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: K
ézi
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Fisioterapia na
Saúd� d� crianç� � d� adolescent�
1-3 meses: controle cervical
4-6 meses: apoio de cotovelo em prono, sentar com apoio, passar objetos de uma mão para outra e
rolar sozinhos.
7-9 meses: sentar sem apoio e engatinhar
10-15 meses: ficar em pé com apoio e depois a marcha independente
Reflexos primitivos: São respostas automáticas a um determinado estímulo externo, estando
presentes ao nascimento, sendo inibidos ao longo dos primeiros meses de vida.
Reações posturais: São reflexos ou também chamados de movimentos automáticos, os quais
mantêm a posição e equilíbrio do corpo durante repouso ou movimento.
Até 1 mês de vida: Reflexo de sucção e Reflexo dos quatro pontos cardeais (busca)
Até 2 meses de vida: Reflexo de apoio plantar, Reflexo da marcha reflexa, Reflexo de Galant,
Reflexo de colocação (escada ou “placing”)
Até 3 meses de vida: Reflexo de preensão palmar
Até 4 meses: Reflexo Tônico Cervical Assimétrico (RTCA)
Até 6 meses: Reflexo de Moro
Até 10 meses: Reflexo de preensão plantar
A partir de 4 ou 5 meses de idade: Reação de Landau
A partir de 6 ou 8 meses de idade: Reação de apoio lateral
A partir de 8 a 9 meses de idade (obrigatoriamente aos 12 meses): Reação (manobra) de
paraquedas
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Doenças descobertas pelo Teste do Pezinho:
Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Doença Falciforme e outras hemoglobinopatias,
Fibrose Cística, Hiperplasia Adrenal Congênita e Deficiência de Biotinidase.
Antes de escolher o melhor teste para avaliar as habilidades motoras de uma criança, é necessário
verificar:
1. A faixa etária da criança:
•Zero a 1 ano de idade: são chamadas de lactentes, os testes são para lactentes.
•Acima de 1 ano: são denominadas de crianças, utilizamos testes para crianças.
● Alberta Motor Infant Scale (AIMS): avalia o desenvolvimento motor ao longo do tempo,
identificando bebês cujo desempenho esteja atrasado ou atípico em relação à normalidade.
Pode ser usado em bebês de zero a 18 meses de idade.
● Gross Motor Function Measure (GMFM): avalia as habilidades motoras grossas de
crianças com diagnóstico já definido de Paralisia Cerebral e Síndrome de Down.
● Test Infant Motor Performance (TIMP): avalia o comportamento funcional do bebê, até 4
meses de vida.
● Bayley Scale of Infant Development (BSID): avalia aspectos cognitivos, motores,
comunicativos, sociais-emocionais e comportamentais infantil, em crianças de 1 mês a 42
meses de vida.
● Escala de Desenvolvimento Motor (EDM): avalia o desenvolvimento motor de crianças de 3
a 10 anos de idade, examinando a motricidade fina e global, equilíbrio, esquema corporal,
organização espacial e temporal, lateralidade.
Doenças:
Afeta nervos periféricos
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Tipo 1: fraqueza na região distal de MMII e atrofia dos músculos do pé e da panturrilha de forma
assimétrica - começa aos 6 anos
Tipo 2: semelhante a tipo 1, mas há impulsos nervosos, porém com pouca amplitude - começa aos
20 anos
Tipo 3: semelhante às outras, porém afeta também a respiração - começa antes dos 3 anos
Tipo 4: fraqueza em mmss e atrofia dos mmii, perda de sensibilidade, dificuldade para respirar,
causa também, catarata e surdez; é a mais grave - começa na 1 infância
Distrofia muscular de Duchenne (DMD):
Distúrbio hereditário de fraqueza muscular
progressiva, geralmente em meninos.
Começa aos 5 ou 6 anos
Geralmente, a criança morre aos 12 ou 14 anos, pois a doença progride de forma ascendente até
chegar aos órgãos internos.
Amiotrofia espinhal infantil:
Tipo 1: começa no nascimento. A criança não consegue fazer a sucção, nem deglutição e não tem
evolução motora; tem dificuldade para respirar e se movimentar. Geralmente, a criança faleceu
rapidamente.
Tipo II: sintomas acontecem em torno de 6 meses a 1 ano e 6 meses. A criança senta sozinha, mas
não anda.
