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BIOESTIMULADORES 
FACIAL e CORPORAL
Paula Moretto Cardoso Simionato
MESTRE em ciências e tecnologia/ Quimica pela Universidade Federal do ABC, pós graduada
em estética pela FAMESP (2013), especialista em oncogenes e genes supressores de tumor
pelo Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da USP (2007), graduada em
Biomedicina pela Universidade Metodista de São Paulo (2005).
Atua, desde 2012, como docente em cursos de Graduação e Pós-graduação. Atividades atuais:
Universidade Metodista de São Paulo – Professora dos cursos de Estética e Cosmética,
Fisioterapia e Farmácia. Faculdade Método de São Paulo – Professora do curso de
Biomedicina. Biocursos – Professora de Pós graduação. Belmeker – Consultora técnica e
professora de cursos livres.
ENVELHECIMENTO
• Brasil - País que vem envelhecendo.
• Nossa populção tem ganhado maiores espectativas de vida com melhores condições.
• Nossos idosos estão mais ativos, Isso se dá aos avanços da medicina e dentro da estética
nós abraçamos esses avanços com técnicas cada vez mais modernas em tratamentos que
minimizam os impactos do envelhecimento cronológico e extrinseco ou na prevenção dos
mesmos.
• Os dados do IBGE nos ajuda a entender os rumos da população e traçar novas estratégias
de programas de tratamentos com os nossos clientes que cada vez mais buscam bons
resultados sem passar por procedimentos cirurgicos.
POPULAÇÃO 
POPULAÇÃO 
• Esses dados nos mostram que apesar de termos uma população que vem
envelhecendo, támbem temos maiores espectativas de vida.
• Em contrapartida a população se expõe cada vez mais a estimulos danosos
para a pele, como: exposição ao sol sem proteção, estresse, poluição,
alimentação com muitos elementos processados e sedentarismo.
• Todos esses estimulos influenciam em alterações inestéticas cutâneas faciais e
corporais, de uma população que tem expectativa de vida maior gozando de
plena atividade, levando as pessoas na busca pelos cuidados estéticos.
POPULAÇÃO 
Envelhecimento
Intrínseco ou 
Cronológico
Extrínseco, 
ambiental ou 
Fotoenvelhecimento
Pele
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro,
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac,
2016.
A PELE
PRINCÍPIOS ANATÔMICOS
Epiderme
✓Pele
Derme
Hipoderme
✓Vasos, nervos, terminações
nervosas e os anexos cutâneos
( pelos, glândulas e unhas)
SISTEMA TEGUMANTAR 
OU TEGUMENTO
PELE
✓ 3 milhões de células;
✓ 10 folículos pilosos;
✓ 15 glândulas sebáceas;
✓ 10 glândulas sudoríparas;
✓ 3m de capilares linfáticos
e sanguíneos;
✓ 12 metros de fibras
nervosas.
EPIDERME (BARREIRA)
✓ Tecido epitelial do tipo estratificado pavimentoso queratinizado;
✓ Manto hidrolipídico;
✓ Não possui suprimento sanguíneo próprio (nutrientes transportados
através de capilaridade);
✓ Pode ser dividida em 5 camadas distintas (basal, espinhosa,
granulosa, lúcida ou de transição e córnea) que são continuamente
substituídas e também é constituída por 4 tipos de células.
EPITELIO PAVIMENTOSO ESTRATIFICADO QUERATINIZADO
Fonte http://histoufrj.blogspot.com/p/epitelios-de-revestimento.html
Acessado em 11/04/2019
http://histoufrj.blogspot.com/p/epitelios-de-revestimento.html
EPIDERME
https://www.mundoestetica.com.br/esteticageral/epiderme-derme-camadas-pele/ - Acesso em 12/04/19
https://www.mundoestetica.com.br/esteticageral/epiderme-derme-camadas-pele/
✓ Epiderme penetra na derme por meio de cristas epidérmicas;
✓ Derme se projeta na epiderme através das papilas dérmicas;
✓ A junção permite aderência entre as camadas e trocas
metabólicas;
✓ Quando a papila dérmica se projeta para a epiderme, forma
elevações, separada por sulcos constituindo assim as
impressões digitais.
JUNÇÃO DERMOEPIDÉRMICA
DERME (SUSTENTAÇÃO)
✓ Camada de sustentação da pele;
✓ Formada por tecido conjuntivo propriamente dito;
✓ Camada constituída por fibroblastos, por enzimas e
matriz extracelular;
✓ Composta de vasos sanguíneos e linfáticos, estrutura
nervosa sensorial e musculatura lisa.
TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE DITO
http://bloghistologiap1.blogspot.com/p/tecido-conjuntivopropriamente-dito.html - Acesso em 12/04/19l
COLÁGENO ELASTINA
ÁCIDO HIALURÔNICO
FIBROBLASTO
DERME
✓ O tecido conjuntivo forma um gel viscoso, rico em
mucopolissacarídeos que participa na resistência
mecânica diante da compressão e estiramento;
✓ O fibroblasto é a principal célula da camada;
✓ É responsável pela produção de glicoproteínas e
proteoglicanas e pelo ácido hialurônico;
✓ Os fibroblastos também atuam na reparação tecidual.
✓Função de manter resistência contra as
forças de compressão;
✓Principal célula é o adipócito.
✓Propriedade de tixotropia: passar do estado
líquido para o estado gel e vice-versa.
HIPODERME (FORMA AO CORPO)
✓Radiação UVB e UVA;
✓Fumo;
✓Passagem do tempo;
✓Poluição
✓Má alimentação
✓Falta de água;
✓Não retirada de maquiagem;
✓Estresse.
PELE
DETERIORAÇÃO DA 
PELE
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro,
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter. Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac,
2016.
FLACIDEZ
✓ Modificação do material genético;
✓ Diminuição da proliferação celular nas camadas da pele;
✓ Perda da elasticidade;
✓ Diminuição do metabolismo e da replicação dos tecidos;
✓ Desidratação da pele por diminuição da atividade das
glândulas sebáceas e sudoríparas.
ENVELHECIMENTO CUTÂNEO 
ENVELHECIMENTO
✓ A senescência celular é um mecanismo geneticamente programado.
Irreversivelmente com o tempo as células diminuem a multiplicação e
renovação. Essas alterações cronológicas também sofrem influência de
fatores externos como fotoenvelhecimento, que é capaz de causar
mutações genéticas e acelerar o processo natural de envelhecimento. Há
diminuição contínua de todos os elementos da pele, e, tais modificações
causam ressecamento, perda de tônus, flacidez, alterações vasculares, e,
rugas profundas.
Dados da OMS
ENVELHECIMENTO
Podemos levar em consideração que o envelhecimento é multifatorial
e progressivo, influenciado por:
✓ Queda do nível de vários hormônios, em especial o estrógeno
(estética);
✓ Diminuição da capacidade antioxidante do organismo, levando a
um aumento das reações em cascata de radicais livres;
✓ Alterações genéticas.
DEFINIÇÃO
✓ Atrofia cutânea determinada pela redução dos
elementos celulares e intercelulares dérmicos e
epidérmicos;
✓ Representa fisicamente as características
relacionadas à ação da idade e da exposição ao sol.
CARACTERÍSTICAS DA PELE ENVELHECIDA PELO TEMPO
✓ Diminuição da espessura dérmica e epidérmica;
✓ Redução do manto hidrolipídico (MHL);
✓ Rugas dinâmicas e estáticas;
✓ Flacidez muscular e cutânea.
✓ Morfologicamente, a MEC é composta por elementos fibrosos e
fluidos;
✓ As mais importantes proteínas fibrosas são o colágeno e a elastina.
O colágeno é a proteína mais abundante do corpo e suas fibrilas
formam um continuo estrutural, unindo entre si, grupos de células
para formar os tecidos, a elastina forma, na derme, uma estrutura
laminar estirada e é responsável pela grande deformidade e
elasticidade dos tecidos, apresentando silício em sua constituição.
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro,
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac,
2016.
ESTRESSE 
OXIDATIVO
RADICAIS LIVRES
O radical livre é uma espécie química que apresenta um
número ímpar de elétrons na última camada eletrônica, ou
seja, elétrons desemparelhados. Na tentativa de se
estabilizar, esse átomo ou molécula, provoca dano ao DNA e
ao metabolismocelular. O resultado cutâneo é uma pele
desvitalizada, ressecada, envelhecida.
RADICAIS LIVRES
ANTIOXIDANTES
• É “qualquer substância que, presente em baixas concentrações
quando comparada a do substrato oxidável, atrasa ou inibe a
oxidação deste substrato de maneira eficaz”;
• Os antioxidantes são agentes responsáveis pela inibição e redução
das lesões causadas pelos radicais livres nas células;
• Esses agentes que protegem as células contra os efeitos dos
radicais livres podem ser classificados em antioxidantes
enzimáticos.
ESTRESSE OXIDATIVO 
o O desbalanço entre antioxidantes e espécies reativas leva ao estado de
estresse oxidativo;
o O estresse oxidativo foi definido em 1991 como: distúrbio no balanço
prooxidante-antioxidante a favor da formação de potenciais danos;
o Os principais alvos de dano mediado pelo estresse oxidativo em um organismo
são: DNA, proteína, lipídio e ácido úrico;
o A principio o estresse oxidativo pode levar a: diminuição de antioxidantes e
aumento da produção de espécies reativas;
ESTRESSE 
OXIDATIVO
EROs
DESBALANÇO 
DIETETICO
INFECÇÃO CRÔNICA/ 
INFLAMAÇÃO TRANSPORTE DE 
METAL 
COMPROMETIDO
PEROXIDAÇÃO 
LIPIDICA
DANO 
AO DNA TRANSDUÇÃO 
DE SINAL
PROLIFERAÇÃ
O CELULAR
APOPTOSE
RESPOSTA CELULAR 
AO ESTRESSE OXIDATIVO
ESTRESSE OXIDATIVO BAIXO
-PROLIFERAÇÃO 
- ADAPTAÇÃO
ESTRESSE OXIDATIVO MODERADO
- INJURIA
- SENSCÊNCIA
ESTRESSE OXIDATIVO ALTO
- MORTE CELULAR
Ambiente reduzido (altas concentrações de glutationa 
reduzida, ascorbato, etc). Alguns ambientes mais oxidados 
(reticulo endoplasmático e lisossomas)
Estimulo de Proliferação
Danos oxidativos. Liberação de íons de metais de
transição que catalisam reações para formação
de radicais livres
+ danos oxidativos (dano mitocôndria ou excessivo
dano ao DNA), parada do ciclo celular ou 
início da apoptose 
Maior aumento dos danos oxidativos
Bloqueio das caspases pela oxidação
de seus sítios ativos
Extremamante
Reduzido
Extremamente
Oxidado
A
u
m
e
n
to
 d
a
 O
x
id
a
ç
ã
o
Leve estresse oxidativo
Maior estresse oxidativo
Maior estresse oxidativo
Maior estresse oxidativo
Intenso estresse oxidativo
Ativação de fatores de transcrição. 
Resposta adaptativa Aumento dos sistemas de 
proteção. Reparo de dano ao DNA
Falha no sistema de 
proteção
Sobrevivência dos danos celulares ou necrose 
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro,
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter. Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac,
2016.
PILARES DO
ENVELHECIMENTO
• remodelação óssea;
• perda de gordura subdérmica;
• ação muscular;
• envelhecimento da pele.
Uma mudança em uma área pode influenciar grandemente nos tecidos
vizinhos.
Quatro pilares estéticos interligados ao processo de envelhecimento 
facial: 
Envelhecimento - modificações nas proporções das estruturas faciais
Os bioestimuladores ganharam popularidade no mercado
dermatológico, tendo como principal objetivo melhorar o
aspecto cutâneo, agindo de forma ativa nas camadas
mais profundas da pele, além de também devolver o
volume facial perdido, através do estímulo a formação de
novo colágeno dérmico
COLÁGENO ELASTINA
ÁCIDO HIALURÔNICO
FIBROBLASTO
• Os bioestimuladores são classificados quanto à durabilidade e a absorção;
• Existe os biodegradáveis, que tem sua absorção através de mecanismos
fagocitários;
• Existe os semipermanentes, que possuem duração entre 18 meses e 5 anos. Dentro
dessa categoria estão o ácido Poli-L-láctico (PLLA), hidroxiapatita de cálcio (CaHA),
e a policaprolactona (PCL);
• Também existe o bioestimulador classificado como não biodegradável, que não é
fagocitado e permanece indefinidamente no organismo. Nessa categoria está o
polimetilmetacrilato (PMMA).
