
� Também chamada de "Micrólise" ou
"Galvanopuntura".
5
AÇÃO
� Desenvolvido em 1952, o objetivo mais
amplo do uso do eletrolifting é suavizar,
atenuar, eliminar alterações das linhas de
expressão que se formam na face devido
a contração dos músculos, e atenuar
estrias (Silva, 1999, Guirro & Guirro, 2002).
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11/09/2020
2
ELETROLIFTING
Estria atrófica estimulada com 
corrente elétrica (fibras 
colágenas)
Estria atrófica
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EQUIPAMENTO
� Trata-se de um aparelho (próprio para
eletrolifting) com a intensidade reduzida
ao nível de microamperes (µA).
� A técnica é realizada com eletrodos em
formas de agulhas acopladas ao polo
negativo do equipamento, o eletrodo
positivo deve estar próximo à área a
tratar (Winter, 2001; Silva, 1998).
8
� Eletrodo ativo (negativo) - em forma de
agulha acoplada a um porta-agulha em
forma de caneta.
� Eletrodo dispersivo (positivo) – esponja
umedecida.
9
Eletrodos para Eletrolifting
10
Agulhas para Eletrolifting
11
Galvanopuntura
� Corrente Galvânica filtrada + Microlesão ocasionada pela
agulha → Resposta inflamatória aguda → Reparação tecidual
• Aumento do número de fibroblastos jovens;
• Neovascularização;
• Aumento da neovascularização;
• Retorno da sensibilidade dolorosa.
(VENTURA e SIMÕES, 2003; MILANI, JOÃO, FARAH, 2006; GUIRRO e GUIRRO, 1992; GUIRRO e 
GUIRRO, 2002) 
MECANISMO DE AÇÃO
12
11/09/2020
3
Efeitos do Eletrolifting Efeitos Fisiológicos
� A estimulação com a corrente associada desencadeia uma
inflamação aguda localizada, não apresentando qualquer efeito
sistêmico.
� Poucos minutos após a lesão, aparecem a hiperemia e o edema, que
não ocorrem imediatamente após a aplicação, e são motivadas por
substâncias locais liberadas pela lesão, responsáveis pela
vasodilatação e aumento da permeabilidade dos vasos.
� Toda a zona é preenchida por um exsudato inflamatório composto de
leucócitos, eritrócitos, proteínas plasmáticas e fáscias de fibrina.
� O processo de epitelização inicia-se simultaneamente, obrigando as
células epidérmicas a penetrar pelo interior das fendas formadas pela
agulha, e estimuladas pela formação de fibrina originada pela
hemorragia da microlesão.
TÉCNICA DE APLICAÇÃO
� A agulha deve estar conectada ao eletrodo em forma de “caneta” que, 
por sua vez, é conectado ao pólo negativo da corrente contínua em 
microamperagem (Borges, 2006). 
- Isto porque a junção dermo-epidérmica possui 86% de sua polaridade 
positiva, atraindo os componentes reconstrutivos para o local da “lesão”. 
Quando os tecidos estão inflamados, os neutrófilos são atraídos pelo 
eletrodo negativo.
- Mobilização eletroiônica da água, também através do polo negativo.
� Além do eletrodo em forma de agulha, utilizamos ainda um eletrodo 
dispersivo (pólo positivo), que deve estar acoplado ao corpo.
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Técnica de Aplicação
� Limpar a pele com álcool antes da aplicação da agulha ou Higienização com 
sabonete líquido. 
� Tonificação com loção antisséptica.
� Aplicação de pomada anestésica, se necessário (opcional).
� Colocação da placa de alumínio sobre o chamex umedecido de polaridade 
positiva na região posterior à área trabalhada ou bastonete de metal.
� Realização da técnica escolhida
� O procedimento técnico consiste no aparecimento de uma hiperemia e um 
edema em todo o trajeto da lesão e deve ser refeito nos locais não estimulados.
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TÉCNICA DE APLICAÇÃO
� Segundo Guirro & Guirro
(2002), os procedimentos
técnicos para a execução do
eletrolifting em rugas podem
ser divididos em três grupos:
1. Deslizamento da agulha
dentro do canal da ruga /
estria.
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TÉCNICA DE APLICAÇÃO
2. Escarificação: método
de deslizamento da
agulha no canal da ruga /
estria, diferencia-se pela
agulha ser posicionada a
90°, ocasionando uma
lesão do tecido.
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TÉCNICA DE APLICAÇÃO
3. Penetração da agulha em pontos adjacentes e
no interior da ruga / estria. Pode ser linear ou de
Chevron.
� A sensação tende a ser muito desagradável. 
� Com a agulha inserida na pele, levantá-la, produzindo 
suave deslocamento (Winter, 2001). 
� Aguarde de 3 a 5 segundos, até que a pele comece a 
esbranquiçar.
� Abaixe a agulha deixando a pele em sua posição 
natural retire a agulha.
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Técnica de Penetração 
Linear (invasiva)
FLÁVIA PIROLA
ESTRIAS LARGAS
Técnica Chevron
ELETROLIFTING
21
Técnica de Penetração
� A agulha deve ser introduzida entre as camadas da 
epiderme (estrato espinhoso). Por não atingir a 
derme, não haverá sangramento (Winter, 2001).
� A agulha também não deve ser introduzida muito 
superficialmente, porque a lesão das células já 
totalmente corneificadas não terá o efeito desejado 
(Winter, 2001).
� A agulha também não deve atingir a derme, porque 
o estrato basal não deve ser lesado. 
22
23
Cada penetração da agulha deverá ser feita sem espaço 
entre as punturações na pele (Silva, 1998).
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ATENÇÃO !!!
� Evitar espaços entre as punturações na 
pele (Borges, 2006).
