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Trabalho de Fisiologia Veterinária - Professora Maíra Valle
Universidade Federal do Paraná
Ana Kaiser – GRR20215222
Evelin Kreusch – GRR20215269
Isabeli Tamburi - GRR20215270
Renata Dickel – GRR20215701
Descrição do post: A visão é uma incrível capacidade do organismo em converter a luz em um sinal bioelétrico enviado ao encéfalo, mas você sabe como esse processo se dá? Ou então, você já se perguntou o porquê de os olhos de alguns animais ficarem brilhosos em algumas fotos com flash? Para descobrir, arraste para o lado e tenha uma agradável leitura sobre uma das mais importantes estruturas dos olhos dos animais: a retina! 👁️✨ 
#paracegover #fisiologia #retina #veterinária #olho #visão #ufpr #pesquisa #fisiovet
Imagem 1 – Retina.
#ParaCegoVer: A imagem possui um fundo roxo com linhas curvadas verdes por toda a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. À esquerda, na parte superior, está o logo da Universidade Federal do Paraná e à direita, também na parte superior, está o logo da Medicina veterinária. Ao centro, há um texto curvado em amarelo com sombras em degradê roxo com a fonte shrikhand no tamanho de 195, com a palavra "Retina". Embaixo do texto escrito retina, há uma ilustração de dois olhos dilatados de um felino, a cor deles é amarela com a pupila em preto. Na parte inferior da imagem, há os nomes: "Ana Kaiser, Evelin Kreusch, Isabeli Tamburi e Renata Dickel" na fonte lazydog no tamanho 19, na cor roxa escura. Abaixo destes nomes, há uma linha reta na cor amarela. 
Imagem 2- 
Anatomia do olho e o que é a retina! 
O que é a retina: Originada do neuroectoderma, a retina é uma estrutura que reveste a parte posterior do olho, sendo organizada em camadas, possui as células fotorreceptoras, sensíveis à luz. Ela realiza um considerável processamento da imagem visualizada antes de ser conduzida para o córtex cerebral.
#ParaCegoVer: A imagem possui um fundo roxo em toda a sua extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior da imagem há um quadrilátero com os vértices arredondados amarelo com o texto-título “Anatomia do olho e o que é a retina!” escrito com a fonte lazydog e ao lado do texto tem uma ilustração de um olho brilhoso de formato circular, sem as pálpebras, na cor verde acinzentado. Logo abaixo desse texto, há um quadrilátero roxo com o texto “anatomia do olho” escrito com a fonte lazydog. Abaixo desse, há uma ilustração esquemática do olho no corte medial, nela seguindo esta sequência: “córnea", "humor aquoso”, “íris”, “zona ciliar”, “cristalino”, “musculo ciliar”, “humor vítreo”, “retina”, “fóvea”, “nervo óptico”, “esclera” cada uma destas partes anatômicas está sendo apontados por flexas pretas em suas respectivas posições no olho. Ao lado inferior direito do desenho há um texto na fonte lazydog dizendo: ‘’desenho baseado em: Cunningam, tratado de fisiologia veterinária 4a edição 2008. Abaixo da ilustração, há um quadrilátero amarelo com os vértices arredondados com o texto-título “o que é a retina:” de título, escrito com a fonte lazydog. Logo abaixo, há um retângulo na cor salmão com o texto “Originada do neuroectoderma, a retina é uma estrutura que reveste a parte posterior do olho, sendo organizada em camadas, possui as células fotorreceptoras, sensíveis à luz. Ela realiza um considerável processamento da imagem visualizada antes ser conduzida para o córtex cerebral.”, com a fonte League Spartan. 
Imagem 3 -
As células da retina.
 A retina dos animais vertebrados é composta por cinco tipos de células principais, que possuem uma organização laminar, ou seja, uma disposição em camadas: 
Células ganglionares: responsáveis pelo disparo de potencial de ação, em resposta ao estímulo pela captação de luz, propagando-o pelo nervo óptico e transmitindo até o encéfalo. Estão presentes na camada mais rostral e interna da retina, estabelecendo o primeiro contato com os raios luminosos.
