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SEMÂNTICA 
DO 
PORTUGUÊS
Dalby 
Dienstbach
 
Revisão técnica:
Laís Virginia Alves Medeiros 
Bacharelado em Letras (UFRGS)
Mestrado em Letras (UFRGS)
Catalogação na publicação: Poliana Sanchez de Araujo – CRB 10/2094
D562s Dienstbach, Dalby.
Semântica do português / Dalby Dienstbach. – Porto 
Alegre : SAGAH, 2017.
79 p. : il. ; 22,5 cm. 
ISBN 978-85-9502-140-2
1. Semântica - Português. I. Título. 
CDU 81’3
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Signo: breve revisão 
de conceitos
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Identi� car a natureza do signo linguístico.
  Reconhecer algumas características fundamentais do signo linguístico.
  Analisar aspectos relativos ao valor linguístico.
Introdução
A consolidação da linguística como uma ciência autônoma deve muito 
ao filósofo e linguista suíço Ferdinand de Saussure (1857–1913) e às suas 
considerações teóricas acerca da linguagem humana. Um elemento 
fundamental, que completa essas teorizações, é o conceito de signo 
linguístico, que tem um papel central na interpretação de Saussure a 
respeito da estrutura e do funcionamento dos sistemas linguísticos.
Neste capítulo, você vai conhecer alguns aspectos que definem a 
natureza do signo linguístico, bem como algumas propriedades que 
caracterizam esse elemento dentro do campo dos estudos da linguagem.
O signo linguístico
Em primeiro lugar, você deve saber que os fundamentos da noção de signo não 
estão exclusivamente enraizados na linguística, mas na semiótica. A semiótica 
é uma ciência mais abrangente (da qual, a propósito, a linguística faz parte), 
que se ocupa da associação entre fenômenos em geral (linguísticos ou não) e 
do que eles signifi cam dentro de determinado sistema.
Dessa forma, de um ponto de vista semiótico (portanto, em termos mais 
gerais), um signo se refere a algum fato ou entidade (quer seja um objeto, um 
evento ou, até mesmo, uma impressão) que representa um estado de coisas 
para, por exemplo, determinada cultura. 
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De acordo com Pierce (2005), existem três tipos de signo. O primeiro 
deles, o ícone, é um tipo de signo de natureza imagística, cuja forma possui 
uma relação de identidade com o objeto que representa. Alguns exemplos de 
ícones são a escultura de uma pessoa ou a maquete de uma casa. 
Outro tipo de signo é o índice, que possui uma relação de contiguidade com 
o objeto que representa, podendo ser considerado, na verdade, um fragmento 
extraído desse objeto. Esse é o caso da fumaça, que é um índice de fogo, e de 
nuvens negras no céu, que seriam um índice de chuva.
Por último, temos o símbolo, um tipo de signo que representa o seu objeto 
com base em alguma convenção ou lei. Por exemplo, a cruz é o símbolo do cris-
tianismo, a balança é o símbolo da justiça e a cor verde é o símbolo da esperança.
Ao ser trazida para dentro do campo dos estudos da linguagem, a partir, 
principalmente, das teorizações feitas por Saussure (2012), na obra póstuma 
Curso de linguística geral, o signo, como componente mínimo da língua, passa 
a denotar o produto da relação (convencionalizada) entre uma forma linguística 
tal e um significado particular, sendo, portanto, denominado especificamente 
signo linguístico. 
Figura 1. Ferdinand de Saussure (1857–1913), 
considerado o pai da linguística, formulou os 
fundamentos da noção de signo linguístico.
Fonte: Frank-Henri Jullien (2015).
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Uma explicação fundamental de Saussure (2012, p. 80) a respeito do conceito 
de signo linguístico é a de que este “une não uma coisa e uma palavra, mas 
um conceito e uma imagem acústica”. Isso quer dizer que o signo linguístico 
é de natureza puramente psíquica e estabelece uma associação entre, de 
um lado, a nossa representação mental de um dado fato ou objeto no mundo 
e, de outro, a impressão mental dos sons que compõem uma dada palavra. 
O que compõe o signo linguístico “mesa” não é a relação entre um objeto tal (isto é, um 
certo móvel) e a sequência de letras “m-e-s-a”, mas a nossa concepção mental desse 
móvel (isto é, de uma mesa) e a nossa lembrança mental dos sons que compõem a 
palavra “mesa”.
Por fim, para efeitos de uma terminologia mais precisa, Saussure (2012) 
chama, então, a imagem acústica de significante e o conceito que ela repre-
senta de significado.
