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PLANTAS NEFROTÓXICAS: . 1- Combretum glaucocarpum (Thiloa glaucocarpa) ♦ Nomes populares – “sipaúba”, “vaqueta” e “vaquetinha” ♦ Aspectos botânicos – árvore arbustiva da fam. Combretaceae, frutos alados (como carambola), sistema radicular bem desenvolvido, ➢ É muito difícil acabar com ela na propriedade. Parece uma carambola!!! o É uma folha mais arredonda. o ela fica mais na região mais quente!!! 1- Combretum glaucocarpum ♦ Distribuição e habitat – Caatinga. Todo NE e MG ♦ Espécies sensíveis - Nat.: bov - Exper.: bov e coelhos ♦ Condições em que ocorre a intoxicação - Surtos no começo da estação chuvosa - Incidência variável; >> Chuvas fracas e com períodos de estiagem >> Derrubadas e queimadas “mal-da-rama-murcha”. ♦ Partes e quantidades: folhas - Brotação: 40g / kg / 1d 10 g/ kg / 5d 20 g / kg / 6d ♦ Início dos sinais clínicos – sob condições naturais é provavél que ocorra após vários dias (min 15 dias) de ingestão da planta ♦ Evolução - 5 – 20 dias (subaguda) Letalidade próx. A 100%; ♦ Sinais: ➢ “Popa inchada”- edema (parte posterior da coxa, períneo, supra mamária, escroto), ascite ➢ “Venta seca” – anorexia, parada da ruminação, fezes secas a pastosa e com estrias de sangue ou com sangue digerido; focinho ressecado com corrimento ♦ Necropsia: edema subcutâneo, cavidades, hidropericárdio, tecido perirenal, abomaso; ➢ Hemorragias serosas, coração, mucosas TRS, esôfago – necrose; ➢ Abomaso e intest. Delgado – congestão e hemorragia; EDEMA PERIRENAL - essa planta afeta o rim faz lesão tubular porque é substância tóxica, faz uma necrose tubular aguda, e vai fazer um quadro de aumento de ureia e creatinina. o Aspecto de gelatina. o Edema de prepúcio. o Na cavidade abdominal também - ASCITE. o No abomaso também altera. ♦ Histopatologia: ➢ Nefrose tubular tóxica; ➢ Cilindros hialinos, degeneração hialina, fibroplasia intersticial; ♦ Diagnóstico: ➢ Epidemiologia (se teve época de chuva) + sinais + histopatologia; ♦ Diagnóstico diferencial: ➢ Dimorphandra mollis, D. gardneriana (cerrado) Amaranthus spinosus, A. retroflexus (solos férteis, suinos) Atb aminoglicosídeos; ♦ Princípio tóxico: taninos (a uva também pode ser tóxica porque tem taninos); ♦ Tratamento (não tem cura, porém da para fazer fluidoterapia, mais ninguém faz.); ♦ Profilaxia (geralmente essa planta é bem conhecida na região nordeste, então tiram o gado da região). o Túbulos em processo de necrose; 2- Amaranthus spp o Amaranthus spinosus, A. retroflexus o Nome popular: caruru o Aspectos botânicos: >> Plantas herbáceas, solos férteis, beira de pastos, lavouras de milho e sorgo; - Poucos casos de intoxicação; após cortada perde a toxicidade; >> Ela não é palatável, existe poucos casos relatados. - Ela perde a toxidade quando é cortada. ➢ Espécies sensíveis: bov, ovinos, suínos; ➢ Partes tóxica: + frutificação Ingestão da planta em grande quantidade – 5 a 30 dias; ➢ Evolução: subaguda; ➢ Sinais: corrimento sanguinolento narinas, diarréia; letargia, anorexia, edema (submandibular, posterior de coxa). Quando mais velha mais tóxica. Ela não é muito importante, o animal tem que comer uma quantidade MUITO grande pra se intoxicar e além tem que comer durante 5 - 30 dias. o Necropsia: >> Bovinos: petéquias, líquido nas cavidades, úlceras no trato digestivo, rins aumentados amarelados a pálidos com estriações; >> Suínos: edema na parede abdominal, perirrenal e em cavidades. o Microscopia: >> nefrose tubular renal, fibrose intersticial, espessamento de cápsulas de bowman, cristais de oxalato de cálcio. o Edema perirenal- rim com muito líquido. o !!!! Doença que faz ulceração no esôfago - Diarreia viral bovina!!!! o Acúmulo de matéria de cilindros proteicos de células necróticas;