Células de müller: são as células gliais da retina. promovem a manutenção da arquitetura interna da retina. Suas extremidades associam-se aos segmentos internos das células fotorreceptoras, formando junções oclusivas.
#ParaCegoVer:A imagem possui um fundo verde água em toda a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior, há um quadrilátero roxo com os vértices arredondados com o texto-título “As células da retina’’ na fonte lazydog e na cor branca. Abaixo dele, há um texto escrito “A retina dos animais vertebrados é composta por cinco células principais, que possuem uma organização laminar, ou seja, uma disposição em camadas:’’ na fonte Leauge Spartan e na cor cinza escuro. Logo abaixo deste texto, no lado esquerdo há uma imagem mostrando as camadas da retina e ao lado direito há um quadrilátero rosa na vertical com o texto. “Células ganglionares: responsáveis pelo disparo de potencial de ação, em resposta ao estímulo pela captação de luz, propagando-o pelo nervo óptico e transmitindo até o encéfalo. Estão presentes na camada mais rostral e interna da retina, estabelecendo o primeiro contato com os raios luminosos”, na fonte League spartan, em coloração preta. Abaixo da ilustração há um retângulo de coloração verde, contendo o texto: “Células de Müller: são as células gliais da retina. promovem a manutenção da arquitetura interna da retina. Suas extremidades associam-se aos segmentos internos das células fotorreceptoras, formando junções oclusivas”, na fonte lazydog e na coloração preta. 
Imagem 4 -
As células da retina e transmissão sináptica 
Células amacrinas e horizontais: responsáveis pela via indireta, transmitem a informação influenciando células bipolares e fotorreceptoras que estão próximas.
Células bipolares: responsáveis por estabelecer a via direta, realizam sinapse com as células ganglionares, transmitindo a informação as células fotorreceptoras. Existem dois tipos de células bipolares, que são estimuladas pelo glutamato liberado pelas células ganglionares:
Células on: elas são ativadas na luz quando a secreção de glutamato pelos fotorreceptores diminui, na presença de luz essas células e são inibidas pelo glutamato. Apresentam um receptor metabotrópico, que hiperboliza a célula quando o glutamato se liga ao receptor no escuro.
Células off: são excitadas pela liberação de glutamato no escuro, na presença de luz a concentração de glutamato cai e as células são inibidas. Apresentam um receptor do tipo inotrópico, que abre os canais iônicos que despolariza a célula no escuro.
#ParaCegoVer: A imagem possui um fundo amarelo pastel com textura de papel amassado em toda extensão do quadrado 3x4. Na parte superior há um quadrilátero com os vértices arredondadas com o texto-título “as células da retina e a transmissão sináptica” escrito em fonte Lazydog na coloração branca. Abaixo dele a dois quadriláteros com os vértices arredondados na cor verde; o do lado esquerdo tem escrito, em fonte League Spartan, “Células amacrinas e horizontais: responsáveis pela via indireta, transmitem a informação influenciando células bipolares e fotorreceptoras que estão próximas.”; ao lado direito apresenta o texto “Células bipolares: responsáveis por estabelecer a via direta, realizam sinapse com as células ganglionares, transmitindo a informação as células fotorreceptoras.”. Logo abaixo um quadrilátero sem forma especifica com cor de fundo em rosa escuro na fonte Lazydog com o texto “Existem dois tipos de células bipolares, que são estimuladas pelo glutamato liberado pelas células ganglionares:”. Logo em seguida, do lado direito do quadrado há um quadrilátero com as pontas arredondas e com cor de fundo verde com a escrita “célula on” em preto na fonte Lazydog, dando título ao texto que se encontra abaixo, em outro quadrilátero na fonte League Spartan com texto “Células on: elas são ativadas na luz quando a secreção de glutamato pelos fotorreceptores diminui, na presença de luz essas células e são inibidas pelo glutamato. Apresentam um receptor metabotrópico, que hiperboliza a célula quando o glutamatose liga ao receptor no escuro.” Logo abaixo desse, outro quadrilátero com as mesmas características do anterior, mas com o texto-título “células off” e texto-título “Células off: são excitadas pela liberação de glutamato no escuro, na presença de luz a concentração de glutamato cai e as células são inibidas. Apresentam um receptor do tipo inotrópico, que abre os canais iônicos que despolariza a célula no escuro.”. No canto inferior do lado esquerdo tem um desenho que representa uma célula ganglionar, como uma esfera com um canal voltado para baixo. Na ponta inferior ela tem uma abertura por onde estão sendo liberado triângulos vermelhos que representam o glutamato. Logo abaixo existe um quadrilátero de cor amarela que representa o receptor do glutamato. Abaixo há uma frase “desenho baseado em: Silverthorn 7Ed, 2017. 