Um último ponto, relativo à noção de signo linguístico (Figura 2), no 
qual Saussure (2012) insiste bastante, é o de que esse componente constitui, 
invariavelmente, uma relação indissociável entre um dado significado e o seu 
significante (ou, ainda, entre um dado conceito e a sua respectiva imagem 
acústica). Ou seja, os dois elementos que compõem o signo linguístico “estão 
intimamente unidos e um reclama o outro” (SAUSSURE, 2012, p. 80). 
Figura 2. Esquema que Saussure (2012) pro-
põe para ilustrar a estrutura interna do signo 
linguístico.
Fonte: Saussure (2012, p. 80). 
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Para ilustrar esse ponto, Saussure (2012) compara o signo linguístico a 
uma folha de papel. Não podemos separar o verso de uma folha de papel do 
seu anverso, tampouco podemos cortar um sem cortar o outro; da mesma 
forma, não podemos isolar um significante do seu significado. Portanto, seria 
impossível evocarmos uma imagem acústica sem trazermos à mente, ao mesmo 
tempo, o conceito que ela representa.
Nas suas reflexões sobre semiótica, Pierce (2005) considera o signo como parte de 
uma estrutura triádica. Essa estrutura seria composta, nesse caso, por um “objeto”, 
que seria a coisa representada, um representamen, que seria a forma como essa coisa 
é representada (ou seja, o signo em si), e um “interpretante”, que se refere à pessoa (ou, 
ainda, à mente) que estabelece a associação entre aquele objeto e esse representamen.
Algumas características do signo
Com base nas considerações feitas por Saussure (2012), podemos defi nir o 
signo linguístico, de um modo geral, como o produto da combinação entre 
um signifi cado e o seu signifi cante (ou, ainda, entre um dado conceito e a sua 
respectiva imagem acústica). 
Ainda segundo Saussure (2012), existe um conjunto de características 
específicas que servem para definir a natureza dessa associação. A primeira 
(e talvez a mais emblemática) das características do signo linguístico está 
traduzida na noção de arbitrariedade. 
Afirmar que o signo linguístico é arbitrário significa dizer que a associação 
entre um dado significado e o seu significante é casual. Portanto, não existem, 
por exemplo, relações naturais ou intrínsecas entre o nosso conceito de mesa 
e a imagem acústica “mesa”, em português. Tanto o é, que o conceito de 
mesa está associado a outras imagens acústicas (que não à “mesa”) em outras 
línguas, como “tafel”, em holandês, “bord”, em sueco, “tisch”, em alemão, etc. 
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Saussure (2012) faz notar que, embora seja arbitrário, o signo linguístico nunca resulta 
da livre escolha dos falantes da língua. Ou seja, a associação entre um significado e 
um significante depende das convenções estabelecidas na língua, ao longo da sua 
evolução, não da vontade de quem a fala.
A segunda característica fundamental do signo linguístico, de acordo 
com Saussure (2012), diz respeito à linearidade dos significantes. Porque 
constitui um fenômeno acústico, o significante se realiza na mesma dimensão 
que quaisquer outros sons; ou seja, no tempo. Em outras palavras, podemos 
dizer que a sequência dos elementos que compõem a imagem acústica do 
signo linguístico somente se desenvolve ao longo da linha do tempo, com os 
respectivos sons sendo pronunciados um após o outro. 
Essa característica do significante parece ficar mais clara quando tentamos 
transpor, parao papel, a sequência dos elementos que o compõem. De fato, em 
diversas línguas (como no português), as imagens gráficas que representam 
conceitos também estão dispostas em linha, com as letras sendo escritas uma 
após a outra. 
No entanto, embora a linearidade impere sobre a imagem acústica na 
maioria das línguas, a modalidade escrita nem sempre segue esse princípio. 
É o caso de línguas cujo sistema gráfico se baseia em ideogramas, como o 
chinês e o japonês. Nessas línguas, conceitos são representados graficamente 
por símbolos não lineares, com os seus componentes (isto é, traços) sendo 
dispostos em várias direções: uns em cima, outros em baixo, alguns dos lados 
ou, ainda, uns sobre os outros.