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In:
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro:
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
ÁCIDO
POLI-L-LÁCTICO
• O PLLA (Sculptra® ou New-Fill®) é um polímero
biocompatível injetável.
• Totalmente sintético composto por microparticulas
biodegradáveis e reabsorvíveis, que estimula a neogênese
do colágeno.
PLLA
• Polímero sintético produzido a partir da fermentação do açúcar proveniente do
milho.
• É composto por micropartículas de PLLA, que medem entre 40-63 μm de
diâmetro;
• O ingrediente ativo do produto; carboximetilcelulose de sódio, age como um
emulsificante para melhorar a reidratação e o manitol não pirogênico,
ajuda na liofilização das partículas.
COMPOSIÇÃO
• O mecanismo de ação para estimular a neocolagênese começa
com uma resposta inflamatória localizada.
• Uma vez injetado, as partículas de PLLA atraem os macrófagos,
linfócitos e fibroblastos.
• Uma cápsula é formada em torno de cada microesfera à medida
que o PLLA é metabolizado, resultando no aumento da deposição
das fibras de colágeno pelos fibroblastos, tendo como resultado
final um aumento subsequente da espessura dérmica.
MECANISMO DE AÇÃO
• Após aplicação, mudanças são visualizadas,
correspondentes ao volume do diluente, no entanto, as
mudanças desaparecerão em 2-3 dias, até absorção
completa do diluente.
• Isto acontece porque o PLLA não é um preenchedor, e sim
um estimulador de colágeno do próprio hospedeiro.
MECANISMO DE AÇÃO
• Imunologicamente inerte e biocompatível;
• É classificado como um preenchedor semipermanente;
• Resultados que duram aproximadamente 24 meses;
• É um produto de degradação por hidrólise não enzimática, onde os
polímeros poliláticos - monômeros de ácido lático - dióxido de
carbono (CO2) e água (H2O), sendo eliminado totalmente do corpo
através da urina, fezes e sistema respiratório
CARACTERÍSTICAS
• Apresentado comercialmente como um pó liofilizado (sem partículas
de água) em frasco estéril;
• Fabricante recomenda usar 5 mL de água destilada para cada frasco,
e manter em repouso por pelo menos 2 horas;
• Schierle e Casas (2011), e Rendon (2012), recomendam tempo de
repouso e diluições maiores, para redução na nodularidade, injeção
mais fácil, distribuição mais uniforme do produto e menor risco de
obstrução da agulha;
PRODUTO
• O plano de aplicação deve ser selecionado corretamente,
para o sucesso do tratamento – supraperiosteal, subdérmico
e subcutâneo;
• É aplicado no plano supraperiosteal em áreas com suporte
ósseo, no subcutâneo onde não houver alicerce ósseo, e
subdérmico em casos de frouxidão da pele.
PRODUTO
PRODUTO
• O resultado de um tratamento varia entre quatro e
seis meses. Sendo assim, deve-se usar a regra de
“tratar, esperar e avaliar”, devendo respeitar
intervalos de 4 a 6 semanas entre as sessões, para
diminuir o risco de efeitos adversos.
PRODUTO
• Lipoatrofia facial associada ao Vírus da Imunodeficiência
Humana (HIV);
• Harmonização orofacial;
• Cicatrizes de acne;
• Pacientes que precisam de uma bioestimulação
tridimensional e que buscam resultados sutis, com aspecto
natural;
INDICAÇÕES
INDICAÇÕES
• Algumas áreas da face não são indicadas para aplicação
do PLLA: lábios, regiões perioral, periorbitária e frontal,
pois são locais de grande mobilidade muscular,
acarretando o acúmulo do produto.
• Hematomas.
• Eritema.
• Edema no local da injeção.
CONTRAINDICAÇÕES
• Nódulos e pápulas são mais frequentes, mas relativamente
pequeno, estando relacionados a considerações técnicas, como
acúmulo do material, devido reconstituição inadequada, técnica
de injeção em um plano superficial, localização ou falta de
cuidados pós-procedimento.
• Associação compreenchedores permanentes é contraindicada
devido grande risco de formação de granulomas.
CONTRAINDICAÇÕES
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In:
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro:
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
HIDROXIAPATITA
DE CALCIO
• A hidroxiapatita de cálcio (CaHA) é um bioestimulador de
colágeno injetável sintético, conhecido no Brasil pelos nomes
comerciais (Radiesse®) e (Rennova® Diamond Lido) ambos
aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
• CaHA - 30% de microesferas sintéticas de hidroxiapatita de cálcio, esféricas e
uniformes, variando entre 25 e 45 μm de diâmetro, e 70% de um gel transportador
aquoso, composto por carboximetilcelulose de sódio, água estéril e glicerina.
• No procedimento há uma correção imediata no local, onde o gel carreador começa
a ser dissipado de forma gradual cerca de 2 a 3 meses após a aplicação, deixando
apenas as microesferas, as quais além de induzirem a uma resposta fibroblástica,
estimulando a formação de novo colágeno, atuam como um arcabouço de
sustentação para os novos tecidos formados.
COMPOSIÇÃO
• É produzida naturalmente no corpo humano. Encontrada
nos dentes e ossos, é considerado um produto
biocompatível, com alto grau de segurança, devido baixa
resposta inflamatória.
• CaHA apresenta alta viscoelasticidade, o que significa
que após a aplicação o material preenchedor
permanecerá no local da injeção, sem que haja migração
para outras áreas.
CARACTERÍSTICAS
• Preenchedor semipermanente - duração média de 12
a 18 meses, podendo ser observado até 24 meses.
• Além dessas características, é um produto
biodegradável, sendo eliminado pelo organismo através
da fagocitose por macrófagos, que decompõem as
microesferas em íons de cálcio e fosfato, eliminando na
urina.
CARACTERÍSTICAS
• A hidroxiapatita de cálcio é comercializada pronta para uso,
em seringas descartáveis de 0,8 mL e 1,5 mL, não
necessitando de manuseio especial, sendo recomendado pelo
fabricante a homogeneização do produto.
• Um protocolo aprovado pela FDA possibilita realizar diluições
da CaHA com lidocaína, a fim de tornar a experiência mais
agradável.
CARACTERÍSTICAS
• Essa homogeneização é realizada com o auxílio de um conector Luer
Lock, sendo recomendado no mínimo de 15 a 20 movimentos de
mizagem.
• CaHA, deve ser injetada na derme média ou profunda, sendo assim
injeções dérmicas intradérmicas ou superficiais não são recomendadas,
devido grande risco de causarem nódulos visíveis na derme superficial.
• Os resultados devem ser alcançados de forma gradual ao longo de
várias sessões.
CARACTERÍSTICAS
• Principais indicações criar volumes e preencher locais que necessitam
de reparo.
• Rugas e dobras nasolabiais,
• Lipoatrofia facial associada ao HIV;
• Correção de sulcos moderados a graves na área da face, área nasal,
comissura labial, rugas peribucais, malar/ zigomático, contorno
mandibular, região temporal, terço médio da face, prega mentoniana,
mento e mãos.
• Cicatrizes de acne.
INDICAÇÕES
• Regiões contraindicadas: glabela, área periorbicular e lábios.
• Por possuir uma tendência de mover-se facilmente em áreas de
extrema mobilidade, é muito comum a formação de nódulos não
inflamatórios na região do músculo orbicular da boca e músculos
orbiculares dos olhos.
• CaHA não é indicada para combinações de tratamentos com
preenchedores permanentes, como silicone e polimetilmetacrilato.
CONTRAINDICAÇÕES
• Hematomas, edema, eritema e dor, os quais são resolvidos
espontaneamente em 1 a 5 dias, estando relacionados à
injeção.
• Formação de nódulos, granulomas, celulite e necrose foram
relatados, e assim como em todos os preenchedores dérmicos,
parte desses eventos adversos podem ser evitados com
planejamento e técnica adequada.
CONTRAINDICAÇÕES
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In:
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro:
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
HIALURONATO
DE SÓDIO
• O ácido hialurônico (AH) é um glicosaminoglicano de
cadeia linear, hidrofílico, poliiônico de elevado peso
molecular.
• É encontrado na matriz extracelular de diversos tecidos
conjuntivos, incluindo a cartilagem articular e o liquido
sinovial.
ÁCIDO HIALURÔNICO
• Há, portanto, fragmentos de colágeno e proteoglicanos,
além de leucotrienos e citocinas dispersos no fluido
articular. Isso gera uma resposta inflamatória na
membrana sinovial e no ligamento capsular, o que leva a
uma limitação de movimento articular, podendo ou não
ser seguida de dor.
ÁCIDO HIALURÔNICO
• É o principal glicosaminoglicano da MEC;
• Possui como funções principais manutenção da Hidratação
cutânea (responsável pelo viço e o turgor da pele);
• O ácido hialurônico, assim como a síntese de colágeno e
elastina, diminuiu progressivamente no decorrer da vida e
isto é a causa de várias das manifestações clinicas do
envelhecimento da pele.
ÁCIDO HIALURÔNICO
✓ Há mais de uma década, utiliza-se um ácido hialuronico cross-
lonkado (reticulado) para realização de preenchimentos e aumentos
volumétricos faciais temporários. O efeito deste deve-se justamente
ao poder higroscópio do AH;
✓ Desde 2008, com inicio na Europa, passou se a usar o ácido
Hialurônico não reticulado intradérmico, não com a finalidade de
preenchimento cutâneo, mas sim de reposição deste constituinte
dérmico imprescindível.
ÁCIDO HIALURÔNICO
ATIVOS 
SILÍCIO
ORGÂNICO
• reações inflamatórias,
• pequenos hematomas e/ou equimoses,
• abscessos nos sítios de aplicação, necrose tecidual (por injeção
intravascular ou compressão da rede vascular adjacente),
• edema persistente e granulomas, que podem ser causados por alergia
ao material ou por resposta imunológica aos componentes protéicos
presentes nas preparações de ácido hialurônico, e podem ser tratados
com injeção local de hialuronidase.
ÁCIDO HIALURÔNICO
• Entende-se que o silício é o oligoelemento responsável por
regularizar o metabolismo celular e está presente no colágeno, que
juntamente com a elastina e as glicoproteínas são responsáveis pela
sustentação da derme.
• Com o passar dos anos, o silício deixa de ser sintetizado pelo
organismo, o que resulta na necessidade de reposição pelas áreas
farmacêutica e cosmética.
• O oligoelemento silício é capaz de regenerar os tecidos,
recobrando seu tônus e sua elasticidade, pois possui o
elemento catalisador necessário para relançar o
fibroblasto.
• Também é capaz de estimular e acelerar a síntese de
colágeno e elastina.
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In:
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro:
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
Paula Moretto Cardoso Simionato
MESTRE em ciências e tecnologia/ Quimica pela Universidade Federal do ABC, pós graduada em 
estética pela Famesp (2013), especialista em oncogenes e genes supressores de tumor pelo Hospital 
das Clinicas da Faculdade de Medicina da USP(2007), graduada em Biomedicina pela Universidade 
Metodista de São Paulo (2005).
Atua, desde 2012, como docente em cursos de Graduação e Pós-graduação. Atividades atuais: 
Universidade Metodista de São Paulo – Professora dos cursos de Estética e Cosmética, Fisioterapia e 
Farmácia. Faculdade Método de São Paulo – Professora do curso de Biomedicina. Biocursos – 
Professora de Pós graduação. Belmeker – Consultora técnica e professora de cursos livres.
ÁCIDO POLI L LACTICO
SCULPTRA e ELLEVA
BELEZA ATRAVÉS DO TEMPO
• O que é beleza?
• Quais os padrões de estética atuais?
• Existe um padrão para homens e outro para 
mulheres?
• Podemos diferenciar a beleza em masculino e 
feminino ou existe outros tipos de beleza?
• A estética agrada só o olhar de quem vê ou traz bem 
estar para si?
• A beleza custa caro?
• Existe padrões diferentes conforme as classes 
sociais?