Imagem 5 - 
As células fotorreceptoras.
Células fotorreceptoras: estão presentes na camada mais externa e caudal da retina, sendo divididas em: Terminal sináptico: realiza sinapse com as células bipolares.
Segmento interno: Corresponde ao corpo celular, abrigando as organelas citoplasmáticas, como o núcleo e as mitocôndrias. 
Segmento externo: Composto por discos membranosos organizados em pilhas, possuindo pigmentos visuais em sua membrana.
Bastonetes: Possuem apenas um único tipo de pigmentos visual, sendo responsáveis pela visão no período noturno. São células mais sensíveis à luz, pelo seu maior segmento externo e abundância de pigmentos.
Cones: Responsáveis pela visão diurna. A maioria dos mamíferos possuem dois tipos de cones, cada um apresentando um pigmento visual distinto, sensível a um comprimento de onda diferente, possibilitando a distinção de coloração das imagens.
Curiosidade: Nos primatas, há três diferentes populações de cones na retina, cada um com diferentes fotopigmentos, possibilitando a visão colorida com mais cores do que os equinos ou cães, por exemplo.
#ParaCegoVer: A imagem possui um fundo roxo em toda a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior, há um quadrilátero verde água com os vértices arredondados com o texto-título “As células fotorreceptoras” escrito com a fonte lazydog. Abaixo dele, há quadrilátero com textura de folha na cor amarela com o texto “Células fotorreceptoras: estão presentes na camada mais externa e caudal da retina, sendo divididas em: Terminal sináptico: realiza sinapse com as células bipolares. Segmento interno: corresponde ao corpo celular, abrigando as organelas citoplasmáticas, como o núcleo e as mitocôndrias. Segmento externo: composto por discos membranosos organizados em pilhas, possuindo pigmentos visuais em sua membrana.” escrito com a fonte League Spartan. Abaixo deste localizado mais à direita, há um quadrilátero com os vértices arredondados na cor roxo escuro com o texto-título: “Bastonetes”, escrita com a fonte Lazydog. Logo abaixo, tem outro quadrilátero na cor cinza claro com o texto: “Possuem apenas um único tipo de pigmentos visual, sendo responsáveis pela visão no período noturno. São células mais sensíveis à luz, pelo seu maior segmento externo e abundância de pigmentos.” escrito com a fonte Lazydog. Logo abaixo com a mesma orientação, há outro quadrilátero com os vértices arredondados na cor roxo escuro com o texto-título: “cones”, escrita com fonte Lazydog. Logo abaixo, tem outro quadrilátero na cor cinza claro com o texto: “Responsáveis pela visão diurna. A maioria dos mamíferos possuem dois tipos de cones, cada um apresentando um pigmento visual distinto, sensível a um comprimento de onda diferente, possibilitando a distinção de coloração das imagens.” escrito em fonte Lazydog. Ao lado esquerdo do post, ao lado destes dois quadros explicando cones e bastonetes, há duas flexas apontando para duas ilustrações, a primeira é a de um bastonete, ele tem formato de cone, com a altura maior que a largura, está na cor cinza escuro e seu núcleo está na coloração roxa, a segunda é a de um cone na cor verde água, o seu formato também é alongado, porém é mais tortuoso que o bastonete e na parte inferior, seu corpo celular é mais intumescente do que o bastonete, seu núcleo está na cor roxa. Abaixo destes dois desenhos há um texto dizendo: Desenho baseado em Berne e Levy – 6a edição, 2008 com a fonte Leauge Spartan. No canto inferior direito há um quadro com o título de fundo amarelo e na fonte lazydog com o texto-título: Curiosidade. Na fonte Lazydog. Abaixo deste círculo há um retângulo branco com textura de papel amassado com o seguinte texto: Nos primatas, há três diferentes populações de cones na retina, cada um com diferentes fotopigmentos, possibilitando a visão colorida com mais cores do que os equinos ou cães, por exemplo.’’ Na fonte Lazydog. Neste quadro, na parte superior esquerda há uma ilustração de um primata, com uma pelagem na coloração cinza escura e sua face está na coloração cinza clara. A expressão dele é séria, evidenciado pelas várias rugas na testa.