� Observar se ao final da punturação, toda a 
linha tratada apresenta-se hiperêmica.
� Caso não esteja, é necessário retoque.
25 26
� O comprimento da agulha é de no máximo 4
mm, e é confeccionada de material inoxidável
(Silva, 1997; Silva, 1998).
� Pode-se, ao final, aplicar compressas geladas
de chá de camomila ou de água boricada sobre
a região tratada (Winter, 2001).
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Método sem agulha
� Caneta sem acoplamento de agulha, com ponta metálica
para realização da técnica linear de escarificação
superficial.
� COMPARAÇÃO
� Nas técnicas invasivas de Micropunturação e de Escarificação,
observou-se, que no pólo negativo (cátodo), ocorre intensa
estimulação fibroblástica.
� Queiroz e Silva, observaram no método de contato não
invasivo, aceleração da mitose dos queratinócitos em direção à
lesão.
INDICAÇÕES
� Rugas
� Linhas de expressão
� Estrias
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� Na região 
frontal e na 
região 
nasogeniana.
Indicações / Aplicações
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� Na região frontal e na região nasogeniana;
Indicações / Aplicações
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� Na região orbicular da pálbebra e região perioral;
Indicações / Aplicações
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� Na região ao redor dos lábios
Indicações / Aplicações
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CONTRAINDICAÇÕES
� Sobre feridas recentes;
� Alergia ou irritação à corrente elétrica ou ao cosmético;
� Hipersensibilidade dolorosa (Uso de anestésico:
EMLA® - ocluir por uma hora ou mais antes do
procedimento]; ou anestésico manipulado = 20%
benzocaina, 6% lidocaína, e 4% tetracaína; ocluiR por
30 a 45 minutos);
� Diabetes;
� Clientes com tendência a queloides;
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Contraindicações
� Síndrome de Cushing (diminuição da
síntese de proteína, causando redução
da espessura da pele e tecido
subcutâneo).
� No caso de a cliente apresentar níveis
elevados de glicocorticoides,
endógenos ou exógenos como, por
exemplo, na Síndrome de Cushing, a
terapia não deve ser efetuada, sob
pena de resultados pobres e risco para
a cliente (Guirro & Guirro, 2002). 35
ORIENTAÇÕES
� Se as estrias ocorrerem durante a gravidez, o 
tratamento só poderá ser iniciado quando os níveis 
hormonais regredirem aos níveis anteriores à gravidez
(Guirro & Guirro, 1996).
� O tratamento não deve ser iniciado na puberdade, por 
ser tratar de um período de grandes alterações hormonais 
que acreditam alguns autores, ser a causa do 
aparecimento das estrias (Guirro & Guirro, 1996). 
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RESULTADOS
� Estrias
• A pele estriada apresenta modificações nas fibras
colágenas, na substância fundamental amorfa e nos
fibroblastos (Guirro & Guirro, 2002)
• Guirro & Guirro (1996) relatamque os fibroblastos,
possuem uma capacidade de replicação baixa que
pode ser modificada em resposta a estímulos
controlados.
37
Resultados
� Na estria, o estímulo 
elétrico de baixa 
intensidade mostrou-
se eficiente para 
aumentar a replicação 
fibroblástica. 
38
Resultados
39
Resultados
� A regeneração propicia o retorno de todas as funções 
inerentes à pele, inclusive a sensibilidade dolorosa, 
pois à medida que vai havendo a regeneração tende a 
chegar a níveis próximos do normal, assim como 
propicia sangramento (neovascularização).
� A cor da pele é fator imprescindível. 
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Resultados
� A coloração das estrias interfere nos resultados, uma 
vez que as mais jovens, de cor vermelha, respondem 
melhor que as mais antigas, de cor branca.
• Não se deve tomar sol com o processo inflamatório 
ativo (pelo perigo de manchar a pele); só quando o 
processo já estiver debelado.
• Recomenda-se 1 aplicação por semana!!!!!!!!!
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Granusso, 2009
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Granusso, 2009
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Lirio et al, 2010
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Lirio et al, 2010
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Lirio et al, 2010
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Lirio et al, 2010
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� Miedes, J.L.L.- ELECTROESTÉTICA - Ed. Videocinco - Madrid 
- 1999 - pp. 63-66.
� Winter, W. R. - ELETROCOSMÉTICA - Ed. Vida Estética - 3ª 
Ed. 2001- pp. 129-133.
� Silva, Mariângela T. - ELETROLIFTING - Ed. Vida Estética -
1998 - pp. 31.
� Girro, Elaine C. O. - Guirro, R. R. J. - FISIOTERAPIA EM 
ESTÉTICA - FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS -
Ed Manole - 2ª Ed. – 1996.
� Silva, Marizilda, T. - ELETROTERAPIA EM ESTÉTICA 
CORPORAL - Ed. Robe - 1997 - pp. 5-8.
REFERÊNCIAS BIBLIOG.
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9
REFERÊNCIAS BLIBIOG.
� Silva, E. B. M., Takemura, I., Schwartz, S. M. - ANÁLISE DO
TRATAMENTO DE REGENERAÇÃO DE ESTRIAS COM O USO DO
GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA FILTRADA CONSTANTE
STRIAT® EM MULHERES ENTRE 15 E 16 ANOS. - Trabalho de
conclusão do Curso de Fisioterapia da Universidade Tuiuti do Paraná,
Curitiba - 1999. Apud Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J. -
FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL - FUNDAMENTOS,
RECURSOS E PATOLOGIAS - Ed Manole - 3ª Ed. Revisada e
ampliada – 2002.
� Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J. - FISIOTERAPIA DERMATO
FUNCIONAL - FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS - Ed
Manorle - 3ª Ed. Revisada e ampliada – 2002.
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OBRIGADA!!!!
50

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