Tipo III : manifesta após um ano de idade com a aquisição da marcha, apresentando queixas de
dificuldade para andar, correr, subir e descer escadas. De evolução lenta.
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Paralisia cerebral (PC): causada por uma lesão cerebral ( por hipóxia ).Um conjunto de alterações
motoras e/ou sensoriais decorrentes de uma lesão cerebral. A idade de início depende do período
em que a lesão acontece
Mielomeningocele: os sintomas dependem primeiramente do nível medular em que houve a má
formação. Quanto mais alto ocorrer a lesão, mais dificuldade se apresenta nas ações motoras.
-Região occipital: a criança apresenta sinais de alterações cerebelares como ataxia, incoordenação
de movimento e hipotonia;
-Região torácica: dificuldades de controle de tronco e MMII, que fazem com que a criança não
consiga ficar sentada sozinha nem andar;
-Região lombar: a criança poderá andar com auxílio de dispositivos auxiliares, como órteses
longas (estabiliza o quadril, joelho e tornozelo) e muletas;
-Região sacral: a criança andará com auxílio de pequenos dispositivos auxiliares, como órtese de
tornozelo e pé – ankle foot ortheses (AFO).
Síndrome de Down (SD): pode apresentar deficiências intelectuais e de aprendizado que dependem
do tipo de mutação.
Olhos amendoados com pregas palpebrais menores, prega palmar única, membros mais curtos,
tônus muscular baixo, língua protusa e grande e face “achatada”.
Doença de Legg-Calvé-Perthes: a característica clínica mais evidente é a claudicação (“mancar”).
Em algumas situações pode-se observar dor e limitação de movimento no quadril e encurtamentos
musculares.
É caracterizada por uma necrose avascular da epífise femoral.
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Doenças metabólicas ou também chamadas de síndrome metabólica (SM): Conjunto de alterações
antropométricas, como aumento da circunferência abdominal (CA), e sistêmicas, como aumento da
pressão arterial, colesterol e glicemia, que elevam o risco de doenças cardiovasculares e diabetes
mellitus na criança. A SM se desenvolve durante a infância, sendo muito prevalente entre crianças
e adolescentes com sobrepeso ou obesidade.
Pé plano (ou também conhecido como pé “chato”): Até os 2 anos, toda criança apresentará um pé
plano. A curvatura vai se formar ao longo do seu crescimento, à medida que a musculatura da
planta do pé se desenvolve. Após os 5 anos, se a criança ainda apresentar um pé plano, ele deve ser
investigado e corrigido, pois nessa idade o desenvolvimento muscular já está completo.
Joelho varo: aumento do desalinhamento de quadril e perna, ficando os joelhos rodados para fora
e os pés para dentro. Esse desvio, se observado acima da idade de 2 anos, pode ser considerado uma
disfunção.
Joelho valgo:
Doenças reumatológicas:
Na artrite idiopática juvenil (AIJ) ocorre na proporção de três meninas para cada menino afetado,
com maior incidência entre 1 a 5 e 10 a 14 anos de idade. É considerada uma doença sistêmica
autoimune, além das articulações, ela afeta também coração, olhos, músculos, tendões, fígado e
pele.
Doenças cardiológicas:
Alteração na válvula cardíaca: a mais comum é o defeito na válvula aórtica bicúspide, sendo
formada por apenas dois folhetos (normalmente é formada por três folhetos), a estenose das
válvulas (dificultando o fluxo de sangue) ou a insuficiência das válvulas (permite o retorno do
fluxo de sangue ao invés de seguir seu fluxo normal).
Shunts: defeito na formação das paredes dos átrios e ventrículos, levando à passagem de sangue
entre a câmera esquerda e direita, o que provoca a mistura de sangue oxigenado com o não
oxigenado.
Anormalidades no músculo cardíaco: como má-formação do ventrículo direito, esquerdo e
ventrículo único.
Oncologia infantil:
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•Leucemia;
•Tumor no cérebro;
•Linfoma: sistema linfático;
•Neuroblastoma: SN simpático do organismo;
•Tumor ósseo;
•Retinoblastoma: olhos;
•Linfoma de Hodgkin: sistema linfático;
Doenças respiratórias:
● A bronquiectasia consiste na dilatação e destruição de brônquios de grosso calibre causada
pela infecção e inflamação crônica.
