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HIDRÁULICA - Aula 6 Profª: Valéria Rodrigues • Definições, Aplicações. • Terminologia. • Classificação os vertedores. • Vertedores retangulares de parede delgada e sem contrações. • Vertedor triangular. • Vertedor circular em parede vertical. • Vertedores tubulares, tubos verticais livres. • Vertedores de parede espessa. • Extravasores. • Vertedores proporcionais. • Vertedores exponenciais. 3 VERTEDORES ou VERTEDOUROS • Instrumentos hidráulicos utilizados para medir vazão em cursos d’água naturais ou em canais construídos. • Definidos como simples paredes, diques ou aberturas sobre as quais um líquido escoa. • São obstáculos à passagem da corrente e aos extravasores das represas. Lagoa UFV Principais usos Medição de vazão, Extravasores de Barragens, Tomada d água em canais, Elevação de nível nos canais, Decantadores de ETAs e ETEs, Escoamentos em galerias. 4 5 São aberturas (orifícios) sem a borda superior e com forma geométrica definida. 6 7 Vertedores 8 A carga do vertedor (H) é a altura atingida pelas águas, a contar da cota da soleira. A carga H deve ser medida a montante devido ao abaixamento da lamina de água vertente junto ao vertedor. Crista ou Soleira (borda horizontal): superfície por onde a água extravasa. Face (bordas verticais): Presente nos vertedores com contrações laterais. Régua para medição da carga hidráulica. 8 Soleira chanfrada para que a lâmina vertente toque num só ponto. Lâmina vertente (também denominada veia líquida) Fundo do canal 9 CLASSIFICAÇÃO Muitos fatores podem servir de base para a classificação dos vertedores. Forma: • Simples: retangular, triangular, trapezoidal, circular, exponencial. • Compostos: mais de uma forma simples combinadas. Altura relativa da soleira: • Livres ou completos: (p > p’). • Afogados ou incompletos: (p < p’). Espessura da parede (natureza): • Parede delgada ou soleira fina: e ≤ 2H/3 contato segundo uma linha entre a lâmina e a soleira. • Parede espessa ou soleira espessa: e > 2H/3. Largura relativa da soleira: • Sem contrações laterais: L = B; • Com uma ou duas contrações laterais: L < B. 10 12 VERTEDORES TRIANGULAR À direita há um vertedor de seção composta (retangular na parte superior e triangular em baixo). A forma triangular é apropriada para medir vazões pequenas com precisão. Vertedor de seção composta 13 •Vertedores Livres (p > p’); •Vertedores afogados (p < p’). VERTEDOR LIVRE p p’ h D ≥ 5.H H Soleira 14 15 Espessura da parede A resistência (atrito) ds lamina d’água ao passar pela soleira da causa alteração da vazão. Condição: e > 0,66H Vertedor triangular de soleira delgada 16 Vertedor retangular com duas contrações laterais. Vertedor sem contrações laterais. As contrações ocorrem nos vertedores com largura menor que a largura do canal onde estão instalados. 17 Posição dos vertedores 18 19 VERTEDORES RETANGULARES DE PAREDE DELGADA E SEM CONTRAÇÕES Os filetes inferiores, a montante, elevam-se e tocam a crista do vertedor e depois sobrelevam-se ligeiramente. A superfície livre da água e os filetes próximos baixam, ocorrendo estreitamento da veia como nos orifícios. 