Finalmente, Saussure (2012) apresenta duas características do signo linguís-
tico que parecem contraditórias, mas que, na verdade, são complementares: 
a sua imutabilidade e a sua mutabilidade. De fato, o signo linguístico é 
imutável, na medida em que o elo que une um significado qualquer ao seu 
significante não é livre; ele está cristalizado conforme as convenções esta-
belecidas (aqui e agora, isto é, na sua dimensão sincrônica) pela comunidade 
linguística como um todo. Logo, não cabe a nenhum falante, por exemplo, 
substituir um significante por outro, na composição de um signo já instituído 
na sua língua, quando ou como bem quiser. 
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Com relação ao princípio da mutabilidade do signo linguístico, Saussure 
(2012) explica que o elo que une um significado e ao seu significante não 
está imune à passagem do tempo (nesse caso, em uma dimensão diacrônica). 
Mais especificamente, está claro que um dos efeitos do tempo sobre a língua 
seria, justamente, o de promover (sempre por meio de fatores que escapam à 
vontade individual dos seus falantes) deslocamentos (mais ou menos drásticos) 
da relação entre um dado significado e um certo significante.
Dentro da semiótica, o conceito de arbitrariedade acaba evocando, por contraposição, 
o conceito de iconicidade. Sabemos que a noção de arbitrariedade (por exemplo, do 
signo linguístico) supõe que o elemento que tem a função de representar algo (isto é, 
o significante) não reflete, na sua forma, a coisa representada (isto é, o significado). Por 
outro lado, a noção de iconicidade diz respeito ao fato de o elemento representante 
ser, em alguma medida, reflexo daquilo que está sendo representado. Por exemplo, 
enquanto a imagem acústica de “cachorro” possui um alto grau de arbitrariedade em 
relação ao conceito que ela representa, a escultura de um cachorro possui um alto 
grau de iconicidade com o conceito daquele animal.
O valor linguístico
Além do signo, outro conceito fundamental para os postulados saussurianos 
é a noção de valor linguístico. Com efeito, em algum momento da sua obra, 
Saussure (2012, p. 130) argumenta que toda língua seria, para além de um 
sistema de signos, “um sistema de valores”.
Falar de valor linguístico, para Saussure (2012), significa determinar, de 
um lado, o lugar que cada signo ocupa no interior do sistema da língua (como 
um todo) e, de outro, os vínculos que ele mantém com os outros elementos de 
mesma natureza dentro desse sistema. 
Ou seja, um signo linguístico se define não somente pela associação entre 
um dado significado e o seu significante, mas também pelas relações (de 
semelhanças e diferenças, devemos acrescentar) que ele estabelece com os 
outros signos que o cercam. 
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A título de exemplificação, podemos considerar os conceitos de “pai”, “filho”, “mãe” e 
“filha”. O que define o valor de cada um desses conceitos, dentro da língua portuguesa, 
por exemplo, é tanto aquilo que eles têm em comum entre si (nesse caso, todos eles se 
referem a algum membro da família) quanto aquilo que os difere (ou seja, eles existem 
cada um em oposição ao outro: “pai” em oposição a “filho”, “pai” em oposição a “mãe”, 
“mãe” em oposição a “filha” e assim por diante). Se, por algum motivo, o conceito de 
“filho” desaparecesse, o conceito de “pai” ficaria vago em alguma medida e, talvez, 
perdesse a sua razão de ser em português. 
Em última análise, podemos argumentar, enfim, que um signo linguístico 
somente está na língua porque ele é aquilo que os outros signos não são. É 
isso que determina o seu valor linguístico; e é esse valor que assegura o seu 
lugar no sistema da língua.
A partir das suas reflexões a respeito do valor linguístico, Saussure (2012) 
procede, então, à classificação das relações que os signos estabelecem entre 
si dentro do sistema da língua. A sua primeira observação (2012) é de que 
essas relações acontecem em dois planos distintos e, portanto, engendram dois 
tipos: as relações sintagmáticas e as relações associativas.
O primeiro tipo, o das relações sintagmáticas, reflete a natureza linear 
dos significantes (e, portanto, da língua como um todo) e implica as relações 
que os signos estabelecem entre si na cadeia da fala. Visto que é impossível 
produzir dois signos ao mesmo tempo, eles somente podem se realizar um 
após o outro na linha da fala, acarretando, dessa forma, o sintagma. 
Por exemplo, são sintagmáticas as relações que estabelecem entre si os 
elementos que compõem cada uma destas sequências: “endereço postal”, 
“Maria casou” e “estou atrasado, preciso correr”. Esse tipo de relação (de 
oposição ao longo da cadeia da fala) já serve para definir uma parte do valor 
do signo linguístico. 