● Fibrose cística é um transtorno hereditário com risco de vidaque danifica os pulmões e o
sistema digestivo. A fibrose cística afeta as células que produzem muco, suor e sucos
digestivos. Isso faz com que esses fluidos se tornam espessos e pegajosos. Eles aderem a
tubos, dutos e passagens.
“Equipe Multidisciplinar" consiste no grupo de pessoas de uma mesma área de trabalho, no qual
cada profissional atua na sua devida área, porém complementando e ajudando o outro, buscando o
objetivo comum do paciente atendido por todos dessa equipe.
A equipe de saúde:
•Pediatra;
•Fisioterapeuta;
•Fonoaudiólogo;
•Pedagogo;
•Nutricionista;
•Psicólogo;
•Educador físico.
Missão de promover benefícios como a estimulação do desenvolvimento motor, cognitivo,
comportamental, fonológico, bem como melhor desempenho sociocultural diante da sociedade e de
problemas enfrentados no convívio social.
Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF): É uma ferramenta
da (OMS) criada no ano de 2001. Sua utilização deve ser complementar à Classificação
Internacional de Doenças (CID). A CIF é um sistema de classificação que descreve a
funcionalidade e incapacidade relacionada às condições de saúde, refletindo uma abordagem que
muda o foco das consequências da doença para destacar também a funcionalidade como um
componente da saúde.
CIF-CJ (Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde em Crianças e
Jovens).
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● Principais pontos de avaliação:
Para concluirmos e traçarmos a conduta terapêutica final devemos analisar os dados descritos a
seguir:
1. Conhecer a história clínica do paciente (anamnese).
É importante conversar com os pais e/ ou responsáveis sobre a história prévia da gestação da
criança:
•Se houve alguma intercorrência;
•Dados antecedentes dos pais: história de algum caso semelhante na família, pais consanguíneos;
•Dados maternos: infecções maternas como citomegalovírus, toxoplasmose, Zika Vírus, por
exemplo;
•Dados perinatais: intercorrências durante o parto, dados de como foi o parto;
•Dados pós-natais: como a criança se desenvolveu após o parto, até o momento da consulta com o
fisioterapeuta.
2. Atentar ao questionamento da queixa da criança/pais: observando dois componentes
importantes:
Capacidade funcional é definida como a habilidade que o indivíduo tem de executar ações
motoras do seu dia a dia, geralmente sem auxílio de terceiros, permitindo a sua independência
pessoal e social. Quando, por diversos fatores estruturais (fraqueza, hipertonia, encurtamento, por
exemplo), essa capacidade funcional fica prejudicada, denominamos de deficiência funcional,
limitando a independência e a qualidade de vida do indivíduo.
3. Realizar o exame físico:
• Inspeção: observar a criança com o mínimo de roupa possível, para identificar alguma atrofia
muscular (diminuição da massa muscular) e possível desalinhamento em alguma parte do corpo,
deve ser feita com a criança em pé, de preferência, e analisar o alinhamento do pé (onde
descarrega o peso do corpo), do joelho (valgo ou varo), do quadril, da coluna vertebral (lordose,
cifose ou escoliose) e da cabeça.
• Tônus muscular: definido como grau de tensão do músculo em repouso. É avaliado com a
criança na posição deitada (supino), com o fisioterapeuta verificando cada grupo muscular por
meio do alongamento passivo rápido. Caso encontre uma resistência ao longo do movimento,
define-se como hipertonia muscular. E, se não encontrar uma resistência no arco de movimento e
for observado um aumento da amplitude de movimento, define-se como hipotonia.
• Amplitude de movimento: pode ser avaliada por meio da goniometria de todas as articulações ou
pela observação da presença ou não de deformidades articulares.
• Sensibilidade: tátil (percebe e interpreta estímulos táteis na pele, como algodão ou esponja),
vibratória (percebe e interpreta estímulos vibratórios por meio de aparelhos vibratórios) e
proprioceptiva (percebe e interpreta a noção do corpo no espaço).
• Reflexos primitivos: a forma de execução do teste bem como a sua resposta foram descritos.
• Reações posturais: a forma de execução do teste bem como a sua resposta foram descritos.
• Marcos do desenvolvimento (testes de avaliação do desenvolvimento motor): a descrição de cada
etapa motora.
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• Avaliação da capacidade aeróbica: mediante a captação da frequência cardíaca (pelo oxímetro)
em repouso e durante uma atividade aeróbica (caminhada ou corrida, por exemplo).