20OBS: Equação deduzida para orifícios de grande dimensões. VAZÃO ATRAVÉS DE VERTEDORES 21 Fórmulas práticas • Existem um grande número de fórmulas práticas para vertedores retangulares. Fórmulas práticas usuais. • Válidas para vertedores, nos quais atua a pressão atmosférica sobre a lâmina vertente (espaço W). Foi desprezada a velocidade de chegada da água. 22 23 Influência das contrações laterais A presença das contrações faz com que a largura real L atue como se estivesse reduzida a um comprimento menor L’. • Para uma contração: L’ = L – 0,1.H • Para duas contrações: L’ = L – 0,2.H Para o caso mais comum de duas contrações laterais: 2/32,0838,1 HHLQ 24 25 Para aproximação dos valores reais: H/p < 0,5 e H/L < 0,5. Na construção de um vertedor com contrações laterais, deve-se fazer uma correção no valor de L da fórmula de Francis, que passa a ser denominado L’. Influência da velocidade de chegada da água 26 A fórmula de Francis que leva em conta a velocidade da água no canal de acesso. Na prática a influência da velocidade é desprezada. A velocidade deve ser considerada nos casos: • Velocidade de chegada elevada. • Quando se requer alta precisão da vazão. • Seção do canal de acesso for superior a 6 vezes a área de escoamento no vertedor (Acanal > 6Avertedor). v = velocidade do canal. Influência da forma da veia 27 Nos vertedores em que o ar não penetra a região W pode ocorrer uma depressão abaixo da lâmina vertente, modificando a posição da veia alterando a vazão. - Ocorre em vertedores com ou sem contração, nos quais o prolongamento das faces encerra totalmente a veia vertente, isolando o espaço W. - A lâmina pode ser: deprimida, aderente e afogada. Deve-se evitar a ocorrência destas particularidades quando se usa o vertedor para medir vazão. 28 Deprimida Aderente Afogada O ar é arrastado pela água ocorrendo vácuo parcial (Pw < Patm). O ar sai totalmente da região W. O nível da água a jusante é superior ao da soleira. p’ > p. Lâmina deprimida e aderente: a vazão é superior a prevista ou dada pelas fórmulas. Lâmina a vazão diminui a medida que aumenta a submergência. 29 A vazão dos vertedores afogados pode ser estimada com base nos valores relativos a descarga de vertedores livres, aplicando-se um coeficiente de redução. h = altura da água acima da soleira. h* = p’ – p *vertedores afogados Vertedor Triangular • São recomendados para medir pequenas vazões - maior precisão na leitura da altura H do que os de soleira plana. • São usualmente construídos a partir de chapas metálicas, com ângulo de 90°. 90° Usado em ETAs. Fórmula de Thompson. 2/5.4,1 HQ 1,4 a 1,46 32 31 32 33 Vertedor Trapezoidal A vazão do vertedor trapezoidal resulta da soma das vazões de um vertedor retangular e de um triangular. A = 2,0 m2 l = 3,5 m/2 = 45º Q = 2,443 m3/s Este desempenho é 22% superior ao desempenho do vertedor triangular e 6% inferior ao do vertedor retangular. A b l l H 2 0 2 2 2 , ( ( / ) ) b = 2Htg(/2) Vertedor Trapezoidal CIPOLLETTI Proposto por Cipolletti para compensar a redução de vazão produzida pelas contrações laterais. Evitam-se as correções nos cálculos, uma vez que as partes triangulares correspondem ao decréscimo de descarga devido as contrações. L Q2 Q1Q1 A soleira L continua com a mesma dimensão, mas as vazões Q1 de ambos os lados