Imagem 6 -
 
Cones e bastonetes da retina e o potencial de ação.
 Os fotopigmentos visuais consistem em um aldeído de vitamina A, que é o retinol, uma molécula sensível à luz, associada à proteína opsina (pertencente à família de receptores acoplados à proteína G).
 Mas o que ocorre quando a luz é absorvida pelas células fotorreceptoras da retina? Ocorre a transformação do retinol, provocando a ativação da opsina e produzindo uma mudança na concentração de um segundo mensageiro no interior da célula, promovendo então a alteração no seu potencial de membrana. As células fotorreceptoras possuem um mecanismo distinto da maioria das células sensoriais. Quando estimuladas pela luz, as membranas hiperpolarizam. 
Fotorrecepção nos bastonetes: Na ausência de luz, os canais de sódio permanecem abertos, mantendo a membrana despolarizada. Em contato com os raios, a rodopsina (fotopigmento dos bastonetes), causa a alteração na concentração do segundo mensageiro, promovendo o fechamento dos canais de sódio, hiperpolarizando a membrana. 
Fotorrecepção nos cones: O evento é semelhante ao dos bastonetes, porém, os fotopigmentos são chamados de opsinas, e os cones podem apresentar tipos distintos de opsinas, sensíveis a diferentes frequências de luz.
#ParaCegoVer:A imagem possui um fundo roxo a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior, há um quadrilátero verde com os vértices arredondados com o texto-título “cones e bastonetes da retina e o potencial de ação’’ na fonte lazydog. Abaixo dele, há um quadrilátero amarelo com os vértices arredondados com o texto “Os fotopigmentos visuais consistem em um aldeído de vitamina A, que é o retinol, uma molécula sensível à luz, associada à proteína opsina (pertencente à família de receptores acoplados à proteína G).’’ na fonte League spartan. Abaixo desse, ao lado esquerdo do post, há a ilustração de um olho verde, ao lado do olho há um quadrilátero com os vértices arredondados na cor rosa e com o texto “Mas o que ocorre quando a luz é absorvida pelas células fotorreceptoras da retina?’’ na fonte lazydog. Ao lado, há uma ilustração de uma lâmpada na cor amarela com contornos em preto. Abaixo disto, há um retângulo cinza claro com o texto “Ocorre a transformação do retinol, provocando a ativação da opsina e produzindo uma mudança na concentração de um segundo mensageiro no interior da célula, promovendo então a alteração no seu potencial de membrana.’’ na fonte League spartan. Abaixo disto há um quadro-balão na cor verde azulado com o texto “as células fotorreceptoras possuem um mecanismo distinto da maioria das células sensoriais. Quando estimuladas pela luz, as membranas hiperpolarizam.’’ na fonte lazydog saindo deste quadro, existem duas flexas verdes, a da esquerda indica um quadro com o texto-título em fundo verde escrito “Fotorrecepção nos bastonetes’’ e com um texto com fundo de quadrilátero roxo “Na ausência de luz, os canais de sódio permanecem abertos, mantendo a membrana despolarizada. Em contato com os raios, a RODOPSINA (fotopigmentodos bastonetes), causa a alteração na concentração do segundo mensageiro, promovendo o fechamento dos canais de sódio, hiperpolarizando a membrana.’’ com a fonte Leauge Spartan em caixa alta. A flexa da direita indica um quadro com um texto-título em fundo verde escrito “Fotorrecepção nos cones’’ e com um texto com fundo de quadrilátero roxo “O evento é semelhante ao dos bastonetes, porém, os fotopigmentos são chamados de OPSINAS, e os cones podem apresentar tipos distintos de opsinas, sensíveis a diferentes frequências de luz.’’ com a fonte Leauge Spartan em caixa alta. 