Segundo o dicionário
beleza
/ê/
substantivo feminino
1. qualidade, propriedade, caráter ou virtude do que é belo; 
manifestação característica do belo.
2. caráter do ser ou da coisa que desperta sentimento de êxtase, 
admiração ou prazer através dos sentidos.
"a b. das obras de Bach"
Segundo o dicionário
estética
substantivo feminino
1. FILOSOFIA
parte da filosofia voltada para a reflexão a respeito da beleza sensível e do 
fenômeno artístico.
2. harmonia das formas e/ou das cores; beleza.
"a e. de uma escultura"
Pintura no corpo 
para afastar os 
maus espíritos e 
agradar os Deuses
Pré-história
Egito Antigo
Pó de Kajal;
Água de Carbono de 
cal;
Pasta de argila;
Pasta de carvão e 
chumbo;
Aromaterapia;
Leite de Cabra.
Era Romana 180 dC
Banho diário;
Uso de 
maquiagens e 
perfumes contra o 
mau odor;
Claudio Galeno – 
Unguentum 
Refrigerans
Mulher da Idade Média
Pele Branca,
Sem pintura, Corpo 
Virginal;
Seios redondos
Sensualidade;
Volta o uso de 
maquiagens.
Renascimento
Século XVIII
Período de excessos;
Ninguém aparece sem 
pinturas.
1911 Hamburgo
Primeiro creme com 
conceito de hidratação 
A/O
Século XX
Belle Epoque;
Com a primeira guerra as 
mulheres tiveram que 
trabalhar e o conceito de 
beleza mudou;
O conceito de higiene 
evoluiu.
Desde a Antiguidade, o padrão de beleza 
foi definido pela rainha Nefertiti. Seu rosto 
perfeitamente simétrico, sobrancelhas 
delicadamente curvadas, olhos 
amendoados e bem marcados, 
zigomáticos proeminentes, nariz fino e 
proporcional, lábios carnudos, ausência 
de marcas de expressão ou rugas e 
pescoço fino e alongado.
SOCIEDADE PÓS MODERNA
• A internet trouxe uma globalização da beleza;
• Os padrões e gostos são definidos pelas 
grandes redes de lojas;
• Na sociedade atual ha o desejo de tornar-se 
belo;
• Acesso muito fácil a informação e a produtos 
cosméticos.
Conceito de beleza é próprio de cada indivíduo
• Gênero;
• Raça;
• Educação;
• Experiências pessoais.
• Ambiente;
• Publicidade (Mídia)
VALORES INDIVIDUAIS
VALORES DA SOCIEDADE
CONCEITO DE BELEZA
• Alguns acreditam que existe uma ligação entre a 
beleza e a matemática, pois rostos proporcionais, 
simétricos, bem marcados, com contornos 
arredondados e bochechas altas parecem ser mais 
atrativos
CONCEITO DE BELEZA
• Chamamos de “quadralização” 
da face as mudanças nos 
contornos faciais decorrentes 
do envelhecimento: na 
juventude a face tem a forma 
de um trapézio invertido e com 
o passar do tempo tende a 
tornar-se um quadrado.
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro, 
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac, 
2016.
ENVELHECIMENTO
• Brasil - País que vem envelhecendo. 
• Nossa população tem ganhado maiores espectativas de vida com melhores condições. 
• Nossos idosos estão mais ativos, Isso se dá aos avanços da medicina e dentro da estética 
nós abraçamos esses avanços com técnicas cada vez mais modernas em tratamentos que 
minimizam os impactos do envelhecimento cronológico e extrinseco ou na prevenção dos 
mesmos. 
• Os dados do IBGE nos ajuda a entender os rumos da população e traçar novas estratégias 
de programas de tratamentos com os nossos clientes que cada vez mais buscam bons 
resultados sem passar por procedimentos cirurgicos.
POPULAÇÃO 
POPULAÇÃO 
• Esses dados nos mostram que apesar de termos uma população que vem 
envelhecendo, támbem temos maiores espectativas de vida.
• Em contrapartida a população se expõe cada vez mais a estimulos danosos 
para a pele, como: exposição ao sol sem proteção, estresse, poluição, 
alimentação com muitos elementos processados e sedentarismo. 
• Todos esses estimulos influenciam em alterações inestéticas cutâneas faciais e 
corporais, de uma população que tem expectativa de vida maior gozando de 
plena atividade, levando as pessoas na busca pelos cuidados estéticos.
POPULAÇÃO 
Envelhecimento
Intrínseco ou 
Cronológico
Extrínseco, 
ambiental ou 
Fotoenvelhecimento
Pele
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro, 
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac, 
2016.
A PELE
PRINCÍPIOS ANATÔMICOS
 Epiderme
✔ Pele
 Derme
 Hipoderme
✔ Vasos, nervos, terminações 
nervosas e os anexos cutâneos
( pelos, glândulas e unhas)
SISTEMA TEGUMANTAR 
OU TEGUMENTO
PELE
✔ 3 milhões de células;
✔ 10 folículos pilosos;
✔ 15 glândulas sebáceas;
✔ 10 glândulas sudoríparas;
✔ 3m de capilares linfáticos
 e sanguíneos;
✔ 12 metros de fibras 
nervosas.
EPIDERME (BARREIRA)
✔ Tecido epitelial do tipo estratificado pavimentoso queratinizado;
✔ Manto hidrolipídico;
✔ Não possui suprimento sanguíneo próprio (nutrientes transportados 
através de capilaridade);
✔ Pode ser dividida em 5 camadas distintas (basal, espinhosa, granulosa, 
lúcida ou de transição e córnea) que são continuamente substituídas e 
também é constituída por 4 tipos de células.
EPITELIO PAVIMENTOSO ESTRATIFICADO QUERATINIZADO
Fonte http://histoufrj.blogspot.com/p/epitelios-de-revestimento.html
Acessado em 11/04/2019
http://histoufrj.blogspot.com/p/epitelios-de-revestimento.html
EPIDERME
https://www.mundoestetica.com.br/esteticageral/epiderme-derme-camadas-pele/ - Acesso em 12/04/19
https://www.mundoestetica.com.br/esteticageral/epiderme-derme-camadas-pele/
✔ Epiderme penetra na derme por meio de cristas epidérmicas;
✔ Derme se projeta na epiderme através das papilas dérmicas;
✔ A junção permite aderência entre as camadas e trocas 
metabólicas;
✔ Quando a papila dérmica se projeta para a epiderme, forma 
elevações, separada por sulcos constituindo assim as 
impressões digitais.
JUNÇÃO DERMOEPIDÉRMICA
DERME (SUSTENTAÇÃO)
✔ Camada de sustentação da pele;
✔ Formada por tecido conjuntivo propriamente dito;
✔ Camada constituída por fibroblastos, por enzimas e 
matriz extracelular;
✔ Composta de vasos sanguíneos e linfáticos, estrutura 
nervosa sensorial e musculatura lisa.
TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE DITO
http://bloghistologiap1.blogspot.com/p/tecido-conjuntivopropriamente-dito.html - Acesso em 12/04/19l
DERME
✔ O tecido conjuntivo forma um gel viscoso, rico em 
mucopolissacarídeos que participa na resistência 
mecânica diante da compressão e estiramento;
✔ O fibroblasto é a principal célula da camada;
✔ É responsável pela produção de glicoproteínas e 
proteoglicanas e pelo ácido hialurônico;
✔ Os fibroblastos também atuam na reparação tecidual.
✔ Função de manter resistência contra as 
forças de compressão;
✔ Principal célula é o adipócito.
✔ Propriedade de tixotropia: passar do estado 
líquido para o estado gel e vice-versa.
HIPODERME (FORMA AO CORPO)
✔ Radiação UVB e UVA;
✔ Fumo;
✔ Passagem do tempo;
✔ Poluição
✔ Má alimentação
✔ Falta de água;
✔ Nãoretirada de maquiagem;
✔ Estresse.
PELE
DETERIORAÇÃO DA 
PELE
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro, 
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter. Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac, 
2016.
DERME
DERME (SUSTENTAÇÃO)
✔ Camada de sustentação da pele;
✔ Formada por tecido conjuntivo propriamente dito;
✔ Camada constituída por fibroblastos, por enzimas e 
matriz extracelular;
✔ Composta de vasos sanguíneos e linfáticos, estrutura 
nervosa sensorial e musculatura lisa.
DERME
✔ Derme papilar: mais superficial, formada por tecidos conjuntivo 
propriamente dito do tipo frouxo. Contem maior quantidade de 
MEC e menos colágeno e elastina. Os vasos sanguíneos são 
abundantes porem pequenos e com diâmetro de capilar;
✔ Derme reticular: mais profunda, formada por tecido conjuntivo 
propriamente dito do tipo denso não modelado. Constitui a 
maior parte da derme. Possui fibras de colágeno denso 
entremeadas de fibras de elastina espessa. 
TECIDO CONJUNTIVO PROPRIAMENTE DITO
http://bloghistologiap1.blogspot.com/p/tecido-conjuntivopropriamente-dito.htm
Acesso em 12/04/19l
COLÁGENO ELASTINA
ÁCIDO HIALURÔNICO
FIBROBLASTO
DERME
COLÁGENO
✔ Glicoproteína formada pelos aminoácidos glicina, 
prolina e hidróxiprolina;
✔ É a principal e mais abundante proteína presente no 
tecido conjuntivo; 
✔ Corresponde a aproximadamente 75% do peso seco 
da derme;
✔ Esse peso diminui cerca de 1% por ano em ambos os 
sexos.
DERME
COLÁGENO
✔ As fibras colágenas presentes na derme papilar 
apresenta um padrão tensional específico denominado 
de linha de Langer (linhas de tensão da pele, linhas de 
clivagem);
✔ As linhas de expressão surgem do desalinhamento 
dessas linhas de clivagem;
DERME
COLÁGENO
http://crispetersen.blogspot.com/2011/10/musculos-da-cabeca-nocoes-de-anatomi
a.html
Acesso em 12/04/19
http://crispetersen.blogspot.com/2011/10/musculos-da-cabeca-nocoes-de-anatomia.html
http://crispetersen.blogspot.com/2011/10/musculos-da-cabeca-nocoes-de-anatomia.html
DERME
ELASTINA
✔ Proteína que faz parte do sistema elástico da 
derme;
✔ Características funcionais desse sistema é a 
elasticidade e a compressibilidade;
✔ Também é produzida pelo fibroblasto.
DERME
ELASTINA
DERME
ELASTINA
✔ A degradação funcional desse tecido leva a 
elastose que é um enrugamento profundo da 
pele, muito comum em pessoas que se expoem 
por tempo prolongado a luz solar.
✔ É o principal glicosaminoglicano da MEC;
✔ Possui como funções principais manutenção da 
Hidratação cutânea (responsável pelo viço e o turgor da 
pele);
✔ O ácido hialurônico, assim como a síntese de colágeno 
e elastina, diminuiu progressivamente no decorrer da 
vida e isto é a causa de várias das manifestações 
clinicas do envelhecimento da pele. 
ÁCIDO HIALURÔNICO
ESTRESSE 
OXIDATIVO
RADICAIS LIVRES
O radical livre é uma espécie química que apresenta um 
número ímpar de elétrons na última camada eletrônica, ou 
seja, elétrons desemparelhados. Na tentativa de se 
estabilizar, esse átomo ou molécula, provoca dano ao DNA e 
ao metabolismo celular. O resultado cutâneo é uma pele 
desvitalizada, ressecada, envelhecida.
RADICAIS LIVRES
ANTIOXIDANTES
• É “qualquer substância que, presente em baixas concentrações 
quando comparada a do substrato oxidável, atrasa ou inibe a 
oxidação deste substrato de maneira eficaz”;
• Os antioxidantes são agentes responsáveis pela inibição e redução 
das lesões causadas pelos radicais livres nas células;
• Esses agentes que protegem as células contra os efeitos dos 
radicais livres podem ser classificados em antioxidantes enzimáticos.