compensam a redução de vazão. Q = Q2 + 2Q1 Talude 1:4 (H:V) 4 1 30 tg (/2) = 1/ 4 = 28,06º A b l l H 2 0 2 2 2 , ( ( / ) ) b = 2Htg(/2) l = 3,875 m (l=L) Q l H 186 3 2, / Q = 1,838.L.H3/2 Fórmula de Francis sem correção da largura da soleira L. 31 Vertedor Circular 36 São poucos empregados, porém oferecem como vantagem a facilidade de execução e não requer nivelamento da soleira. Lâmina vertente sempre aerada, eficiente para pequenos valores de H. Vertedor Tubular (tubos verticais livres) 37 São tubos verticais instalados em tanques, reservatórios, caixas de água. Podem funcionar como vertedores de soleiras curvas, Obtido experimentalmente pela Universidade de Cornell (K) e depende de D do tubo. 38 • Para valores de H entre 1/5De e 3De, o tubo funciona como orifício, com interferências provocadas pelo movimento do ar (vórtice). • Os tubos verticais, instalados nos reservatórios para funcionar como ladrões possuem as seguintes descargas para lâminas 1/5De e 3De. 39 e H Soleira 2/3..71,1 HLQ Vertedor de parede espessa Fórmula confirmada pela prática. 38 41 • No ínicio da vazão de Bélanger, h se estabelece de forma a ocasionar a vazão máxima. • Vertedor é considerado de parede espessa, quando a soleira apresenta espessura suficiente para que aveia aderente estabeleça filetes paralelos. Extravasores das barragens • No traçado da seção transversal dos extravasores das represas ou no estudo do perfil das próprias barragens que funcionam afogadas, procura-se adotar a forma mais satisfatória, tendo em vista o escoamento da lâmina vertente. • A forma ideal é aquela que favorece a vazão e que ao mesmo tempo impede a ocorrência de efeitos nocivos à estrutura, tais como vácuo parcial, pulsações da veia, vibrações...etc. • O traçado da crista deve ser feito para vazão máxima esperada, isto é, maior carga admissível. 42Maior aderência da lâmina e a estrutura. 43 As experiências de Creager e Escande podem ser adotados das Tabelas 6 para uma carga H = 1 m. Para outros valores de H multiplica-se pelos valores das coordenadas (x, y) correspondente perfil . 44 45 Vertedores proporcionais • Apresentam forma especial para qual a vazão varia, proporcionalmente, com a altura da lâmina líquida (primeira potência de H) – Vertedores de equação linear. • São aplicados nos casos de controle das condições de escoamento em canais de seção retangular em ETE. 42 𝑄 = 2,74 𝑎𝑏 (H - 𝑎 3 ) 𝑥 𝑏 = 1 − 2 𝜋 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 𝑦 𝑎 Forma das paredes do vertedor. Largura da base. Altura mínima. 47 A vazão varia diretamente com a altura da lâmina d´água, formando uma reta, o que permite adotar-se uma seção retangular para a caixa de areia de ETEs e ETAs. Dimensionamento: Adota-se os valores da base (b) e da altura mínima (a) para calcular os valores da (x) para cada altura da lâmina (H). 𝑥 𝑏 = 1 − 2 𝜋 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 𝑦 𝑎 O desenho com as dimensões são repassadas a um funileiro (feito em chapa de aço) Depois, é só instalar no canal de alvenaria ou concreto onde se deseja medir a vazão ou descarga. 