• Avaliação respiratória: avalia-se a frequência respiratória em repouso e durante uma atividade
(caminhada ou corrida, por exemplo).
Tratamento fisioterapêutico nas diversas afecções que acometem a saúde da criança:
Principais técnicas fisioterapêuticas:
•Bandagem elástica:
•Eletroterapia:
•Cinesioterapia:
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zaNa fisiologia das doenças neuromusculares, existem métodos de tratamento que são indicados e
outros que são contra indicados, pois podem acelerar o processo de degeneração dos componentes
afetados.
Esse é o principal ponto a ser pensado as contraindicações:
– eletroterapia, exercícios com carga e contração excêntrica pois sobrecarregam a musculatura em
degeneração ou os neurônios motores que a inervam, aceleram a degeneração, piorando o
prognóstico clínico e dificultando a qualidade de vida das crianças.
Recomendam-se exercícios sem carga, ou com no máximo 20% da carga máxima de cada paciente,
exercícios concêntricos.
Fisioterapia respiratória, de preferência com uso de ambu (exercícios de empilhamento de ar),
nesses casos ocorre uma ineficiência restritiva e não ventilatória (uso de oxigenoterapia não é
eficaz, visto que a deficiência é de complacência torácica, e não de trocas gasosas).
A bandagem elástica também em alguns casos de distrofias musculares.
Na paralisia cerebral utilizam-se diversos métodos de tratamento, como o neuroevolutivo, a
facilitação neuromuscular proprioceptiva, a eletroterapia, a integração sensorial, bandagens
elásticas e, em alguns casos, até técnicas de terapia manual.
A eficiência do resultado provém da junção das técnicas mais apropriadas para cada caso. A
cinesioterapia básica, composta por alongamentos e mobilizações, é também indicada e deve ser
incorporada ao tratamento.
Mielomeningoceles, a fisioterapia deve ser apropriada a depender do nível da malformação,
também não há protocolos predeterminados.
A depender do nível da lesão medular decorrente da malformação, o tratamento vai se diferenciar,
visto que o prognóstico principalmente de marcha baseia-se na altura do comprometimento.
•Da lesão para baixo: alongamentos, mobilizações passivas e orientações quanto a
posicionamentos para evitar deformidades e contraturas musculares;
•Acima da lesão: deve-se fortalecer a musculatura, de modo que a criança possa utilizar os
membros ilesos para as atividades de vida diária.
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•Comprometimento da musculatura de tronco: a fisioterapia respiratória também deve ser
incorporada para prevenir e melhorar a capacidade respiratória.
•Doenças genéticas: na síndrome de Down, o quadro clínico variado direciona o tratamento para
uma abordagem multissistêmica. Sinais motores como hipotonia, fraqueza muscular, frouxidão
ligamentar – com técnicas cinesioterapêuticas apropriadas para os déficits apontados pela criança.
Cardiopatia congênita: métodos de tratamento como a equoterapia e exercícios aeróbicos com
carga máxima devem ser evitados, pois podem ocasionar lesões medulares e isquemias cardíacas.
• Doenças ortopédicas: as dores podem ser sinais clínicos constantes.
O uso de eletroterapia para analgesia (TENS), não é indicado, visto se tratar de um público
infantil (limiar de tolerância a estímulos elétricos são baixos) e também por não cuidar
especificamente da causa da dor, é ocasionado na sua grande maioria por fraqueza muscular (dos
músculos intrínsecos do pé nos casos de pé plano) ou por necrose (na doença de Legg-Calvé
Perthes).
A conduta mais indicada é realizar exercícios que visem à causa da dor, como fortalecimentomuscular no pé plano ou mobilização ativa, ativo-assistida e passiva, propriocepção e
fortalecimento na doença de Legg-Calvé-Perthes.
Nos desvios do joelho (varo ou valgo): fortalecer a musculatura acometida, alongar a encurtada e
mobilizar as articulações para evitar deformidades e dores.
•Doenças metabólicas: nesse caso, há um conjunto de fatores de risco como diabetes mellitus,
hipertensão sistêmica e obesidade.
O tratamento fisioterapêutico visa ao exercício de atividades físicas com treinamento aeróbico, de
intensidade leve a moderada, direcionando o objetivo para a melhora do condicionamento
cardiovascular.
