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Simulado - 03 01 21

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Escrivão de Polícia da Carreira de Polícia Civil do Distrito Federal
 NOME: ________________________________________________________________________________
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES
1. Ao receber a ordem do fiscal de sala, confira este caderno com muita atenção, pois 
nenhuma reclamação sobre o total de questões e/ou falhas na impressão serão aceitas depois 
de iniciada a prova.
2. Cartão de respostas:
a) Tem, obrigatoriamente, de ser assinado e não poderá ser substituído, portanto, não o 
rasure nem o amasse;
b) Marque, no cartão de respostas, para cada questão, uma única resposta. A ausência de 
marcação, a rasura ou a marcação de mais de um campo implicará anulação dessa questão;
c) No cartão de respostas, a marcação das letras correspondentes às respostas deve ser feita 
cobrindo a letra e preenchendo todo o espaço do campo, de forma continua e densa. A
leitora ótica é sensível a marcas escuras; portanto, preencha fortemente os campos de 
marcação completamente, veja o exemplo:
d) Reserve os trinta (30) minutos finais para marcar seu cartão de respostas.
3. Será eliminado o candidato que:
a) Utilizar-se, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem 
como de rádios gravadores, headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de 
qualquer espécie;
b) Ausentar-se da sala em que se realizam as provas levando consigo o caderno de questões 
e/ou o cartão de respostas;
c) Recusar-se a entregar o caderno de questões e/ou o cartão de resposta quando terminar 
o tempo estabelecido.
Observação: Recursos até terça-feira às 12 horas.
Prova 1
16/02/2020
SIMULADO
PC-DF
CERTAS:
ERRADAS:
BRANCO:
________________________
TOTAL:
 03/01/2021 
AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL
SIMULADO
AGENTE-PF
1
• Cada um dos itens da prova objetiva vincula-se ao comando que o precede imediatamente. Em conformidade com o comando a 
que cada um deles esteja ligado, assinale, na Folha de Gabarito, para cada item: o campo indicado com a letra C, caso julgue o item 
CERTO; ou o campo indicado com a letra E, caso julgue o item ERRADO. A inexistência de marcação ou a marcação de ambos 
os campos não serão penalizadas, ou seja, não sofrerão pontuação negativa. Para as marcações adequadas, use a Folha de Gabarito, 
único registro válido para a correção da sua prova objetiva para inclusão no Ranking.
• Nas questões formadas pela ordem de Situação hipotética: ... seguida de Assertiva(s): ..., as informações apresentadas como 
situação hipotética deverão ser analisadas como premissa(s) para o julgamento das assertivas propostas.
• Nas questões que apreciarem conhecimentos de informática e(ou) tecnologia da informação, contanto que seja expressamente 
informado o oposto, entenda que todos os softwares citados estão em configuração-padrão e que inexiste restrições de proteção, de 
funcionamento e de uso no tocante aos softwares, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos citados.
• Potenciais espaços livres — apontados ou não pelo indicativo “Espaço livre” — que integrem esse caderno de provas poderão ser 
aproveitados na forma de rascunhos.
PROVA OBJETIVA
ALFACON — PF — Aplicação: 03/01/2021
Bloco I 
TEXTO 1
Em 2015, o Brasil comemorou os 150 anos de 
nascimento de Cândido Mariano da Silva Rondon, mais 
conhecido como Marechal Rondon, militar e sertanista 
brasileiro que desbravou as regiões Centro-Oeste e Norte 
nos séculos 19 e 20. Por causa das expedições que comandou, 
passou a ser habitada a região onde está situado o estado de 
Rondônia, assim denominado em sua homenagem.
Rondon nasceu em Mimoso (MT), no dia 5 de 
maio de 1865. Descendente, por parte de mãe, dos índios 
terenas e bororo, e por parte de pai, dos índios guanás, logo 
ficou órfão, sendo criado pelo avô. Depois de sua morte, 
transferiu-se para o Rio de Janeiro e ingressou na Escola 
Militar. Depois de se formar bacharel em Ciências Físicas e 
Naturais e tornar-se tenente, em 1890, foi transferido para 
o setor do Exército que implantava linhas telegráficas por 
todo o país.
A partir daí, durante quase vinte anos, Rondon viajou 
por todo o Brasil implantando o telégrafo e eventualmente 
abrindo estradas. Nessas viagens, ele frequentemente 
encontrou tribos indígenas que não tinham contato com 
a civilização e, aos poucos, desenvolveu uma técnica de 
aproximação amigável. Rondon contribuiu também para 
o reconhecimento e mapeamento de grandes áreas ainda 
inóspitas no interior do país. A partir daí, levantou dados e 
informações de mineralogia, geologia, botânica, zoologia e 
antropologia. E encontrou, em 1906, as ruínas do Real Forte 
do Príncipe da Beira, a maior relíquia histórica de Rondônia.
Em 1910, organizou e passou a dirigir o Serviço 
de Proteção aos Índios, que viria a se tornar a Fundação 
Nacional do Índio (Funai). Em 1952, propôs a criação do 
Parque Indígena do Xingu e, no ano seguinte, inaugurou o 
Museu Nacional do Índio.
Rondon morreu em 1958, no Rio de Janeiro, com 
quase 93 anos. Dedicou a vida a promover a colonização 
do interior do país, pacificando e tratando os índios. Ficou 
conhecido pelo lema indigenista: “Morrer se for preciso, 
matar nunca”.
Fonte: Adaptado de: “Congresso comemora na próxima semana os 150 anos do 
Marechal Rondon”. Agência Senado. www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/04/30/congresso-co 
– memora-na-proxima-semana-os-150-anos-do-marechal-rondon
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1, julgue 
o seguinte item.
1 A Fundação Nacional do Índio (Funai) havia sido criada 
quando Rondon passou a dirigir o Serviço de Proteção aos 
Índios.
2 No 2º parágrafo, a substituição de “foi transferido” por 
“transferiu-se” manteria a correção gramatical e o sentido 
do texto.
 