48 49 𝑄 = 𝐾𝐿 𝑎 (H + 5 8 𝑎) Forma aproximada do Vertedor Di Ricco. L, H e a em metros. Equação válida para lâminas de água entre 2,5a a 10a e para 10/3 ≤ 𝐿 𝑎 < 25. Vertedores exponenciais y = 𝐶𝑥𝑝• São aqueles cuja a forma da soleira é expressa por: Variando o valor de p, varia-se a forma do vertedor. Para p = 1 tem-se o vertedor triangular, para p = 2 tem-se o vertedor parabólico, etc. Valores mais comuns de p. 50 51 Equação geral de vazão Considerando uma faixa de altura infinitesimal. y = 𝐶𝑥𝑝 x = 𝑦 𝑐 1/p dQ = 𝐶𝑑(2xdy) 2𝑔(𝐻 − 𝑦) V A 0 𝑄 𝑑𝑄 = (2𝐶𝑑 2𝑔) 0 𝐻 𝑥 (𝐻 − 𝑦)𝑑𝑦 Substitui o valor de x = 𝑦 𝑐 1/p 0 𝑄 𝑑𝑄 = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 0 𝐻 𝑦1/𝑝 (𝐻 − 𝑦)𝑑𝑦 ᷁H 0 𝑄 𝑑𝑄 = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 𝐻 3 2 + 1 𝑝 0 𝐻 𝑦 1 𝑝 𝐻 1 𝑝 1 − 𝑦 𝐻 1 2 𝑑( 𝑌 𝐻 ) OBS: 𝐻 3 2+ 1 𝑝 𝐻1/𝑝 = 𝐻 3𝑃+2 2𝑃 𝐻1/𝑝 = 𝐻 3𝑃+2 2𝑃 − 1 𝑝 𝐻 3𝑃+2 −2 2𝑃 𝐻 3𝑃 2𝑃 𝐻 3 2 𝐻 3 2 𝐻1/2 𝐻 3 2+ 1 2 𝐻 1 52 y/H = z 0 𝑄 𝑑𝑄 = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 𝐻 3 2 + 1 𝑝 0 𝐻 𝑦 1 𝑝 𝐻 1 𝑝 1 − 𝑦 𝐻 1 2 𝑑( 𝑌 𝐻 ) 0 𝑄 𝑑𝑄 = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 𝐻 3 2 + 1 𝑝 0 1 𝑧 1 𝑃 1 − 𝑧 1 2𝑑𝑧 P/ H = 1 Integração Euleriana de primeira espécie. Função beta que pode ser relacionada a uma função gama. Propriedades Γ(u + 1) = uΓ(u) para u > 0 Γ (u + 1) = u! Função 𝛽 Relação entre 𝛽 𝑒 Γ: 𝛽(a, b) = Γ(a) +Γ(b) Γ(a + b) Q = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 Γ(1+1/p) +Γ(3/2) Γ(5/2 + 1/p) 𝐻 3 2 + 1 𝑝 Q = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 𝐻 3 2 + 1 𝑝 0 1 𝑧 1 𝑃 1 − 𝑧 1 2𝑑𝑧 a - 1 = 1/p a = 1 + 1/p b – 1 = 1/2 b = 3/2 53 Γ(u + 1) = uΓ(u) para u > 0 Γ (u + 1) = u! Valores de u! Ex: Γ(2,75) = Γ(1 + 1,75) Tabela 0 a 2 u + 1Γ(u + 1) = uΓ(u) Γ(1 + 1,75) = 1,75Γ(1,75) = 1,75x0,920 = 1,61 (u + 1) = u! Valor médio (1,7 − 1,8) (1,75 − 1,8) = (0,909 − 0,932) (𝑥 − 0,931) − 0,1 − 0,05 = − 0,022 (𝑥 − 0,931) 2x – 1,862 = - 0,022 x = 1,84/2 x = 0,92 54 Fórmula geral da vazão dos vertedores. Q = 𝐾1𝐻 𝑛 Q = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 Γ(1+1/p) +Γ(3/2) Γ(5/2 + 1/p) 𝐻 3 2 + 1 𝑝 0,61 Relação entre os expoentes n e p Comparando as duas equações abaixo temos: n = 3 2 + 1 𝑝 Q = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 𝐻 3 2 + 1 𝑝 0 1 𝑧 1 𝑃 1 − 𝑧 1 2𝑑𝑧 Q = 𝐾1𝐻 𝑛 Para n = 1, p = -2, é o caso do vertedor proporcional, para o qual Q varia com a primeira potencia de H. 1 = 3 2 + 1 −2 1 = 3 −1 2 1 = 1 Q = 𝐾1𝐻 1 55 Os vertedores podem ser projetados de forma a resultar, para Q, uma variação segundo qualquer potencia de H. Na prática, não se toma valores para n inferior a 1, pois, a largura da base assumirá valores infinitos. Com valores de n = 1, Q assume uma variação linear com H, costuma-se a empregar formas ajustadas do vertedor proporcional. O ajuste pode ser feito com a substituição da área compreendida sob curva, a partir de um certo valor de x, pela área equivalente, cortada na sob a soleira teórica. Área equivalente.Área compreendida sob curva. Vertedor de Rettger (forma aproximada). 56 Os vertedores adaptados tem emprego generalizado para controlar a velocidade em canais, particularmente, em caixas de areia de estações depuradoras e para manter as descargas desejáveis de certos equipamentos para a dosagem e aplicação de produtos químicos. 