De acordo com Saussure (2012, p. 142), de fato, “colocado num sintagma, 
um signo só adquire seu valor porque se opõe ao que o precede ou ao que o 
segue, ou a ambos”. Ou seja, em relações sintagmáticas, o valor de um signo 
linguístico existe na sua correspondência com os outros signos concomitan-
tes — ou, conforme determina Saussure (2012, p. 143), nas suas relações “in 
praesentia”.
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Já as relações associativas (ou, ainda, paradigmáticas) são aquelas que os 
signos estabelecem com os outros signos que não estão na mesma cadeia da 
fala (ou, ainda, in absentia), mas com os quais mantêm algum tipo de corres-
pondência (Figura 3). É esse tipo de relação que se manifesta, por exemplo, 
quando nos referimos ao conceito de “pai” em uma sentença qualquer. O mais 
razoável de se esperar é que essa referência evoque tantos outros conceitos 
quantos estão associados a ele (como “filho”, “mãe”, “filha”, etc.) se consi-
deramos como o principal critério dessas associações, nesse caso, o fato de o 
conceito de “pai” se referir a um membro da família. 
O valor de um signo linguístico, a partir das relações associativas, de-
termina-se, portanto, nas bases do conjunto total de elementos com que ele 
mantém algum tipo de relação, mas que não ocorrem formalmente na cadeia 
da fala, visto que são apenas virtualmente evocados.
Figura 3. Diferentes relações associativas que, segundo Saussure (2012), 
o conceito de “ensinamento” pode estabelecer, em função de critérios 
diversos.
Fonte: Saussure (2012, p. 146).
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Acessando o link a seguir, você pode conferir o texto A 
variação no sistema saussuriano da língua, que discute os 
conceitos de mutabilidade e imutabilidade da língua 
segundo Saussure:
https://goo.gl/J1339n 
1. O signo linguístico pode ser definido 
como o produto da associação 
de dois elementos fundamentais. 
Quais são esses elementos?
a) Significado e conceito.
b) Símbolo e índice.
c) Imagem acústica e significante.
d) Significado e significante.
e) Índice e ícone.
2. Uma das características 
fundamentais do signo linguístico 
diz respeito ao fato de a relação 
entre o seu significado e o seu 
significante não ser natural, ou 
seja, não se estabelecer em função 
de alguma correspondência 
intrínseca entreeles. Qual termo 
Saussure (2012) recruta para se 
referir a essa característica?
a) Linearidade
b) Arbitrariedade.
c) Iconicidade.
d) Mutabilidade.
e) Imutabilidade.
3. De acordo com Pierce (2005), 
quais são os três tipos de signo?
a) Significado, significante e valor.
b) Arbitrário, linear e imutável.
c) Ícone, índice e símbolo.
d) Representamen, objeto 
e interpretante.
e) Conceito, imagem 
acústica e significante.
4. Como é determinado o valor 
de um signo linguístico?
a) O valor do signo linguístico 
se define pela relação que 
existe entre o seu significado 
e o seu significante.
b) O valor do signo linguístico 
se define pelas relações que 
ele estabelece com os ícones 
do sistema da língua.
c) O valor do signo linguístico 
se define pelas relações que 
ele estabelece com os outros 
signos do sistema da língua.
d) O valor do signo linguístico 
se define pela relação que 
existe entre o representamen 
e o seu objeto.
e) O valor do signo linguístico se 
define pelas relações que ele 
estabelece com os símbolos 
do sistema da língua.
5. Um tipo de relação que pode 
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https://goo.gl/J1339n
FRANK-HENRI JULLIEN. In: Wikipedia. 2015. Disponível em: <https://fr.wikipedia.org/
wiki/Frank-Henri_Jullien>. Acesso em: 30 jul. 2017.
PIERCE, S. Semiótica. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. 28. ed. São Paulo: Cultrix, 2012.
Leituras recomendadas
CARVALHO, C. Para compreender Saussure. 12. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
VOLLI, U. Signo. In: ______. Manual de semiótica. São Paulo: Loyola, 2007.
determinar o valor de um signo 
linguístico dentro do sistema da 
língua é aquele que ele estabelece 
com os outros elementos que o 
acompanham na cadeia da fala. Qual 
termo Saussure (2012) recruta para 
se referir a esse tipo de relação?
a) Relações sintagmáticas.
b) Relações associativas.
c) Arbitrariedade.
d) Relações paradigmáticas.
e) Iconicidade.
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https://fr.wikipedia.org/
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
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