Imagem 7 –
Qual a importância da fóvea nos animais? 
O que é a fóvea? A fóvea é uma área da retina central que tem como função, minimizar a distorção de imagem que alguns neurônios mais internos podem causar. Como ela atua? Existe uma área dentro do centro da fóvea, chamada de fovéola, que empurra as células bipolares e ganglionares mais internas para lateral possibilitando que os raios luminosos acessem diretamente os fotorreceptores. Qual é a sua importância? Esse mecanismo possibilita a chegada da luz menos distorcida, sendo assim, o animal terá uma maior capacidade de visualizar os objetos com mais detalhes e também facilitará a chegada de altos níveis de iluminação aos cones para o seu funcionamento.
#ParaCegoVer: A imagem possui um fundo azul claro em toda a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior, há um quadrilátero verde azulado com os vértices arredondados com o texto-título dizendo “Qual a importância da fóvea nos animais?’’ com a fonte lazydog. Abaixo dele, há um quadrilátero roxo claro, com um texto-título como fundo roxo escuro escrito ‘’o que é a fóvea?’’ na cor branca e na fonte lazydog. No quadrilátero há o texto em fonte Leauge Spartan na cor preta e escrito “A fóvea é uma área da retina central que tem como função, minimizar a distorção de imagem que alguns neurônios mais internos podem causar.’’ Abaixo disto, há um quadrilátero rosa com os vértices arredondados com um texto-título com o fundo amarelo escrito “Existe uma área dentro do centro da fóvea, chamada de fovéola, que empurra as células bipolares e ganglionares mais internas para lateral possibilitando que os raios luminosos acessem diretamente os fotorreceptores.’’ No texto abaixo do título diz: “existe uma área dentro do centro da fóvea, chamada de fovéola, que empurra as células bipolares e ganglionares mais internas para lateral possibilitando que os raios luminosos acessem diretamente os fotorreceptores.". Logo abaixo destes textos há uma ilustração de um olho, mostrando, sobretudo, a localização da fóvea no olho. No desenho é mostrado o caminho que a luz faz e o redirecionamento dela na retina. Abaixo do desenho tem um texto dando os créditos de referência do desenho. Imediatamente abaixo dos créditos, tem um quadrado na cor rosa, na parte superior dele tem um texto-título com o fundo roxo escuro com “Qual é a sua importância nos animais?’’ na cor branca e na fonte Leauge Spartan em caixa alta. Abaixo do título há um texto escrito “Esse mecanismo possibilita a chegada da luz menos distorcida, sendo assim, o animal terá uma maior capacidade de visualizar os objetos com mais detalhes e também facilitará a chegada de altos níveis de iluminação aos cones para o seu funcionamento.’’ Na cor preta e na fonte Leauge Spartan. Neste mesmo quadro, na parte superior esquerda, há uma ilustração da cabeça de um cachorro, o cachorro tem o focinho branco e, tirando uma mancha vertical branca entre os olhos, o restante é na cor marrom. O cão está com uma expressão feliz e com a língua de fora. 
Imagem 8 -
 Por que os olhos dos animais domésticos brilham no escuro?
 Eles enxergam à noite? O brilho que observamos é uma membrana interna chamada "tapetum lucidum", como se fosse uma mancha na parte de trás da retina, isso está presente tanto nos animais domésticos, quanto em animais com hábitos noturnos. O tapetum lucidum facilita a reflexão da pouca luz presente no ambiente escuro e que não conseguiria ser absorvida pela retina. Tal membrana faz com que ocorra o processamento da imagem no córtex cerebral com uma menor acuidade visual. Mas o que é a acuidade visual? É a capacidade de enxergar exatamente o formato dos objetos. Por causa desta reflexão, os animais conseguem otimizar a pouca luz presente no escuro, facilitando a visão durante à noite. 