ESTRESSE OXIDATIVO 
o O desbalanço entre antioxidantes e espécies reativas leva ao estado de 
estresse oxidativo;
o O estresse oxidativo foi definido em 1991 como: distúrbio no balanço 
prooxidante-antioxidante a favor da formação de potenciais danos;
o Os principais alvos de dano mediado pelo estresse oxidativo em um organismo 
são: DNA, proteína, lipídio e ácido úrico;
o A principio o estresse oxidativo pode levar a: diminuição de antioxidantes e 
aumento da produção de espécies reativas;
ESTRESSE 
OXIDATIVO
EROs
DESBALANÇO 
DIETETICO
INFECÇÃO CRÔNICA/ 
INFLAMAÇÃO TRANSPORTE DE 
METAL 
COMPROMETIDO
PEROXIDAÇÃO 
LIPIDICA
DANO 
AO DNA TRANSDUÇÃO DE SINAL
PROLIFERAÇÃO 
CELULAR
APOPTOSE
RESPOSTA CELULAR 
AO ESTRESSE OXIDATIVO
 
ESTRESSE OXIDATIVO BAIXO
-PROLIFERAÇÃO 
- ADAPTAÇÃO
ESTRESSE OXIDATIVO 
MODERADO
- INJURIA
- SENSCÊNCIA
ESTRESSE OXIDATIVO ALTO
- MORTE CELULAR
Ambiente reduzido (altas concentrações de glutationa 
reduzida, ascorbato, etc). Alguns ambientes mais oxidados 
(reticulo endoplasmático e lisossomas)
Estimulo de Proliferação
Danos oxidativos. Liberação de íons de metais de 
transição que catalisam reações para formação 
de radicais livres 
+ danos oxidativos (dano mitocôndria ou excessivo
dano ao DNA), parada do ciclo celular ou 
início da apoptose 
Maior aumento dos danos oxidativos
Bloqueio das caspases pela 
oxidação
 de seus sítios ativos
Extremamant
e
Reduzido
Extremamente
Oxidado
A
um
en
to
 d
a 
O
xi
da
çã
o
Leve estresse oxidativo
Maior estresse oxidativo
Maior estresse oxidativo
Maior estresse oxidativo
Intenso estresse oxidativo
Ativação de fatores de transcrição. 
Resposta adaptativa Aumento dos sistemas de 
proteção. Reparo de dano ao DNA
Falha no sistema de 
proteção
Sobrevivência dos danos celulares ou 
necrose 
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de Janeiro, 
Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter. Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: Senac, 
2016.
PILARES DO
ENVELHECIMENTO
•remodelação óssea; 
• perda de gordura subdérmica; 
• ação muscular;
• envelhecimento da pele.
 
Uma mudança em uma área pode influenciar grandemente nos tecidos 
vizinhos.
Quatro pilares estéticos interligados ao processo de envelhecimento 
facial: 
Envelhecimento - modificações nas proporções das estruturas faciais
Os bioestimuladores ganharam popularidade no mercado 
dermatológico, tendo como principal objetivo melhorar o 
aspecto cutâneo, agindo de forma ativa nas camadas 
mais profundas da pele, além de também devolver o 
volume facial perdido, através do estímulo a formação de 
novo colágeno dérmico
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In: 
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro: 
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
FLACIDEZ
FLACIDEZ DE PELE
✔ As rugas, linhas de expressão e sulcos são 
resultado de fatores extrínsecos e intrínsecos. 
 Fatores intrínsecos - genética. 
Eles consistem em propriedades de extensibilidade, 
elasticidade e tensão que são associadas com os 
componentes bioestruturais da pele. Esses elementos 
estruturais são o colágeno dérmico e os tecidos 
elásticos. As fibras elásticas são mais abundantes na 
derme da face do que na do couro cabeludo e, 
portanto, são responsáveis por manter a tensão 
estática da pele e pela restauração do colágeno 
deformado no estado original. Com a idade, as fibras 
elásticas estão sujeitas à deterioração estrutural e 
funcional, perdendo progressivamente a habilidade 
para retornar ao comprimento original.
FLACIDEZ DE PELE
✔ Fatores extrínsecos - exposição ao 
sol, tabagismo, excesso de uso de 
álcool e má alimentação;
Também entre os fatores extrínsecos, os 
músculos da expressão facial se inserem 
diretamente na pele determinando tensãocontínua mesmo em repouso. Ao longo do 
tempo eles produzem um alongamento do 
colágeno na direção da tração muscular.
Referências
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
MÚSCULOS DA FACE
MUSCULOS DA FACE
✔ Na juventude os músculos da mímica facial têm contorno curvilíneo, que 
os torna projetados. 
✔ Isso reflete uma curva no compartimento de gordura subjacente à face 
profunda desses músculos que atua como um plano de deslizamento 
mecânico eficaz. A amplitude do movimento do músculo é também 
maior. Ao longo do tempo, o contorno convexo torna-se retilíneo e a 
gordura subjacente é expulsa por detrás dos músculos, fazendo com 
que a gordura superficial aumente.
MUSCULOS DA FACE
✔ O músculo frontal apresenta pouca gordura subjacente. Durante suas 
contrações, a pressão máxima é exercida na sua área funcional central, para 
onde as forças elevadoras e depressoras convergem, produzindo ao longo do 
tempo esvaziamento ósseo horizontal central com convexidade superior 
(colisões frontais) e inferior (arco superciliar).
MUSCULOS DA FACE
✔ Os músculos da região glabelar são responsáveis pelas principais alterações 
do envelhecimento. Fazem parte dessa região os músculos corrugadores, 
procerus, depressores do supercílio e porção superior dos orbiculares dos 
olhos. Sua ação conjunta contribui para o aspecto cansado e aborrecido da 
face, bem como para o aumento da pele na região palpebral superior e o 
deslocamento das bolsas de gordura nessa região.
MUSCULOS DA FACE
As contrações dos músculos orbiculares também são 
responsáveis pelo envelhecimento facial:
✔ bolsas palpebrais, 
✔ queda da cauda da sobrancelha, 
✔ rítides perioculares (pés de galinha);
✔ aumento da ptose cutânea na região
 palpebral. 
MUSCULOS DA FACE
✔ O musculo elevador da asa nasal (superficial) e o musculo elevador do lábio 
superior (profundo) depois de repetidas contrações expulsam inferior e 
profundamente a gordura da fossa canina e superficialmente a gordura do 
sulco nasolabial, achatando a região malar anterior. Ao longo do tempo, uma 
depressão que aumenta visivelmente com o sorriso aparece acima da dobra 
nasolabial na área parinasal. 
MUSCULOS DA FACE
• No envelhecimento os 
músculos zigomáticos 
expulsam a gordura ao 
redor o que leva a um 
esvaziamento da região.
MUSCULOS DA FACE
• Os músculos periorbital e peribucal são muito fortes e além de 
expulsar a gordura cria erosões ósseas. O resultado é depressão 
da boca, aumento do sulco nasolabial e sobra de pele.
MUSCULOS DA FACE
• Durante a juventude o músculo platisma se assemelha a uma 
ampulheta, com o passar dos anos ele encurta e diminui o ângulo 
da mandíbula.
Referências
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
COMPARTIMENTO DE 
GORDURA
COMPARTIMENTOS DE GORDURA
• A gordura da face está dividida vários compartimentos 
independentes:
 periorbicular, 
 temporal, 
 perioral, 
 terço médio da face, 
 bochecha e mandibular.
• Na região periorbicular os compartimentos de gordura estão 
localizados tanto na pálpebra superior como na inferior, porem a 
perda de gordura na pálpebra superior é a grande responsável 
pelos sinais do envelhecimento.
COMPARTIMENTOS DE GORDURA
• Nas regiões pré-auricular, bucal e malar, ocorrem as maiores perdas de 
gordura, levando algumas vezes a aparência esquelética e na região do 
arco da mandíbula a gordura facial pode descer e se acumular levando a 
sinais de envelhecimento. 
COMPARTIMENTOS DE GORDURA
COMPARTIMENTOS DE GORDURA
• Diminuição do volume, atrofia e migração da gordura para regiões inferiores 
da face esta entre as principais mudanças que ocorrem durante o 
envelhecimento. 
Recentemente Wan e colaboradores analisaram 63 dissecções da hemiface em 
cadáveres:
1- os adipócitos nos compartimentos de gordura superficial eram maiores do 
que os adipócitos dos compartimentos de gordura profunda; 
2- o tamanho dos adipócitos nos compartimentos de gordura nasolabial e da 
bochecha medial profunda nos homens é significativamente menor do que o 
das mulheres; 
3- o tamanho dos adipócitos no compartimento nasolabial em pacientes com 
índice de massa corporal (IMC) normal é significativamente maior em mulheres 
do que em homens. 
Referências
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
REMODELAMENTO OSSEO
REMODELAMENTO OSSEO
• As regiões que mais sofrem remodelamento no processo de envelhecimento 
são: 
superomedial e inferolateral da órbita, 
região piriforme do nariz, 
mento e particularmente a maxila, em que esse processo é mais proeminente. 
• As mudanças produzem:
protrusão da glabela, 
expansão das rugas supraorbitais, 
translação lateral da órbita, 
aumento da profundidade, 
expansão lateral das bochechas, 
aumento das dimensões do nariz e do mento. 
REMODELAMENTO OSSEO
• A perda da projeção do maxilar leva a uma queda na ponta do 
nariz e também do lábio superior. Deixando a parte central mais 
alongada.
REMODELAMENTO OSSEO
• È o osso maxilar que mais sofre remodelamento durante o envelhecimento. 
Ele da origem a outros ossos como os dentes e com o passar do tempo 
existe um encurtamento que faz com que durante o sorriso cada vez menos 
os dentes fiquem expostos o que é um grande sinal do envelhecimento.
ANAMNESE E 
INDICAÇÕES
ANAMNESE
 Devem ser observados os seguintes aspectos:
✔ alergias aos fármacos utilizados no procedimento;
✔ hipertensão descompensada que pode ser agravada pelos fármacos 
ativadores da circulação sanguínea (cafeína, chá verde ).
✔ Pacientes portadores de disfunções tireoidianas (hiper ou 
hipotireoidismo) não podem ser tratados com tiratricol , hormônio 
sintético que possui a mesma função da glândula tireóide, induz a 
quebra da gordura e acelera o metabolismo.
ANAMNESE
• 
• Documentação fotográfica deve ser feita sempre para acompanhamento do 
tratamento.
• Essa documentação fotográfica deve seguir o mesmo padrão no antes e 
depois.
• Documentação relatando os cuidados, resultados e possíveis intercorrências 
deve ser assinada em duas vias, uma fica na clinica e outra vai para o 
cliente.
INDICAÇÕES
✔ Terapia Anti aging;
✔ Hidratação;
✔ Flacidez;
✔ Rejuvenescimento;
✔ Lipoatrofia facial associada ao HIV;
✔ Cicatrizes de acne.
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de 
Janeiro, Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, 
Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: 
Senac, 2016.
BIOESTIMULADORES
• Até os anos 90, o conceito de rejuvenescimento facial era limitado a uma visão 
bidimensional, e a abordagem era focada na redução de rugas e sulcos;
• Agora abrange uma visão tridimensional, que reconhece como sinais de 
envelhecimento não só a perda da textura cutânea e as rugas de expressão, mas 
também as perdas volumétricas secundárias à remodelação óssea e a redistribuição 
da gordura facial.
• Baseado nos pilares do envelhecimento facial, os procedimentos minimamente 
invasivos revolucionaram o tratamento para o rejuvenescimento facial;
• Os preenchedores dérmicos não apenas tratam das linhas finas e rugas, mas 
passou a incluir a correção da perda de volume e o aumento da face envelhecida;
• Os bioestimuladoresganharam popularidade, tendo como principal objetivo 
melhorar o aspecto cutâneo, agindo de forma ativa nas camadas mais profundas da 
pele, além de também devolver o volume facial perdido, através do estímulo a 
formação de novo colágeno dérmico.
• Os bioestimuladores são classificados quanto à durabilidade e a absorção;
• Existe os biodegradáveis, que tem sua absorção através de mecanismos 
fagocitários; 
• Existe os semipermanentes, que possuem duração entre 18 meses e 5 anos. Dentro 
dessa categoria estão o ácido Poli-L-láctico (PLLA), hidroxiapatita de cálcio (CaHA), 
e a policaprolactona (PCL);
• Também existe o bioestimulador classificado como não biodegradável, que não é 
fagocitado e permanece indefinidamente no organismo. Nessa categoria está o 
polimetilmetacrilato (PMMA).
Referências
BOGART, Bruce I, ORT, Victória H. Anatomia e Embriologia. Rio de 
Janeiro, Elsevier, 2008.