Treinos em esteira ergométrica, exercícios de caminhada e/ou corrida, associados a brincadeiras
lúdicas, podem beneficiar a criança, para que progressivamente ganhe condicionamento, haja
gasto energético para perda de peso, além de representar um estímulo cognitivo e comportamental
a elas, socializando-as para interação com o meio.
•Artrite idiopática juvenil (AIJ):
É essencial em todas as fases da doença (aguda ou crônica) objetivar principalmente:
-Melhora da dor e do quadro inflamatório;
-Aumentar a força muscular e a amplitude de movimento;
-Função respiratória.
Para permitir que a criança realize as suas atividades de vida diária com o mínimo de restrições.
1.Fase aguda da AIJ: recomendam-se mobilizações e exercícios passivos, visando à diminuição da
dor, ao aumento da amplitude de movimento e à melhora do encurtamento muscular e da função
do sistema circulatório.
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À medida que ocorre a diminuição dos sintomas da fase aguda, evolui-se para exercícios ativos
assistidos, atingindo a movimentação ativa, dentro dos limites de cada paciente. Essa progressão
pode também ocorrer em relação ao tipo de contração muscular.
À medida que a dor diminui, evoluímos de exercícios isométricos para isotônicos concêntricos, até
os isotônicos excêntricos.
Importante ressaltar que, tanto na AIJ quanto nas dores de crescimento, o uso de alguns recursos,
como:
•Ondas curtas: diminui a inflamação, rigidez muscular e alivia dores musculares, podendo
comprometer o crescimento ósseo.
•Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS): podem ser utilizados para dores, embora não
seja muito bem tolerado pelas crianças.
O ideal é que o alívio das dores seja feito pelas mobilizações passivas ou ativo-assistidas.
A reabilitação pode visar também a orientações quanto à prática de atividades esportivas de baixo
impacto, como natação, até o período de cessação das queixas, progredindo para atividades de
impacto, como futebol e judô.
•Cardiopatias congênitas:
A fisioterapia visa tanto ao período pré quanto ao pós-operatório de correção das malformações,
além da abordagem da mecânica respiratória das crianças, visto que elas frequentemente
desenvolvem alterações das condições respiratórias, além de a própria cirurgia cardíaca levar a
complicações pulmonares.
Objetivo:
•Reexpansão pulmonar;
•Desobstrução das vias aéreas;
•Redução do risco de complicações pulmonares, como acúmulo de secreções, atelectasias e
pneumonias, bem como a manutenção de uma ventilação pulmonar adequada.
No período pré-operatório:
•Técnicas de desobstrução;
•Reexpansão pulmonar;
•Fortalecimento abdominal.
No período pós-operatório:
•Técnicas de hiperinsuflação manual;
•Manobras de reexpansão pulmonar;
•Drenagem postural;
•Estímulo da tosse;
•Mobilização da caixa torácica;
•Aceleração do fluxo expiratório (AFE).
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Caso sejam observadas complicações pós-operatórias como a atelectasia, o fisioterapeuta pode
realizar manobras de reexpansão pulmonar e higiene brônquica, drenagem postural e aspiração
(caso haja secreção).
•Doenças respiratórias:
A fisioterapia terá uma abordagem própria para os sinais clínicos específicos da doença.
Na bronquiectasia (síndrome obstrutiva brônquica), a criança apresenta deficiência no sistema
mucociliar, as secreções tendem a se acumular, além de proporcionar a hiperinsuflação pulmonar.
Para a eliminação das secreções:
•Técnica do ELTGOL;
•Flutter.
ELTGOL: consiste na realização de expirações lentas com a glote aberta (boca aberta com a língua
para fora), iniciando a partir da capacidade residual funcional até o volume residual.
Flutter:
ADOLESCÊNCIA:
•Fase rápida do estirão de crescimento
•Crescimento de 20% da estatura final de adulto
•Influenciada por fatores externos
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za•O cérebro não sofre modificações apenas na fase intra útero ou extra útero até 6 anos, ele
continua a se modificar até a fase adulta passando por reorganizações sinápticas de modo a
aprender e modular o comportamento motor, social e comportamental.
•O cérebro do adolescente é aproximadamente três vezes maior que do recém-nascido, possui cerca
de duas vezes mais sinapses comparado ao cérebro adulto. Possui menos neurônios e mais mielina
do que o adulto, a diferença então não está no número de neurônios e sim na qualidade das
conexões entre eles.
