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Questão 1/10 - Negociação e Relações Sindicais
Leia o texto:
Ao procurar o significado da palavra “princípios”, encontra-se a terminologia utilizada, dentre outras formas, como proposições diretoras de uma ciência, às quais todo o desenvolvimento posterior dessa ciência deve estar subordinado. Depreende se dessa definição que a palavra “princípio” exprime a ideia de começo, onde tudo se inicia.
Fonte: Awad, F. (2012). O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. Revista Justiça do Direito, 21
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre etapas e princípios da negociação coletiva, pode se afirmar que os princípios regentes a negociação coletiva são:
Nota: 10.0
	
	A
	Boa Fé, Dever de informação, Razoabilidade, Participação obrigatória das entidades sindicais.
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ROTA 4 - NEGOCIAÇÃO E RELAÇÕES SINDICAIS Tema 4 - ETAPAS E PRINCÍPIOS DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA
a) Boa-fé: a ética e a lealdade são de fundamental importância na negociação coletiva, as partes não podem ter a intenção de prejudicar uma a outra, sendo ela objetiva e subjetiva.
b) Dever de informação: todas as partes devem estar cientes e informadas de tudo que venha a ser negociado.
c) Razoabilidade: o bom senso e o equilíbrio devem ser respeitados na negociação coletiva, não podendo haver reivindicações que não possuam condições de serem atendidas.
d) Participação obrigatória das entidades sindicais: De acordo com o art. 8, inc. VI, da Constituição de 1988, é “obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho”.
	
	B
	Boa Fé, Dever de informação, Razoabilidade, Interveniência Sindical na Normatização Coletiva.
	
	C
	Boa Fé, Dever de informação, Razoabilidade, Equivalência dos Contratantes Coletivos e autonomia sindical.
	
	D
	Boa Fé, Dever de informação, criatividade jurídica da negociação coletiva e autonomia sindical.
	
	E
	Boa Fé, Interveniência Sindical na Normatização Coletiva, adequação setorial negociada e autonomia sindical.
Questão 2/10 - Negociação e Relações Sindicais
Leia o texto:
A Revolução de 30 acelerou o processo de regulação e de montagem de uma nova estrutura para gerir as relações trabalhistas. Com a criação do Ministério do Trabalho, seu primeiro Consultor Jurídico, Evaristo de Moraes redigiu com Joaquim Pimenta, em 1931, o Decreto 197701, que tinha por objetivo regular “a sindicalização das classes patronais e operárias”. Instala-se o novo Departamento Nacional do Trabalho junto ao qual, em 1932, passam a funcionar as Comissões Mistas de Conciliação (com 6 representantes de trabalhadores e 6 de patrões, para tentar conciliar impasses coletivos) e as Juntas de Conciliação e Julgamento (1 representante de trabalhadores, 1 de patrões, 1 bacharel, para julgar as questões trabalhistas individuais). A Constituição de 1934 instituiu na letra a Justiça do Trabalho “para dirimir questões entre empregadores e empregados, regidas pela legislação social”, mas a implantação do projeto despertou a reação dos liberais, que não queriam uma justiça federal tão distante e acima dos interesses locais bem sedimentados. Não queriam também que os sindicatos funcionassem como pessoas jurídicas públicas, alegando que a vontade individual dos trabalhadores deveria prevalecer. Não aceitavam, na verdade, a existência de sujeitos e direitos coletivos e não queriam uma Justiça do Trabalho com o que consideravam o poder de legislar: eram frontalmente contra o poder normativo. Somente após 1937, já no Estado Novo de Vargas, o projeto foi imposto e incorporou mecanismos de enrijecimento da estrutura sindica e de seu controle. É essa Justiça, ainda com sua natureza jurídica pouco definida, que irá controlar, a partir de 1943, o cumprimento da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT.
Fonte: PESSANHA, Elina Gonçalves da Fonte; ARTUR, Karen. Direitos trabalhistas e organização dos trabalhadores num contexto de mudanças no mundo do trabalho: efeitos sobre os trabalhadores da saúde. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 18, n. 6, p. 1569-1580, June 2013 Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232013000600009&lng=en&nrm=iso>.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre comissões de conciliação prévia, analise as afirmações e assinale a alternativa correta:
I. As comissões de conciliação prévia tratam apenas de problemas verificado na CIPA.
II. As comissões de conciliação prévia são constituídas, atualmente por representantes de empregados, apenas.
III. Os empregados da Comissões de Conciliação Prévia não têm nenhum tipo de estabilidade na empresa.
IV. Comissões de Conciliação Prévia terão o mesmo número de representantes dos empregados e dos empregadores.
Está correto apenas o que se afirma em:
Nota: 10.0
	