HANSEN, John T. Netter Anatomia Para Colorir. Rio de Janeiro, 
Elsevier, 2010.
HARRIS, Maria I. DE C. Pele do nascimento a maturidade. São Paulo: 
Senac, 2016.
ÁCIDO
POLI-L-LÁCTICO
• O ácido poli-l-láctico (Europa) – 1999 - preenchedor em - 
nome comercial de New-Fill® (Biotech Industry SA);
• 2004 – (Sculptra) - Food and Drug Administration - para 
tratamento da lipoatrofia associada ao HIV; 
• 2009, a indicação foi expandida para tratamentos com 
finalidade estética em pacientes imunocompetentes; 
PLLA
• O PLLA (Sculptra® ou Elleva®) é um polímero biocompatível 
injetável.
• Totalmente sintético composto por microparticulas 
biodegradáveis e reabsorvíveis, que estimula a neogênese 
do colágeno.
PLLA
• Polímero sintético produzido a partir da fermentação do açúcar proveniente do 
milho (AHAs);
• Com propriedade de auto-organização e formação de micelas coloidais em meio 
aquoso;
• É usado a anos em fios de sutura absorvíveis e em nanopartículas para controle 
de liberação de fármacos;
COMPOSIÇÃO
• É composto por micropartículas de PLLA, que medem entre 40-63 μm de 
diâmetro;
• O tamanho das partículas é grande o bastante para evitar a fagocitose pelos 
macrófagos ou a passagem através das paredes capilares;
• O ingrediente ativo do produto; carboximetilcelulose de sódio, age como um 
emulsificante para melhorar a reidratação e o manitol não pirogênico, ajuda na 
liofilização das partículas.
COMPOSIÇÃO
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In: 
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro: 
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
MECANISMO DE 
AÇÃO
• O mecanismo de ação para estimular a neocolagênese começa 
com uma resposta inflamatória localizada. 
• Uma vez injetado, as partículas de PLLA atraem os macrófagos, 
linfócitos e fibroblastos.
• Uma cápsula é formada em torno de cada microesfera à medida 
que o PLLA é metabolizado, resultando no aumento da deposição 
das fibras de colágeno pelos fibroblastos, tendo como resultado 
final um aumento subsequente da espessura dérmica.
MECANISMO DE AÇÃO
• A fibroplasia é determinante dos resultados cosméticos, SEM 
evidência de fibrose residual; 
• Colágeno do tipo I começa a ser produzido cerca de 10 dias após 
a aplicação e continua durante período que varia de oito a 24 
meses, enquanto o produto é degradado e a resposta inflamatória 
subclínica esmaece; 
MECANISMO DE AÇÃO
• O ácido poli-l-láctico é degradado por hidrólise, seguida pelo processo 
de oxidação do ácido láctico, que por sua vez é convertido em ácido 
pirúvico. 
• Na presença da acetil-coenzima A, ocorre liberação de CO2 e, 
consequentemente, decomposição em citrato, que é incorporado ao 
ciclo de Krebs e resulta na formação de CO2 e água; 
• Sua eliminação pode ser feita através da urina, fezes e respiração 
• O produto é completamente eliminado em cerca de 18 meses
MECANISMO DE AÇÃO
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In: 
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro: 
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
PLANO DE 
APLICAÇÃO
• O plano de aplicação deve ser selecionado corretamente, 
para o sucesso do tratamento – supraperiosteal, subdérmico 
e subcutâneo;
• É aplicado no plano supraperiosteal em áreas com suporte 
ósseo, no subcutâneo onde não houver alicerce ósseo, e 
subdérmico em casos de frouxidão da pele. 
PLANO DE APLICAÇÃO
PLANO DE APLICAÇÃO
INDICAÇÕES
ONDE NÃO APLICAR
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In: 
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro: 
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
EFEITOS 
ADVERSOS
Pápulas, nódulos e granulomas 
• Pápulas e nódulos não inflamatórios são de bom prognóstico e fácil solução, enquanto nódulos 
inflamatórios e granulomas podem ser crônicos e de difícil resolução; 
• O efeito adverso mais comum diz respeito a pápulas e nódulos causados por acúmulo de material, 
em geral por reconstituição inadequada.
• As pápulas subcutâneas são palpáveis porém invisíveis (< 5mm), enquanto os nódulos não 
inflamatórios são protrusos. 
• Ambos podem se desenvolver algumas semanas após a injeção do ácido poli-l-láctico; 
• No caso de lesões visíveis ou persistentes, podem ser opções a massagem vigorosa; 
PLANO DE APLICAÇÃO
Pápulas, nódulos e granulomas 
• Os granulomas tardios são caracterizados clinicamente por nódulos inflamatórios que surgem 
meses ou anos após a injeção, persistindo e aumentando ao longo do tempo; 
• Embora inicialmente tenham sido atribuídos a fenômenos de hipersensibilidade ao material, 
atualmente se sabe que podem albergar infecções crônicas. Essa complicação é rara (< 0,1%) e 
parece ser um processo de natureza sistêmica composto por uma resposta exagerada do 
hospedeiro aos materiais injetados, por infecções por bactérias de crescimento lento e pela 
formação de biofilmes.
• Sua confirmação laboratorial é bastante difícil, sendo em geral necessárias biópsias para correta 
identificação histológica e coleta de material para culturas para bactérias, micobactérias e fungos. 
PLANO DE APLICAÇÃO
Infecções
✔ O risco de infecções agudas ou tardias pode ser minimizado por assepsia e antissepsia rigorosas 
por ocasião da aplicação. 
Hematomas
Fenômenos vasculares
✔ A necrose cutânea pode ser causada por injeção intravascular, vasoespasmo ou compressão 
extrínseca pela injeção de qualquer produto. Os sintomas da isquemia são dor, branqueamento e 
eritema reticulado, acompanhados de exulceração e necrose cutânea nos dias subsequentes.
PLANO DE APLICAÇÃO
Referências
Miranda LHS. Ácido poli-L-lático e hidroxiapatita de cálcio: melhores indicações. In: 
Lyon S, Silva RC. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. Rio de Janeiro: 
MedBook; 2015. p. 267-80
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras Med. 2010 
jul;67(Suppl 4):6-4.
Sharabi SE, Hatef DA, Koshy JC. Mechanotransduction: the missing link in the facial 
aging puzzle? Aesth Plast Surg. 2010;34(5):603-11. doi: 10.1007/s00266-010-9519-5
SKINBOOSTERCONHECENDO O ÁCIDO 
HIALURÔNICO E SUAS 
PROPRIEDADES
CONHECENDO O A.H.
O ÁCIDO HIALURÔNICO é um polissacarídeo da família das
Glicosaminoglicanas (GAG’s), naturalmente presente na derme. Descoberto em 1934
no humor vítreo dos olhos de vaca, despertou um grande interesse devido à sua
excepcional capacidade hidratante.
CONHECENDO O A.H.
Atualmente, o ÁCIDO HIALURÔNICO é obtido por biotecnologia, através da
fermentação do Streptococcus zooepidermicus em um substrato vegetal. A vantagem
de se utilizar ÁCIDO HIALURÔNICO obtido por biotecnologia é que esta técnica permite
a obtenção de um produto quimicamente puro, perfeitamente reprodutível, e em
quantidades ilimitadas.
CONHECENDO O A.H.
Entre as várias funções
desempenhadas pela derme, a
manutenção e regulação da hidratação
é sem dúvida uma das mais
importantes. Fatores como o
envelhecimento natural, condições
genéticas e influências ambientais
fazem com que os conteúdos de água
na derme e epiderme variem, o que
pode provocar danos à pele.
CONHECENDO O A.H.
O ÁCIDO HIALURÔNICO é um dos mais importantes componentes
da derme envolvidos nesta função, devido à sua elevada capacidade de
retenção de água.
Aplicado topicamente, forma um filme hidratante sobre a epiderme,
que ajuda a compensar a perda de água, melhorando as condições da pele e
proporcionando desta forma Elasticidade, Suavidade e uma Superfície mais
Homogênea.
CONHECENDO O A.H.
A aplicação injetável de ácido hialurônico proporciona uma
hidratação profunda em nossa pele, pois atinge diretamente o alvo desejado:
a derme. O composto injetado (ácido hialurônico + vitaminas) atrai moléculas
de água, tornando a pele altamente hidratada na região.
O Skinbooster auxilia na retenção de líquidos, o que promove a
hidratação citada acima. Porém, essa hidratação traz ainda mais benefícios:
brilho natural da pele e mais elasticidade.
CONHECENDO O A.H.
O ácido hialurônico, além de atuar como um hidratante altamente
potente, possui ainda como uma de suas funções o preenchimento.
Ou seja, ele preenche espaços entre as células que estão vazias.
Normalmente esse “espaço” é causado por cicatrizes de acnes, ou até mesmo
pelas famosas linhas de expressão e rugas (frutos do processo de
envelhecimento e fatores extrínsecos).
CONHECENDO O A.H.
Esponja seca Esponja molhada
A esponja molhada
(hidratada) está
“preenchida” pelo líquido
presente em suas lacunas,
gerando aumento de seu
volume e sensação de
“preenchimento”.
CONHECENDO O A.H.
Sabemos então que, muito embora o ácido hialurônico possa ser
utilizado, com efetividade, de maneira tópica, suas propriedades mais
eficientes na estética serão realmente aproveitadas somente quando este
realmente atingir a camada dérmica. Ou seja, através da sua injeção no alvo
desejado.
Sem ser injetado ele não possui capacidade de permeação suficiente
para que possamos tirar proveito de seus melhores efeitos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol 
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al. 
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98. 
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE 
E CONSIDERAÇÕES
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
Sabemos que duas faces não envelhecem de maneira idêntica. Sendo assim, não há um
algoritmo único a ser seguido. Um paciente mais jovem precisa, na maioria das vezes, de menos
intervenções e de tratamentos menos invasivos, obtendo um melhor resultado quando este é comparado
ao resultado de um paciente mais velho.
O Skinbooster como tratamento isolado (sem associações) dificilmente trará um resultado
significativo a um paciente idoso, por exemplo. Nesse caso, é importante lançar mão de associações
(toxina, bioestimuladores, fios de PDO ou até cirurgias, quando julgarmos necessário).
comparação entre gêmea fumante e não fumantes
O cuidado começa pela obtenção de anamnese detalhada sobre medicamentos em
uso, em especial anticoagulantes, bem como sobre o histórico de herpes simples recorrente,
hábitos alimentares, sedentarismo, altos níveis de estresse, privação de sono, situação
hormonal adequada, processos inflamatórios (por exemplo, de vias aéreas superiores, sinusais,
dentários ou de qualquer estrutura próxima à área a ser tratada) e doenças autoimunes,
incluindo colagenoses. É fundamental interrogar se o paciente já́ foi submetido a algum tipo de
preenchimento e se teve alguma reação a algum material usado anteriormente.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
A análise facial é um processo de observação e palpação que permite determinar a
natureza e extensão das alterações estruturais da face. O tratamento depende da
extensão das alterações observadas em cada camada estrutural e da paridade dessas
alterações entre as camadas. Por exemplo, um paciente jovem com lipoatrofia
decorrente do uso de antirretrovirais necessita apenas volumização dos coxins
adiposos atróficos. A maioria dos pacientes, porém, tende a perder volume em todas as
camadas estruturais, e por isso toda a face deve ser abordada, para que o tratamento
tenha resultado mais satisfatório e mais próximo do natural.
No caso específico do Skinbooster, este pode
ser utilizado como coadjuvante em tratamentos
desse tipo, quando há a perda da qualidade da
pele, principalmente quando estamos diante do
aspecto de glicação.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
É útil, portanto, inicialmente
avaliar a integridade de cada tecido: pele,
gordura, músculo e osso. A palpação das
áreas de sombra pode revelar áreas de
atrofia. A avaliação da forma das órbitas, do
suporte ósseo sob a região frontal e do
nariz, e das proporções das diversas áreas
da face, permite obter informações que vão
além das “linhas e dobras”, ajudando a
considerar globalmente as mudanças
estruturais no rosto e a interdependência
entre elas. Deve-se observar o rosto de
maneira tridimensional, para que se possa
avaliar se a correção de uma determinada
área pode ter impacto sobre outra.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
A análise das regiões de luz e
sombra revela áreas de proeminência e
depressão (convexidades e concavidades)
que contribuem para as mudanças, às vezes
sutis. na forma e topografia faciais.