57 Fator de forma • Área ocupada pela lâmina vertente: Fator de forma. Para valores de m > 2, resultarão vertedores com soleiras convexas. A = 𝐾2𝐻 𝑚 Q = (2𝐶𝑑 2𝑔) 𝑐1/𝑝 𝐻 3 2 + 1 𝑝 0 1 𝑧 1 𝑃 1 − 𝑧 1 2𝑑𝑧 Q = 𝐾1𝐻 𝑛 Valores de m > 2 resultam em vertedores de soleira convexas. 58 Relação entre os expoentes m e n • Comparando as duas equações acima temos: O valor de n deve superar 0,5; condição necessária para que haja luz (largura da soleira) no vertedor. A = 𝐾2𝐻 𝑚Q = 𝐾1𝐻 𝑛 V = 𝐾3𝐻 1/2 Q = 𝐴𝑉 ∴ 𝐾1𝐻 𝑛 = 𝐾2𝐾3𝐻 𝑚+ 1 2 ∴ 𝑚 = 𝑛 − 1 2 𝐾1=𝐾2𝐾3 𝑚 = 1 2 − 1 2 = 0 A = 𝐾2𝐻 0 = 𝐾2 Não tem altura da lâmina d´água, ou seja, não apresenta soleira. file:///C:/Users/Windows/Downloads/dissertacaoEduardoKohnrev1%20(2).pdf 59 Tais vertedores tem emprego generalizado para controlar a velocidade em canais, particularmente, em caixas de areia de estações depuradoras e para manter as descargas desejáveis de certos equipamentos para a dosagem e aplicação de produtos químicos. Os decantadores primários são processos de ação física no qual ocorre a sedimentação das partículas em suspensão. 60 61 62 Exercício 1 (Azevedo Netto): Está sendo projetado o serviço de abastecimento de água para uma cidade do interior. A população atual é 3200 habitantes. a futura, 5600 habitantes. O volume médio de água por habitante é de 200 L/d, sendo 25% o aumento de consumo previsto para os dias de maior consumo. Pensou-se em captar as águas d e um córrego que passava nas proximidades da cidade e, para isso, procurou-se determinar a sua descarga numa época desfavorável do ano, tendo sido empregado um vertedor retangular, executado em madeira e com 0,80 m de largura (largura média do córrego = 1,35m). A água elevou-se a 0,12 m acima do nível da soleira do vertedor. Verificar se esse manancial é suficiente; adote um coeficiente de segurança de igual a 3, pelo fato de ter sido feita uma única medição de vazão. Resp. 59 L/s. 63 Exercício 2 (Azevedo Netto): Estuda-se o abastecimento de água para uma granja que conta com 10 pessoas, 5 cavalos, 15 vacas e 200 galinhas. Nas imediações existe um córrego, cujas as águas, analisadas pelo DAE, foram consideradas satisfatórias. Como a sede se encontra em nível mais elevado, pretende-se instalar um aríete hidráulico (carneiro hidráulico) para elevar as águas. Eficiência admitida pelo aparelho: 60%. A vazão do córrego foi determinada por meio de um vertedor triangular, cuja carga (H´) igualou-se a 5,5 cm. Resp. 60 L/s. file:///C:/Users/Windows/Downloads/2550-7902-1-PB.pdf 64 65 66 Exercício 4 (Azevedo Netto): Determinar a equação da curva de um vertedor exponencial de vazão equivalente a de um vertedor circular de diâmetro 0,457 m. Resp. Demonstrativa. Exercício 3 (Azevedo Netto): Achar a equaçãoda soleira de um vertedor para o qual n = 1,75 e H = 0,305, sendo Q = 22,7 L/s. Resp. Demonstrativa. 67 68 Vertedouro Tulipa, confundido com "Sifão", é uma variação do Soleira Livre e tem somente a função de extravasão e não atua como fecho hídrico. 69 Represa de Paraibuna em São Paulo. O vertedor ficou a mostra por causa da seca em 2015. Vertedouro da barragem do covão dos Conchos, na ilha das Flores, no arquipélago dos Açores, pertencente a Portugal, é parte de um sistema hidrelétrico local. Barragem construída em 1955. https://www.youtube.com/watch ?v=wFiEugq0raw 70 71 72 73 74