	A
	I.
	
	B
	IV.
Você acertou!
ROTA 4 - NEGOCIAÇÃO E RELAÇÕES SINDICAIS TEMA 2 - COMISSÕES DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA
A alternativa I está incorreta, as comissões de conciliação atuam sob qualquer demanda de natureza trabalhista, na localidade da prestação de serviços.
A alternativa II está incorreta, pois as comissões de conciliação são compostas por representantes dos empregados e dos empregadores
A alternativa III está incorreta, visto que Comissões de Conciliação Prévia também gozam de garantia temporária de emprego, até um ano após o final do mandato.
A alternativa IV está correta, as Comissões de Conciliação Prévia são paritárias, ou seja, com o mesmo número de empregados e empregadores.
	
	C
	I e IV.
	
	D
	II e III.
	
	E
	III e IV.
Questão 3/10 - Negociação e Relações Sindicais
Leia o texto:
É importante observar o caráter democrático que a comissão de fábrica tende a assumir na luta operária. Pensando em casos diversos, brasileiros e outros, ela parece significar a substituição de relações entre desiguais por relações entre iguais. Isto ocorre tanto entre os muros da fábrica como nas demais instituições sociais. A dialética permeia as relações de dominação e resistência nas organizações de sociedade capitalista. Historicamente, os trabalhadores têm lutado pela democracia, sob forma de comissão de fábrica ou conselho operário, onde o poder é atributo das assembleias gerais, eixo central tanto dos debates quanto das decisões. Muitos estudiosos entendem que é a estrutura interna dessas comissões, bem como seus objetivos e atividades, que definem seu caráter. Essas considerações referem-se naturalmente às comissões de fábrica em situações muito diversas.
Fonte: MOTTA, Fernando C. Prestes. Comissão de fábrica e trabalhadores na indústria. Rev. adm. empres., São Paulo, v. 30, n. 3, p. 94, Sept. 1990. Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75901990000300011&lng=en&nrm=iso>.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado organização dos trabalhadores nas empresas, analise as afirmações e assinale a alternativa correta:
I. ( ) A organização de trabalhadores dentro da empresa visa analisar a produtividade dos empregados a mando do empregador.
II. ( ) A Constituição Federal de 1988 proíbe a organização de trabalhadores dentro de uma empresa.
III. (  ) Representante interno da empresa se iguala a um representante sindical.
IV. ( ) As comissões internas, tem a finalidade de preservar os direitos dos trabalhadores da empresa em que atua.
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Nota: 10.0
	
	A
	V, F, V, V.
	
	B
	F, V, V, V.
	
	C
	F, V, F, V.
	
	D
	V, F, V, F.
	
	E
	F, F, F, V.
Você acertou!
Rota 4 - NEGOCIAÇÃO E RELAÇÕES SINDICAIS - Tema 01 da Rota: ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES NAS EMPRESAS
A alternativa I é falsa, visto que, os trabalhadores se unem no intuito de preservar os interesses dos próprios trabalhadores.
A alternativa II é falsa, pois a Constituição de 1988, sem seu artigo 11: “Nas empresas de mais de duzentos empregados, é assegurada a eleição de um representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores.”
A alternativa III é falsa, os trabalhadores que fazem parte das comissões internas não

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