Podemos amenizar essas áreas
sombreadas quando devolvemos hidratação
(e consequente volume) à região com
intradermoterapias como o Skinbooster,
principalmente em pacientes jovens.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
Considerações finais
Em caso de material permanente, solicitar exames de imagem, ecografia,
ultrassom , tomografias e etc., a fim de localizar o mesmo. Ainda que a ideia com o
Skinbooster seja realizar sua aplicação em derme, devemos considerar a possibilidade de
processos inflamatórios crônicos que podem estar presentes em diferentes planos, no caso
de pacientes previamente preenchidos com material permanente (PMMA. Metacryl)
Não realizar procedimentos estéticos em pacientes psiquiátricos com transtornos
de distorção imagem (dismorfismos).
Para pacientes com alto nível de flacidez, indicar lifiting cirúrgico e esclarecer a
importância de tratar a pele com intradermoterapias, bioestimuladores, toxina botulínica,
após a cirurgia.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
Pacientes com maus hábitos alimentares, que não praticam ativ.
física moderada, com hormônios desregulados, altos níveis de estresse,
privação de sono, fumantes, não terão resultados satisfatórios. Devemos
primeiro procurar a homeostase do paciente, pois só assim teremos
resultados de excelência. Se necessário, encaminhe a profissionais da
área: endocrinologistas, nutricionistas, personal trainer, etc.
AVALIAÇÃODO PACIENTE
Fotos e vídeos são muito importantes, registre tudo o que você puder, do mesmo
ângulo e luz, para poder comparar. Registre manchas, assimetrias, demais características pré-
existentes.
Termos de consentimento livre e esclarecido devem ser assinados antes do
procedimento.
Evoluir tudo no prontuário detalhadamente e pedir para o paciente assinar
Em caso de procedimentos que necessitem massagens no pós-operatório, pedir para
a secretaria/auxiliar, ou até mesmo o paciente, filmar e encaminhar via Whatsapp com as
orientações escritas.
O telefone do profissional deve estar sempre ligado. Intercorrências não tem a hora
certa para acontecer. Porém ,quanto mais cedo conseguimos resolver, melhor seu desfecho.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
Referências
Monteiro EO, Parada MOB. Preenchimentos faciais – parte um. Rev Bras 
Med. 2010 jul;67(Suppl 4):6-4
Attenello NH, Maas CS. Injectable fillers: review of material and 
properties. Facial Plast Surg. 2015;31:29-34. doi:10.1055/s-0035-
1544924.
Avelar LE, Cazerta CE. The improvement of the skin quality with the use
of PLLA. J Dermat Cosmetol. 2018;2(2):101-2. doi:
10.15406/jdc.2018.02.00052.
BENEFÍCIOS E 
TÉCNICA
➢ Perda de colágeno e elastina.
➢ Diminuição da espessura e firmeza da pele.
➢ Rugas e desidratação. 
➢ Queda de taxas hormonais. 
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 24
ENVELHECIMENTO
• Aplicação direta de ácido hialurônico (e demais compostos) na pele (in loco),
objetivando a melhora de hidratação, firmeza, elasticidade e amenização de rugas
estáticas (que não dependem do movimento)
• O SB não pode ser considerado um bioestimulador de colágeno, pois seu
mecanismo de ação não estimula os fibroblastos na sua produção. No entanto, esse
tratamento vem provando cada vez mais que é sim possível uma produção de
colágeno aumentada após sua aplicação, embora isso não possa ser prometido.
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 25
SKINBOOSTER
• Indicado para peles maduras e jovens.
• Realiza de fato o que os cremes de aplicação tópica prometem, porém com bem
mais efetividade, uma vez que o grau de impermeabilidade da pele por vezes é
um impedidor da passagem das substâncias para que atinjam seu objetivo.
• Por ser injetável, atinge o nicho desejado com facilidade, promovendo resultados
praticamente imediatos.
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 26
SKINBOOSTER
• Hidratação e equilíbrio hídrico (peles de todos os tipos).
• Melhora da elasticidade.
• Atenuação de linhas e sulcos.
• Rejuvenescimento “de dentro para fora”.
• Em muitos casos, consegue estimular a produção de colágeno.
• Melhora a flacidez.
• Devolve o viço e melhora peles de textura irregular.
• Auxiliar no tratamento de cicatrizes de acne.
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 27
SKINBOOSTER – BENEFÍCIOS 
• O produto é o Ácido Hialurônico de baixo peso molecular (sem reticulação alguma, por isso 
não preenche) ao qual são adicionadas outras substâncias também hidratantes.
• Há uma imensa variedade de diferentes fórmulas de SB (Ex.: Restylane, Rennova, Victalab, 
PHD, Biometil).
• Assepsia da pele com álcool 70.
• Aplicação de anestésico tópico (cuidado com as mucosas!) por 30min.
• Remoção completa do anestésico.
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 28
SKINBOOSTER -TÉCNICA E PRODUTO
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 29
SKINBOOSTER -TÉCNICA E PRODUTO
• Aplicação de micro pápulas (bolhas) na derme (15 graus aproximadamente).
• Atingir o máximo de áreas do rosto e pescoço, evitando uma aplicação abundante na
região abaixo dos olhos.
• São indicadas 3 sessões com intervalo de 30 dias.
• Após 4 meses da última sessão, deve ser feita uma sessão de manutenção.
• Repetir sempre de 6/6 meses.
(PARA MARCAS COMERCIAIS DE SB, APLICAR UM POUCO MAIS 
PROFUNDAMENTE!) 
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 30
• Sensibilidade local.
• Hematoma.
• Edema (não tão comum).
• Pápulas persistentes (massagear).
• Sensação de queimação.
• Momento ideal para a aplicação de máscaras (Vitamina C, Resveratrol, Ácido Hialurônico...)
ou até mascaras de tecido banhadas em agua termal gelada.
• Associando drenagem e radiofrequência, teremos melhores resultados.
Y.O.U - HARMONIZAÇÃO FACIAL 31
SKINBOOSTER – PÓS PROCEDIMENTO
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
“RUGAS EM RAIO DE 
SOL”
SKINBOOSTER
Conforme sabemos, com o envelhecimento, inicia-se, entre outros processos,
o aparecimento de rugas. Um dos motivos da formação dessa ruga, que de certo modo
é um tipo de cicatriz, é justamente a deficiência na hidratação dessa pele senil.
A perda de determinados elementos (colágeno, elastina, reticulina) com o
passar dos anos, favorece esse processo de formação de marcas, vincos, sulcos e
rugas.
Esse tipo de marca estará mais presente em pacientes que nunca tiveram o
hábito de realizar tratamentos de cunho preventivo.
SKINBOOSTER
Daí também a importância das associações de tratamento. No caso dos
Skinboosters, não teremos um efeito muito promissor se agirmos isoladamente. É
essencial que o paciente realize o tratamento de skin care, assim como esteja com sua
toxina em dia.
Há pacientes resistentes à realização de outros procedimentos. Nada nos
impede de trata-los. Porém, é essencial que estejam por nós avisados previamente da
limitação desse tratamento, uma vez que sabemos do aumento da eficácia dos
tratamentos com as associações.
SKINBOOSTER
RUGAS DINÂMICAS X RUGAS ESTÁTICAS
Rugas dinâmicas – também são queixas frequentes no consultório. Tratam-se, porém,
de situação muito mais tratável. São as dobras ou pregas que aparecem quando da
movimentação dos músculos, somente durante seu movimento. Quando o paciente
relaxa a musculatura, essa não representa uma marca ou cicatriz.
Rugas estáticas – aqui sim temos uma condição mais complicada de tratar. As rugas
estáticas são aquelas marcas que já estão presentes, mesmo quando o paciente relaxa
sua musculatura. Ou seja, já são cicatrizes na pele.
SKINBOOSTER
Compreendidos os conceitos de ruga dinâmica e de ruga estática,
podemos agora entender com mais clareza o porquê da importância das
associações em seu tratamento.
Enquanto a toxina botulínica age como um importante preventivo,
atuando nas rugas dinâmicas para que essas não se tornem estáticas, o
skinbooster vai nos auxiliar no tratamento das rugas estáticas, quando associado
àquela droga.
Ainda como tratamento preventivo, o skinbooster também é bastante
eficaz, quando atuante juntamente com a TB em pacientes jovens.
SKINBOOSTER
Tal ação se deve ao fato de o Skinbooster ser um potente
hidratante e atuar “in loco”, ou seja, no alvo desejado. Sendo a falta
de hidratação um fator contribuinte para a aceleração do
envelhecimento da pele, o Skinbooster pode atuar como um
tratamento antienvelhecimento, essencialmente quando associado à
TB.
SKINBOOSTER
Nesse contexto formação de rugas por desidratação, uma queixa frequente
no consultório são as rugas em “raio de sol”. O público masculino costuma apresentar
mais frequentemente tal queixa.
Rugas em disposição radial, 
a partir da lateral dos olhos 
SKINBOOSTER
Aplicação com agulha
- Assepsia da pele com clorexidina a 2% e gaze.
- Aplicação do anestésico tópico (Pliaglis, Dermomax).
- Remoção cautelosa do anestésico.
- Demarcação com caneta dermográfica, dos pontos de
aplicação (ou da área total).
- Com agulha de 30G, em inclinação de 10 graus
(supeperficial) aplicar pequena quantidade
(aproximadamente0,05ml) por ponto, observando a
formação de uma pequena pápula por ponto (napagem).
- Massagem para espalhar o material.
SKINBOOSTER
Aplicação com cânula
- Assepsia da pele com clorexidina a 2% e gaze.
- Aplicação do anestésico tópico (Pliaglis, Dermomax).
- Remoção cautelosa do anestésico.
- Demarcação com caneta dermográfica, dos traços de
retroinjeção.
- Botão anestésico no local do pertuito (ponto amarelo).
- Inserção da cânula 22G acoplada à seringa contendo
skinbooster.
- Retroinjeção de 0.05 a 0.1ml por traço.
- Massagem.
SKINBOOSTER
Podemos então considerar o skinbooster, alternativa ao tratamento de
“rugas em raio de sol”, principalmente nas seguintes situações:
- pacientes sem poder aquisitivo para realizar tratamentos mais caros,
como bioestimulador (podendo associa-lo ao microagulhamento e peelings, por
exemplo)
- como associação à TB e aos próprios bioestimuladores, objetivando
“atacar” o problema por diferentes prismas
- tratamento inicial dessas rugas, em pacientes nunca antes tratados,
visto que seu resultado funcionará como um “gatilho” para outros tratamentos.
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
QUEIXO CELULÍTICO
SKINBOOSTER
Ultimamente tem sido comum a queixa das “rugas do queixo”, pelos pacientes,
no consultório. Trata-se do queixo (ou mento) celulítico. Essa característica costuma surgir
em idade mais avançada e se deve a utilização excessiva da musculatura da região
mentual. Essencialmente pelo músculo de mesmo nome.
Assim como para muitos outros tipos de problemas, para tratar o queixo
celulítico, iremos necessitar associações de tratamentos. Especificamente nesse caso,
devemos lançar mão da toxina botulínica prévia, pois é essencial frear a hipercinese
dessa musculatura. .
SKINBOOSTER
Queixo celulítico - depressões na
pele da região do mento, trazendo um
aspecto semelhante ao de “casca de
laranja”.
Queixo Celulítico – protocolo de aplicação de toxina
botulínica, prévia ao skinbooster. (14 dias)
Agulha profunda - 90°; 
Traçar uma linha média na 
face - 1 cm distal da linha 
injetar 5 - 7U em cada 
ponto - É um músculo bem 
forte. 
SKINBOOSTER
Podemos sugerir o skinbooster como
adjuvante no tratamento de qualquer tipo
de cicatriz. Porém, é importante
sabermos sua limitação, diante de
cicatrizes atróficas mais profundas ou de
cicatrizes hipertróficas ou distróficas,
onde sua ação será limitada.
Exemplo napagem
SKINBOOSTER
Exemplo retroinjeções
Para qualquer dos casos, a técnica consiste
em injetar o produto, por meio de cânula
(retroinjeções) ou agulha (napagem/pápula)
por toda a área marcada pelas cicatrizes.
