A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
16 pág.
Juncao Neuromuscular - RESUMO

Pré-visualização | Página 2 de 3

mitocôndrias não influenciam na duração de contração das fibras de contração rápida
(branca).
Tensão muscular depende: Disponibilidade do ATP, somação temporal, tipos de fibras
Pot de ação em vermelho, necessita de um menor tempo, mais rápido (ex: 10ms) aumentar a
frequência de disparo, a velocidade -> manter os níveis de cálcios elevados e o processo de
contração sem o relaxamento, contração sustentada. Essa atividade recebe o nome de Somação
Temporal
Abalo muscular em azul - ciclo contração e relaxamento muscular, precisa de um tempo maior (ex:
100ms) liberação do cálcio, formação da ponte cruzada, atp, quebra, devolução do cálcio para o
retículo sarcoplasmático.
* sistema gerar mais pot de ação -> mais relacionado com a força do que com a quantidade de fibras.
Somação Espacial - agregar mais força, precisa de uma unidade motora contrair fibras musculares.
Peso maior, contínua usando a mesma unidade motora anterior e recrutar outras unidades -> soma
unidades. Quanto mais carga é adicionada, mais unidades motoras são recrutadas para agregar mais
fibras musculares -> maior tensão -> maior frequência de disparo para que se sustente.
Carolina Pithon Rocha | Medicina | 4o semestre
8
unidade motora 1, 2 e 3 - a primeira está relacionada com fibras aeróbias, resistência (cargas leves,
não fadigam, mantém-se no tempo). A unidade motora adicional para responder a intensidade é por
fibras anaeróbicas. Nesse momento há tanto somação temporal como espacial
Córtex motor - organização somatotópica, não controla os músculos diretamente, ele controla via
motoneurônio inferior.
Transmissão neuromuscular na musculatura esquelética
- Sinal do neurônio:
Um potencial de ação chega no terminal nervoso.
- Entrada de cálcio no terminal
nervoso
A chegada do potencial de ação abre
canais sensíveis à voltagem na placa
motora terminal, o que permite que íons
Ca2+ entrem.
- ACh é liberada JNM, liga
receptores
O influxo de Ca2+ desencadeia o
deslocamento de vesículas contendo ACh
para a membrana e a exocitose (liberação)
de ACh na fenda sináptica. A ACh
difunde-se pela fenda juncional e liga-se aos receptores nicotínicos na
membrana da célula muscular.
- Potencial de ação gerado no músculo
ACh liga-se a receptores nicotínicos de ACh na membrana muscular,
abrindo os receptores intrínsecos de canais catiônicos seletivos através
do qual os íons Na+ entram na fibra muscular. Este influxo resulta em
despolarização local da membrana e
início dos potenciais de ação que são conduzidos pela superfície do
músculo. Esta despolarização desencadeia liberação local de Ca2+ do
retículo sarcoplasmático [+].
- Contração
A liberação de Ca2+ do retículo sarcoplasmático
aumenta o Ca2+ celular ionizado. Isso inicia os
eventos bioquímicos que fundamentam a
contração, a interação de proteínas musculares
(actina e miosina), que requer trifosfato de adenosina (ATP) como fonte de
energia.
Carolina Pithon Rocha | Medicina | 4o semestre
9
Estrutura do músculo esquelético
A despolarização da membrana da fibra muscular inicia os eventos bioquímicos que provocam a
contração. Actina e miosina (proteínas nas fibras musculares esqueléticas) interagem com ATP para
provocar a contração dos sarcômeros.
Como o efeito catraca funciona
Tétano
Em frequências de estimulação ainda mais altas, o
músculo não tem tempo de relaxar entre estímulos
sucessivos. O resultado é uma contração suave, muitas
vezes mais forte do que um espasmo único: uma
contração tetânica. Diz-se que o músculo está agora em
um estado de “tétano”. A figura mostra a progressão, a partir de um único espasmo (vermelho),
através de somação até o tétano conforme a frequência de estímulo é aumentada de um único
estímulo de 20/s, 40/s e, em seguida, 80/s (verde).
Tipos de fibras de contração
Fibras musculares esqueléticas podem ser categorizadas em fibras de contração rápida, intermediária
e lenta. Músculos de contração rápida fadigam mais rapidamente. Músculos de contração lenta
fadigam mais lentamente.