Principais alterações observadas no adolescente:
●Aumento da altura
●Aumento de partes do corpo ( pés, braços e rosto )
● Crescimento dos testículos, do pênis e mudança de voz
●Menarca ( primeira menstruação )
●Aumento do quadril e das coxas
● Crescimento dos órgãos sexuais femininos
A escoliose pode classificar-se como um desvio tridimensional do eixo da coluna vertebral por
apresentar uma curvatura lateral no plano coronal, rotação axial no plano horizontal e alterações
nas curvas fisiológicas no plano sagital. Recebe o nome de idiopática quando não se encontra uma
causa evidente para a sua existência. É uma doença multifatorial com grande componente genético
e com influência de fatores ambientais.
●Infantil – até aos 3 anos;
●Juvenil – dos 4 aos 9 anos;
●Adolescência – dos 10 aos 18 anos. 
O tratamento deve ser cirúrgico ou conservador
Com exercícios terapêuticos, uso de coletes e até com aumento progressivo ou superior a 25° A 30°.
Colete de Providence
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Colete de Milwaukee
Colete de Boston ou Wilmington
- Método Klapp
- Reeducação Postural Global
- Isostretching
- Pilates
- Cinesioterapia
A depressão na adolescência é uma doença psiquiátrica que provoca alteração do humor e uma
desordem emocional.
Atinge entre 10% a 20% dos adolescentes do mundo todo, de acordo com a Organização Mundial
da Saúde.
Causa:
-Falta de entusiasmo, energia e motivação
-Afastamento ou isolamento das atividades sociais
-Dificuldade em tomar decisões
-Baixo rendimento escolar
-Problemas alimentares
-Insônia e distúrbios do sono
-Baixa autoestima ou sensação de culpa
-Abuso de álcool e/ou drogas
-Ansiedade ou medos
-Inquietação e irritabilidade
Anorexia é um distúrbio alimentar caracterizado por baixo peso corporal anormalmente baixo e
uma distorção de imagem.
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Hiperatividade é um distúrbio de neurodesenvolvimento que aparece na infância.
A denominação identifica transtornos que podem afetar tanto o aprendizado quanto a aquisição de
novas informações.
Causa:
●Inquietação e agitação
●Depressão e ansiedade
●Agressividade, irritabilidade e impulsividade
●Falta de atenção
●Dificuldade de absorver aprendizados, assimilar regras e compreender instruções
Déficit de Atenção é um distúrbio que atinge crianças e adultos, caracterizado primariamente pela
falta de concentração em atividades rotineiras e pela impulsividade.
Causa:
●Dificuldade em ouvir as pessoas
●Incapacidade de terminar tarefas e concluir projetos
●Dificuldade para estabelecer objetivos e planos para o futuro
●Dificuldade em expressar sentimentos
Bulimia: É um distúrbio que se caracteriza por episódios recorrentes e incontroláveis de consumo
de grandes quantidades de alimentos e episódios de vômitos ou abusos de laxantes tentando
impedir o ganho de peso.
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zaA equipe multiprofissional deve conter profissionais que atuam conjuntamente no entendimentodessa fase de transição para poder abranger e direcionar a melhor conduta para cada caso
Principais profissionaisenvolvidos na equipe multiprofissional da saúde do adolescente:
●Médico pediatra e clínico geral
●Psicólogo
●Nutricionista
●Fisioterapeuta
●MÉDICOS :
-Vão orientar os adolescentes sobre o funcionamento e as modificações do seu corpo, a magnitude
dos contraceptivos, esclarecer dúvidas, instruir sobre a importância da higiene pessoal, o exame e a
identificação de possíveis doenças.
●PSICÓLOGO :
O profissional tem um papel em ajudar esses indivíduos a lidar com suas emoções, orientar sobre
as alterações naturais do corpo, e ainda instruir de como agir em situações constrangedoras.
●FISIOTERAPEUTA :
-Tratamento na reabilitação da má postura oriunda da timidez ou do constrangimento
-Reabilitação da pele manchadas por acnes
- Atua na gestação no parto e pós-parto
-Podendo dar palestras sobre a educação sexual.
●PEDAGOGO :
-Explicar a anatomia e fisiologia do corpo humano, e ainda suas alterações de acordo com a idade
de cada indivíduo.
-Explicar a importância da higiene pessoal.
-Promover palestras em consonância com um profissional da saúde sobre educação sexual.
-Estar disposto a ouvir atentamente e sanar todas as dúvidas.
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