Uma boa proposta de associação são os
fios lisos de PDO e o microagulhamento.
Pode-se ainda realizar o debridamento da
pele na região.
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
RUGAS DO PESCOÇO
SKINBOOSTER
Conforme sabemos, com o envelhecimento, inicia-se, entre outros processos,
o aparecimento de rugas. Um dos motivos da formação das rugas de pescoço, é
justamente a perda da densidade da pele, pela perda de colágeno, principalmente.
A perda de determinados elementos (colágeno, elastina, reticulina) com o
passar dos anos, favorece esse processo de formação de marcas, vincos, sulcos e
rugas.
Esse tipo de marca estará mais presente em pacientes que nunca tiveram o
hábito de realizar tratamentos de cunho preventivo.
SKINBOOSTER
As rugas do pescoço podem
surgir em forma de um colar,
como na figura ao lado, sendo
provenientes da repetição do
movimento de abaixar a cabeça,
com o passar dos anos, podendo
ser prevenidas com aplicação de
toxina botulínica e atenuadas
com skinbooster, entre outros
tratamentos.
SKINBOOSTER
As rugas do pescoço também são
comuns em disposição vertical,
originadas principalmente pela
flacidez que está diretamente
relacionada ao envelhecimento. Para
esse tipo de rugas, o tratamento de
primeira eleição são os
bioestimuladores. O skinbooster
pode também ser um aliado valioso
nesses casos.
SKINBOOSTER
Conforme anteriormente dito, os skinboosters não costumam ser
utilizados isoladamente, não sendo portanto uma opção para o tratamento das
rugas de pescoço, se utilizados sem associações.
No caso do pescoço, é aconselhável trabalharmos com o
relaxamento da musculatura do platisma com toxina botulínica, pois este é um
músculo depressor e colabora de maneira importante para as ptoses faciais.
Aplicação de toxina 
no Platisma Agulha superficial (10° intradérmica)
- diretamente na banda platismal;
Na banda medial a agulha é
direcionada para fora. Nas bandas
laterais a agulha é direcionada para
dentro;
Os pontos variam de acordo com o
comprimento da banda platismal:
marque a inserção do músculo no
corpo da mandíbula e pince a banda
com o polegar e o indicador. A
injeção deve ser superficial e
horizontal diretamente na banda;
Injetar de 0,5 - 2 U por ponto.
SKINBOOSTER
O skinbooster, por se tratar de um potente hidratante da pele, nos casos de
rugas em colar, deve ser utilizado no fundo da ruga, ou seja, na “cicatriz” propriamente
dita, que funciona como uma aderência. Por esse motivo, quando utilizamos cânula
para sua aplicação, teremos a grande vantagem de poder, no mesmo movimento,
realizar o debridamento (ou descolamento) dessa pele aderida, antes de receber os
agentes.
É importante sempre alertar o paciente sobre a possibilidade da ocorrência de
hematomas nessa região. Principalmente quando fazemos debridamento, esses são
bem comuns.
SKINBOOSTER
Napagem
agulha
Retroinjeção
Cânula
Vantagem do debridamento
SKINBOOSTER
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
HIDRATAÇÃO LABIAL E 
RUGAS PERIORAIS
SKINBOOSTER
Quando falamos em tratamentos de hidratação e atenuação de rugas na
região dos lábios e perioral, estamos falando de uma das melhores indicações do
Skinbooster.
Com o envelhecimento e perda de determinados componentes da pele,
sabemos que ocorre a perda de volume labial e o aparecimento de vincos. Assim como
os lábios vão assumindo um aspecto “murcho” com o passar dos anos, o arredor dos
lábios (essencialmente a região conhecida como “código de barras”) também passa a
apresentar um enrugamento que por vezes desagrada os pacientes.
SKINBOOSTER
Mesmo um pacienteque possua um bom volume labial, com o passar dos
anos acaba por ter esse volume reduzido e essa característica, sem dúvidas, envelhece
toda a face. Costumo dizer sempre que o preenchimento labial é dos procedimentos
que mais rejuvenescem, justo por isso. Lábios finos ou “murchos” são características
ligadas ao envelhecimento e, portanto, quando presentes, remetem a ele.
Sabemos porém, que o público mais velho (justamente esse que mais
necessita de recuperação do volume labial) costuma apresentar resistência à ideia de
preencher os lábios, por medo de exageros, desconhecendo a realidade do rendimento
do material.
SKINBOOSTER
Em meio a esse cenário, o Skinbooster é uma alternativa excelente. É
sabido que uma só aplicação, principalmente em paciente maduros, não trará efeitos
impactantes. Porém, um protocolo com 3 aplicações (1/mês) mais uma manutenção
semestral, já irá promover uma boa hidratação e atenuação das rugas labiais,
restaurante certo volume inclusive.
O excelente custo/benefício do Skinbooster também nos ajuda bastante na
hora de propô-lo como tratamento no consultório, pois é mais econômico quando
comparado ao ácido hialurônico preenchedor, e, por se tratar de um hidratante, sua
volumização sutil se dá por hidratação e não por preenchimento, deixando o paciente
mais seguro em relação ao resultado.
SKINBOOSTER
Muitas vezes o Skinbooster em lábios funciona ainda como “porta de
entrada” para o preenchimento labial. Sua aplicação em lábios (como quase tudo nessa
região) acarreta edema e o paciente acaba por perceber que o lábio levemente
volumizado traz um aspecto de melhoramento da face e não exagero.
Uma outra indicação do Skinbooster em lábios é a sua utilização como
mantenedor do preenchimento. É claro que, por não ser um preenchedor, sua utilização
como tal é limitada. Porém, utiliza-lo em pacientes com lábios preenchidos, aumenta a
hidratação já promovida pelo preenchedor no local e, consequentemente, preserva o
ácido hialurônico do preenchedor.
SKINBOOSTER
código de barras
Vincos labiais
Para o tratamento hidratante da
região com Skinbooster, tanto do
código de barras quanto dos lábios
em si, costumo proceder com o
bloqueio dos nervos infraorbital e
mentoniano, para promover maior
contorno ao paciente, pois trata-se
de um procedimento relativamente
doloroso.
SKINBOOSTER
1
2
1 – Foramen/nervo infraorbital.
2 – Foramen/nervo mentoniano.
SKINBOOSTER
Bloqueio Anestésico do nervo Infraorbital
Técnica intra-oral – aplicar anestésico tópico na
região a ser infiltrada. Deixar agir por 2min. Infiltrar a agulha
com bisel voltado para o osso na altura do limite distal dos
caninos superiores, verticalmente para cima, visando o
foramen infra-orbital e infiltrando 2/3 da agulha gengival curta
ou metade da agulha gengival longa. Média 1/2 tubete
anestésico para cada lado. O foramen está localizado
aproximadamente 1cm abaixo da borda do limite inferior da
órbita. Sendo assim, podemos também realizar o bloqueio
através de infiltração extra-oral.
SKINBOOSTER
Bloqueio anestésico do Nervo Infraorbital
Técnica extraoral – localizar o foramen
infraorbital e, com agulha 30G de 4mm,
utilizando anestésico sem vasoconstritor
para um injeção mais superficial, ou com
vasoconstritor (minha preferência) para mais
profunda, infiltrar 1ml de solução anestésica
por lado.
Foto!!
SKINBOOSTER
Bloqueio Anestésico do Nervo
Mentoniano
Técnica intraoral – aplicar anestésico
tópico na região a ser infiltrada, com
cotonete ou algodão. Deixar agir por 2min.
Infiltrar a agulha com o bisel voltado para o
osso, na região entre os prés-molares
inferiores, verticalmente para baixo,
infiltrando no máximo 1cm da agulha.
Injetar o conteúdo de 1 tubete por lado.
SKINBOOSTER
Bloqueio Anestésico do Nervo Mentoniano
Técnica extraoral - com agulha de 8 a 12 mm.
Tomar por referência uma linha que desce
verticalmente para baixo entre as coroas dos PMI.
Palpando externamente, o foramen mentoniano é
facilmente localizado. Ao utilizar anestésico com
vasoconstritor em pele, lembrar sempre de injetar
mais profundamente, fugindo das camadas
superficiais da pele e de uma possível necrose.
Referência da região entre prés-molares inferiores
SKINBOOSTER
Bloqueio Anestésico do Nervo Mentoniano
Técnica extra oral
Ponto de entrada da agulha
Técninca extra oral
Foramen mentoniano
SKINBOOSTER
Aplicação em “código de barras” em
napagem
A ideia é distribuir o produto por toda a
região, porém, dando ênfase às
aderências das rugas (fundo da ruga),
pois esta região é a que mais sofre com
a desidratação.
Podemos ainda realizar retroinjeções
no fundo da ruga, com agulha.
SKINBOOSTER
Aplicação em “código de barras”
em cânula (retroinjeção)
A ideia é distribuir o produto por toda
a região. A vantagem no caso da
cânula, será conseguir debridar as
rugas da região. Alertar o paciente
sobre a possibilidade de hematomas
(muito comum nessa área).
SKINBOOSTER
Napagem
Agulha
Pápulas
Retroinjeção
Cânula
Massaear em 
direção às 
comissuras .
.pertuito
pertuito
.
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER 
PARA TRATAMENTO DO 
“BIGODE CHINÊS”
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Nós, profissionais da estética, sabemos o quanto é comum a queixa do
bigode chinês no consultório. Com o advento do ácido hialurônico como preenchedor,
este foi por muito tempo “tratado” através de seu preenchimento.
Contudo, com o avanço dos estudos sobre envelhecimento e da tecnologia
dos tratamentos, hoje temos ciência de que preencher o bigode chinês não pode ser
considerado um tratamento, pois este “sulco” ou “vinco” trata-se de consequência da
ptose facial (processo que é fruto do próprio envelhecimento).
Com o envelhecimento e perda de determinados componentes da pele,
sabemos que ocorre perda de volume das bochechas, ptose e o aparecimento de
vincos.
Esvaziamento e achatamento
Formação do sulco nasolabial
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Diante desse cenário, temos hoje como tratamentos ideais para essa queixa
os bioestimuladores (que visam a devolução de colágeno à pele, trazendo firmeza,
minimizando a perda tecidual e promovendo efeito lifting), os fios de PDO
(bioestimulador sólido) e a reestruturação do terço médio através de
preenchimentos nessa região, após o resultado dos tratamentos bioestimuladores.
Nesse contexto o skinbooster entra como adjuvante, tendo em vista seu
potencial de amenizar rugas superficiais, ainda que não possa ser considerado um
tratamento altamente eficaz se não considerarmos associações. Podemos considerar
ainda os peelings, o microagulhamento e outras intradermoterapias.
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Para o tratamento hidratante
da região de bigode chinês com
skinbooster, costumo proceder com o
bloqueio dos nervos infraorbitais,
bilateralmente, para promover maior
conforto ao paciente, pois trata-se de um
procedimento relativamente doloroso.
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
1
2
1 – Foramen/nervo infraorbital
2 – Foramen/nervo mentoniano
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Bloqueio Anestésico do nervo Infraorbital
Técnica intra-oral – aplicar anestésico tópico na
região a ser infiltrada. Deixar agir por 2min. Infiltrar a agulha
com bisel voltado para o osso na altura do limite distal dos
caninos superiores, verticalmente para cima, visando o
foramen infra-orbital e infiltrando 2/3 daagulha gengival curta
ou metade da agulha gengival longa. Média 1/2 tubete
anestésico para cada lado. O foramen está localizado
aproximadamente 1cm abaixo da borda do limite inferior da
órbita. Sendo assim, podemos também realizar o bloqueio
através de infiltração extra-oral.
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Bloqueio anestésico do Nervo Infraorbital
Técnica extraoral – localizar o foramen 
infraorbital e, com agulha 30G de 4mm, 
utilizando anestésico sem vasoconstritor para 
um injeção mais superficial, ou com 
vasoconstritor (minha preferência) para mais 
profunda, infiltrar 1ml de solução anestésica 
por lado.
Foto!!
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Bloqueio Anestésico do Nervo 
Mentoniano
Técnica intraoral – aplicar anestésico 
tópico na região a ser infiltrada, com 
cotonete ou algodão. Deixar agir por 2min. 
Infiltrar a agulha com o bisel voltado para o 
osso, na região entre os prés-molares 
inferiores, verticalmente para baixo, 
infiltrando no máximo 1cm da agulha. 