#ParaCegoVer: A imagem possui um fundo rosa em toda a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior, há um quadrilátero azul bebê com os vértices arredondados com o texto-título “Por que os olhos dos animais domésticos brilham no escuro? Eles enxergam à noite?’’ na fonte lazydog. Abaixo disto, há um quadro cinza com o formato de papel rasgado e com uma sombra roxa escuro, neste quadro, há um texto escrito “O brilho que observamos é uma membrana interna chamada "tapetum lucidum", como se fosse uma mancha na parte de trás da retina, isso está presente tanto nos animais domésticos, quanto em animais com hábitos noturnos.’’ Abaixo deste quadro há três círculos com fotos. O círculo esquerdo possui a foto de um aye-aye de pelagem marrom, branca e bege, em cima de uma árvore no escuro, os olhos dele estão refletindo o flash da luz da câmera que tirou a foto. O círculo do meio, ao lado do aye-aye, tem a imagem de um tapetum lucidum, uma membrana brilhosa, na parte superior desta membrana, ao lado esquerdo, há uma coloração preta, ao lado direito há uma coloração azulada muito brilhosa. No círculo direito há a foto de um gato doméstico cinza com manchas verticais na cor preta e marrom, seus olhos são amarelos e a pupila está na coloração verde por conta da luz do flash. Abaixo dessas três imagens há os links com os créditos aos respectivos autores. Abaixo dos links, há um retângulo na cor verde água com o texto ‘’ O tapetum lucidum facilita a reflexão da pouca luz presente no ambiente escuro e que não conseguiria ser absorvida pela retina. Tal membrana faz com que ocorra o processamento da imagem no córtex cerebral com uma menor acuidade visual.’’ na fonte Leauge Spartan em caixa alta. Abaixo destes, há um retângulo na cor roxa com um texto-título escrito “Mas o que é a acuidade visual? Na fonte lazydog. O texto escrito abaixo do texto-título diz “É a capacidade de enxergar exatamente o formato dos objetos. Por causa desta reflexão, os animais conseguem otimizar a pouca luz presente no escuro, facilitando a visão durante à noite.’’ e está escrito na fonte Lazydog. Na parte inferior do post, ao lado direito, há uma ilustração de um gato preto, em seus olhos há um brilho na cor amarela.
Imagem 9 -
Atrofia Progressiva generalizada da retina (APGR) em cães.
É uma doença genética hereditária, autossômica recessiva que é caracterizada pela perda da função retiniana externa e morte dos fotorreceptores bilaterais da retina. Como se manifesta? A APGR causa uma perda de força nos vasos, palidez de papila, hiperreflexia da área tapetal pelo afinamento da retina e despigmentação da área não-tapetal. A região que é mais afetada, é a região periférica. Como é feito o diagnóstico? Usa-se o histórico clínico e um exame oftalmológico minucioso. O exame oftalmológico consiste em avaliar os reflexos pupilares diretos e consensuais, reflexo de ofuscamento, teste de ameaça e segmento posterior. Existe um tratamento? Estudos atuais creem que o tratamento com suplementos vitamínicos pode prevenir ou retardar a PDR, pois acredita-se que o suplemento pode diminuir a incidência do estresse oxidativo, causado pelo envelhecimento.