3 No 1º parágrafo, a oração “que comandou” tem a função de 
restringir o termo “expedições”.
 
4 O texto é predominantemente narrativo.
 
5 O verbo “lembrar” nas duas ocorrências do texto está em 
desacordo com a norma padrão, uma vez que para ser prepo-
sicionado é necessário ser pronominal.
 
 
Conselhos a o candidato
Certa vez um enamorado da Academia, homem 
ilustre e aliás perfeitamente digno de pertencer a ela, 
escreveu-me sondando-me sobre as suas possibilidades 
como candidato. Não pude deixar de sentir o bem conhecido 
calefrio aquerôntico, porque então éramos quarenta na Casa 
de Machado de Assis e falar de candidatura aos acadêmicos 
sem que haja vaga é um pouco desejar secretamente a 
morte de um deles. O consultado poderá dizer consigo que 
“praga de urubu não mata cavalo”. Mas, que diabo, sempre 
impressiona. Não impressionou ao conde Afonso Celso, de 
quem contam que respondeu assim a um sujeito que lhe foi 
pedir o voto para uma futura vaga:
– Não posso empenhar a minha palavra. Primeiro 
porque o voto é secreto; segundo porque não há vaga; 
terceiro porque a futura vaga pode ser a minha, o que me 
poria na posição de não poder cumprir com a minha palavra, 
coisa a que jamais faltei em minha vida.
Se eu tivesse alguma autoridade para dar conselhos 
ao meu eminente patrício, dir-lhe-ia que o primeiro dever 
de um candidato é não temer a derrota, não encará-la como 
uma capitis diminutio, não enfezar com ela. Porque muitos 
dos que se sentam hoje nas poltronas azuis do Trianon, lá 
entraram a duras penas, depois de uma ou duas derrotas. 
Afinal a entrada para a Academia depende muito da 
oportunidade e de uma coisa bastante indefinível que se 
chama “ambiente”. Fulano? Não tem ambiente. [...]
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ALFACON — PF — Aplicação: 03/01/2021
Sempre ponderei aos medrosos ou despeitados 
da derrota que é preciso considerar a Academia com certo 
senso de humour. Não tomá-la como o mais alto sodalício 
intelectual do país. Sobretudo nunca se servir da palavra 
“sodalício”, a que muitos acadêmicos são alérgicos. Em 
mim, por exemplo, provoca sempre urticária.
No mais, é desconfiar sempre dos acadêmicos que 
prometem: “Dou-lhe o meu voto e posso arranjar-lhe
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