Carolina Pithon Rocha | Medicina | 4o semestre
10
Fibras de contração lenta
São mais resistentes à fadiga:
- Mais mitocôndrias para a produção de ATP.
- Abastecimento de sangue abundante para fornecimento de oxigênio.
- Triatletas são atletas de resistência com uma elevada proporção de fibras musculares de
contração lenta.
Fibras de contração rápida
São capazes de contrair com maior velocidade (com uma duração reduzida):
- Utilização mais rápida de ATP.
- Liberação mais rápida de Ca2+ do retículo sarcoplasmático.
- Recaptação mais rápida de Ca2+ para o retículo sarcoplasmático.
- Velocidade de condução mais rápida de potenciais de ação.
- Levantadores de peso requerem fibras musculares de contração rápida para suas contrações
musculares explosivas.
Tipos de contrações
Contrações da musculatura esquelética geralmente são descritas como sendo isotônicas ou
isométricas.
Contração isotônica
A contração resulta em movimento nas articulações que o
músculo afeta. Contração muscular e encurtamento de
fibras musculares.
Experimente:
Segure um livro pesado em sua mão com o braço esticado
para fora em linha reta. Agora, traga o bíceps em direção
ao seu ombro. Nesta situação, o músculo bíceps braquial
contrai concentricamente para levantar o peso. Ao mesmo
tempo, o tríceps braquial contrai excentricamente para
ajudar a controlar o movimento de elevação. Outro exemplo de uma contração isotônica é chutar uma
bola.
Contração isométrica
O comprimento do músculo permanece inalterado
durante a contração. Uma posição fixa, sem movimento
articular. Contração muscular sem alteração no
comprimento do músculo.
Experimente:
Segure algo pesado em suas mãos (como um livro ou um
laptop). Estenda os braços esticados à sua frente e
mantenha essa posição. Para vencer a gravidade, os músculos têm que contrair para manter essa
posição, mas o comprimento do músculo não se altera. Exercícios nos quais poses são sustentadas por
um período de tempo (como yoga e algumas artes marciais) são exemplos de exercícios isométricos.
Carolina Pithon Rocha | Medicina | 4o semestre
11
o potencial de ação termina antes que o músculo comece a contrair
Carolina Pithon Rocha | Medicina | 4o semestre
12
O sinal que dá início à contração é o nível de cálcio intracelular. O movimento é produzido quando
uma proteína motora, chamada de miosina, utiliza a energia do trifosfato de adenosina (ATP) para
mudar a sua conformação. Os detalhes desses processos variam entre os distintos tipos de fibras
musculares.
MÚSCULO ESQUELÉTICO
Os músculos esqueléticos constituem a
maior parte da musculatura corporal e
equivalem a cerca de 40% do peso
corporal total. Em geral, os músculos
esqueléticos estão ligados aos ossos pelos
tendões, estruturas constituídas por
colágeno. A origem de um músculo é a sua
extremidade fixada mais perto do tronco
ou do osso fixo. A inserção é a porção
mais distal ou mais móvel do músculo.
Quando os ossos fixados a um músculo
estão conectados por uma articulação
móvel, a contração muscular movimenta o
esqueleto. Um músculo é chamado de
flexor se a porção central dos ossos
conectados se aproximam quando o
músculo contrai, e o movimento é chamado de flexão. Se os ossos se afastam quando o músculo
contrai, o músculo é chamado de extensor, e o movimento associado é chamado de extensão.
Carolina Pithon Rocha | Medicina | 4o semestre
13
Miofibrilas são estruturas contráteis da fibra muscular
Cada fibra muscular contém milhares de miofibrilas. Cada
miofibrila é composta por diversos tipos de proteínas
organizadas em estruturas contráteis repetidas, chamadas
de sarcômeros.
A contração muscular gera força
A contração muscular é um processo extraordinário que
permite a geração de força para mover ou resistir a uma
carga. Em fisiologia muscular, a força produzida pela
contração muscular é chamada de tensão muscular.
Carolina Pithon Rocha | Medicina | 4o semestre
14
O acoplamento Excitação-Contração envolve quatro eventos principais:
1.