Injetar o conteúdo de 1 tubete por lado.
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Bloqueio Anestésico do Nervo Mentoniano
Técnica extraoral - com agulha de 8 a 12 mm. 
Tomar por referência uma linha que desce 
verticalmente para baixo entre as coroas dos PMI. 
Palpando externamente, o foramen mentoniano é 
facilmente localizado. Ao utilizar anestésico com 
vasoconstritor em pele, lembrar sempre de injetar 
mais profundamente, fugindo das camadas 
superficiais da pele e de uma possível necrose.
Referência da região entre prés-molares inferiores
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Bloqueio Anestésico do Nervo Mentoniano
Técnica extra oral
Ponto de entrada da agulha
Técninca extra oral
Foramen mentoniano
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
Aplicação em cânula 22GAplicação em agulha
napagem/pápulas
TRATAMENTO DO “BIGODE CHINÊS”
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
RUGAS DA REGIÃO 
FRONTAL
SKINBOOSTER
Retomando um pouco a classificação das rugas quanto ao movimento
muscular, falaremos agora do Skinbooster como alternativa de tratamento para rugas
estáticas na região frontal. É importante sempre lembrarmos que a toxina botulínica
obrigatoriamente tem de ser feita para evitar a piora das rugas estáticas, muito embora
sua atuação se dê sobre as rugas dinâmicas. O processo é o seguinte: com a repetição
das expressões (no caso do frontal surpresa, susto, elevação das sobrancelhas...), as
rugas dinâmicas (de movimento) tornam-se estáticas com o tempo, pois a perda de
elementos da pele e sua consequente desidratação, promovem a “quebra” da mesma,
gerando a “cicatriz” que chamamos de ruga. Sendo assim, agora, mesmo sem estar
executando qualquer movimento (expressão), a ruga estará presente (ruga estática).
SKINBOOSTER
Ruga dinâmica 
Aparece durante o movimento.
É visível inclusive na infância.
Tratada com TB (prevenção de ruga estática).
Ruga estática 
Permanece em repouso.
Surge com o passar dos anos.
Tratada com skinbooster,fios de PDO...
Necessita da TB prévia para viabilizar o
tratamento.
SKINBOOSTER
Sendo assim, em se tratando de ruga da região frontal, uma boa opção de
tratamento será: toxina botulínica + skinbooster, preferencialmente com a aplicação da
toxina pelo menos 15 dias antes do skin.
Associação também interessante nessa região, serão os fios lisos de PDO,
que promovem a neocolagênese e consequente atenuação das rugas.
Assim como na maioria das demais regiões, a aplicação te o objetivo de
“espalhar” o produto por toda a área, hidratando a mesma. Porém, no caso da
aplicação com agulhas, iremos das preferência ao “fundo da ruga”, ou seja, a cicatriz ou
marca propriamente dita.
SKINBOOSTER
Na foto 1 vemos rugas estáticas já bem
marcadas, de fácil identificação. Nessas
situações, optamos por aplicar o
Skinbooster em pápulas, no fundo da
marca (ruga), conforme a imagem da foto 2,
nos pontos em azul. Os demais pontos em
amarelo, embora não se tratem de rugas,
objetivam a distribuição do produto para a
hidratação de toda a região.
Foto 1
Foto 2
Aplicação na região frontal por napagem
SKINBOOSTER
No caso da aplicação com
cânula, objetivaremos a
distribuição do produto por toda
a área a ser tratada e o
debridamento das rugas mais
profundas, utilizando a própria
cânula, antes das retroinjeções
e leque. Serão necessários pelo
menos dois pertuitos para cobrir
toda a área.
Aplicação na região frontal por retroinjeção com cânula
SKINBOOSTER
Conforme anteriormente dito, os Skinboosters não costumam ser utilizados
isoladamente, não sendo portanto uma opção para o tratamento das rugas do frontal,
se utilizados sem associações.
No caso do frontal, é aconselhável trabalharmos com o relaxamento da
musculatura desse músculo com toxina botulínica, pois este é um músculo que, quando
ativo, em movimento, gera as rugas.
Quando diante de vincos muito profundos, outra alternativa de tratamento,
além dos fios de PDO, é o Hidrolifting, que consiste de um combinado de
bioestimulador e preenchedor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
HIDRATAÇÃO DA REGIÃO 
ORBICULAR DOS OLHOS
SKINBOOSTER
Quando falo em tratamentos com Skinbooster, costumo dizer que ele é
permitido em todas as regiões, com uma única exceção: a região abaixo dos olhos. Não
é o caso de afirmarmos que ele não deve ser utilizado ali, mas sim, de frisarmos que
ele deve ser aplicado com cautela.
Lembremos que o Skinbooster possui em sua fórmula o nosso famoso ácido
hialurônico, potente hidratante. Porém, a capacidade de hidrofilia do A.H. é enorme.
Sendo assim, se “pesarmos a mão” na região abaixo dos olhos, podemos gerar bolsas
indesejáveis. Claro que não permanentes, mas com certeza bem incômodas para o
paciente.
SKINBOOSTER
Dentro do círculo azul, temos
a região dos “pés de galinha”, onde o
skinbooster pode ser aplicado sem
qualquer receio e inclusive está muito
bem indicado.
Já no círculo vermelho,
temos justamente a região sob os olhos.
Aí sim devemos tomar muito cuidado,
não aplicando o produto, ou aplicando-o
em quantidades menores.
SKINBOOSTER
Assim como nos demais casos, quando falamos em rugas de
expressão, novamente é bom lembrar da importância da aplicação de
toxina botulínica prévia, para obtenção de melhores resultados.
Além disso, os fios de PDO (parafusos ou lisos) também
podem ajudar no tratamento essa região. É importante considerar
associações sempre, pois essas promovem uma potencialização dos
resultados!
SKINBOOSTER
Aplicação em napagem
(pápulas)
Em branco, aplicamos nem
pápulas na região da ruga
propriamente dita (sulco)
Em amarelo, distribuição aleatória
do produto na região, cuidando
para não aplicar em excesso sob
os olhos, evitando assim, a
formação de bolsas.
SKINBOOSTER
Aplicação em retroinjeção
(cânula)
Em azul,as zonas de retroinjeção
para a região dos pés de galinha.
Para as zonas de risco (abaixo dos
olhos), aplicamos somente em
napagem, evitando excesso de
material.
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
TRATAMENTO DAS 
MÃOS
SKINBOOSTER
Na região das mãos, o Skinbooster visa basicamente um
melhoramento no sentido do rejuvenescimento da região. Trata-se de
alternativa viável com bom custo benefício. Porém, tal qual nas
demais regiões, deve ser criado o hábito de realizar o tratamento com
frequência e com associações (peelings, bioestimuladores, etc.).
Funciona muito bem como preventivo do envelhecimento em
pacientes jovens.
SKINBOOSTER
Nessa região optaremos
sempre por aplicação com
cânulas (22G), pois a
utilização de agulhas é bem
desconfortável e não tão
prática.
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res
Technol 2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol 
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova
EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98. 
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER PARA 
TRATAMENTO DO 
COLO
SKINBOOSTER
Na região do colo são comuns as rugas de sono. Ou seja,
rugas formadas pelo ato de comprimir a região ao dormir, quando se
dorme de lado. A exposição excessiva aos raios solares também é
causa comum de rugas e manchas que levam a queixas estéticas
nessa região.
SKINBOOSTER
RetroinjeçõesPápulas 
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res
Technol 2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova
EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
SKINBOOSTER 
PARA CICATRIZ 
DE ACNE
SKINBOOSTER
Queixa muito frequente no consultório, a cicatriz de acne, independente de
qual tipo, é sempre um desafio ao profissional da estética. Assim como para muitos
outros tipos de problemas, para tratar a cicatriz de acne, é muito provável
necessitarmos associações de tratamentos, ficando quase impossível um bom
resultado lançando mão de somente uma técnica.
Sendo assim é importante compreender a limitação do Skinbooster como
tratamento desse tipo de cicatriz, assim como saber identificar quais os tipos de marca
poderão ser beneficiados por esse tratamento em associação a outros.
SKINBOOSTER
De acordo com o tipo de lesão que se forma, podemos classificar a acne em 4 tipos 
ou graus:
Grau I – apenas comedões.
Grau II – pápulas.
Grau III – pústulas.
Grau IV – nódulos e cistos.
É muito mais comum a formação de cicatrizes nas acnes de graus III e IV. Muito embora
também seja possível sua formação no grau II. Ocorre mais quando há o hábito de “espremer” as
espinhas. Esse ato causa a piora do quadro inflamatório, aumentando a chance de formar cicatrizes. e
evitando que a ferida se regenere corretamente.
SKINBOOSTER
Podemos dividir as cicatrizes de
acne, quanto a seu aspecto, em três
tipos: hipertróficas, distróficas e
atróficas.ita
Cicatriz hipertrófica – é caracterizada
pela formação de uma elevação na pele,
na região onde houve a lesão
inflamatória. É considerada de difícil
tratamento.
SKINBOOSTER
Cicatriz distrófica - cicatrizes de
limites irregulares, às vezes com
forma estrelada, fundo branco e
atrófico. Podem apresentar nódulos
fibróticos com retenção de material
sebáceo e purulento..
SKINBOOSTER
Cicatrizes atróficas - são depressões na pele
onde há as cicatrizes. Se dividem em dois tipos:
distensíveis e não distensíveis. Nas distensíveis
se observa intensa melhora com seu quase
desaparecimento quando se estica a pele e nas
não distensíveis, essa melhora não é
observada. Por sua vez, as cicatrizes
distensíveis podem ser retráteis (quando
distendidas, têm moderada fibrose) ou não
retráteis (sem fibrose).
SKINBOOSTER
Podemos sugerir o skinbooster como adjuvante no
tratamento de qualquer tipo de cicatriz. Porém, é
importante sabermos sua limitação, diante de
cicatrizes atróficas mais profundas ou de cicatrizes
hipertróficas ou distróficas, onde sua ação será
limitada.
Para qualquer dos casos, a técnica consiste em
injetar o produto, por meio de cânula (retroinjeções)
ou agulha (napagem/pápula) por toda a área
marcada pelas cicatrizes.
Uma boa proposta de associação são os fios lisos de
PDO e o microagulhamento. Exemplo napagem
SKINBOOSTER
Retroinjeções em cânula 
REFERÊNCIAS
1. Koblenzer CS. Clin Dermatol 1996;14(2):171–7.; Matsubara et al. Skin Res Technol
2012;18(1):29–35.; Finn CJ et al. Dermatol Surg 2003;29(5):450–455.
2.Williams S et al. J Cosmet Dermatol 2009;8(3):216–25.
3.Turlier V et al. J Dermatol Sci 2013;69:187–94.; Wang F et al. Arch Dermatol
2007;143:155–63.; Distante F et al. Dermatol Surg 2009;35(S1):389–93.; Gubanova EI et al.
J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
4.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
5.Gubanova EI et al. Aesthetic Med 2010;1:94-98.
6.Gubanova EI et al. J Drugs Dermatol 2015;14(3):288–98.
DIFERENTES 
APRESENTAÇÕES
SKINBOOSTER
Conhecidos como skinboosters, na verdade esses compostos
tratam-se de mesclas com diferentes composições, tendo em comum a
presença do ácido hialurônico em sua forma. Em geral, nas marcas
comerciais, sua apresentação vem pronta para aplicação em seringa
semelhante às seringas dos preenchedores. No caso dos laboratórios de
injetáveis estéreis, costumam vir compostos separados para mesclagem
na hora da aplicação. Não é recomendável guardar produto para
aplicação futura.
SKINBOOSTER
Quando nosso planejamento incluir a utilização de
produto para mais de um paciente, oriundo de um mesmo
frasco, devemos estar atentos à manutenção da esterilidade do
material e sua conservação em ambiente ventilado, à
temperatura ambiente.
SKINBOOSTER
Apresentações comerciais
SKINBOOSTER
Laboratórios manipulação de injetáveis
Phd
Biometil
Victalab
REFERÊNCIA
Machado, D. C. P. (2022). Tratamento estético skinbooster. Journal
of Multidisciplinary Dentistry, 10(3), 144–7.
https://doi.org/10.46875/jmd.v10i3.540

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