#ParaCegoVer:A imagem possui um fundo roxo claro em toda a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior, há um quadrilátero rosa com os vértices arredondados com o texto-título “Atrofia Progressiva generalizada da retina (APGR) em cães’’ na cor cinza escuro e na fonte lazydog. Abaixo disto, há um quadro-balão na cor rosa bebê claro com o texto “É uma doença genética hereditária, autossômica recessivaque é caracterizada pela perda da função retiniana externa e morte dos fotorreceptores bilaterais da retina.’’ na fonte lazydog e na cor cinza escuro. Abaixo dele, há um quadrilátero roxo, com um texto-título com o fundo verde escrito ‘’Como se manifesta?’’ Na fonte Lazydog e na cor cinza escuro. No quadro, o texto diz ‘’A APGR causa uma perda de força nos vasos, palidez de papila, hiperreflexia da área tapetal pelo afinamento da retina e despigmentação da área não-tapetal. A região que é mais afetada, é a região periférica.’’ na fonte Leauge Spartan e na cor azul escuro. Abaixo dele, há um quadrilátero verde água, com um texto-título com o fundo azul escuro escrito ‘’Como é feito o diagnóstico?” na fonte Lazydog e na cor azul bebê. No quadro abaixo do título está escrito “Usa-se o histórico clínico e um exame oftalmológico minucioso. O exame oftalmológico consiste em avaliar os reflexos pupilares diretos e consensuais, reflexo de ofuscamento, teste de ameaça e segmento posterior.’’ na fonte Leauge Spartan na cor azul escuro. Abaixo dele, há um quadrilátero laranja claro, com um texto-título com o fundo amarelo escrito “Existe um tratamento?’’ na cor azul escuro e na fonte lazydog. No quadro abaixo do título e há um texto escrito ‘Estudos atuais creem que o tratamento com suplementos vitamínicos pode prevenir ou retardar a PDR, pois acredita-se que o suplemento pode diminuir a incidência do estresse oxidativo, causado pelo envelhecimento. Não há cura para esta doença e não será possível reverter os danos já causados. Para evitar esse transtorno, recomenda-se como método de controle, evitar cães portadores da doença como progenitores.’’ na fonte Leauge Spartan, na cor azul escuro. No lado superior direito há a ilustração de um cachorro de porte pequeno, de cor amarela, coleira verde. Sua expressão é triste.
Imagem 10 -
Referências bibliográficas
Textos:
CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4. ed. rev. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2008
BEAR, Mark F; CONNORS, Barry W; PARADISO, Michael A. Neurociências: Desvendando o Sistema Nervoso. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
KOEPPEN, Bruce M; STANTON, Bruce A. Berne e Levy: Fisiologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2009.
SILVERTHORN, Dee Unglaub. Fisiologia Humana: Uma Abordagem Integrada. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 
https://doi.org/10.1590/S0103-84782013005000101
Imagens:
https://fr.wikipedia.org/wiki/Lemuriformes#/media/Fichier:Aye-aye_(Daubentonia_madagascariensis)_4.jpg
 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tapetum-lucidum-001.jpg
 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Calf-Eye-Posterior-With-Retina-Detached-2005-Oct-13.jpg#/media/File:Calf-Eye-Posterior-With-Retina-Detached-2005-Oct-13.jpg
#ParaCegoVer: A imagem possui um fundo roxo claro em toda a extensão do quadrado 3x4 com uma textura de papel amassado. Na parte superior, há um quadrilátero roxo claro com os vértices arredondados com o texto ‘’referências bibliográficas’’. Na fonte lazydog. Na parte Esquerda encontra-se o logo da Universidade Federal do Paraná e na parte superior direita encontra-se o lofo da Medicina Veterinária. Abaixo deste título há outro título com o fundo branco na fonte lazydog quadrilátero com os textos “textos’’ e abaixo os nomes dos exemplares e estudos ‘seguintes CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de Fisiologia Veterinária. 4. ed. rev. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2008
BEAR, Mark F; CONNORS, Barry W; PARADISO, Michael A. Neurociências: Desvendando o Sistema Nervoso. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
KOEPPEN, Bruce M; STANTON, Bruce A. Berne e Levy: Fisiologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2009.
SILVERTHORN, Dee Unglaub. Fisiologia Humana: Uma Abordagem Integrada. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
https://doi.org/10.1590/S0103-84782013005000101
 Interrompendo isso, há um título com o fundo branco e na fonte lazydog encontra-se o texto: imagem. Logo abaixo, os respectivos links:
Foto do aye ayehttps://fr.wikipedia.org/wiki/Lemuriformes#/media/Fichier:Aye-aye_(Daubentonia_madagascariensis)_4.jpg
Foto da retina + tapetum https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tapetum-lucidum-001.jpg
Foto do gato https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Calf-Eye-Posterior-With-Retina-Detached-2005-Oct-13.jpg#/media/File:Calf-Eye-Posterior-With-Retina-Detached-2005-Oct-13.jpg ‘’ na fonte league spartan. Abaixo deste texto, no canto inferior esquerdo, encontra-se o logo dos Recursos Educacionais Abertos, e, no canto interior direito, encontra-se o logo do cc Commons (CC BY-NC-SA).
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